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sábado, 12 de junho de 2021

Imigração à beira de destruir a Suécia


“O paraíso feminista, secularista, multicultural e anticristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.
Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).
Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.
No dia 18 de outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada à estação de polícia em Uppsala.
Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.
Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:
Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.
Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipes SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:
Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada. Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.
Claramente, a Suécia está a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia está a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.
***
Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objetivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.
Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e tranquilidade.
Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de fato funcionar e aumentar a tranquilidade dos europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção. Portanto, podemos prever que ou a Suécia se torna num estado policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.
Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.”

http://perigoislamico.blogspot.com.br

quinta-feira, 22 de abril de 2021

A desfiguração da França


“A França pode morrer progressivamente no início do século XXI, e o pode fazer muito mais rápido do que demorou a nascer. Deve-se restabelecer uma verdade incessantemente escarnecida: o território francês das Gálias não conheceu até a metade do século XX nenhuma imigração de importância e as únicas imigrações provinham de populações européias aparentadas. Sempre se havia preservado uma homogeneidade étnica. Agora a ruptura se produziu, como em outras partes da Europa ocidental durante as décadas catastróficas dos 60 e dos 70, quando começou um fluxo migratório ininterrupto e massivo (algo nunca visto na história desde milênios) junto com um decréscimo dramático da natalidade dos franceses e europeus de pura cepa. Essa imigração trouxe consigo o milenário islã, totalmente incompatível com a civilização européia e em conflito com ela desde o século VII. Frente a esse fenômeno invasor, as elites francesas e européias não só se têm mostrado passivas, mas o têm favorecido. As elites européias colaboram com a invasão. Isto é absolutamente incompreensível para um chinês, um japonês, até um africano.
Vejam os filmes e as fotos da França dos anos 60. A paisagem humana mudou. E o processo está em seus inícios. Um fotógrafo amigo meu fez uma brincadeira: montou uma exposição sobre a vida diária na África equatorial e no Magreb. Na verdade, as fotos foram tiradas na região parisina.
Em numerosas zonas já não se trata de “minorias” mas de uma maioria. Se nada muda, demograficamente, serão os franceses autóctones (ou seja, de origem européia) os que podem tornar-se minoritários. Já o estamos vendo: com o fracasso da integração, são os autóctones os que devem adaptar-se. Isso vai-se agravar. Os sintomas clínicos do desaparecimento da identidade francesa européia, ou seja da mesma França, já estão presentes.
Assistimos ao apequenamento do substrato humano dos franceses de pura cepa, daqueles que se sentem étnica, histórica e afetivamente franceses e europeus. O sistema educativo já não ensina a história do país como fazia antes a “educação republicana”. Está em ação um movimento geral de “desfrancesação”, tanto étnico como cultural. Os que protestam contra a americanização se equivocam totalmente. O problema real é a submissão às culturas dos novos imigrantes, muçulmanos, africanos...
Salvo exceções e minorias, não se vê nenhum sinal de integração à nação francesa entre as massas de jovens das novas populações imigradas. Pelo contrário, nota-se uma rejeição massiva, associada a uma secessão, a um princípio de reações insurrecionais, sob todos os pretextos. O islã é o principal combustível desse fenômeno. Trata-se de um processo de destruição viral do organismo, a partir do interior mais que do exterior. Não há integração nem assimilação, logo não há aculturação das minorias à maioria, já que essas minorias estão se tornando maiorias, e são mais jovens que os autóctones. São estes últimos os que se aculturam. É o movimento inverso o que tem lugar. Os que se querem integrar e se sentem franceses não representam mais que uma minoria, apenas os 5%. Os demais: os indiferentes (asiáticos e outros, imigração econômica) e os hostis, que são uma grande maioria, para os quais o islã é o motor central da revanche e da conquista.
A nova França, Françarábia, será uma simples prolongação do mundo árabe-muçulmano ao final de um processo invasivo por baixo? A mudança de idioma, de religião, de cultura está em marcha e as elites cobrem os olhos. A verdade é demasiado simples para ser entendida pelo espírito intelectual que prefere a complicação da escolástica e sua sábia organização de mentiras e erros. O intelectual é incapaz de adivinhar o futuro. Ademais, uma ideologia presentista, que nega o enraizamento, é incapaz de prever o futuro.”
(Guillaume Faye, ¿Puede Francia morir en el siglo XXI?)

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

A situação dos cristãos na Terra Santa


“Ao longo dos séculos, o Islão político não se mostrou muito afável com as comunidades cristãs nativas sob o seu regime. Episódios de tolerância à parte – que aliás não são raros –, o tratamento que sistematicamente se dá aos cristãos e aos judeus — ambos incluídos na categoria islâmica de dhimmi e tidos como cidadãos de segunda classe — é abusivo e discriminatório sob qualquer ponto de vista. Embora em alguns aspectos os cristãos e judeus tenham melhor sorte sob os regimes islâmicos do que, digamos, os judeus e muçulmanos no tempo da Reconquista espanhola em fins do século XV, os efeitos a longo prazo da dhimmização revelaram-se mais sérios.
Sob o Islão, os dhimmi são proibidos de construir novos lugares de culto ou reformar os já existentes; as suas mulheres podem casar-se com muçulmanos, mas o contrário é estritamente proibido; os dhimmi não têm direitos políticos; e cada comunidade dhimmi, assim como cada uma das pessoas que a constituem, é forçada a viver num estado de perpétua humilhação aos olhos da comunidade predominante.
Ou seja, essas medidas são claramente um método para a liquidação gradual das comunidades minoritárias. Com a notável exceção dos cristãos no Líbano, as comunidades cristãs do Oriente Próximo exibem hoje as cicatrizes de séculos de rebaixamento e de marginalização. São relíquias da devastação provocada por um sistema que, apesar de ter sido tecnicamente abolido nos Estados árabes modernos, continua no nível das políticas oficiais e no das atitudes e práticas populares. Um exemplo de classe dhimmi são os cristãos da Terra Santa — os cristãos palestinos — e seus complexos são um sintoma do que isso representa.
Fontes confiáveis apontam que o número de cristãos de todas as denominações em Israel é hoje de 150.000, incluindo Jerusalém, a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e os territórios vizinhos. Os cristãos de Jerusalém são aproximadamente sete mil. Entre 1947 e 1967, a população cristã na Cidade Velha e redondezas caiu de quarenta e cinco para vinte e oito mil pessoas: uma tendência que aponta claramente para a eliminação da população cristã residual da cidade. Norman Horner, no seu Guia das Igrejas Cristãs no Oriente Médio, escreve: “Durante certo tempo, a emigração ameaçou fazer com que Jerusalém, em vez de ser a sede de uma comunidade cristã viva, se transformasse num simples museu de história cristã”.
Palestinos instruídos referem-se muitas vezes a uma crise de identidade entre os cristãos de seu povo: não sendo nem judeus nem muçulmanos, sentem-se rejeitados pelas duas comunidades maiores. Por serem palestinos, nunca poderão fazer parte de Israel, apesar de alguns até terem passaporte israelense; e por serem cristãos árabes, não é fácil a sua integração com o mundo cristão mais amplo. Acrescente-se a esses fatores as dificuldades econômicas que muitos deles têm de enfrentar (confiscos de terras, arbitrariedades nas contratações ou demissões), as dificuldades de acesso à educação superior (só 5 dos alunos de universidades israelenses são árabes) e o crescente fundamentalismo judeu, muçulmano e de certas comunidades evangélicas, e se verá que a pressão no sentido da emigração é bem palpável. Também não ajuda o fato de a maior denominação cristã — a Igreja Ortodoxa Oriental — ser formada por pessoas de etnia grega, criando assim uma barreira lingüística e cultural entre suas autoridades e as congregações árabes.
De um modo geral, os cristãos palestinos vêem na causa nacionalista um âmbito de convivência com seus conterrâneos muçulmanos. Esse ponto de intersecção é com excessiva freqüência idealizado e transformado num mito, graças à incansável insistência de certos intelectuais e clérigos em afirmar que sempre prevaleceu a harmonia entre cristãos e muçulmanos na Palestina. O bispo anglicano de Jerusalém, Riyad Abu ’Assal, disse-me certa vez em tom enfático: “Em toda a História da Palestina jamais se viu conflito algum entre cristãos e muçulmanos”. Hanan Ashrawi declarou no seu livro This Side of Peace (Deste lado da paz) que, quando era criança, não notava nenhuma diferença entre cristãos e muçulmanos: “Não sabíamos quem era o quê, e isso não tinha a menor importância”.
Esse sentimento é motivado principalmente pelo desejo de uma posição unificada para fazer frente a Israel, mas além disso tem as suas raízes num profundo estado psicológico dhimmi: a ânsia por encontrar — ou, se for preciso, fabricar ou inventar — uma causa comum com a comunidade dominante, a fim de diluir as diferenças religiosas existentes e assim talvez suavizar o peso da inevitável discriminação imposta pelo Islão político. A história da Cristandade palestina é em sua maior parte igual à da Cristandade dhimmi em todo o Crescente.
Antes de Israel entrar em cena, o problema da subserviência dhimmi ainda existia para os cristãos palestinos. E mesmo com Israel sendo visto e proclamado como inimigo tanto por cristãos como por muçulmanos, o espectro da subjugação dos dhimmi continua à espreita, logo abaixo da superfície. Os palestinos, especialmente os cristãos, ficam muito agitados e adotam uma atitude defensiva quando confrontados com relatos de perseguição de cristãos por muçulmanos palestinos. A sua reação reflexa é desconsiderar esses relatos, afirmando que são mentiras inventadas pela campanha de contra-informação israelense.
A Cristandade palestina difere do resto da Cristandade do Oriente Médio por estar marcada pela obsessão com o conflito árabe-israelense e com a questão palestina. Os cristãos da Palestina sustentam a improvável suposição de que toda perseguição contra os cristãos na região seria suavizada, quando não totalmente suprimida, se a questão palestina fosse resolvida. Essa opinião se baseia no mito de que tudo corria bem entre cristãos e muçulmanos antes da chegada de Israel.
Há dois grandes problemas nessa interpretação dos cristãos palestinos. O primeiro é que ela não leva em conta as sutis complexidades e as tortuosas facetas de uma região como o Oriente Médio. Uma vez mais, remover Israel da equação e satisfazer os mais ambiciosos sonhos palestinos não eliminaria a violência contra os não muçulmanos que é inerente ao Islão político. O segundo problema é que ela não é compartilhada pela vasta maioria dos cristãos da região, quer sejam dhimmi quer livres. Os cristãos egípcios e libaneses, as maiores e mais significativas comunidades cristãs do mundo árabe, não compartilham as mesmas ansiedades dos cristãos palestinos. E não se iludem pensando que tudo ficará bem se o problema palestino for resolvido.
Os cristãos palestinos diferem das outras comunidades cristãs também pelo seu profundo desconforto quanto ao Velho Testamento. Eles não recitam certos salmos nem lêem certas passagens do Velho Testamento por causa da sua imediata associação com o atual Estado de Israel e com o confronto árabe-israelense. Essa triste situação equivale a uma versão moderna da heresia de Marcião (ca. 90-165 d.C.), que rejeitava qualquer referência ao Antigo Testamento e insistia em que os cristãos deviam se ater exclusivamente aos Evangelhos e às Epístolas de São Paulo.
Movidos por idéias parecidas, certos cristãos palestinos extirparam ou adulteraram, nos seus textos litúrgicos, as referências específicas ao Velho Testamento e ao Povo de Israel. Esses marcionitas contemporâneos transpuseram as suas tragédias políticas para o âmbito da fé religiosa, do que resultou uma grande confusão doutrinal. Essa desorientação e esse afastamento desnecessário do Velho Testamento de modo algum deve ser estimulado: para os cristãos palestinos, a última coisa de que a sua fé ancestral — tão precária e traumatizada — precisa neste momento é ser oprimida pela heresia marcionita.
Qualquer que seja o ângulo sob o qual a vejamos (exceto no decisivo tema dos dhimmi), a Cristandade palestina não é representativa das mais amplas comunidades cristãs dispersas pelo Oriente Médio. Os cristãos da Terra Santa estão sujeitos a uma intensa perturbação que não afeta os seus irmãos dos países vizinhos. Talvez não haja remédio para essa perturbação, nem para as ansiedades e dúvidas sobre a sua identidade, sobre terem ou não um futuro, e — caso o tenham — sobre como e com quem ele se dará.
Tal como outros, tenho ponderado essas questões por anos a fio, e são poucas as respostas que surgem. Procuro nutrir a esperança de que no seio da Cristandade palestina surja uma compreensão que é exatamente o oposto da heresia marcionita: uma teologia e uma visão moral que reconheçam os judeus como irmãos mais velhos na fé de Abraão e lhes ofereçam livremente a terra. Com base nisso, judeus e cristãos poderiam construir um relacionamento pacífico e sólido em benefício mútuo. Para Deus tudo é possível, e não devemos desesperar de que isso aconteça. Enquanto isso, a sombria perspectiva é a de que logo mais não haverá nenhum cristão na Terra que todos os cristãos chamam de Santa.”
(Habib C. Malik, Christians in the Land Called Holy)

http://blog.quadrante.com.br

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Aceitar o terrorismo islâmico como o novo normal?


“Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."
Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.
A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) depende pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.
A maioria dos muçulmanos comuns sequer conhece essa doutrina, mas os livros islâmicos escrevem a respeito. Os principais xeques muçulmanos como Salman Al Awda debateram sobre o tema na TV Al Jazeera. Em um programa de nome "Sharia e Vida", Al Awda recomendou o uso de extremos "para exagerar... recompensar e punir, moralmente e materialmente... nos dois sentidos". "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", salientou ele, "é uma obrigação legítima da sharia".
As pessoas que vivem no Ocidente acham que o terrorismo é um ato perpetrado por jihadistas islâmicos contra não muçulmanos, e o é. Mas o terrorismo é também o mecanismo para garantir a obediência dentro do Islã. De acordo com a lei islâmica, os jihadistas que se evadem do cumprimento da jihad devem ser mortos. O terror é portanto a ameaça que mantém os jihadistas em suas missões e que faz com que os muçulmanos comuns obedeçam à Lei Islâmica (Sharia).
Um curso na Internet para recrutar jihadistas contém os seguintes dizeres:
"A Dawa individual depende da obtenção de respostas emotivas dos recrutas (e da formação de um relacionamento pessoal). A abordagem de Abu 'Amr ilustra o conceito de recrutamento chamado Al-targhib wa'l-tarhib, que nada mais é do que a técnica de castigos e recompensas para enaltecer os benefícios da ação, explicando ao mesmo tempo os custos assustadores da inércia. O conceito foi introduzido no Alcorão e é debatido por muitos pensadores islâmicos que exploram a melhor maneira de atrair pessoas para o Islã (vários estudiosos, por exemplo, escreveram livros intitulados al-targhib wa'l-tarhib). De acordo com Abu 'Amr, os recrutadores devem aplicar o conceito ao longo de todo o processo de recrutamento, mas enfatizam os benefícios da ação no início do processo e os custos da falta de ação somente mais tarde".
Em outras palavras, os recrutadores de jihadistas devem começar enfatizando as "coisas boas" em primeiro lugar, a "sedução" - a glória futura, supremacia e cumprimento de todos os desejos libidinosos, como as virgens no céu. Mais tarde, eles devem ameaçar os recrutas com o "terror" e a vergonha - consequência esta se eles não participarem da jihad.
Partes do Tarhib ou seja, da "aterrorização" dessa doutrina é mostrar um exemplo cruel do que acontece com quem não cumpre os requisitos do islamismo. Essa é a razão pela qual países muçulmanos como a Arábia Saudita e o Irã e entidades como o ISIS intencionalmente realizam cerimoniais públicos de decapitações, flagelação e amputação de membros. Países como o Egito, Jordânia e a Turquia são mais discretos, mas toleram e apoiam os assassinatos em nome da honra, execução de apóstatas, espancamento de mulheres e crianças e tortura e assassinato nas prisões. A doutrina de Targhib e Tarhib está viva, e vai muito bem, obrigado, não apenas em teocracias islâmicas, mas também nos assim chamados países muçulmanos "moderados".
O Islã tem usado essas técnicas de lavagem cerebral de "prazer e dor" e punições com requintes de crueldade desde seus primórdios até os dias de hoje. Enquanto a Bíblia - a tradição judaico-cristã ocidental - está em harmonia e nutre a bondade na natureza humana, o Islã faz o contrário: usa os instintos humanos de autopreservação e sobrevivência para solapar a força de vontade das pessoas e usar da lavagem cerebral para submetê-las à obediência servil.
Como a maioria dos muçulmanos, nunca ouvi falar deste pilar da doutrina islâmica quando eu estava na fase de crescimento no Egito, mas senti o impacto desta doutrina na minha vida - em todos os aspectos da cultura islâmica, na pregação islâmica, nas relações familiares islâmicas, na forma como os governos islâmicos operam e como as autoridades em geral tratam seus subalternos.
A doutrina islâmica de "sedução e terror" produziu uma cultura de extremos venenosos: desconfiança e medo, orgulho e vergonha, permissão para mentir ("Taqiyya") e recusa em assumir a responsabilidade pelos seus atos.
Tendo passado a maior parte da minha vida obedecendo aos ditames do Islã, lamento ter que dizer que as pessoas que o Ocidente chama de "muçulmanos moderados" frequentemente são, na realidade, cidadãos que aprenderam a viver e aceitar o terrorismo como algo normal. Durante séculos muitos arrumaram justificativas para o terrorismo, condenaram as vítimas do terrorismo, permaneceram em silêncio ou ambíguos e até mesmo fizeram concessões aos terroristas para sobreviver. A cultura islâmica em que vivi faz vista grossa quando mulheres eram espancadas. Quando meninas eram assassinadas em assassinatos em nome da honra, a pergunta comum era: "o que foi que ela fez?" Em vez de "como é que isso pôde acontecer"? Quando os cristãos eram mortos e perseguidos muitos culpavam os cristãos por sua própria perseguição nas mãos dos muçulmanos. A resposta islâmica corriqueira ao terrorismo era: "não é da minha conta".
E agora a doutrina islâmica de Targhib wal Tarhib, está sendo levada para o Ocidente e pretende mudar a cultura humanista ocidental. Seu objetivo é substituir o respeito pelos direitos humanos, boa vizinhança e os valores da liberdade e da paz, pela escravidão, terrorismo, tirania e medo.
A jihad islâmica sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações.
Não demorou muito para que a doutrina islâmica de Targhib wal Tarhib doutrinasse a psique dos líderes e da mídia ocidentais, que agora nos dizem para vivermos com o terrorismo como o "novo normal". O islamismo conta em transformar todos em muçulmanos "moderados" que acabarão fazendo vista grossa quando o ato terrorista atingir a pessoa que estiver ao seu lado.”
(Nonie Darwish, Accept Islamic Terror as the New Normal?)

https://pt.gatestoneinstitute.org

quinta-feira, 14 de maio de 2020

A deseuropeização da Europa


"Depois do último ataque em Londres no sábado, as autoridades britânicas finalmente tiveram a coragem de classificar os autores: o público britânico foi informado de que eles eram de ‘origem mediterrânea’. No período após o ataque terrorista em Manchester, a edição eletrônica do New York Times estava muito ansiosa para destacar o fato de que o autor era um nativo, um britânico, como sua manchete prontamente declarou. É interessante ver o capital intelectual gasto no esforço de criar a maior distância possível entre o ato de terror e sua quase certa fonte islâmica.
Nestes casos particulares, o esforço para apresentar as notícias de certa forma apenas serve para demonstrar as deficiências cada vez mais profundas do modelo multicultural. A localização geográfica do nascimento de alguém não garante sua fidelidade e visão cultural, especialmente em um ambiente político que promove e evangeliza o multiculturalismo. A narrativa oficial tentou vender as histórias dos atentados como uma tentativa de dividir uma comunidade étnica diversificada. Mas muitos europeus viram os ataques terroristas de forma diferente. Eles os viram como outra ação na construção do consentimento e autoridade de uma nova força bárbara em sua própria sociedade. Estes atos de terror significam uma nova ordem na qual tradições e liberdades européias seculares estão sob contínuo ataque daqueles que as deveriam adotar e dos encarregados de protegê-las.
Quando o soldado britânico Lee Rigby foi assassinado no sudeste de Londres por dois extremistas islâmicos, a polícia, apesar de incapaz de salvar a vida de Rigby, estava pronta para invadir residências particulares no meio da noite por comentários inadequados no Twitter e no Facebook. O jornal Independent citou naquela época que a polícia anunciou que "Começamos a investigar os comentários e, por volta das 3:20h, dois homens, com 23 e 22 anos de idade, foram detidos em dois endereços em Bristol. Os homens foram presos sob a Lei da Ordem Pública por suspeita de incitação ao ódio racial ou religioso. As nossas investigações sobre esses comentários continuam."
Contraste isso com os milhares de casos de clitoridectomias que são descobertos nos hospitais do Reino Unido, mas apenas uma pequena fração está sendo investigada porque os cidadãos e as autoridades governamentais temem ser vistos como insensíveis às diferenças culturais. No entanto, como informou a Euronews, "o governo britânico estima que pelo menos 170 mil mulheres e meninas estão vivendo com as consequências de terem sofrido o procedimento - e mais 65 mil meninas menores de 13 anos estão em risco".
Considere o caso da cidade de Rotherham onde a BBC informou que "pelo menos 1.400 crianças foram submetidas a uma exploração sexual terrível em Rotherham entre 1997 e 2013, conforme concluiu um relatório. Crianças de até 11 anos foram estupradas por vários perpetradores, sequestradas, traficadas para outras cidades da Inglaterra, espancadas e intimidadas." A equipe de pesquisa encontrou exemplos de "crianças que haviam sido mergulhadas em petróleo e ameaçadas de serem queimadas vivas, ameaçadas com armas, forçadas a testemunhar estupros brutalmente violentos e ameaçadas de que seriam as próximas se dissessem a alguém". De acordo com o relatório sobre o caso, "Vários funcionários descreveram seu nervosismo sobre a identificação das origens étnicas dos perpetradores por medo de serem considerados racistas; outros lembraram ordens claras de seus superiores para não identificarem." E assim os casos se amontoaram porque ninguém no governo queria ser visto como racista.
A essência dos casos acima é algo que todo europeu entende. Estas não são exceções à regra, nem aberrações em um ambiente social multicultural um tanto sereno. Isto é exatamente o que acontece quando a imigração em massa é permitida por uma elite política que passou a considerar a civilização ocidental com desprezo pós-moderno. A imigração em massa cria sozinha alguns desafios gigantescos, mas em um ambiente sociopolítico em que a classe política, a academia e os meios de comunicação apresentam a história e a cultura da civilização ocidental como a maior confissão de culpa do mundo, não há nenhuma esperança real de que os imigrantes escolherão se integrar. Não é nada surpreendente que os dois assassinos de Lee Rigby fossem de ascendência nigeriana que deixaram o cristianismo e se converteram ao Islã. Eles se converteram ao único sistema disponível de crenças que era autoconfiante, vibrante e exigia conversão.
Há uma integração na Europa, mas é uma integração reversa, onde os nativos devem se adaptar às normas e expectativas culturais dos imigrantes. A classe política está lá apenas para criar as condições em que ocorre a deseuropeização, com cada política criando a próxima etapa desse processo e, quando cada estágio se materializa, é apresentado como um fato consumado, impossível de ajustar ou alterar, um fato imutável da vida contemporânea. As fronteiras abertas não foram vendidas como meio de imigração em massa, mas isso era exatamente o que aconteceria, e quando aconteceu, teve de ser aceito como uma realidade irreversível. A imigração em massa gera ajustes culturais e, quando esses ajustes culturais tiveram que ser feitos pela população nativa, tornaram-se outro exemplo de inevitabilidade da vida moderna.
Gradualmente, mais e mais europeus começam a perceber que são governados por uma classe política muito distante e arrogante para levar a sério as preocupações das pessoas comuns. Cegos e surdos na busca da utopia mais recente, a sociedade multicultural da imigração em massa ignorará qualquer fato, caluniará toda preocupação e suprimirá toda verdade para conseguir sua transformação radical das nações da Europa. Integrar a Europa é uma fantasia pós-moderna com consequências pré-modernas".
(Napoleon Linardatos, Assimiling Europe)

Original em: http://dailycaller.com

quinta-feira, 7 de maio de 2020

O perigo de manter muçulmanos em países cristãos


“A lei de Deus não exige de nenhuma nação dar cidadania a qualquer estrangeiro que ainda não tenha o bem comum firmemente no coração.
Se a lei divina permite que a lei de Moisés impeça os amonitas e os moabitas e outros inimigos conhecidos de serem recebidos em comunhão, isto é, a cidadania, também as leis de uma nação cristã podem proibir os muçulmanos de morarem entre eles.
Se a lei divina permitiu que a lei de Moisés proibisse os estrangeiros amigáveis de serem bem-vindos antes da terceira geração, as leis de uma nação cristã podem proibir os cristãos que falam uma língua diferente, mexicanos e similares, de receberem o direito de votar até que seus netos tenham nascido e crescido aqui. Uma vez que esta é aproximadamente a quantidade de tempo que leva um grupo ansioso para se acostumar e se amalgamar em nossos costumes e línguas a deixar suas Chinatowns e Little Italies e se tornar verdadeiros americanos, não vejo mal nenhum em seguir a sabedoria tomista nesse assunto.
No entanto, não importa quantas gerações passem, a triste história mostrou que os filhos de maometanos nascidos e criados em nações ocidentais são muitas vezes ainda leais à Lei da Sharia, às práticas brutais e vulgares dessa religião estrangeira e satânica, e muitas vezes são facilmente levados a cometer atrocidades que nenhum adepto de religiões civilizadas costuma fazer.
A lealdade e o grau de ocidentalização da primeira geração de imigrantes muçulmanos foram comprovados pela dura lição da história como irrelevantes.
Mesmo que o avô esteja disposto a ser um cidadão de uma república ocidental ou um súdito de um rei cristão, seus netos, ao lerem o Alcorão e ouvirem a voz que grita do minarete, estão sujeitos a fortes tentações de abandonarem suas lealdades civis que, como a história testemunha, simplesmente não estão presentes em outras religiões. Seria imprudente assumir que essa tentação, que funcionou com bastante freqüência nos tempos passados para ser percebida, não irá mais influenciar, de má vontade e por motivo nenhum, as futuras gerações.”
(John C. Wright, Last Crusade: Thomism and Immigration)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Da proibição do véu islâmico

“Alguns tolos na Direita rejubilam quando em França se proíbe o uso do véu islâmico. Julgam eles que essa é uma medida em prol das nacionalidades e da civilização europeia. Enganam-se. A República que proíbe o uso do véu islâmico é a mesma República que proíbe o uso de crucifixos. Por isso, tais medidas anti-véu não são feitas em favor das pátrias e da tradição católica da Europa. São feitas em favor da república, do laicismo, da maçonaria, e visam neutralizar o "extremismo" para favorecer um "moderantismo" bastardo e aglutinador.
Lembrem-se, direitistas, que o uso de véu ou de lenço na cabeça, não é algo anti-europeu. Pelo contrário, se observarem como vestiam os nossos antepassados, concluirão que as modas modernas é que são anti-europeias."

http://accao-integral.blogspot.com.br

segunda-feira, 10 de junho de 2019

terça-feira, 14 de maio de 2019

"O cisma mais terrível que o mundo já conheceu"

“No dia 04 de fevereiro, em Abu Dabi, o Papa Francisco e o Grande Imã de Al-Azhar, Ahamad Al-Tayyeb, subscreveram o Documento sobre a fraternidade humana em prol da paz mundial e da convivência comum. A declaração inicia com o nome de um deus que, para ser comum, não deve ser outro que o Alá dos muçulmanos.
Na realidade, o Deus cristão é um em sua natureza, mas trino em suas pessoas, iguais e diversas, que são o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Desde os tempos de Ário, a Igreja combateu os antitrinitários e os deístas, que negavam tal mistério – o maior do Cristianismo – ou prescindiam dele. O islã, ao contrário, o recusava horrorizado, como proclama a sura A fé pura: “Ele é Alá, uno! Deus, o Eterno. Não engendrou, não foi engendrado. Não tem par!” (Corão 112, 2, 4).
O certo é que na Declaração de Abu Dabi não se rende culto ao Deus dos cristãos nem ao do islã, mas a uma divindade laica, a fraternidade humana, “que abraça todos os homens, une-os e torna-os iguais”. Não nos encontramos diante do espírito de Assis, que em seu sincretismo não deixa de reconhecer a primazia da dimensão religiosa sobre a secularista, e sim diante de uma afirmação indiferentista.
Na verdade, em nenhum momento se faz alusão a um fundamento metafísico dos valores da paz e da fraternidade aos quais constantemente se alude. Quando o documento afirma que “o pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos”, não professa o ecumenismo que Pio X condenou em Mortalium animos (1928), mas o indiferentismo religioso condenado por Leão XIII, na sua Encíclica Libertas (20 de junho de 1988), definido como sistema doutrinal “fundado na tese de que cada um pode professar a religião que preferir ou não professar nenhuma”.
Na Declaração de Abu Dabi, cristãos e muçulmanos se submetem ao princípio fundamental da Maçonaria, segundo o qual os valores da liberdade e igualdade da Revolução Francesa têm que ser sintetizados e cumpridos na fraternidade universal. Ahamad Al-Tayyeb, que redigiu o texto juntamente com o Papa Francisco, é o xeique hereditário da Irmandade de Sufis do Alto Egito. Al Azhar, a Universidade da qual é reitor, é caracterizada por sua proposta de esoterismo sufi como ponte iniciática entre a Maçonaria do Oriente e do Ocidente (cf. Gabriel Mandel, Federico II, el sufismo y la Masonería, Tipheret, Arcireale 2013).
O documento exorta com grande insistência “aos líderes do mundo inteiro, aos artífices da política internacional e da economia mundial”, “aos intelectuais, aos filósofos, aos homens de religião, aos artistas, aos operadores dos mass-media e aos homens de cultura”, que se comprometam em difundir “a cultura da tolerância, da aceitação do outro e da convivência”, e expressa “a forte convicção de que os verdadeiros ensinamentos das religiões convidam a permanecer ancorados aos valores da paz; apoiar os valores do conhecimento mútuo, da fraternidade humana e da convivência comum”.
Destaca-se que tais valores são “âncora de salvação para todos”. Por esse motivo, “Al Azhar e Igreja Católica pedem que este Documento se torne objeto de pesquisa e reflexão em todas as escolas, nas universidades e nos institutos de educação e formação, a fim de contribuir para criar novas gerações que levem o bem e a paz e defendam por todo o lado o direito dos oprimidos e dos marginalizados”.
No dia 11 de abril, em Santa Marta, o Documento de Abu Dabi foi selado com um gesto simbólico: Francisco se prostrou diante de três dirigentes políticos sudaneses, beijando os seus pés e implorando a paz. Esse gesto expressa a submissão à autoridade política e a recusa da Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que representa Cristo, Nome diante do qual se dobra todo joelho no Céu e na Terra (Filipenses 2, 20), deve receber a homenagem dos homens e das nações, e não render homenagem a ninguém.
Ressoam as palavras de Pio XI, na Encíclica Quas primas: “Oh! Que felicidade poderíamos gozar, se os indivíduos, as famílias e as sociedades se deixassem governar por Cristo! Então, verdadeiramente – diremos com as mesmas palavras que nosso predecessor Leão XIII dirigiu há vinte e cinco anos a todos os Bispos do orbe católico -, será possível curar tantas feridas, todo direito recobrará o seu vigor antigo, voltarão os bens da paz, cairão das mãos as espadas e as armas, quando todos aceitarem de boa vontade o império de Cristo, quando o obedecerem, quando toda língua proclamar que Nosso Senhor Jesus Cristo está na glória de Deus Pai”.
Por outra parte, o gesto realizado pelo Papa Francisco em Santa Marta nega um sublime mistério cristão: a Encarnação, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, único Salvador e Redentor da humanidade. Ao negar esse mistério, nega-se a missão salvífica da Igreja, que é chamada a evangelizar e civilizar o mundo. O Sínodo da Amazônia, que será realizado no próximo mês de outubro, constituirá uma nova etapa nesta recusa da missão da Igreja, e que supõe também a recusa da missão do Vigário de Cristo? O Papa Francisco irá se ajoelhar diante dos representantes dos povos indígenas? Pedirá a eles que transmitam à Igreja a sabedoria tribal da qual são portadores?
O certo é que três dias depois, em 15 de abril, a catedral de Notre Dame, imagem plástica da Igreja, pegou fogo e as chamas consumiram a torre, deixando intacta a base. Por acaso isso não significa que, apesar do desmoronamento do topo da Igreja, sua divina estrutura resiste e nada poderá derrubá-la? Uma semana mais tarde, outro acontecimento fez tremer a opinião pública católica: uma série de atentados, cometidos por seguidores da mesma religião à qual se submete o Papa Bergoglio, transformaram a Páscoa da Ressurreição em um dia de Paixão para a Igreja universal, com 300 mortos e mais de 500 feridos.
Antes mesmo dos seus corpos, o fogo consumiu as ilusões dos católicos que, com aplausos e violões, entoavam aleluias, enquanto a Igreja vive sua Sexta e seu Sábado Santo. Pode-se objetar que aqueles que perpetraram os atentados do Sri Lanka, apesar de serem muçulmanos, não representam o islã. Nem mesmo o imã de Al Azhar, que assinou o documento de paz e fraternidade, representa todo o islã. Mas certamente o Papa Francisco representa a Igreja Católica. Até quando?
Não há verdadeira fraternidade se se prescinde do sobrenatural, que não nasce de vínculos com os homens, mas com Deus (1 Tessalonicenses 1, 4). Do mesmo modo, a paz não é possível prescindindo da paz cristã, porque a fonte da verdadeira paz é Cristo, Sabedoria encarnada, que “veio para anunciar a paz a vós que estáveis longe, e a paz também àqueles que estavam perto” (Efésios 2, 17). A paz é uma graça de Deus, trazida à humanidade por Jesus Cristo, Filho de Deus e soberano dos Céus e da Terra.
A Igreja Católica que Ele fundou é a suprema depositária da paz, porque é guardiã da verdade, e a paz se funda na verdade e na justiça. O neomodernismo, implantado na cúpula da Igreja Católica, prega uma falsa paz e uma falsa fraternidade. Porém, a falsa paz traz a guerra ao mundo, assim como a falsa fraternidade conduz ao cisma, que é uma guerra civil na Igreja.
São Luís Orione tragicamente predisse em 26 de junho de 1913: “O modernismo e o semi-modernismo não têm remédio; cedo ou tarde se chega ao protestantismo ou a um cisma na Igreja que será o mais terrível que o mundo já conheceu” (Escritos, vol. 43, p. 53).”
(Roberto de Mattei, “Il Più Terribile Scisma Che Il Mondo Abbia Mai Visto”)

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Christopher Fleming: A fortaleza abandonada


"Pouco antes de sua execução por Henrique VIII, o rei da Inglaterra de infausta memória, o bispo São João Fisher pronunciou estas dramáticas palavras: A fortaleza foi abandonada pelos que a tinham que defender.
Não se referia a uma invasão de seu país por uma nação estrangeira ou uma horda de bárbaros; nem sequer se lamentava do cisma provocado por uma luxúria de seu rei. Seu pesar foi sobretudo pela TRAIÇÃO de seus irmãos bispos, que um após outro abençoaram o falso matrimônio entre Henrique VIII e Ana Bolena. Não só pisotearam o sacramento original, ao permitirem o divórcio do matrimônio válido e consumado com Catarina de Aragão, tia carnal do imperador Carlos I da Espanha, como também traíram a mesma Igreja a que Jesus Cristo fundou ao separarem-se de Roma, sob uma nova "Igreja da Inglaterra", cuja cabeça era o rei. Muitos hoje em dia se assombram que todo o episcopado inglês pudesse apostatar desta maneira, com a única exceção do mártir Fisher. Parece inverossímil que os bispos vendessem sua alma para manterem seus postos (e suas cabeças), sabendo perfeitamente o que estava em jogo. No entanto, não deveria nos surpreender o ocorrido na Inglaterra no século XVI, porque está ocorrendo outra vez hoje, diante de nossos próprios narizes.
No domingo passado tive que assistir à Missa do primeiro aniversário do falecimento de um familiar, com o infortúnio de que foi no templo dos jesuítas. Dado que os conheço e que procuro cuidar de minha alma, não costumo pisar em igreja jesuíta, mas me propus isolar-me mentalmente com meu Rosário, como cada vez que tenho que assistir a uma Missa moderna. Ia bem até a metade da homilia. Era uma homilia tipicamente modernista: o importante era a experiência de seguir Jesus. A religião católica se reduzia a uma emoção, a um subjetivismo absoluto, como se a revelação divina não tivesse conteúdo claro e imutável. Tudo era um caminho, uma vivência. Havia ouvido mil vezes a mesma estupidez e continuei rezando sem alterar-me. Logo o sacerdote disse algo que me deixou gelado, algo que não esperava, nem sequer de um jesuíta modernista, neomarxista. Entre uma heresia e outra, pôs-se a falar dos chamados "refugiados", que não são tal coisa, mas isso deixamos para outro artigo. O homem teve a ousadia de dizer, DO PÚLPITO, que quem quisesse fechar as fronteiras aos "refugiados" era porque não cria em Deus. Nesse momento me levantei e saí da igreja.
Dizia que conhecia os jesuítas. Em aula de catequese de confirmação escutei um jesuíta (não o da Missa de domingo passado, mas dá no mesmo, porque seguem o mesmo padrão) negar o dogma da Imaculada Conceição. Eu era muito mais jovem e bem mais ignorante que agora, mas ainda assim sabia que o que ele dizia estava errado. Quando tentava rebater seus argumentos, se enfurecia. Uma vez, por afirmar que era possível estar a favor da pena de morte e ser pró-vida, chegou a insultar-me aos gritos e me expulsou de sua aula. Agora me parece incrível que um jesuíta, com uns 12 anos de formação teológica, pudesse perder a calma pelas objeções de um jovem catecúmeno, que só defendia o que está em qualquer catecismo. Ao final, para poder crismar-me, tive que aprender a morder-me a língua e fingir. A experiência com os jesuítas me ensinou que a Igreja Católica estava seriamente enferma. Os que antes foram os mais ferozes e leais guardiães da fé haviam-se tornado uma quinta coluna. Em vez de lutar pela glória de Deus, como pregava seu fundador, Santo Inácio de Loyola, lutavam, com um ódio realmente diabólico, por destruir o que restava da ordem social cristã.
Nesse momento não entendia as razões desta traição da Companhia de Jesus. Doía-me enormemente comprovar como uma ordem que havia dado tão bons frutos para Deus havia-se apodrecido por completo. Vem-me à cabeça a máxima: "corruptio optima pessima" (a corrupção do melhor é o pior). À época, com o Papa João Paulo II, os jesuítas ultramodernistas, que desde pelo menos a metade do século XX haviam sido a ponta de lança da infiltração modernista na Igreja, ainda eram mal vistos na maioria dos círculos eclesiais. No entanto, desde a eleição do jesuíta Jorge Bergoglio como Papa, viraram a mesa. Já gozam de liberdade absoluta para difundir seu veneno por toda a Igreja, porque a máxima autoridade é um dos seus. Pode-se dizer sem medo de errar que a Companhia de Jesus traiu a fortaleza que tinha que defender, mas a maior traição comete quem está no comando. Vejamos as traições de Francisco.
A primeira visita do Papa Francisco fora de Roma em 2013 foi à ilha siciliana de Lampedusa, onde celebrou uma Missa para os imigrantes que haviam morrido tentando cruzar o Mediterrâneo. Teve o detalhe de felicitar o Ramadã aos muçulmanos presentes. Denunciou a dureza de coração da Europa frente ao sofrimento dos países em guerra e apelou à solidariedade para com os "refugiados". Durante a campanha presidencial estadunidense, disse que o candidato republicano Donald Trump não era cristão, por querer construir um muro na fronteira com o México, em vez de estender pontes. Não perdeu a oportunidade de atacar qualquer grupo político que pleiteia defender suas fronteiras da imigração massiva e descontrolada. Quanto ao maior perigo que ameaça o Ocidente, o Islã, que fez este Papa para proteger a civilização cristã? Não só não a protege, como tem insistido repetidas vezes na grande mentira de que o Islã é uma religião de paz, e nos insta a abrir-lhe as portas da Europa. Em lugar de pregar o Evangelho, prega o indiferentismo religioso. Toda vez que se reúne com seus amigos rabinos e muftis para plantar uma oliveira da paz, poucos dias depois se comete uma nova atrocidade em nome de Alá. Não sai uma só palavra de denúncia de sua boca contra o terrorismo islâmico, porque o alvo de suas invectivas sempre somos os poucos católicos que ainda cremos nos dogmas de fé: os rígidos e intolerantes tradicionalistas. É um homem contagiado com o vírus liberal: o ódio a si mesmo.
Enquanto Francisco se lamenta pelo sistema econômico desumano que existe no mundo, alia-se com os mesmos globalistas que o construíram. Repreende os católicos por "obcecarem-se" com o tema do aborto, enquanto recebe com sorrisos e adulações a marxista e abortista Emma Bonino. Dói-lhe terrivelmente a morte de Fidel Castro, e distribui abraços a todo tipo de indesejáveis no Vaticano. No entanto, nega-se a receber a família de Asia Bibi, uma pobre mulher paquistanesa, sentenciada à morte por ser católica. Permite que se questione a indissolubilidade do matrimônio, e insulta os poucos bispos que lhe formulam perguntas respeitosas a respeito. Frente à ofensiva do lobby gay para legalizar o sodomônio em todo o Ocidente, sua única resposta é "quem sou eu para julgar?" Diante do inverno demográfico da Europa, ocorre-lhe insultar os católicos que querem receber a todos os filhos que Deus lhes queira dar, como sempre se fez, dizendo que "não faz falta parir como coelhos". Ri-se dos católicos que preferem a Missa tradicional, enquanto aplaude vergonhosos espetáculos de tango na liturgia ou lava os pés de uma muçulmana no rito da quinta-feira santa. Quer que todo mundo o veja como um homem humilde, por viajar de ônibus e viver em um apartamento simples, mas se nega redondamente a ajoelhar-se ante o Senhor na Eucaristia.
Até teve a desfaçatez de comparar a evangelização católica das Américas com a expansão sangrenta do Islã. Quem quer que tenha um mínimo conhecimento histórico sabe que o Islã sempre expandiu suas fronteiras com a espada, tal como o fez em seu tempo Maomé. A religião católica também se expandiu com sangue, mas com o sangue de seus mártires. Como jesuíta, Francisco deve conhecer a história de Santo Isaac Jogues, o evangelizador dos índios iroqueses do Canadá. Esse mártir foi torturado tão cruelmente pelos iroqueses que apenas o reconheceram quando conseguiu voltar à civilização e foi proclamado um "mártir em vida" pelo Papa Urbano VIII. Apesar dos evidentes perigos, o santo quis retornar ao Canadá, onde finalmente foi assassinado pelos Mohawks. Se esse mártir tivesse seguido os conselhos do Papa Francisco, que considera o proselitismo "uma solene bobagem", nunca se teria movido de sua França natal. As palavras de Francisco são um insulto à memória de todos os missionários que arriscaram (e em muitas ocasiões perderam) sua vida para trazer almas à Igreja. Equiparar o Islã e outras falsas religiões à religião católica é pior que um insulto: é uma blasfêmia.
Por acaso é melhor esse Papa que os bispos desertores da Inglaterra no século XVI? NÃO, É PIOR. Muito pior. Porque há um agravante importante no caso de Francisco. Ele não corre o perigo de ser torturado e decapitado por agir e falar como deveria. Se dissesse a verdade sobre o Islã, se pregasse a favor da civilização cristã, se defendesse a família e o direito à vida, não lhe aconteceria nada. Simplesmente não gozaria do status de superestrela midiática que tem atualmente. Deixaria de ser um ídolo de todos os progressistas, de todos os inimigos do Ocidente. Os meios de comunicação de massas já não o adulariam como fazem agora. Os futebolistas e diversas celebridades liberais deixariam de visitá-lo no Vaticano. Vê-se que isso é mais importante para ele que seu destino eterno. Deus queira que se arrependa enquanto ainda há tempo."

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

O imã que assinou o documento de "fraternidade humana" com o Papa é partidário de matar os apóstatas


"'A liberdade é um direito de toda pessoa: todos desfrutam da liberdade de crença, de pensamento, de expressão e de ação... Por isto se condena o fato de que se obrigue as pessoas a aderirem a uma religião ou cultura determinada, como também de que se imponha um estilo de civilização que os demais não aceitam.'
Este parágrafo citado forma parte do Documento sobre a Fraternidade Humana e pela Paz Mundial e a Convivência Comum assinado ontem com grande fanfarra em Abu Dabi pelo Papa com quem é considerado a máxima autoridade do Islã sunita, o Grande Imã da mesquita egípcia de Al Azhar. Mas é difícil que um muçulmano possa aceitar estas palavras e pretender que os seus o sigam nisto.
Já ontem escrevíamos: o Islã é uma religião real, com textos sagrados, uma doutrina concreta e uma história que contradizem o que está escrito nessa elevada declaração de intenções, e é pouco menos que impossível que semelhante documento tenha eco entre os seguidores de Maomé no mundo real.
Mas parece que nem sequer o signatário muçulmano está de acordo com o que assinou, a não ser que tenha mudado de opinião sem dizê-lo a ninguém. Pode uma autoridade islâmica crer que seja ilícita a execução dos fiéis que se convertem ao cristianismo (ou qualquer outra religião)?
El Tayeb tem fama de moderado, e Sua Santidade mantém com ele uma amizade de anos que se concretizou em vários encontros. É para Francisco uma peça fundamental na estratégia de aproximação entre o cristianismo e o Islã na qual está trabalhando desde o início de seu pontificado. Tem-se posicionado contra a violência do terrorismo jihadista e a favor dos direitos humanos em várias ocasiões, e inclusive no começo de 2016 declarou no Bundestag alemão que o Alcorão garante a liberdade religiosa.
Mas segundo o especialista no Islã e Oriente Médio Raymond Ibrahim, El Tayeb tem uma longa história de jogar com dois baralhos, empregando uma linguagem quando se dirige aos 'kafirun' do Ocidente e outra muito diferente quando fala para sua paróquia. Durante o Ramadã desse mesmo ano no qual tranquilizava os legisladores ocidentais, em seu próprio programa de televisão, confirmou a nunca disputada doutrina islâmica da obrigação de matar os apóstatas:
'Os doutores do Islã e os imãs das quatro escolas de jurisprudência consideram a apostasia um crime e coincidem em que o apóstata deve renunciar a sua apostasia ou ser executado', afirma em um segmento que não se traduziu a nenhum idioma ocidental na web do programa.
Nada que censurar aqui ao imã, nem significa isto que El Tayeb tenha um desejo especial de matar ninguém: simplesmente, uma autoridade muçulmana não pode contradizer por sua conta o que afirma a palavra de Deus incriada, o Alcorão, os hadith, as quatro escolas corânicas e toda a história do Islã. Por outro lado, as grandes pesquisas de opinião confirmam que, no mundo islâmico, o apoio popular à execução de apóstatas é esmagador.
Mas se a execução dos muçulmanos que se convertem a outra religião é obrigatória, também é lícito ao fiel seguidor de Maomé ocultar ao infiel a verdade em proveito da comunidade muçulmana, a ‘taqiyya’. O dilema é evidente: ou El Tayeb mente agora, ou mente quando defende o que a doutrina muçulmana deixa meridianamente claro, em cujo caso sua assinatura não vale nada porque não representa ninguém mais que a si mesmo. Em qualquer dos dois casos, o documento é letra morta.
Da parte católica, o documento surpreende pela total ausência de referência a Cristo pelo Papa, compreensível mas ignoramos se justificável, e por, pelo menos, uma afirmação que tem provocado a perplexidade de muitos comentaristas: ‘O pluralismo e a diversidade de religião, cor, sexo, raça e língua são expressão de uma sábia vontade divina, com a qual Deus criou os seres humanos’.
Ora, Deus não criou o ser humano com toda essa diversidade, ao menos não em religião e língua. Mas assombra ainda mais a idéia de que a ‘diversidade de religiões’ seja algo ativamente querido por Deus. As religiões reais se contradizem, de modo que não podem ser todas verdadeiras; de fato, só poderia sê-lo uma delas. Pode querer Deus que grandes grupos humanos vivam no erro? Uma humanidade finalmente convertida a Cristo e formando uma só Igreja estaria contradizendo a Vontade Divina?”

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O globalismo infiltrado no cristianismo


“Eu tenho que rir quando os líderes cristãos de hoje afirmam que “diversidade é força e divisão é fraqueza” quando o que ocorre é demonstrável e exatamente o oposto. Se em todas as aldeias e cidades européias existem medidas de proteção postas em prática para evitar que ataques terroristas terríveis ocorram nos mercados de Natal, como é que a diversidade é uma força? Nossos países não estão em perigo por causa daqueles “nazistas desagradáveis” que a mídia fica dizendo que causam “divisão”; nossas sociedades foram divididas pela imigração em massa e pela importação em massa de culturas hostis e pessoas que não têm interesse ou desejo em ver preservados nosso modo de vida e nossa cultura e muito menos nossa identidade étnica.
Não haverá cenário de cumbaiá com multiculturalismo e diversidade, só haverá conflitos, porque a natureza determina que diferentes grupos entram em conflito quando em proximidade. O ódio e o tribalismo são reações naturais a qualquer coisa que ameace o que você ama e o que você vê como sendo um perigo para a sobrevivência de si mesmo, sua família e seu grupo nacional/étnico.
O que eles chamam de "ódio" é essencialmente a percepção do que está sendo feito contra as nações ocidentais. Você deve permanecer dócil e apático. Atreva-se a sair do feitiço globalista lançado sobre você e será tachado como odiento, racista, intolerante etc.
O cristianismo não sobreviverá em uma sociedade assolada pela imigração em massa de não-cristãos, não sobreviverá em uma sociedade que está terminalmente doente com a doença do marxismo cultural. Líderes cristãos podem adotar o mantra do amor, da unidade e da irmandade dos homens o quanto quiserem; eles estão simplesmente facilitando a destruição de sua religião e cultura devido a um abjeto fracasso em entender as leis da natureza e o instinto tribalista humano.”
(Occidental Revival, em postagem no Facebook de 26.12.2018)

sábado, 29 de setembro de 2018

As mentiras do Alcorão


“O Alcorão supostamente é a palavra perfeita de Deus, mas não leva muito tempo para descobrirmos uma miríade de mentiras, imprecisões históricas, fábulas roubadas da literatura judaica e declarações sem sentido.
Considere o seguinte, por exemplo:
1. Na Sura 41: 9-12 Allah afirma ter feito o nosso planeta Terra em primeiro lugar e depois o sol e outras estrelas. Isso é claramente falso pois sabemos que a Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos e o Universo cerca de 13,7 bilhões;
2. A Sura 78: 6-7 declara que Allah colocou montanhas na Terra para estabilizá-la e impedi-la de tremer, mas as montanhas são o resultado de instabilidade quando placas tectônicas colidem ou vulcões entram em erupção;
3. Na Sura 28: 9 somos informados de que a esposa do Faraó descobriu Moisés no rio. Mas a história demonstra que foi a filha de Faraó quem tirou Moisés do rio;
4. Confundindo genealogia, a Sura 19:28 afirma que Maria, mãe de Jesus, era a irmã de Aarão e a Sura 3:35 afirma que a mãe de Maria foi casada com Imran, o pai de Aarão. Moisés e Aarão viveram cerca de 1400 anos antes de Maria e assim a Sura 19:28 é um absurdo;
5. A Sura 5: 116 sugere que os cristãos adoram Maria como uma parte da Santíssima Trindade. No entanto não há nada no cânone da literatura cristã que coloca Maria na Trindade;
6. Enquanto isso a Sura 21: 51-71 apresenta uma fábula judaica a partir do segundo século com base em um erro de transcrição feita por um escriba hebreu chamado Jonathan Ben Uziel. Ele escreveu a palavra “or”, que significa fogo, em vez de “ur” o lugar de onde saiu Abraão. Daí a história apresentar Abraão saindo do fogo;
7. Em um caso clássico de reescrever a história, a Sura 37: 99-113 relata a história de como Allah pede a Abraão para sacrificar seu filho para testar sua lealdade a Deus. Ao contrário do relato de Gênesis nos capítulos 21-22, onde Abraão envia Hagar e Ismael embora depois de Isaac nascer, o Alcorão afirma que Isaac foi o único nascido depois de Abraão ser convidado a sacrificar seu filho Ismael. Esta reescrita é uma tentativa de levantar Ismael acima de Isaac em importância.
A partir desses poucos exemplos, só podemos concluir que se o Alcorão é a palavra perfeita de Allah, então Allah não é o Deus criador pois não faria tais erros elementares. Claro, qualquer crítica a Allah, ao Alcorão ou ao profeta pode ser fatal.”

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domingo, 2 de setembro de 2018

quarta-feira, 25 de julho de 2018

quarta-feira, 27 de junho de 2018

A sociedade moderna e o terrorismo islâmico


"Ataques terroristas como o ocorrido em Paris, há alguns meses, ou como o de Orlando, agora, acontecem porque a sociedade laicista prefere fechar os olhos para a realidade da violência islâmica, tudo por causa de seu comprometimento com o multiculturalismo e com a oposição aos princípios judaico-cristãos.
É interessante como, quando começam as pessoas a criticar o Islã, por seus preceitos que autorizam os atos de violência, os primeiros a se manifestar contra uma eventual islamofobia não são religiosos, mas exatamente os laicistas, relativistas e modernistas em geral.
Isso pode parecer loucura, mas tem um sentido por detrás dessa aparente insanidade. O que leva pessoas que desprezam a religião a defender a religião mais violenta que existe só pode ser explicada por seu ódio a um inimigo comum.
É que o mundo moderno e as instituições e grupos que o representam, desde seu nascimento, possuem uma agenda muito clara, que é a de destruir o cristianismo e extinguir sua influência. É assim desde a Revolução Francesa e, nos movimentos posteriores, esse intento apenas se intensificou.
Esse objetivo permanece no imaginário do homem moderno, que acredita que o mundo apenas vai se tornar melhor, quando a cultura judaico-cristã for esquecida de vez, mesmo que eles não saibam bem o que pretendem colocar em seu lugar.
Por isso, neste momento, apoiar o Islã é uma estratégia bem definida. Se há uma religião no mundo que pode rivalizar, por sua extensão e método, com o cristianismo, é o Islamismo. Assim, ao mesmo tempo que a sociedade moderna se horroriza com os atentados terroristas, tenta minimizar a influência muçulmana sobre eles, se colocando em uma posição dúbia, para não ceder de vez, nem ao radicalismo islâmico, nem à verdade cristã.
O azar deles é que no final, se alcançarem seu intento de destruir toda e qualquer influência cristã sobre o mundo onde vivem, não será uma sociedade livre e tolerante que emergirá, mas uma civilização dominada por uma religião que não tem qualquer problema em ser cruel e violenta. E quando isso acontecer, ou os relativistas se convertem ou passarão ao fio da espada."
(Fábio Blanco, A Posição Dúbia dos Modernistas ante o Terrorismo)

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