“A linguagem é a expressão externa de processos mentais humanos fundamentais externalizados durante a formação inicial de uma comunidade.
A linguagem inevitavelmente surge na comunidade ao lado da religião, da história do grupo e dos valores morais, ajudando não apenas a expressar, mas também a moldar essas forças.
Religião e história se manifestam como narrativa, que é baseada na linguagem. A linguagem e a narrativa são essenciais para a religião e a história, que são, por sua vez, essenciais tanto para a identidade pessoal quanto para a identidade grupal baseada em uma cultura, sem a qual não pode haver comunidade.
O governo, a lei e a noção de Estado não podem substituir a realidade orgânica de uma comunidade regulada por uma cultura enraizada em uma linguagem, religião e história compartilhadas.
À medida que a comunidade orgânica é diminuída, o estatismo, o domínio do governo e da lei, aumenta.
Sabendo disso, os estatistas atacam deliberadamente a religião, o patriotismo, a língua principal e a narrativa histórica tradicional de um povo em um esforço para subjugá-los.”
(Kights of Saint Michael the Archangel, em postagem no Facebook em 28.07.2019)
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sexta-feira, 16 de agosto de 2019
segunda-feira, 10 de junho de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
O que Santo Tomás de Aquino tem a dizer sobre a imigração?

“Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com aqueles que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto, será que isso é a verdade? O que é que a Bíblia diz em relação à imigração?
O que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o que é que o maior de todos os doutores, São Tomás de Aquino, diz em relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas idéias em torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras nacionais?
A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação ao problema. Mas ele tem.
Nada mais temos que fazer que olhar para a sua obra-prima, a Summa Theologica, na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q. 105, Art. 3).
Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.
Diz São Tomás:
A relação de um homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha preceitos ajustados.
Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum. Como assunto de defesa própria, o Estado pode rejeitar aqueles elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere prejudiciais ou "hostis" para os seus cidadãos.
A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.
Aos Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas suas terras como recém-chegados.
E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21): ’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’
Aqui, São Tomás reconhece o fato de que os outros irão querer visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.
Terceiro: quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania (tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado cidadão exceto após terem passado duas ou três gerações, tal como o disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).
São Tomás reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o desejo de se integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e a vida da nação.
A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo Aristóteles como havendo dito que este processo demorava duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.
O motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o fato dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações poder-lhes-ia levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.
O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correto mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afetam a mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo prazo para o seu futuro.
É prejudicial e injusto colocar o futuro da nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa própria, pouca idéia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na nação. Tal política pode levar à destruição da nação.
Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquino ressalva posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto são os Amalequitas].
Mesmo assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe conferida a cidadania devido a algum ato de virtude: como tal, é reportado (Judite 14:6) que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".
Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à existência de exceções que eram conferidas com base nas circunstâncias. No entanto, tais exceções não eram arbitrárias, mas tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados à nação de Israel.
***
Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação e 2) o bem comum da nação.A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos imigrantes, e não a desintegração nem a segregação. Esta imigração não só deveria tomar como base os benefícios mas também as responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família mais alargada, e não se torna alguém com ações da bolsa duma companhia que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.
Mais ainda, São Tomás ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.
Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns de união, e varre por completo a habilidade social de absorver organicamente os novos elementos dentro da cultura unificada. Este tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.
Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para a sociedade visto que injeta nova vida e novas qualidades para o corpo social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação faria bem em seguir o conselho de São Tomás de Aquino e os princípios Bíblicos.
A nação deve praticar a justiça e a caridade com todos, incluindo com os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a sua unidade sob o risco de, de outro modo, deixar de existir.”
(John Horvat II: What Does Saint Thomas Say About Immigration?)
http://omarxismocultural.blogspot.com.br
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
O globalismo infiltrado no cristianismo

“Eu tenho que rir quando os líderes cristãos de hoje afirmam que “diversidade é força e divisão é fraqueza” quando o que ocorre é demonstrável e exatamente o oposto. Se em todas as aldeias e cidades européias existem medidas de proteção postas em prática para evitar que ataques terroristas terríveis ocorram nos mercados de Natal, como é que a diversidade é uma força? Nossos países não estão em perigo por causa daqueles “nazistas desagradáveis” que a mídia fica dizendo que causam “divisão”; nossas sociedades foram divididas pela imigração em massa e pela importação em massa de culturas hostis e pessoas que não têm interesse ou desejo em ver preservados nosso modo de vida e nossa cultura e muito menos nossa identidade étnica.
Não haverá cenário de cumbaiá com multiculturalismo e diversidade, só haverá conflitos, porque a natureza determina que diferentes grupos entram em conflito quando em proximidade. O ódio e o tribalismo são reações naturais a qualquer coisa que ameace o que você ama e o que você vê como sendo um perigo para a sobrevivência de si mesmo, sua família e seu grupo nacional/étnico.
O que eles chamam de "ódio" é essencialmente a percepção do que está sendo feito contra as nações ocidentais. Você deve permanecer dócil e apático. Atreva-se a sair do feitiço globalista lançado sobre você e será tachado como odiento, racista, intolerante etc.
O cristianismo não sobreviverá em uma sociedade assolada pela imigração em massa de não-cristãos, não sobreviverá em uma sociedade que está terminalmente doente com a doença do marxismo cultural. Líderes cristãos podem adotar o mantra do amor, da unidade e da irmandade dos homens o quanto quiserem; eles estão simplesmente facilitando a destruição de sua religião e cultura devido a um abjeto fracasso em entender as leis da natureza e o instinto tribalista humano.”
(Occidental Revival, em postagem no Facebook de 26.12.2018)
domingo, 22 de julho de 2018
De cabeça para baixo

“É engraçado, mas de um modo trágico, pensar nos paradoxos do nosso tempo.
Vivemos uma época na qual toda a sociedade civil na Europa Ocidental está, confusa mas já notavelmente, começando a prestar atenção a sua herança cristã enquanto o Papa e o Vaticano tentam islamizar o Continente Europeu.
Estamos testemunhando um esforço agressivo para conter o aborto nos EUA, e talvez livrar-se dele completamente, enquanto o Papa reinante nos diz para não nos obcecarmos com o aborto.
Estamos testemunhando um Papa chamando não-cristão o que os cristãos de todas as épocas têm feito – erguer muralhas para defender suas fronteiras e controlar entradas – enquanto ele vive cercado por muros que levam o nome de um Papa.
Vivemos uma época de absurdos, na qual a Santa Igreja se encontra desfigurada, ainda que obviamente não destruída por sessenta anos de sodomia e apaziguamento, e reduzida à maior força planetária a favor do Socialismo, enquanto países como a Venezuela são devastados pela mesma estupidez propagada pelo Papa, à vista de todos.
A ironia está no seguinte: que a forte Igreja do passado podia mudar o curso da história, iniciar cruzadas, deter os otomanos, moldar o Ocidente; ao passo que a igreja homossexual de hoje mal consegue manter seus cardeais sodo-predadores fora das grades, e na verdade só consegue fazer com que as pessoas fiquem contra sua recém-fundada ideologia socialista e ambientalista.
Os sodomitas dentro da Igreja deslocam-na em direção a um entendimento laico e terreno da vida. Mas o mundo a rejeita. De fato, ele lentamente se move na direção oposta, para aqueles mesmos valores que ela não protege ou sequer condena: defesa da vida nos EUA, defesa da herança cristã na Europa.
Que trágico e completo fracasso. Mas que glorioso e pequeno raio de esperança estamos vendo chegar dos EUA e de partes da Europa, firmemente decididos a marchar na direção oposta de um Papa que só podem, e com razão, desprezar.
Em um mundo de cabeça para baixo, muitos estão aprendendo a lutar por decência sozinhos; devagar e confusamente, é verdade, mas sem sequer o apoio daqueles que mais os deveriam ajudar.
Orem pela recuperação da sanidade dentro da Igreja. Quando tivermos isso, seremos imparáveis.”
https://mundabor.wordpress.com
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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
A legalização do estupro cometido por migrantes na Europa
“A França, Suécia, Alemanha e outras nações européias estão no caminho para legalizar o estupro cometido por migrantes porque essa é a "cultura deles".
Por mais chocante que isso possa parecer, um recente número de estupradores que escaparam de uma punição severa sugere que haja um precedente já estabelecido para descriminalizar estupros por migrantes porque eles não "entendem culturalmente" as leis de estupro do Ocidente, ou até mesmo a palavra "não".
Em suma, os estupros cometidos pelos migrantes são minimamente interpretados como "mal-entendidos culturais" e, portanto, as vítimas nunca recebem justiça, o que significa que a legalização do estupro "de fato" está, em sua maior parte, já em vigor.
Por exemplo, um juiz alemão absolveu recentemente um narcotraficante turco apesar de acreditar em "cada palavra" da acusação da vítima de 23 anos porque, de acordo com o juiz, o que a vítima "tinha experienciado como estupro", incluindo ter sua cabeça enfiada entre duas camas depois dela dizer não, pode ser considerado "culturalmente" como "sexo selvagem" na Turquia.
"O promotor admitiu que a absolvição deve ter sido um duro golpe para a vítima", informou o Märkische Allegemeine, traduzido do alemão. "Por outro lado, não foi possível uma condenação porque não havia intenção comprovada de estupro [pelo acusado]".
Ainda mais, o homem turco alegou que ele não teria cometido um estupro porque ele tinha uma mãe e uma irmã.
"A narrativa de esquerda doutrinou os nativos alemães tão fortemente que seu respeito multicultural inclusivo e seu conformismo burocrático são capazes de enrolar o que é, sem dúvida, estupro em uma questão cultural ofensiva, uma questão que tanto a autoridade legal como a mulher sexualmente abusada responderam afirmativamente" comentou Damian Black ao Return of Kings. "Nada estava escondido, nada oculto; todas as evidências foram confirmadas e compreendidas, apenas para serem ignoradas como um mal-entendido étnico".
Isto não é apenas limitado à Alemanha, no entanto. Como relatei em abril, um muçulmano na Suécia se livrou da prisão por estuprar uma adolescente de forma anormal porque ele "não conseguiu entender a palavra não", de acordo com o Hovrätten (tribunal) da Suécia ocidental.
O tribunal ficou do lado do migrante ainda mais, sugerindo que o "não" repetido pela garota referia-se apenas ao sexo anal forçado, que os juízes de alguma forma não consideravam estupro.
E, como também relatei em fevereiro, um tribunal sueco condenou um migrante muçulmano a apenas dois meses de prisão depois de ter sido condenado por estupro de uma garota de 13 anos.
Ele também foi condenado a pagar o equivalente a apenas 2.800 dólares de indenização à vítima.
Esta é uma verdadeira cultura de estupro na Europa, mas não espere que as feministas americanas dêem muita importância.”
http://www.anovaordemmundial.com
Por mais chocante que isso possa parecer, um recente número de estupradores que escaparam de uma punição severa sugere que haja um precedente já estabelecido para descriminalizar estupros por migrantes porque eles não "entendem culturalmente" as leis de estupro do Ocidente, ou até mesmo a palavra "não".
Em suma, os estupros cometidos pelos migrantes são minimamente interpretados como "mal-entendidos culturais" e, portanto, as vítimas nunca recebem justiça, o que significa que a legalização do estupro "de fato" está, em sua maior parte, já em vigor.
Por exemplo, um juiz alemão absolveu recentemente um narcotraficante turco apesar de acreditar em "cada palavra" da acusação da vítima de 23 anos porque, de acordo com o juiz, o que a vítima "tinha experienciado como estupro", incluindo ter sua cabeça enfiada entre duas camas depois dela dizer não, pode ser considerado "culturalmente" como "sexo selvagem" na Turquia.
"O promotor admitiu que a absolvição deve ter sido um duro golpe para a vítima", informou o Märkische Allegemeine, traduzido do alemão. "Por outro lado, não foi possível uma condenação porque não havia intenção comprovada de estupro [pelo acusado]".
Ainda mais, o homem turco alegou que ele não teria cometido um estupro porque ele tinha uma mãe e uma irmã.
"A narrativa de esquerda doutrinou os nativos alemães tão fortemente que seu respeito multicultural inclusivo e seu conformismo burocrático são capazes de enrolar o que é, sem dúvida, estupro em uma questão cultural ofensiva, uma questão que tanto a autoridade legal como a mulher sexualmente abusada responderam afirmativamente" comentou Damian Black ao Return of Kings. "Nada estava escondido, nada oculto; todas as evidências foram confirmadas e compreendidas, apenas para serem ignoradas como um mal-entendido étnico".
Isto não é apenas limitado à Alemanha, no entanto. Como relatei em abril, um muçulmano na Suécia se livrou da prisão por estuprar uma adolescente de forma anormal porque ele "não conseguiu entender a palavra não", de acordo com o Hovrätten (tribunal) da Suécia ocidental.
O tribunal ficou do lado do migrante ainda mais, sugerindo que o "não" repetido pela garota referia-se apenas ao sexo anal forçado, que os juízes de alguma forma não consideravam estupro.
E, como também relatei em fevereiro, um tribunal sueco condenou um migrante muçulmano a apenas dois meses de prisão depois de ter sido condenado por estupro de uma garota de 13 anos.
Ele também foi condenado a pagar o equivalente a apenas 2.800 dólares de indenização à vítima.
Esta é uma verdadeira cultura de estupro na Europa, mas não espere que as feministas americanas dêem muita importância.”
http://www.anovaordemmundial.com
domingo, 28 de janeiro de 2018
ONU revela plano para promover a “migração islâmica global”

“O secretário-geral das Nações Unidas, Antônio Guterres, revelou seu plano para promoção da migração em massa, com foco principal nos refugiados vindos de países islâmicos.
Ex-primeiro-ministro de Portugal, Guterres foi eleito pelo Partido Socialista em seu país natal, e demonstra seu viés de esquerda desde que assumiu o cargo máximo da ONU em 1º de janeiro de 2017, tendo anteriormente trabalhado como o Alto Comissário para Refugiados da instituição.
Em um relatório da ONU com o tema “Making Migration Work for All” [Fazer a migração positiva para todos] ele argumenta que “O Pacto Global Para Migração é uma oportunidade não só para os Estados-membros, mas para o sistema das Nações Unidas adotar uma abordagem mais ambiciosa na gestão da migração”. Embora não aborde a questão religiosa, mais de 90% dos migrantes que são abrigados por programas de refugiados as ONU são muçulmanos.
O português comprometeu-se a trabalhar nessa matéria com “consultas intensivas” na ONU durante este ano. Seu objetivo é encontrar novas maneiras de ajudar os Estados-membros a “fazerem uma melhor gestão das questões migratórias”. Na prática isso significa pedir que países como o Brasil, que teve uma mudança recente em sua Lei de Migração, abrigue um número maior de refugiados.
O artigo escrito por ele e publicado em jornais da Europa, ele afirma que a migração em massa “incentiva o crescimento econômico, reduz as desigualdades e conecta sociedades diferentes”, embora reconheça que ela “é também fonte de tensões políticas e tragédias humanas”.
Ainda segundo Guterres, “é uma oportunidade sem precedentes para líderes combaterem mitos perniciosos que cercam os migrantes e estabelecer uma visão comum de como fazer a migração funcionar para todas as nossas nações”.
A postura da ONU é frontalmente diferente do que Donald Trump tem advogado nos Estados Unidos. Países europeus como Polônia e Hungria também vem resistindo às pressões de manter “fronteiras abertas”, o mantra globalista mais popular dos últimos anos.
Sem entrar em detalhes, Guterres disse que é crucial “reconhecer e reforçar os benefícios da migração” e que “Os migrantes dão grandes contribuições, tanto para os países anfitriões quanto para os países de origem”.
Curiosamente, o pleno da ONU vem com força renovada ao mesmo tempo que países como Alemanha, Suécia e França encontram dificuldades crescentes em lidar com os refugiados islâmicos, que não se adaptaram à vida no país que os acolheu, contribuem para o aumento da criminalidade e estabelecem zonas “no go”, onde o acesso de não muçulmanos é restrito e existem patrulhas para garantir que todos ajam segunda a lei sharia.”
https://noticias.gospelprime.com.br
segunda-feira, 31 de julho de 2017
sábado, 10 de junho de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Líderes europeus estão andando como sonâmbulos para o desastre

"Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, multiculturais e sabem que "tudo termina com eles". No curto prazo não ter filhos é um alívio, já que significa não gastar dinheiro com a família, sem sacrifícios e ninguém para se queixar sobre as consequências futuras. Conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia: "sem filhos, sem problemas!"
Ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa. Os líderes mais importantes da Europa não estão deixando filhos.
Os líderes mais importantes da Europa não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o candidato francês à presidência Emmanuel Macron. A lista continua com o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven, o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.
Uma vez que os líderes da Europa não têm filhos, parece que eles não têm por que se preocupar com o futuro do continente. O filósofo alemão Rüdiger Safranski assinala:
"para aqueles que não têm filhos, pensar em termos das gerações vindouras perde a relevância. Portanto eles se comportam cada vez mais como se fossem os últimos e se consideram como se estivessem no fim da cadeia".
"A Europa está cometendo suicídio ou no mínimo os líderes europeus decidiram se suicidar", ressaltou Douglas Murray no jornal The Times. "Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão". Em seu último livro que leva o título de A Estranha Morte da Europa, Murray chamou isso de "um cansaço civilizatório existencial".
Angela Merkel tomou a decisão fatal de abrir as portas da Alemanha para um milhão e meio de migrantes para conter o inverno demográfico de seu país. Não é nenhuma coincidência que Merkel, que não tem filhos, seja chamada de "Mãe Misericordiosa dos migrantes". Merkel evidentemente não deu a mínima se o influxo massivo desses migrantes iria mudar a sociedade alemã, provavelmente para sempre.
Dennis Sewell recentemente escreveu no Catholic Herald:
"é a tal concepção de que é a 'civilização ocidental' que aumenta enormemente o pânico demográfico. Sem ela a solução seria fácil: a Europa não precisa se preocupar em encontrar jovens para sustentar os idosos em sua decadência. Há muitos migrantes batendo na porta, tentando escalar o arame farpado ou se aventurar em embarcações precárias para chegar às nossas costas. Basta deixá-los entrar".
O status de não ter filhos de Merkel é um reflexo da sociedade alemã: de acordo com estatísticas da União Europeia 30% das alemãs não têm filhos, sendo que essa percentagem salta para 40% entre as universitárias. A ministra da defesa alemã Ursula von der Leyen salientou que, a menos que a taxa de natalidade volte a crescer, o país terá que "apagar as luzes".
Segundo um novo estudo publicado pelo Institut national d'études démographiques, um quarto das mulheres europeias nascidas na década de 1970 poderá permanecer sem ter filhos. Os líderes europeus não são diferentes. Uma em cada nove mulheres nascidas na Inglaterra e no País de Gales em 1940 não tiveram filhos ao atingirem a idade de 45 anos, em comparação com uma em cada cinco das que nasceram em 1967.
O político francês Emmanuel Macron rejeitou a afirmação do presidente francês François Hollande segundo a qual "a França tem um problema com o Islã". Ele é contra a suspensão da cidadania dos jihadistas e continua insistindo, apesar de todas as evidências em contrário, que o Estado Islâmico não é islâmico: "o que representa um problema não é o Islã, mas certos comportamentos tachados de religiosos e depois impostos àqueles que praticam aquela religião".
Macron prega uma espécie de buffet multicultural. Ele fala do colonialismo como "crime contra a humanidade". Ele é a favor de "fronteiras abertas", e para ele, novamente, apesar de todas as evidências em contrário, não existe nenhuma "cultura francesa".
Segundo o filósofo Mathieu Bock-Coté, Macron, de 39 anos, casado com sua ex-professora de 64 anos, é o símbolo da "feliz globalização, livre da memória da glória francesa perdida". Não é nenhuma coincidência que "Manif Pour Tous", um movimento que lutou contra a legalização do casamento gay na França, urgiu para que se votasse contra Macron como sendo o "candidato antifamília". O slogan de Macron, "En Marche!" (Em Marcha!), encarna as elites globalizadas que reduzem a política a um exercício, a uma performance.
É por isso que o líder turco Erdogan incentiva os muçulmanos a terem "cinco filhos" e os imãs islâmicos exortam os fiéis a"terem filhos": para conquistar a Europa. Os supremacistas islâmicos estão trabalhando incessantemente para criar um choque de civilizações no coração da Europa, e eles retratam os países anfitriões ocidentais colapsando: sem população, sem valores, abandonando sua própria cultura.
Olhando para Merkel, Rutte, Macron e outros, será que esses supremacistas islâmicos estão tão errados? Nossos líderes europeus estão andando como sonâmbulos para o desastre. Por que eles deveriam se preocupar, se no final da vida deles a Europa não será mais a Europa? Conforme esclarece Joshua Mitchell em um ensaio "nos encontrarmos a nós mesmos se torna mais importante do que construir um mundo. A longa cadeia de gerações já fez isso por nós. É hora de nos divertirmos"."
(Giulio Meotti, Europe's Childless Leaders Sleepwalking Us to Disaster)
https://pt.gatestoneinstitute.org
terça-feira, 30 de maio de 2017
Desnazificação e a destruição demográfica da Alemanha

“Não sou nazista, mas agora está claro que a “desnazificação” foi realmente uma campanha para permanentemente garantir que a Alemanha jamais ameaçasse a Europa, e a forma como ela foi realizada foi fazer com que os alemães odiassem a si mesmos e destruir qualquer possibilidade de os alemães darem preferência aos alemães ou à Alemanha. É por isso que eles estão escancarando os portões para todo selvagem da África ou do Oriente Médio, e simplesmente dão de ombros quando tais selvagens, gritando Allahu Akhbar, dirigem caminhões em alta velocidade atropelando suas vítimas nas feiras de Natal.
O que os aliados fizeram com a Alemanha pode ter resolvido o problema da militância alemã, mas veio ao custo do esmagamento da alma alemã e da destruição demográfica da Alemanha, que acredito seja um problema muito maior do que uma potência beligerante na Europa Central.”
(Alex Hill, em postagem no Facebook)
domingo, 31 de julho de 2016
Francisco, os refugiados e a guerra de religião

"O papa Francisco disse mais uma vez que o mundo está em guerra. Mas disse também que não é uma guerra de religião, porque 'todas as religiões querem a paz', mas que a causa da guerra é a luta pelo poder e pelo controle dos recursos econômicos. No mesmo discurso, disse também que se deve acolher os refugiados que fogem da fome e da guerra.
Os católicos, como se sabe, consideramos que o papa é infalível quando define doutrinas de fé e moral no contexto concreto de uma 'solene declaração pontifícia' (o célebre 'ex cathedra'). Fora disso, e em matéria de julgamento, o papa é um homem como os outros, e portanto suas opiniões, embora fundadas na autoridade pessoal, são discutíveis. Não só são discutíveis, como é bom discuti-las em um ânimo de busca desinteressada da verdade.
Jorge Mario Bergoglio é um sacerdote argentino de quase 80 anos que passou quase toda sua vida em seu país natal. É um homem que – como todos – pertence inteiramente a sua circunstância, ou seja, a seu tempo e a seu espaço. Sua experiência pessoal sobre a imigração muçulmana é tipicamente hispano-americana, muito semelhante à que tínhamos os europeus há quarenta anos: os imigrantes vinham à Europa para ganhar a vida desempenhando os trabalhos que os autóctones desprezavam e procurando integrar-se na sociedade que os acolhia. Ainda hoje é assim em boa parte da América, onde os muçulmanos imigrados (apenas três milhões em uma população total de quase mil milhões) não constituem comunidades alheias à sociedade que os acolhe. No caso concreto da Argentina, que é um dos países com maior presença islâmica, falamos de umas 600.000 pessoas em uma população total de quase 42 milhões, ou seja, de 1,4 por cento: uma percentagem demograficamente irrelevante e socialmente ocasional. Com esta experiência vital, é fácil entender que não se perceba problema algum na imigração muçulmana. Também era assim na Europa há quarenta anos.
Hoje, no entanto, as coisas mudaram dramaticamente na Europa. Primeiro: a percentagem de população muçulmana cresceu exponencialmente. Segundo: essa população, em boa parte, criou suas próprias comunidades quebrando os velhos modelos de integração. Terceiro: em seu seio se expandiu uma radicalização identitária que desembocou na simpatia pelo jihadismo. Quarto: no ano passado, ademais, nos deparamos com uma afluência maciça de imigrantes falazmente importada sob a etiqueta de 'refugiados'. Quinto: a onda de violência que estamos vivendo neste último período define por si só a entidade do problema. Seguramente é difícil aceitá-lo com a mentalidade de quarenta anos atrás. Mas, hoje, é isso o que temos.
A mesma reflexão vale para essa outra hipótese de Francisco sobre as guerras e sua origem. A maior parte das escolas de pensamento do século XIX interpretaram sempre os conflitos sob o ângulo materialista da luta pelos recursos. Não era uma interpretação incorreta, mas era incompleta. As idéias, os princípios e as crenças (e também as religiões) têm sua importância. Sobretudo quando uma religião (ou uma determinada corrente dela) prega abertamente a guerra como via legítima para impor sua fé sobre as outras. Esse é exatamente o caso do Islã, e nisto o papa Bento XVI acertou plenamente em seu histórico discurso de Ratisbona. O Islã não é uma religião 'como as outras': é uma teologia política que leva implícita a busca e conquista do poder, como oportunamente acaba de recordar o cardeal Burke. Quer se queira, quer não, também isso, hoje, é o que temos. Menos mal que, nestas coisas, os católicos não estejamos obrigados a seguir o papa. Sabedoria da Igreja."
http://www.catolicidad.com
domingo, 4 de outubro de 2015
Os cristãos estão impedidos de se defender?
"A passagem muito citada "amai os vossos inimigos" (Mateus 5:44; Lucas 6:27) diz "diligite inimicos vestros" e não "diligite hostes vestros"; não é do inimigo político que se fala. Também no combate milenar entre a Cristandade e o Islão nunca um cristão chegou ao pensamento de que, por amor aos sarracenos ou aos turcos, se tinha de entregar a Europa ao Islão, em vez de defendê-la. Não é preciso odiar pessoalmente o inimigo em sentido político e só na esfera do privado faz sentido amar o seu "inimigo", isto é, o seu opositor. Aquela passagem bíblica toca tanto menos a contraposição política quanto mais quer destacar as contraposições entre bem e mal ou entre belo e feio. Sobretudo ela não quer dizer que se deve amar os inimigos do seu povo e apoiá-los contra o seu próprio povo."
(Carl Schmitt, O Conceito de Político)
http://accao-integral.blogspot.com.br
(Carl Schmitt, O Conceito de Político)
http://accao-integral.blogspot.com.br
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Invasão silenciosa
"As igrejas, a maior parte dos partidos, uma variedade de instituições e associações, o mundo do espetáculo, durante anos têm lutado pela entrada de imigrantes, pela abertura de fronteiras, pela impossibilidade de expulsão dos clandestinos. Motivados por um certo etnomasoquismo? Por xenofilia? Por ingênuas interpretações da religião dos direitos humanos? Por esnobismo antirracista ou politicamente correto? Por vontade deliberada de miscigenar a França e a Europa, por ódio à integridade étnica europeia? Sem dúvida um pouco de tudo. Em todo o caso constata-se uma mistura de fatalismo, caro à imigração descontrolada, considerada já incontrolável. Um fatalismo autodestrutivo em relação ao próprio povo: 'Sim, invadam-nos, fazem-nos um favor!'"
(Guillaume Faye, La Colonisation de l'Europe)
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(Guillaume Faye, La Colonisation de l'Europe)
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terça-feira, 15 de setembro de 2015
A verdade sobre a crise de refugiados
As Verdades sobre RefugiadosO vídeo que explica TUDO sobre esta crise de "refugiados". PARTILHEM é preciso que a verdade chegue a todos aqueles que ainda estão a comer tudo que a comunicação social debita dia após dia!Ajudem os Portugueses que realmente necessitam!https://www.facebook.com/events/976358885760076
Posted by Não aos refugiados em Portugal on Quarta, 9 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Mais de 4.000 terroristas do EI chegaram à Europa fazendo-se passar por refugiados

“Mais de 4.000 extremistas do Estado Islâmico (EI) entraram na UE fazendo-se passar por refugiados, informa o periódico britânico ‘Sunday Express’, citando uma fonte na organização terrorista. Segundo a mesma, a operação de transferência se realizou com sucesso.
De acordo com a fonte citada, os extremistas se misturam no fluxo de refugiados nas cidades portuárias turcas de Esmirna e Mersin, de onde partem e atravessando o Mediterrâneo chegam à Itália. Depois os terroristas se dirigem a outros países europeus, na maioria dos casos à Suécia e Alemanha, informa Sunday Express.
Esta informação foi confirmada por dois contrabandistas locais. “Segundo afirmou um deles, ajudou a mais de uma dezena de terroristas a entrar na Europa. Alguns diziam que queriam visitar suas famílias, outros para estar prontos [para agir]”, ressaltou.
Por outra parte, a fonte no EI confirmou que a infiltração de extremistas é o começo de uma vingança pelos ataques aéreos da coalização internacional liderada pelos Estados Unidos.
“Queremos estabelecer um califado não só na Síria, mas em todo o mundo”, asseverou. Entretanto sugeriu que seus ataques se concentrarão nos governos ocidentais e não contra a população civil.
O ex-militar e diretor do website ‘O espião digital’, Juan Antonio Aguilar opina que os meios de inteligência europeus estão conscientes dessa situação. “Sabem perfeitamente quem pode estar vindo entre toda essa multidão de refugiados. Disse-o o próprio EI que vai tentar infiltrar comandos na Europa para responder ao que eles consideram agressão pelos bombardeios” da coalizão internacional, disse à RT o especialista.”
Original em http://actualidad.rt.com
domingo, 6 de setembro de 2015
Trecho de uma entrevista com Alain Escada, presidente de Civitas, sobre a onda migratória que ameaça a Europa
“MPI: Justamente, você é católico. Hoje em dia tem-se quase a impressão de que um católico deve ser “acolhedor” e não pode, portanto, rejeitar a imigração.
AE: Aqui também, nosso dever é de denunciar uma interpretação abusiva da caridade cristã. A caridade não consiste em deixar que se instale o caos e promover o desenraizamento. E a caridade política (quando se trata da organização da sociedade) não pode contradizer a responsabilidade política. As autoridades têm o dever de organizar o bem comum dos cidadãos de sua entidade. Elas não podem levar a entidade sobre a qual têm responsabilidade ao desastre sob o pretexto de serem caridosas com os cidadãos externos a essa entidade.
Além disso, a sociedade organizada por Deus não é uma anarquia nem um mundo sem fronteiras. O católico tem mesmo o dever de honrar sua pátria, a terra de seus ancestrais. A identidade e o enraizamento são conceitos legítimos e naturais.
MPI: Mas dizem-nos que esses migrantes estão fugindo da guerra, estão na pobreza, necessitando de abrigo, comida...
AE: Há muitas mentiras que devemos dissecar.
A primeira: não, nem todos esses migrantes estão fugindo da guerra. Os que fogem são uma ínfima minoria dentre eles. Mente-se sobre sua origem. Todos os árabes vêm da Síria ou do Iraque. Todos os negros vêm da Eritréia ou da Nigéria. Isso é besteira! É uma mentira destinada a nos fazer mais facilmente engolir a entrada deles na Europa. Todo imigrante, seja árabe ou da África subsariana, sabe exatamente o que nos deve contar sobre suas pseudo-origens. Quem realmente pode controlar? As autoridades responsáveis pela recepção dos requerentes de asilo estão todas sobrecarregadas.
Em seguida, deve-se notar que a maioria destes migrantes são homens jovens. Se o seu país está em guerra, ele precisa deles. Quando a Europa estava em guerra, eram as mulheres, as crianças e os velhos que partiam nas estradas do êxodo, não os homens em idade de combate.
Segunda mentira: estes imigrantes estão em situação de pobreza. No entanto, eles gastaram milhares de euros para vir para a Europa. E muitos ainda estão dispostos a gastar grandes somas aos contrabandistas para serem levados ao país que imaginam ser mais vantajoso.
Veja então como eles se comportam, se mostram reivindicativos, exigentes… Alguém já viu uma pessoa faminta ser recebida e criticar em seguida o conteúdo de seu prato e a qualidade de seu colchão? Essa é a situação inacreditável a que estamos assistindo freqüentemente da parte de quem não pedimos que viesse até nós.
MPI: E os cristãos orientais?
AE: Eles são sem dúvida os mais legítimos beneficiários de nosso acolhimento. Mas novamente isso seria um desserviço a lhes prestar. Organize o exílio dos cristãos do Oriente e você fará desaparecer o cristianismo no Oriente, o que só vai dar razão ao Estado Islâmico.
Se desejamos sinceramente ajudar os cristãos do Oriente, devemos ajudá-los a viver como cristãos em seus países.
MPI: Sua petição também aponta um paradoxo: a maioria dos imigrantes são muçulmanos mas eles não escolhem como destino os ricos países muçulmanos do Golfo.
AE: Exatamente, e isso demonstra que há um plano por trás desse fenômeno, uma orquestração. Um dos objetivos essenciais é a descristianização da Europa pela substituição de sua população.”
Original em ancejeunessecivitas.hautetfort.com
AE: Aqui também, nosso dever é de denunciar uma interpretação abusiva da caridade cristã. A caridade não consiste em deixar que se instale o caos e promover o desenraizamento. E a caridade política (quando se trata da organização da sociedade) não pode contradizer a responsabilidade política. As autoridades têm o dever de organizar o bem comum dos cidadãos de sua entidade. Elas não podem levar a entidade sobre a qual têm responsabilidade ao desastre sob o pretexto de serem caridosas com os cidadãos externos a essa entidade.
Além disso, a sociedade organizada por Deus não é uma anarquia nem um mundo sem fronteiras. O católico tem mesmo o dever de honrar sua pátria, a terra de seus ancestrais. A identidade e o enraizamento são conceitos legítimos e naturais.
MPI: Mas dizem-nos que esses migrantes estão fugindo da guerra, estão na pobreza, necessitando de abrigo, comida...
AE: Há muitas mentiras que devemos dissecar.
A primeira: não, nem todos esses migrantes estão fugindo da guerra. Os que fogem são uma ínfima minoria dentre eles. Mente-se sobre sua origem. Todos os árabes vêm da Síria ou do Iraque. Todos os negros vêm da Eritréia ou da Nigéria. Isso é besteira! É uma mentira destinada a nos fazer mais facilmente engolir a entrada deles na Europa. Todo imigrante, seja árabe ou da África subsariana, sabe exatamente o que nos deve contar sobre suas pseudo-origens. Quem realmente pode controlar? As autoridades responsáveis pela recepção dos requerentes de asilo estão todas sobrecarregadas.
Em seguida, deve-se notar que a maioria destes migrantes são homens jovens. Se o seu país está em guerra, ele precisa deles. Quando a Europa estava em guerra, eram as mulheres, as crianças e os velhos que partiam nas estradas do êxodo, não os homens em idade de combate.
Segunda mentira: estes imigrantes estão em situação de pobreza. No entanto, eles gastaram milhares de euros para vir para a Europa. E muitos ainda estão dispostos a gastar grandes somas aos contrabandistas para serem levados ao país que imaginam ser mais vantajoso.
Veja então como eles se comportam, se mostram reivindicativos, exigentes… Alguém já viu uma pessoa faminta ser recebida e criticar em seguida o conteúdo de seu prato e a qualidade de seu colchão? Essa é a situação inacreditável a que estamos assistindo freqüentemente da parte de quem não pedimos que viesse até nós.
MPI: E os cristãos orientais?
AE: Eles são sem dúvida os mais legítimos beneficiários de nosso acolhimento. Mas novamente isso seria um desserviço a lhes prestar. Organize o exílio dos cristãos do Oriente e você fará desaparecer o cristianismo no Oriente, o que só vai dar razão ao Estado Islâmico.
Se desejamos sinceramente ajudar os cristãos do Oriente, devemos ajudá-los a viver como cristãos em seus países.
MPI: Sua petição também aponta um paradoxo: a maioria dos imigrantes são muçulmanos mas eles não escolhem como destino os ricos países muçulmanos do Golfo.
AE: Exatamente, e isso demonstra que há um plano por trás desse fenômeno, uma orquestração. Um dos objetivos essenciais é a descristianização da Europa pela substituição de sua população.”
Original em ancejeunessecivitas.hautetfort.com
sexta-feira, 19 de julho de 2013
O veneno multiculturalista nas escolas britânicas
"O sistema britânico de educação cessou simplesmente de transmitir quer os valores quer a história da nação a gerações sucessivas, transmitindo, ao invés, a mensagem de que a verdade era uma ilusão e que a nação e os seus valores eram o que qualquer pessoa quisesse que fossem. Os professores de História e Inglês do país, os guardiães do âmago da identidade nacional, decidiram que a história e cultura nacionais da Grã-Bretanha eram racistas e colonialistas e deviam, portanto, ser trocadas por um novo modelo multicultural.
Um professor argumentou que transmitir um sentido de identidade nacional através da educação era 'o novo fundamentalismo' associado automaticamente com a 'superioridade do Império Britânico'. Ensinar a história britânica era promover 'noções de supremacia nacional que sobrepõem os feitos da sociedade ocidental com os feitos da humanidade em geral'. Um professor citou aprovadoramente escritores que questionavam se poderiam mesmo existir quaisquer valores partilhados. Dois outros professores de ciências educativas decidiram que o 'caráter inglês' era não só monolítico, anacrônico e pernicioso, mas também canalizava os professores para programas tão imperialistas como ensinar as crianças a ler em vez de promover iniciativas anti-racistas socialmente desejáveis. Um reitor escreveu: 'A cultura comum da Inglaterra pré-1940, baseada no cânone da literatura inglesa, na interpretação Whig da história e na liturgia da Igreja de Inglaterra, morreu... A vida e a língua superaram os limites da fé, história e afiliação étnica inglesas'.
A conseqüência de tais exéquias foi que nem as crianças britânicas indígenas nem as das minorias aprenderam a história, cultura ou sequer a língua do seu país. Os marcos importantes da civilização ocidental mal foram focados. As sociedades não-ocidentais foram retratadas como heróicas e boas. As sociedades ocidentais foram retratadas como opressivas e brutais. Os alunos foram deixados desligados, de forma radical, quer do passado quer do futuro. As crianças indígenas foram deixadas na ignorância em relação a qualquer coisa na sua herança com que se pudessem relacionar ou de que se pudessem orgulhar. As crianças das minorias foram efetivamente confinadas à cultura do gueto. Privadas de direitos civis devido à ignorância, foram deixadas à margem da sociedade onde habitavam e desequipadas para assumir nela o seu lugar como cidadãos iguais.
Quem quer que tentasse defender a transmissão da identidade britânica era denunciado como racista, difamado e colocava o seu emprego em risco."
(Melanie Phillips, Londonistão)
http://acortenaaldeia.blogspot.com.br/2013/03/sobre-o-veneno-multiculturalista-nas.html
Um professor argumentou que transmitir um sentido de identidade nacional através da educação era 'o novo fundamentalismo' associado automaticamente com a 'superioridade do Império Britânico'. Ensinar a história britânica era promover 'noções de supremacia nacional que sobrepõem os feitos da sociedade ocidental com os feitos da humanidade em geral'. Um professor citou aprovadoramente escritores que questionavam se poderiam mesmo existir quaisquer valores partilhados. Dois outros professores de ciências educativas decidiram que o 'caráter inglês' era não só monolítico, anacrônico e pernicioso, mas também canalizava os professores para programas tão imperialistas como ensinar as crianças a ler em vez de promover iniciativas anti-racistas socialmente desejáveis. Um reitor escreveu: 'A cultura comum da Inglaterra pré-1940, baseada no cânone da literatura inglesa, na interpretação Whig da história e na liturgia da Igreja de Inglaterra, morreu... A vida e a língua superaram os limites da fé, história e afiliação étnica inglesas'.
A conseqüência de tais exéquias foi que nem as crianças britânicas indígenas nem as das minorias aprenderam a história, cultura ou sequer a língua do seu país. Os marcos importantes da civilização ocidental mal foram focados. As sociedades não-ocidentais foram retratadas como heróicas e boas. As sociedades ocidentais foram retratadas como opressivas e brutais. Os alunos foram deixados desligados, de forma radical, quer do passado quer do futuro. As crianças indígenas foram deixadas na ignorância em relação a qualquer coisa na sua herança com que se pudessem relacionar ou de que se pudessem orgulhar. As crianças das minorias foram efetivamente confinadas à cultura do gueto. Privadas de direitos civis devido à ignorância, foram deixadas à margem da sociedade onde habitavam e desequipadas para assumir nela o seu lugar como cidadãos iguais.
Quem quer que tentasse defender a transmissão da identidade britânica era denunciado como racista, difamado e colocava o seu emprego em risco."
(Melanie Phillips, Londonistão)
http://acortenaaldeia.blogspot.com.br/2013/03/sobre-o-veneno-multiculturalista-nas.html
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