“A Irlanda é uma nação antiga com uma longa memória. Os católicos da Irlanda (católicos de verdade, não os Loucos Novus-Ordo) olham para Bergoglio e instintivamente dizem, ‘caçador de padres’. O fenômeno histórico do caçador de padres está entranhado na memória coletiva da Irlanda católica. Os caçadores de padres eram geralmente padres apóstatas pagos pelos protestantes ingleses que traíam os padres fiéis informando e testemunhando contra eles – para que fossem condenados por ‘traição’ e depois enforcados-arrastados e esquartejados-estripados (vivos).
Jorge Bergoglio prega uma religião sem fé sobrenatural e sem uma lei moral objetiva – uma religião que se opõe diretamente à autoridade do Deus revelador.
Os Papas Conciliares presidiram ao longo e prolongado deslizamento em direção à apostasia. Bergoglio, contudo, não tem sequer o pequeno núcleo da semente de mostarda de fé dos Papas Conciliares; daí ser ele o indicado pela Maçonaria para presidir à demolição controlada da Igreja Católica. Membros de alta hierarquia do Time Bergoglio já deixam saber discretamente que o sínodo de outubro será a ocasião de demolir o que resta da tradição católica na “Igreja conciliar”.
Então o Pagão Infiel rasgará sua máscara, o “Pontífice” se transformará no Caçador de Padres – e virá a provar-se que os católicos irlandeses tinham razão com a transição de Bergoglio de ‘Sumo Sacerdote’ para ‘Grande Lorde Executor’.”
(Pe. Paul Kramer, em postagem no Facebook)
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domingo, 8 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Pe. Kramer: Por que a renúncia de Bento XVI foi inválida

“Bento XVI explica:
O múnus do ofício petrino é duplo – ativo e passivo. O ministério ativo “agendo et loquendo” e o ministério passivo “patiendo et orando” ambos pertencem essencialmente ao múnus papal: "Bene conscius sum hoc munus secundum suam essentiam spiritualem non solum agendo et loquendo exsequi debere, sed non minus patiendo et orando."
Ele expressamente retém o exercício passivo do múnus, i.e o serviço passivo do ofício petrino: "Non porto più la potestà dell’officio per il governo della Chiesa, ma nel servizio della preghiera resto, per così dire, nel recinto di san Pietro."
Em 19 de abril de 2005, Bento assumiu o múnus, i.e o serviço do ofício petrino que é “para sempre”: "La gravità della decisione è stata proprio anche nel fatto che da quel momento in poi ero impegnato sempre e per sempre"; e sua decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério não revoga aquele: "La mia decisione di rinunciare all’esercizio attivo del ministero, non revoca questo."
É impossível para o papa renunciar apenas ao exercício ativo do ministério petrino e entregá-lo a um sucessor, pois seria o mesmo que tentar dividir um ofício que é indivisível. Daí que a tentativa do Papa Bento de dividir o papado, de acordo com a fórmula proposta por Karl Rahner de dividi-lo entre dois ou mais indivíduos, necessariamente resulta em um ato juridicamente inválido, pois o ofício do sumo pontífice não pode ser dividido da mesma maneira que o ofício episcopal é às vezes dividido em outra diocese entre o ordinário da diocese e um coadjutor com poder de governança.
O motivo por que isso é impossível é que o papa, em virtude da plenitudo potestatis de seu ofício, pode privar um ordinário de sua jurisdição e entregá-la a um coadjutor; ao passo que o ofício papal é indivisível – e portanto o ofício e seu poder de governança só podem residir totalmente em um sujeito que é o Pontífice Romano. A questão da indivisibilidade do ofício papal está resolvida na doutrina católica desde que Domenico Gravina deu a última palavra sobre a questão em 1610, que tem sido unânime e indisputada desde então.
“Ao Pontífice, enquanto uma e única pessoa, foi dado ser a cabeça” e “O Pontífice Romano por enquanto é um, portanto ele sozinho detém a infalibilidade.” – Domenico Gravina, O.P em De supremo Judice controv. Fidei et de Papae Infallib. em Decret. Fidei, Morum, etc, quaest. 1, apud Rocaberti, Bibliotheca Maxima Pontificia, 1695-99, tom viii, 392.”
(Pe. Paul Kramer, em postagem no Facebook)
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Pe. Paul Kramer sobre Fátima e o atual momento da Igreja
"Agora que aconteceu o que Malachi Martin previu a partir de seu conhecimento do 3º Segredo, "o colapso do centro" (i.e o colapso do centro do Cristianismo – o papado); a Maçonaria já está de posse do Vaticano sob o maçom Jorge Bergoglio, que é um herege manifesto e infiel (pois nega as verdades mais básicas sobre religião que pertencem à Lei Natural). O reinado de perfídia de Bergoglio foi previsto por São Francisco de Assis e Irmã Jeanne de la Nativité (Jeanne le Royer). Isto é apenas o começo dos horrores. A política ecumênica de Bergoglio de despojar o Catolicismo de seus ensinamentos doutrinais e morais segundo a agenda maçônica de criar um "Cristianismo sem dogmas" ecumênico (dogmenfreies Christentum) visa à destruição do Cristianismo. A isso se seguirá a Nova Religião, que será Pagã. Todas essas coisas estão descritas na profecia católica. A Igreja terá que descer às catacumbas. Haverá uma vacância da Sé Romana por 25 meses ou mais. Parecerá que a Igreja Católica desapareceu da face da terra. As palavras de Nossa Senhora a Melanie Calvat cumprir-se-ão, "Roma perderá a fé e se tornará a sede do Anticristo".
O bispo Cosme do Amaral exagerou usando a palavra "apenas", quando deveria ter usado a palavra "principalmente" quando disse que o Segredo tem a ver "apenas" com nossa fé. De fato, o Terceiro Segredo refere-se primeiramente à nossa fé: o ataque à nossa fé pelos que "governam os senhores do mundo", que tentarão impor a religião mundial única (sobre a qual São Pio X alertou em Notre charge apostolique); seqüestrando o papado e usando um papa falso para levar o mundo à apostasia da comunhão inter-religiosa (como representada nas visões de Anna Katharina Emmerich), que se fundará no Paganismo. O verdadeiro papa terá muito que sofrer, como Nossa Senhora revelou à Beata Elena Aiello e outros. O terceiro segredo fala especificamente de um "papa" que estará completamente sob o poder do diabo. Isso tem sido divulgado por múltiplas fontes. A mais notável delas foi o Pe. Malachi Martin, confidente do Cardeal Augustin Bea, que havia recebido o conteúdo do Segredo de Bea. Quando mencionei a Malachi que eu acreditava que o Segredo revelava que haveria um antipapa que seria um herege, Malachi me respondeu, "Ah, se fosse apenas isso!" Deste modo, o 3º Segredo não está exclusivamente focado na perda de fé apenas, mas fala de papas, guerra mundial, perseguição, etc (como alguns que leram o segredo divulgaram); e do governo mundial ímpio contra o qual Bento XV alertou em seu Motu Proprio Bonum Sane (25 de julho de 1920) e que será inaugurado após a derrota das potências da OTAN na Terceira Guerra Mundial.
Creio que o motivo pelo qual Ottaviani se opôs à publicação do Segredo de início foi devido às mesmas apreensões e reservas que Wojtyła & Ratzinger tiveram sobre o texto parecer minar o dogma da indefectibilidade da Igreja – daí, a relutância deles em publicar o Segredo. Contudo, quando Paulo VI começou a alterar radicalmente a liturgia da Missa, Ottaviani reviu seu posicionamento neste ponto, e contornou o juramento de sigilo com a revelação da assim chamada "versão diplomática" do 3º Segredo (que foi publicada em Neues Europa),e que divulga os principais pontos do Segredo, sem mencionar seus detalhes particulares.
Leão XIII não tinha tais apreensões doutrinais, ou preocupações sobre o seqüestro do papado minando o dogma da indefectibilidade. Ele o viu numa visão profética, e previu-o em uma oração que publicou na Raccolta (nº 407 se não me engano). O texto-chave da oração, que li nas versões originais latina e italiana, diz: "Os mais maliciosos inimigos têm enchido de amargura a Igreja, esposa do Cordeiro Imaculado, têm-lhe dado a beber absinto, têm posto suas mãos ímpias sobre tudo o que para Ela é mais sagrado. Onde foram estabelecidas a Sé do Beatíssimo Pedro e a Cátedra da Verdade como Luz para as Nações, eles têm erguido o Trono da Abominação e da Impiedade, de sorte que, ferido o Pastor, possa dispersar-se o rebanho.” Deste modo dar-se-á o cumprimento da escritura: Lamentações 4:12.
Como disse o Cardeal Ratzinger em 1984, "o que foi revelado no Segredo corresponde ao que tem sempre sido revelado em muitas outras aparições marianas" (citado de memória), e as aparições marianas mais comprovadamente autênticas e aprovadas revelam a terceira guerra mundial, a perseguição sangrenta à Igreja, e a falsa religião que os governentes ímpios impingirão ao mundo.
A consagração da Rússia transformará a Rússia no instrumento de Deus contra o império do mal e seu líder, cujo trono estará provavelmente localizado em Astana, Cazaquistão. No entanto, o movimento pela república universal com sua religião universal já está corporificado no Bergoglianismo, que é o motor especificamente planejado segundo a doutrina maçônica a fim de transformar politicamente o mundo, e espiritualmente transformar a Igreja de tal modo que os adapte e modifique para se encaixarem na Nova Ordem.
Notre charge apostolique poderia ter sido escrita hoje contra o Bergoglianismo com muito pouca modificação – de fato, com uma pequena modificação, poder-se-ia editá-la de tal maneira que pareceria ser diretamente contra os bergoglianistas. Cito completas as seções mais ominosas:
"35. Nous craignons qu’il n’y ait encore pire. Le résultat de cette promiscuité au travail, le bénéficiaire de cette action sociale cosmopolite ne peut être qu’une démocratie qui ne sera ni catholique, ni protestante, ni juive; une religion (car le sillonnisme, les chefs l’ont dit, est une religion) plus universelle que l’Église catholique, réunissant tous les hommes devenus enfin frères et camarades dans “le règne de Dieu”. – “On ne travaille pas pour l’Église, on travaille pour l’humanité.” (Tememos que ainda haja pior. O resultado desta promiscuidade em trabalho, o beneficiário desta ação social cosmopolita só poderá ser uma democracia, que não será nem católica, nem protestante, nem judaica; uma religião (porque o sillonismo, os chefes o afirmaram, é uma religião) mais universal do que a Igreja Católica, reunindo todos os homens tornados enfim irmãos e camaradas "no reino de Deus". – "Não se trabalha pela Igreja, trabalha-se pela humanidade".)
"36. Et maintenant, pénétré de la plus vive tristesse, Nous Nous demandons, vénérables Frères, ce qu’est devenu le catholicisme du Sillon. Hélas! lui qui donnait autrefois de si belles espérances, ce fleuve limpide et impétueux a été capté dans sa marche par les ennemis modernes de l’Église et ne forme plus dorénavant qu’un misérable affluent du grand mouvement d’apostasie organisé, dans tous les pays, pour l’établissement d’une Église universelle qui n’aura ni dogmes, ni hiérarchie, ni règle pour l’esprit, ni frein pour les passions et qui, sous prétexte de liberté et de dignité humaine, ramènerait dans le monde, si elle pouvait triompher, le règne légal de la ruse et de la force, et l’oppression des faibles, de ceux qui souffrent et qui travaillent." (E agora, penetrado da mais viva tristeza, perguntamo-Nos, Veneráveis Irmãos, aonde foi parar o catolicismo do Sillon. Ah! Ele, que dava outrora tão belas esperanças, esta torrente límpida e impetuosa foi captada em sua marcha pelos inimigos modernos da Igreja, e agora já não é mais do que um miserável afluente do grande movimento de apostasia organizada, em todos os países, para o estabelecimento de uma Igreja universal que não terá nem dogmas, nem hierarquia, nem regra para o espírito, nem freio para as paixões, e que, sob o pretexto de liberdade e de dignidade humana, restauraria no mundo, se pudesse triunfar, o reino legal da fraude e da violência, e a opressão dos fracos, daqueles que sofrem e que trabalham.)
(Fr. Paul Kramer, em postagem no Facebook de 21/05/2016)
O bispo Cosme do Amaral exagerou usando a palavra "apenas", quando deveria ter usado a palavra "principalmente" quando disse que o Segredo tem a ver "apenas" com nossa fé. De fato, o Terceiro Segredo refere-se primeiramente à nossa fé: o ataque à nossa fé pelos que "governam os senhores do mundo", que tentarão impor a religião mundial única (sobre a qual São Pio X alertou em Notre charge apostolique); seqüestrando o papado e usando um papa falso para levar o mundo à apostasia da comunhão inter-religiosa (como representada nas visões de Anna Katharina Emmerich), que se fundará no Paganismo. O verdadeiro papa terá muito que sofrer, como Nossa Senhora revelou à Beata Elena Aiello e outros. O terceiro segredo fala especificamente de um "papa" que estará completamente sob o poder do diabo. Isso tem sido divulgado por múltiplas fontes. A mais notável delas foi o Pe. Malachi Martin, confidente do Cardeal Augustin Bea, que havia recebido o conteúdo do Segredo de Bea. Quando mencionei a Malachi que eu acreditava que o Segredo revelava que haveria um antipapa que seria um herege, Malachi me respondeu, "Ah, se fosse apenas isso!" Deste modo, o 3º Segredo não está exclusivamente focado na perda de fé apenas, mas fala de papas, guerra mundial, perseguição, etc (como alguns que leram o segredo divulgaram); e do governo mundial ímpio contra o qual Bento XV alertou em seu Motu Proprio Bonum Sane (25 de julho de 1920) e que será inaugurado após a derrota das potências da OTAN na Terceira Guerra Mundial.
Creio que o motivo pelo qual Ottaviani se opôs à publicação do Segredo de início foi devido às mesmas apreensões e reservas que Wojtyła & Ratzinger tiveram sobre o texto parecer minar o dogma da indefectibilidade da Igreja – daí, a relutância deles em publicar o Segredo. Contudo, quando Paulo VI começou a alterar radicalmente a liturgia da Missa, Ottaviani reviu seu posicionamento neste ponto, e contornou o juramento de sigilo com a revelação da assim chamada "versão diplomática" do 3º Segredo (que foi publicada em Neues Europa),e que divulga os principais pontos do Segredo, sem mencionar seus detalhes particulares.
Leão XIII não tinha tais apreensões doutrinais, ou preocupações sobre o seqüestro do papado minando o dogma da indefectibilidade. Ele o viu numa visão profética, e previu-o em uma oração que publicou na Raccolta (nº 407 se não me engano). O texto-chave da oração, que li nas versões originais latina e italiana, diz: "Os mais maliciosos inimigos têm enchido de amargura a Igreja, esposa do Cordeiro Imaculado, têm-lhe dado a beber absinto, têm posto suas mãos ímpias sobre tudo o que para Ela é mais sagrado. Onde foram estabelecidas a Sé do Beatíssimo Pedro e a Cátedra da Verdade como Luz para as Nações, eles têm erguido o Trono da Abominação e da Impiedade, de sorte que, ferido o Pastor, possa dispersar-se o rebanho.” Deste modo dar-se-á o cumprimento da escritura: Lamentações 4:12.
Como disse o Cardeal Ratzinger em 1984, "o que foi revelado no Segredo corresponde ao que tem sempre sido revelado em muitas outras aparições marianas" (citado de memória), e as aparições marianas mais comprovadamente autênticas e aprovadas revelam a terceira guerra mundial, a perseguição sangrenta à Igreja, e a falsa religião que os governentes ímpios impingirão ao mundo.
A consagração da Rússia transformará a Rússia no instrumento de Deus contra o império do mal e seu líder, cujo trono estará provavelmente localizado em Astana, Cazaquistão. No entanto, o movimento pela república universal com sua religião universal já está corporificado no Bergoglianismo, que é o motor especificamente planejado segundo a doutrina maçônica a fim de transformar politicamente o mundo, e espiritualmente transformar a Igreja de tal modo que os adapte e modifique para se encaixarem na Nova Ordem.
Notre charge apostolique poderia ter sido escrita hoje contra o Bergoglianismo com muito pouca modificação – de fato, com uma pequena modificação, poder-se-ia editá-la de tal maneira que pareceria ser diretamente contra os bergoglianistas. Cito completas as seções mais ominosas:
"35. Nous craignons qu’il n’y ait encore pire. Le résultat de cette promiscuité au travail, le bénéficiaire de cette action sociale cosmopolite ne peut être qu’une démocratie qui ne sera ni catholique, ni protestante, ni juive; une religion (car le sillonnisme, les chefs l’ont dit, est une religion) plus universelle que l’Église catholique, réunissant tous les hommes devenus enfin frères et camarades dans “le règne de Dieu”. – “On ne travaille pas pour l’Église, on travaille pour l’humanité.” (Tememos que ainda haja pior. O resultado desta promiscuidade em trabalho, o beneficiário desta ação social cosmopolita só poderá ser uma democracia, que não será nem católica, nem protestante, nem judaica; uma religião (porque o sillonismo, os chefes o afirmaram, é uma religião) mais universal do que a Igreja Católica, reunindo todos os homens tornados enfim irmãos e camaradas "no reino de Deus". – "Não se trabalha pela Igreja, trabalha-se pela humanidade".)
"36. Et maintenant, pénétré de la plus vive tristesse, Nous Nous demandons, vénérables Frères, ce qu’est devenu le catholicisme du Sillon. Hélas! lui qui donnait autrefois de si belles espérances, ce fleuve limpide et impétueux a été capté dans sa marche par les ennemis modernes de l’Église et ne forme plus dorénavant qu’un misérable affluent du grand mouvement d’apostasie organisé, dans tous les pays, pour l’établissement d’une Église universelle qui n’aura ni dogmes, ni hiérarchie, ni règle pour l’esprit, ni frein pour les passions et qui, sous prétexte de liberté et de dignité humaine, ramènerait dans le monde, si elle pouvait triompher, le règne légal de la ruse et de la force, et l’oppression des faibles, de ceux qui souffrent et qui travaillent." (E agora, penetrado da mais viva tristeza, perguntamo-Nos, Veneráveis Irmãos, aonde foi parar o catolicismo do Sillon. Ah! Ele, que dava outrora tão belas esperanças, esta torrente límpida e impetuosa foi captada em sua marcha pelos inimigos modernos da Igreja, e agora já não é mais do que um miserável afluente do grande movimento de apostasia organizada, em todos os países, para o estabelecimento de uma Igreja universal que não terá nem dogmas, nem hierarquia, nem regra para o espírito, nem freio para as paixões, e que, sob o pretexto de liberdade e de dignidade humana, restauraria no mundo, se pudesse triunfar, o reino legal da fraude e da violência, e a opressão dos fracos, daqueles que sofrem e que trabalham.)
(Fr. Paul Kramer, em postagem no Facebook de 21/05/2016)
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014
O propósito do ensinamento infalível da Igreja
“Como sabia Atanásio que tinha razão? Sabia-o, porque se agarrou firmemente à definição infalível, sem se importar com o que pudessem dizer as outras pessoas. Nem todo o estudo do mundo nem os altos cargos podem sobrepor-se à verdade de um único ensinamento católico infalivelmente definido. Até o mais humilde dos Fiéis, ancorado a uma definição infalível, terá mais sabedoria que o teólogo mais “ilustrado” que a negue ou a corrompa. Este é todo o propósito do ensino da Igreja infalivelmente definido para nos tornar independentes das opiniões de simples homens, por mais estudiosos que sejam, por mais elevados que sejam os cargos que ocupam.”
(Pe. Paul Kramer, The Devil’s Final Battle)
(Pe. Paul Kramer, The Devil’s Final Battle)
sábado, 23 de agosto de 2014
Uma profecia sobre a destruição dos Estados Unidos
O Pe. Paul Kramer escreve em Fatima Crusader nº 82, página 11, "Sobre este ponto existe uma outra assombrosa profecia no século XIX que parece resumir o que se encontra no Terceiro Segredo. Não estou sugerindo que seja autêntica, mas ela se encaixa com o restante do quadro. Existe um livro escrito em francês, compilado por um padre na França de nome Pe. Fatteccelli ou Fatticioli. Não cheguei realmente a ler o texto, mas ouvi-o sendo lido em uma gravação de áudio. O nome do livro é Dia da Ira: A Mão de Deus sobre Um Império. As revelações foram feitas por um judeu armênio, um certo Zacarias, que mais tarde foi batizado católico. Esse livro, publicado no começo da década de 1850, contém revelações (feitas a Zacarias na década de 1840) que tratam das dimensões exatas de um império comunista, Rússia e China e seus satélites. Diz que haveria uma détente; que um pacto seria alcançado entre o Ocidente capitalista e o Oriente marxista.
Então, diz a profecia, os comunistas conquistariam o Ocidente, disparando seus mísseis – eles disparariam seus mísseis – e a palavra "mísseis" foi usada na década de 1840! Eles disparariam seus mísseis nos litorais da América do Norte – vindos da Rússia e da China – e o mundo ocidental seria levado à escravidão, após o que "o primogênito do inferno dominará o mundo". Repito, não estou dizendo que a profecia é autêntica, mas apenas que é consistente com a outra evidência que temos das grandes catástrofes previstas no Terceiro Segredo.
E esta profecia de Zacarias explicaria o que Malachi Martin disse no Show de Art Bell. Malachi disse que havia algo terrivelmente assustador no Terceiro Segredo – mais assustador que a Terceira Guerra Mundial. E a coisa assustadora a que Malachi Martin se referiu foi isto: depois que a Rússia vencer a guerra, parecerá que o demônio derrotou Cristo."
Então, diz a profecia, os comunistas conquistariam o Ocidente, disparando seus mísseis – eles disparariam seus mísseis – e a palavra "mísseis" foi usada na década de 1840! Eles disparariam seus mísseis nos litorais da América do Norte – vindos da Rússia e da China – e o mundo ocidental seria levado à escravidão, após o que "o primogênito do inferno dominará o mundo". Repito, não estou dizendo que a profecia é autêntica, mas apenas que é consistente com a outra evidência que temos das grandes catástrofes previstas no Terceiro Segredo.
E esta profecia de Zacarias explicaria o que Malachi Martin disse no Show de Art Bell. Malachi disse que havia algo terrivelmente assustador no Terceiro Segredo – mais assustador que a Terceira Guerra Mundial. E a coisa assustadora a que Malachi Martin se referiu foi isto: depois que a Rússia vencer a guerra, parecerá que o demônio derrotou Cristo."
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domingo, 5 de maio de 2013
Pe. Paul Kramer sobre a infalibilidade das canonizações
“A opinião de que as canonizações são infalíveis é um desenvolvimento moderno. Não é ensinamento oficial e obrigatório da Igreja que as canonizações sejam infalíveis – continua sendo uma opinião para uma questão aberta. Santo Tomás de Aquino diz que pode ser “crido piamente” que os canonizados são santos, e existe certeza moral de que são realmente santos quando os procedimentos jurídicos de canonização são seguidos do início ao fim no processo de canonização. Os padrões jurídicos e procedimentos foram parcialmente dispensados na canonização do fundador da Opus Dei, Escrivá – um santo de segunda classe, no máximo.
Apesar de tudo, ‘obrigatório’ e ‘infalível’ são duas coisas diferentes. O que é infalível é de fé católica e divina, deve ser acreditado com assentimento de fé. O que é simplesmente obrigatório, mas não infalivelmente obrigatório, é, de acordo com o ensinamento católico, apenas condicionalmente obrigatório; desta forma, se houver razões válidas para dúvida positiva em um caso particular, deve-se suspender o assentimento.
É no máximo condicionalmente obrigatório que um determinado santo canonizado seja realmente digno de santidade. Que a canonização seja infalível jamais foi estabelecido definitivamente pelo supremo magistério, ou pelo magistério universal e ordinário, e é portanto sem sombra de dúvida uma questão aberta na melhor das hipóteses, mas, em última análise, certamente ‘não infalível’.”
Apesar de tudo, ‘obrigatório’ e ‘infalível’ são duas coisas diferentes. O que é infalível é de fé católica e divina, deve ser acreditado com assentimento de fé. O que é simplesmente obrigatório, mas não infalivelmente obrigatório, é, de acordo com o ensinamento católico, apenas condicionalmente obrigatório; desta forma, se houver razões válidas para dúvida positiva em um caso particular, deve-se suspender o assentimento.
É no máximo condicionalmente obrigatório que um determinado santo canonizado seja realmente digno de santidade. Que a canonização seja infalível jamais foi estabelecido definitivamente pelo supremo magistério, ou pelo magistério universal e ordinário, e é portanto sem sombra de dúvida uma questão aberta na melhor das hipóteses, mas, em última análise, certamente ‘não infalível’.”
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O fim último do ecumenismo
“Um dos elementos mais perturbadores do movimento ecumênico é que mesmo os líderes de nossa Igreja parecem estar dentro de um nevoeiro, sem saber para onde estão se dirigindo.
O próprio Cardeal Ratzinger admitiu-o quando afirmou:
“... o fim de todo esforço ecumênico é alcançar a verdadeira unidade da Igreja... No presente momento, eu não me arriscaria a sugerir qualquer realização concreta, possível ou imaginária, desta futura Igreja... Estamos ainda em um estágio intermediário de unidade na diversidade.”
Essa afirmação é aterrorizante. Na essência, o que ele diz é: “Nós não sabemos para onde estamos indo”.
Perceba-se também que nenhum desses documentos ecumênicos, inclusive o Diretório de 1993, nos diz claramente qual é a construção final para onde tendem seus esforços. Dizem-nos que devemos nos envolver com o ecumenismo, mas jamais nos dizem como será essa futura Igreja ecumênica. Somos mantidos totalmente no escuro.
Em 1910, contudo, o Papa S. Pio X certamente não estava no escuro. Ele sabia exatamente o que estava sendo planejado. Quando Pio X condenou o Sillon, um movimento católico que defendia muitos dos erros modernos - em particular a respeito da unidade interdenominacional - , Pio X alertou que essa operação inteira era parte de
“... um grande movimento de apostasia organizado em todos os países para o estabelecimento de uma igreja mundial que não terá dogmas, nem hierarquia, nem disciplina para a mente, nem continência das paixões, e que, sob o pretexto de liberdade e dignidade humana, trará de volta ao mundo o reino de astúcia e força legalizadas, da opressão aos mais fracos e àqueles que mais trabalham e sofrem.”
São Pio X, um Papa realmente profético, previu isso em 1910.
E que temos hoje? Temos forças trabalhando abertamente pelo estabelecimento dessa igreja mundial da apostasia. E um dos maiores apóstolos dessa igreja mundial (que amalgama todas as religiões) é o chamado “teólogo católico” Hans Küng, um dos principais arquitetos da grande atualização ecumênica acontecida no Vaticano II. A igreja mundial da apostasia é a conclusão lógica do ecumenismo inter-religioso.”
(Pe. Paul Kramer, The Suicide of Altering the Faith in the Liturgy)
O próprio Cardeal Ratzinger admitiu-o quando afirmou:
“... o fim de todo esforço ecumênico é alcançar a verdadeira unidade da Igreja... No presente momento, eu não me arriscaria a sugerir qualquer realização concreta, possível ou imaginária, desta futura Igreja... Estamos ainda em um estágio intermediário de unidade na diversidade.”
Essa afirmação é aterrorizante. Na essência, o que ele diz é: “Nós não sabemos para onde estamos indo”.
Perceba-se também que nenhum desses documentos ecumênicos, inclusive o Diretório de 1993, nos diz claramente qual é a construção final para onde tendem seus esforços. Dizem-nos que devemos nos envolver com o ecumenismo, mas jamais nos dizem como será essa futura Igreja ecumênica. Somos mantidos totalmente no escuro.
Em 1910, contudo, o Papa S. Pio X certamente não estava no escuro. Ele sabia exatamente o que estava sendo planejado. Quando Pio X condenou o Sillon, um movimento católico que defendia muitos dos erros modernos - em particular a respeito da unidade interdenominacional - , Pio X alertou que essa operação inteira era parte de
“... um grande movimento de apostasia organizado em todos os países para o estabelecimento de uma igreja mundial que não terá dogmas, nem hierarquia, nem disciplina para a mente, nem continência das paixões, e que, sob o pretexto de liberdade e dignidade humana, trará de volta ao mundo o reino de astúcia e força legalizadas, da opressão aos mais fracos e àqueles que mais trabalham e sofrem.”
São Pio X, um Papa realmente profético, previu isso em 1910.
E que temos hoje? Temos forças trabalhando abertamente pelo estabelecimento dessa igreja mundial da apostasia. E um dos maiores apóstolos dessa igreja mundial (que amalgama todas as religiões) é o chamado “teólogo católico” Hans Küng, um dos principais arquitetos da grande atualização ecumênica acontecida no Vaticano II. A igreja mundial da apostasia é a conclusão lógica do ecumenismo inter-religioso.”
(Pe. Paul Kramer, The Suicide of Altering the Faith in the Liturgy)
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