terça-feira, 25 de outubro de 2011

Profecias de São Francisco de Assis sobre o fim do mundo

“Pouco antes de morrer, São Francisco de Assis convocou seus seguidores e os alertou de problemas vindouros, dizendo:
Célere se aproxima o tempo no qual haverá grandes provas e aflições; perplexidades e discórdias, tanto espirituais como temporais, virão em abundância; a caridade de muitos esfriará, enquanto a malícia dos ímpios aumentará.
Os demônios deterão um poder incomum; a imaculada pureza de nossa Ordem, e de outras, será tão enegrecida que bem poucos cristãos ainda obedecerão ao verdadeiro Pontífice Soberano e à Igreja Romana com corações leais e caridade perfeita. Na época dessa tribulação, um homem não canonicamente eleito será elevado ao Pontificado, que, com sua astúcia, empenhar-se-á em levar muitos ao erro e à morte.
Então escândalos se multiplicarão, nossa Ordem se dividirá, e muitas outras serão totalmente destruídas, porque aprovarão o erro ao invés de combatê-lo.
Haverá uma tal diversidade de opiniões e cismas entre as pessoas, os religiosos e o clero, que, se aqueles dias não fossem abreviados, segundo as palavras do Evangelho, até os eleitos seriam levados ao erro, se não fossem guiados, em meio a tão grande confusão, pela imensa misericórdia de Deus.
Então nossa Regra e nosso modo de vida serão violentamente combatidos por alguns, e provas terríveis virão contra nós. Os que permanecerem fiéis receberão a coroa da vida; mas ai dos que, confiando somente em sua Ordem, caírem em mornidão, pois não serão capazes de suportar as tentações permitidas como teste para os eleitos.
Os que perseverarem em seu fervor e mantiverem sua virtude com amor e zelo pela verdade sofrerão injúrias e perseguições como rebeldes e cismáticos; pois seus perseguidores, instigados por espíritos malignos, dirão que prestam um grande serviço a Deus eliminando aqueles homens pestilentos da face da terra; mas o Senhor será o refúgio dos aflitos, e salvará todos que nEle confiarem. E a fim de se assemelharem a seu Mestre [Cristo], esses eleitos agirão com total confiança e com sua morte obterão para si mesmos a vida eterna; escolhendo obedecer a Deus e não aos homens, eles não terão medo de nada e preferirão perecer a aprovar a falsidade e a perfídia.
Alguns pregadores manterão silêncio sobre a verdade, e outros a calcarão sob os pés e a negarão. A santidade de vida será desprezada até pelos que exteriormente a professam, pois naqueles dias Jesus Cristo lhes dará não um verdadeiro pastor, mas um destruidor.”
(Works of the Seraphic Father St. Francis of Assisi)

sábado, 22 de outubro de 2011

Oração a Nossa Senhora da Defesa

“Oh! Nossa Senhora da Defesa, virgem poderosa, recorro a Vossa proteção contra todos os assaltos do inimigo, pois Vós sois o terror das forças malignas.
Eu seguro no Vosso manto santo e me refugio debaixo dele para estar guardado, seguro e protegido de todo o mal.
Mãe Santíssima, Refúgio dos pecadores, Vós recebestes de Deus o poder para esmagar a cabeça da serpente infernal e com a espada levantada afugentar os demônios que querem acorrentar os filhos de Deus.
Curvado sob o peso dos meus pecados, venho pedir a Vossa proteção hoje e em cada dia da minha vida, para que, vivendo na luz do Vosso filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, eu possa, depois desta caminhada terrena, entrar na pátria celeste. Amém.”

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Montanismo, antepassado do carismaticismo

Montano nascera numa vila asiática, nos confins da Mísia e da Frigia. Comovera-se com as passagens do Evangelho de São João tratando da vinda do Espírito Santo sobre Jesus. Seu próprio espírito se entusiasmou a ponto de se julgar o órgão do Espírito Santo, prometido por Cristo. Dizia que, com ele, começaria nova era, nova revelação. Falava com a certeza de um demente: “Vim, não como anjo ou mensageiro, mas como o próprio Deus Pai.” “Sou o Pai, o Filho e o Paráclito.” “Vede, o homem é como lira e eu sou o arco; o homem dorme e eu velo; vede, é o Senhor que lança os corações dos homens no êxtase e que dá coração aos homens.”
Pessoalmente, parecia estar sempre numa espécie de êxtase. Não tardou a conquistar duas mulheres para a sua doutrina. Eram Prisca e Maximila. Também tiveram êxtases, durante os quais profetizavam. Os bispos da vizinhança tentaram reconduzi-las ao bom senso, por meio de exorcismos canônicos. Em vão. Então a seita foi excomungada porque tentava substituir a autoridade da hierarquia pela inspiração direta.
Os montanistas professavam especialmente o milenarismo. Segundo esse erro, em breve, Cristo estabeleceria, por mil anos, o reino predito no Apocalipse. A seita, em previsão do acontecimento, pregava grande rigorismo moral que seduzia até um Tertuliano, único grande nome de que o montanismo pode se orgulhar, ainda que a seita haja subsistido até o século VIII, principalmente no Oriente.”
(Mons. Léon Cristiani, Brève Histoire des Hérésies)

Tradução de José Aleixo Dellagnelo

sábado, 15 de outubro de 2011

Karl Marx e o Manifesto Comunista

“A reputação de Karl Marx fica de pé ou desaba com seu Manifesto. Poucas pessoas chegaram a ler Das Kapital. Menos ainda o entenderam. Diz-se do Manifesto, contudo, que é o maior best-seller de todos os tempos, superando até mesmo a Bíblia.
O Manifesto não foi uma irrupção espontânea por parte de Marx após sua abaladora descoberta de que nada havia no mundo senão matéria em movimento. Karl Marx recebeu uma encomenda de um grupo autodenominado de “Liga dos Justos” para escrever o Manifesto. Foi trabalho dele mesmo e de Engels. Todas as idéias nele contidas já estavam em circulação há mais de setenta anos. Elas se originam de Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, na década de 1770. Foi ele que afirmou pela primeira vez, audaciosa e agressivamente, que os fins justificam os meios. A Liga dos Justos era gente de Weishaupt. Marx e Engels foram contratados para juntar todas aquelas idéias numa linguagem que inspirasse e sublevasse as massas. Nesse terreno Marx era um mestre.
O Manifesto compõe-se de dez passos, cada um destinado a conduzir a humanidade a um verdadeiro paraíso sobre a terra.
A família é a pedra fundamental da sociedade. Se não houvesse unidades familiares não haveria nada por que viver, mas Karl queria abolir a família e fazer das mulheres propriedade do estado a ser nacionalizado. Uma proposta estranha de quem sempre foi tão próximo de sua própria família.
A religião, dizia Marx, era o ópio do povo.
Não deveria ser necessário refutar uma afirmação tão extraordinária exceto para mencionar uma pequena fração das coisas que se produzem por inspiração religiosa. As grandes catedrais e monastérios da Europa foram construídos principalmente por meio de trabalho voluntário; estariam os voluntários sob o efeito do ópio? São Tomás Morus deitou a cabeça num bloco de pedra porque estava drogado? Santo Agostinho teria a dizer: “Eu absorvi o sumo de todo prazer, oh, vaidade das vaidades, tudo é vaidade,” e ainda, “Se jamais tive sucesso em alguma coisa, foi por ter-me posto sobre os ombros de gigantes.” Ele precisou de ópio para escrever suas Confissões e A Cidade de Deus?
São João Bosco, contemporâneo de Marx, nasceu em 1815 de pais pobres na Itália do norte. Enquanto Karl gastava seus dias planejando a revolução e o derramamento de rios de sangue humano, formulando suas leis socialistas, João Bosco estava mendigando e construindo, coletando as crianças de rua abandonadas pela sociedade. Primeiro elas vinham de uma em uma, depois aos pares, às dezenas, centenas e milhares. Para crianças de rua sem lar e sem pais, ele se tornou um pai. Ele as abrigava e alimentava, educava-as e ensinava-lhes ofícios para que pudessem depois sobreviver por si mesmas. Hoje em dia seus seguidores estão espalhados por todo o mundo livre e são totalmente dedicados ao mesmo ideal elevado.
Hoje em Bombay, por exemplo, apenas um dos filhos de Dom Bosco, Padre Maschio, em exílio voluntário de sua Itália nativa desde os 15 anos de idade, toma conta do seguinte: Em apenas um orfanato para rapazes, 1.500 jovens foram resgatados das ruas; em seu Lar de São José, crianças recém-nascidas, encontradas abandonadas sobre as calçadas, e até mesmo nos camburões de lixo da cidade, são recolhidas. No Lar de Santa Catarina, irmãs auxiliadas pelo Pe. Maschio salvaram a vida de 4.000 crianças. Os rapazes aprendem ofícios e são procurados por suas habilidades. Dos 200.000 leprosos de Bombay, o Pe. Maschio provê comida, remédios e outros cuidados para 8.000 deles. Esse é o trabalho de apenas uma casa religiosa de João Bosco em apenas uma cidade. O padrão se repete onde quer que haja necessidade mundo afora.
Madre Teresa de Calcutá, melhor conhecida por aqui, faz o mesmo trabalho. Quem a acusaria de estar fazendo isso sob o efeito de algum tipo de magia?
Um comentarista notou que na Índia encontrou missionários de todas as denominações tratando das feridas dos velhos e dos enfermos e de todos os párias da sociedade, mas em canto nenhum jamais encontrou um socialista tratando das feridas de alguém. Eles gostam de fazer leis cuja observância impõem aos outros, mas não tocam nos leprosos nem nos exércitos dos excluídos.
Marx recomendou a centralização do crédito nas mãos do estado por meio de um banco nacional com capital estatal, dando-lhe monopólio exclusivo. Monopólio significa poder, poder sobre o povo. O setor bancário é para especialistas. Isso daria aos especialistas um monopólio. Era o que queria a Liga dos Justos que contratou e pagou Karl para escrever o Manifesto. O poder que já detinham eles o queriam absoluto. Desde a fundação do Banco da Inglaterra em 1694, em seguida à Batalha do Boyne, as sociedades secretas sempre agiram para fazer dos governos seus títeres, pela imposição de altas taxas de juros. A centralização do crédito significaria um poder financeiro absoluto para essas sociedades secretas.
Em seguida Marx propôs um pesado imposto de renda progressivo ou gradual. Pergunta-se: para qual propósito? Ora, para ser usado nas dívidas enormes que os empregadores de Karl pretendiam criar e atar às costas dos trabalhadores.
Deve ser ressaltado que o sistema de produção é tão dinâmico, graças ao contínuo aperfeiçoamento de todo tipo de maquinaria, até a do chip de silicone, que todas nossas exigências podiam ser satisfeitas pela força de trabalho por dois ou três dias na semana. Não há necessidade de trabalhar à noite ou ter dois empregos, ou que as esposas e mães se afastem de suas famílias, somente para sua sobrevivência. Hoje em dia, pelo menos dois dias de trabalho por semana servem apenas para pagar impostos, pagar o pesado imposto de renda progressivo ou gradual de Karl. De algum modo o dinamismo da máquina tinha que ser combatido. Que seria melhor que um pesado imposto de renda progressivo ou gradual? Significa que todos trabalham para o estado, e todos têm sua própria ficha, que é uma versão sutil, mas ainda assim poderosa, do estado policial. E todo o trabalho serve apenas para pagar juro sobre dinheiro que custa originalmente apenas o papel e a tinta com que é escrito.
Marx queria que todo tipo de propriedade fosse do estado. Então para qual propósito, pode-se perguntar, deveria haver um pesado imposto de renda progressivo e gradual? Para onde isso iria? Quem se beneficiaria disso? Marx sabia, mas tinha prostituído seus talentos e escrevia o que lhe ordenavam.
Marx queria confiscar a propriedade de todos os emigrantes e rebeldes. Como era ele mesmo um emigrante e um rebelde, é de se imaginar como reagiria se uma parte de sua propriedade fosse confiscada em sua Alemanha natal, ou até a de seus muitos parentes sobre os quais ele mantinha vigilância constante para ver o que poderia herdar, pois tinha em seu coração muito apreço por heranças.
Karl colocaria os meios de transporte e de comunicação nas mãos do estado. Isso vem direto do programa dos Illuminati de Weishaupt. Imagine só todo jornal e revista, toda estação de rádio e de TV sob controle do estado. Isso não seria lavagem cerebral? Seria isso o que homens livres desejam? “Dê-me liberdade ou dê-me a morte” foi o grito do patriota americano Patrick Henry. Karl tomaria de todos a liberdade que lhe permitia dizer o que quisesse na Grã-Bretanha onde ele tinha liberdade ilimitada, e onde podia viver entre os dez por cento mais ricos da sociedade sem jamais ter trabalhado um dia sequer.
Karl propunha o dever igual de todos ao trabalho e o estabelecimento de exércitos industriais, especialmente para a agricultura. É de pasmar que alguém que intransigentemente se recusava a trabalhar um dia sequer para sustentar a própria família quisesse alistar o restante da humanidade, homens e mulheres, em um enorme exército industrial, que iriam para onde fossem enviados e fariam o que lhes fosse ordenado, sem que importasse quão desagradável ou inadequado fosse esse trabalho para o indivíduo em questão.
As sociedades secretas vinham planejando uma revolução sangrenta de um modo completamente organizado desde que Adam Weishaupt fundou os Illuminati. A tarefa de Karl era fornecer a justificação teórica para a conquista de um país após outro usando métodos de barbarismo inaudito, e o estabelecimento neles de regimes baseados na escravidão, no terror e no ateísmo. Ele falava das inevitáveis forças da história que ocasionavam certos resultados, mas em todo país onde os resultados que ele propunha se realizaram não foi assim que aconteceu. Eles aconteceram por meio da fraude e do terror levados a cabo por uma pequena facção de homens altamente treinados na arte da revolução, que tinham acesso a fundos ilimitados fornecidos pelos descendentes dos financiadores de Karl.
O Manifesto é uma extensão direta do esquema diabólico posto em movimento por Weishaupt em 1776. Examinando-se os documentos dos Illuminati que foram descobertos pelo governo da Baviera, Karl Marx aparece exatamente como o tipo de pessoa sugerida por Weishaupt para ser recebida e utilizada no círculo mais íntimo de sua grande conspiração. Isso causaria o que ele chamava de Nova Ordem Mundial, que nada mais era do que o controle completo sobre toda a raça humana. Para esse fim tanto a religião como a vida nacional deveriam deixar de existir para “fazer da raça humana uma família boa e feliz.
Weishaupt tinha freqüentado uma escola de jesuítas. Reconhecendo a eficiência de seus métodos, ele decidiu imitá-los, enquanto propunha-se a si mesmo perspectivas diametralmente opostas. Disse: “O que esses homens têm feito por altares e impérios, por que não deveria eu fazer contra altares e impérios? Pela atração dos mistérios, das lendas, dos peritos, por que não deveria eu destruir no escuro o que eles ergueram à luz do dia?” Os peritos se iniciariam passo a passo nos mistérios mais elevados – e a maior cautela seria exercida para não revelar aos noviços doutrinas que pudessem revoltá-los... Nem seria admitido antagonismo a religião. Cristo seria, ao invés, representado como o primeiro autor do Iluminismo.
Quando o perito se iniciasse nos graus mais elevados ser-lhe-ia revelado o segredo completo da Ordem. Uma parte do discurso diz: “Eis nosso segredo... Se com a finalidade de destruir todo o Cristianismo, todas as religiões, nós fazíamos crer termos a única religião verdadeira, lembre-se de que os fins justificam os meios, e que os sábios devem usar de todos os meios para fazer o bem que os maus usam para fazer o mal.
Os objetivos dos Illuminati podem ser resumidos como se segue:
1 – Abolição da monarquia e de todos os governos ordenados;
2 – Abolição da propriedade privada;
3 – Abolição da herança;
4 – Abolição do patriotismo;
5 – Abolição da família (casamento e toda moralidade) e a instituição da educação comunal das crianças;
6 – Abolição de qualquer religião.
Isso formava um programa inaudito em toda a história da civilização.
Do Manifesto o Prof. Hearnshaw tem a dizer:
“Ele propunha um cenário de vingança, destruição e devastação sanguinária – a derrubada e humilhação de tronos, aristocracias, e acima de tudo da odiada burguesia – que atraía irresistivelmente as paixões de inveja, ódio e malícia que excitavam Marx e seus colaboradores com fúria fanática e diabólica. A energia e o vigor do Manifesto Comunista são a energia demoníaca do louco possuído pelos espíritos malignos do ciúme, ganância e luxúria pelo poder, e a insana fome de vingança quanto a erros imaginários.”
O Manifesto de Marx e o de Weishaupt são tão idênticos que não pode haver nenhuma dúvida na mente de qualquer pessoa razoável de que Marx foi empregado pelos Illuminati para redigir o Manifesto.
As ligações de Marx com os Illuminati raramente são mencionadas porque o objetivo maior de uma sociedade secreta é permanecer secreta. Essas pessoas não querem aparecer nas manchetes. Essas trivialidades eles deixam para seus peões.
O Rev. Clarence Kelly diz, em “Conspiração contra Deus e o Homem”, que “Exceto por algumas modificações ditadas pelas condições mutáveis nas esferas política e econômica, pode-se afirmar sem erro que Weishaupt foi um comunista no significado moderno da palavra. Mas dada a seqüência de eventos, é mais certo e apropriado dizer que os comunistas são iluministas – como veremos quando compararmos o Iluminismo com o Comunismo em relação à natureza do governo em três pontos essenciais de doutrina que se encontram no coração dessas ideologias. Não obstante certos incidentes não essenciais, veremos que a identidade entre Iluminismo e Comunismo mostra-os como uma única ideologia.
Os três pontos de doutrina são:
1. Anarquismo, i.e a teoria de que o governo é por sua própria natureza intrinsicamente mal e não deveria existir.
2. Totalitarismo, i.e a teoria de que é essencial estabelecer uma ditadura universal a fim de acarretar as condições nas quais toda autoridade civil e eclesiástica será abolida.
3. O “desvanecimento” da ditadura, i.e a teoria, fabricada para fins de propaganda, de que a ditadura totalitária irá automaticamente se desvanecer tão logo todos os governos estejam sob controle, e todos os advogados da autoridade civil legítima, junto com os restos de sua influência, sejam exterminados.

Na edição alemã de 1872 do Manifesto Comunista, Marx e Engels escreveram:
A Liga Comunista ... que obviamente só poderia ser uma liga secreta sob as condições do momento, encomendou aos abaixo assinados (Marx e Engels), em congresso realizado em Londres em novembro de 1847 (quando ainda era uma sociedade secreta), a composição, para publicação, de um programa teórico e prático para o partido. Essa foi a origem do presente Manifesto, cujo manuscrito viajou para Londres, a fim de ser impresso poucas semanas antes da revolução de fevereiro.
E na introdução ao Manifesto Comunista, citando Marx, lemos:
O Manifesto foi publicado como plataforma da Liga Comunista ... (que era) antes de 1848 inevitavelmente uma sociedade secreta.
Por que Marx é então considerado como o Pai do Comunismo, e louvado em toda a literatura comunista como sendo um grande pensador original?”
(Deirdre Manifold, Karl Marx: True or False Prophet?)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

As origens judaico-maçônicas de Nostra Aetate e Dignitatis Humanae

“É historicamente certo que a "Nostra Aetate" foi preparada por Jules Isaac, hebreu ateu filo-comunista, com ajuda da B’nai B’rith (a maçonaria judaica) do qual era membro (como declarou, aos 16 de novembro de 1991, por ocasião da premiação do Cardeal Decourtray, Marc Aron, presidente da "B.B." francesa) e do Cardeal Agostino Bea, assistido pelo Pe. Paul Démann, hebreu "convertido" e pelo Pe. Jean de Menasce (idem). O acordo entre Jules Isaac e Papa Roncalli foi organizado pela "B.B." e por alguns políticos social-comunistas (J. Madiran, "Itineraires" III, setembro de 1990, pg. 3, nota 2). Um outro artífice da "Nostra Aetate" foi Nahum Goldman, presidente do "Congresso Mundial Hebraico", que preparou também o rascunho da "Dignitatis Humanae", sobre a liberdade religiosa. Os documentos foram apresentados por Goldman junto a Label Katz (ele também da "B.B."), em nome da "Conferência Mundial das Organizações Hebraicas". Então, "Nostra Aetate" e "Dignitatis Humanae" foram preparadas, materialmente, pela maçonaria hebraica. Dulcis in fundo, o rabino Abraham Heschel colaborou intensamente com Bea e companhia na elaboração da "Nostra Aetate". Tudo isto foi revelado pelo israelita Lazare Landau ("Tribune Juive", n.º 903, janeiro de 1986, e n.º 1001, dezembro de 1987), que escreve: "No inverno de 1962, os dirigentes hebreus receberam em segredo, no subsolo da sinagoga de Estrasburgo, o Pe. Yves Congar, encarregado por Bea e Roncalli de nos perguntar o que esperávamos da Igreja, às vésperas do Concílio (…). A nossa completa reabilitação, foi a resposta" (J. Madiran, "Itinéraires", outono de 1990, III, pg. 1-2).”
(Don Curzio Nitoglia, Caso Williamson, Vaticano II e Giudaismo)

http://farfalline.blogspot.com/2011/09/caso-williamson-o-vaticano-ii-e-o.html

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pe. James Schall e as perseguições legais à Igreja

“Escolas de direito, advogados e políticos católicos mostraram-se inúteis ou até mesmo cúmplices no processo pelo qual os “direitos humanos” são usados para, um passo aparentemente lógico após outro, eliminar os católicos da vida pública. Muito já aconteceu. Os “católicos” que são o alvo principal são os que defendem e vivem os ensinamentos centrais de razão e de fé. Os que não o fazem pouco importam.
Analisando uma nova determinação do Ministério da Saúde dos EUA relativa à disponibilidade de abortos, anticoncepcionais e outros itens, o bispo auxiliar de Washington, Barry Knestout, escreveu:
Ao implementar a nova lei de reforma dos serviços de saúde, o MS emitiu uma determinação que exige dos planos nacionais de saúde privados a cobertura da contracepção e da esterilização como “serviços de prevenção” para mulheres. A determinação inclui abortivos que têm a capacidade de interromper uma gravidez de poucas semanas. O governo federal nunca tinha exigido de planos de saúde privados que incluíssem essa cobertura.
A Comissão de Direitos Humanos do Distrito de Columbia interferiu na política de dormitórios de mesmo sexo para universitários da Universidade Católica da América. Essa política foi considerada “discriminação sexual”, não permitida no Distrito. Essa e outras iniciativas governamentais são apenas o começo.
Está quase tudo pronto para uma perseguição legal da Igreja em grande escala, totalmente forjada sob a égide da proteção governamental aos “direitos humanos”. O significado de “direito” é definido pelo próprio governo em nome da “liberdade” e da “igualdade”. Isso talvez pareça nobre mas, como disse Platão, “Os pedidos dos soberanos trazem junto a coação”. Esse conselho vale também para os soberanos democráticos.
O World News Daily de 17 de setembro noticia que o PayPal está investigando fontes cristãs na internet que estariam envolvidas em “linguagem de ódio” devido às suas críticas de certas atividades gays. Abordar esse problema não é mais a afirmação do “direito de livre expressão”, mas um assunto de investigação estatal. Alguns ensinamentos centrais do Cristianismo serão proibidos por lei como ameaças aos “direitos humanos”.
Pode-se prever uma situação análoga à da China: uma igreja “oficial” separada que segue as leis do governo e uma igreja subterrânea que ainda mantém as verdades centrais de razão e de fé. Pode-se suspeitar que o grau de ódio à Igreja é mais disseminado e profundo do que gostaríamos de admitir. A situação, contudo, não é muito diferente daquela sobre a qual as Escrituras já nos alertaram.
As coisas mudam tão rapidamente que muitas vezes fica difícil avaliar seu alcance. Com a legalização dos “casamentos” do mesmo sexo, como são equivocadamente chamados, nos quais crianças são adotadas, teremos determinações para educá-las em escolas católicas como se não houvesse nenhum problema. As crianças, privadas de mãe ou de pai por lei, serão apresentadas como provenientes de famílias “normais”. Alguns escritores já sugeriram que, se os pais ensinarem a seus filhos que existem problemas na vida homossexual ou na adoção de crianças por homossexuais, serão investigados por “abuso de crianças”.
Os próprios casos de abuso infantil já mostraram como debilitar a estabilidade financeira da Igreja. Além da devida investigação dos malfeitores, os procedimentos legais permitiram que advogados fizessem fortuna com os recursos da Igreja. Ironicamente, pois a maioria desses abusos tinha origem na homossexualidade, não na pedofilia, à Igreja como um todo se exige, por um lado, pagar pelos abusos e, por outro, se lhe proíbe dizer que algo esteja errado com essa forma de vida.
A debilitação legal da família, enquanto união natural e favorecida de marido e mulher, já está bastante avançada. O aborto é um “direito” estabelecido. Poucos são os que realmente se importam com as crianças abatidas aos milhões. A oposição a esse sistema é considerada “inumana” e, de novo ironicamente, “contra as mulheres”. O que se define hoje como “humano” é somente um assunto da lei civil. O relativismo é a religião oficial do estado, mantida pela força.
Ao contrário de outras igrejas que acabaram por se curvar diante do estado nessas questões, a Igreja Católica está geralmente isolada. Nisso ela tem-se mostrado de forma “brilhante”. Essa degradação do ser normal do homem tem-se realizado em nome dos “direitos humanos” na própria linguagem que a Igreja insistiu em usar a fim de proteger a vida humana e a família.
O bispo Knestout sugeriu o envio de mensagens eletrônicas ao Ministério da Saúde como protesto contra a imposição pelo governo federal de tais padrões aos católicos. O problema é na verdade muito mais profundo. Talvez os bispos devessem ir preparando as pessoas para perseguições muito mais confiantes e agressivas, das quais a fase jurídica é apenas a primeira.
As garantias constitucionais da liberdade de expressão, do livre exercício de religião e do governo limitado não têm mais tanto peso contra as ideologias “democráticas” enraizadas, algo que tanto João Paulo II como Bento XVI previram. Não há dúvida que poucos de nós gostamos de pensar assim da América. Nós nos lembramos dos bispos poloneses de antes de 1939. Mas nossa “invasão” não vem de fora. Ela vem de dentro de nossas almas, como vêm todas as desordens de governo.”
(Pe. James Schall, S. J, Legal Persecution)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Quando a obediência se torna cumplicidade

“Refere o padre Manoel Bernardes (+1710), em seu livro “Luz e Calor”, que, no ano de 1148, foi condenado um herege da Bretanha, chamado Eon, o qual a seus discípulos e sequazes impunha belos nomes de virtudes: a este chamava Sabedoria, àquele Prudência, a outro Justiça, etc.
Do modo semelhante procede o demônio: gosta de ocultar suas obras sob títulos honrosos e iludir os homens fazendo-os confundir vício e virtude, erro e verdade.
E assim, “na noite da ignorância humana, neste confuso século, muitas obras parecem virtuosas e partos sobrenaturais da graça, que na verdade são vícios, ou, quando menos, puramente efeitos da natureza” (Pe. Bernardes).
De modo especial, nos tempos atuais, uma das virtudes que mais têm sido falsificadas pelo maligno é a obediência.
Sem dúvida alguma, a verdadeira obediência é de um valor incomparável, sobretudo a obediência às autoridades da Igreja.
Mas, não é verdadeira virtude a obediência a ordens más, ou seja, que contradigam a Fé ou a Moral católica.
Quando os Santos e autores espirituais nos recomendam ter uma obediência cega a nossos superiores, estão se referindo a sermos cegos ao amor próprio, ao comodismo, às razões puramente naturais, etc., jamais recusando obedecer por causa destas coisas. Nunca, porém, se pode ser cego à Fé e à Moral, e obedecer ainda que passando por cima do que estas mandam ou proíbem.
Em outras palavras, a obediência não nos exime da responsabilidade sobre nossos atos.
Se alguma autoridade nos ordena algo que seja reprovável, deve-se obedecer antes a Deus que aos homens” (At V, 29).
Ensina São Bernardo de Claraval:
Aquele que faz o mal sob o pretexto de obediência, faz antes um ato de rebeldia do que de obediência”.
E São Tomás de Aquino:
Nenhum preceito tem força de lei a não ser por sua ordem ao bem comum.” – “Toda lei se ordena para a comum salvação dos homens e somente daí tem força e razão de lei, e, na medida em que falta a isso, não tem força de obrigar” (I-IIae., q. 90 e 96, a 6).
E também São Francisco de Sales:
Muitos se enganaram redondamente (...) os quais julgaram que ela (a obediência) consistia em fazer a torto e a direito tudo o que nos pudesse ser mandado, ainda que fosse contra os mandamentos de Deus e da Santa Igreja” (Entretiens Spirituels, c. XI).
Diz ainda o Papa São Félix III (+492):
É aprovar o erro não lhe resistir, é sufocar a verdade não a defender (...) Todo aquele que deixa de se opor a uma prevaricação manifesta pode ser tido como um cúmplice secreto” (citado por Leão XIII, em sua carta aos bispos italianos, de 8/XII/1892).
E a Declaração Coletiva dos Bispos alemães, confirmada pelo Beato Papa Pio IX, diz o seguinte:
A Igreja Católica não é uma sociedade na qual é aceito aquele princípio imoral e despótico pelo qual se ensina que a ordem do superior em qualquer caso exime (os súditos) da responsabilidade pessoal” (Denz. Sch. 3116).
Completa Leão XIII:
Desde que falta o direito de mandar ou o mandato é contrário à razão, à Lei eterna, à autoridade de Deus, então é legítimo desobedecer aos homens a fim de obedecer a Deus” (Encíclica Libertas Praestantissimum, n.15).
Logo, a obediência não pode ser desculpa para se aceitar ser cúmplice dos crimes que nestes tempos, muito infelizmente, a cada dia se cometem em nossas paróquias e dioceses, sob a benção de maus pastores.
Coisas erradas contrárias à Fé e à tradição, como a missa protestantizada de Paulo VI, a prática da comunhão na mão, os absurdos da RCC e da teologia da libertação, as aberrações litúrgicas, os cultos ecumênicos, etc...
Numa palavra: não é válido, em nome de uma obediência mal compreendida, cooperar com a “auto-demolição da Igreja”, com a propagação da “fumaça de satanás” que “penetrou no Templo de Deus”, segundo a expressão do próprio Paulo VI.
E ainda que as nocivas inovações do Concílio Vaticano II tenham sido aprovadas pelos últimos Papas, isto também não significa que devam ser obedecidas de olhos fechados.
O Papa é infalível, quando fala ex cathedra.
Mas não fala ex cathedra a todo momento.
E não falando ex cathedra pode perfeitamente errar.
E é fato histórico que nenhuma das inovações originadas do Vaticano II foi proclamada ex cathedra por Papa algum.
Logo podem perfeitamente estar erradas.
E realmente estão erradas, e não podem ser obedecidas, porque contradizem a Fé de sempre.
Normalmente falando, é claro que não é lícito resistir ao Santo Padre, o Papa, mas, se suas determinações estiverem em desacordo com o Depósito da Fé sempre professada, torna-se necessário, então, imitar a São Paulo, que também se viu constrangido a resistir a São Pedro, o primeiro Papa (cf. Gál. II, 11-14).
Veja-se o que diz o célebre Suarez (+1617), chamado de “Doctor Eximius” por diversos Papas:
Se o Papa baixar uma ordem contrária aos bons costumes, não se há de obedecer-lhe; se tentar fazer algo manifestamente contrário à justiça e ao bem comum, será lícito resistir-lhe” (De Fide, dist. X, sect. VI, n.16).
E São Roberto Belarmino o atesta:
É lícito resistir ao Pontífice que tentasse destruir a Igreja. Digo que é lícito resistir-lhe não fazendo o que ordena e impedindo a execução de sua vontade” (De Romano Pontifice, lib. II, c. 29).
Desta afirmação de um santo proclamado Doutor pela Igreja, a qual examinou e aprovou todos os seus escritos, se infere a perfeita possibilidade de um Papa, apesar do carisma da infalibilidade, tentar destruir a Igreja, bem como a liceidade de resistir-lhe.
O mesmo Santo aprovou a 15ª proposição dos teólogos de Veneza, que dizia que “quando o Soberano Pontífice fulmina uma sentença de excomunhão que é injusta ou nula, não se deve recebê-la”.
São Godofredo de Amiens e Santo Hugo de Grenoble, juntamente com outros bispos reunidos no Sínodo de Vienne (1112), resistiram ao Papa São Pascoal II (+ 1118) na questão das investiduras, e escreveram-lhe:
Se, como absolutamente não cremos, escolherdes uma outra via, e vos negardes a confirmar as decisões de nossa paternidade, valha-nos Deus, pois assim nos estareis afastando de vossa obediência” (citado por Bouix, Tract. de Papa, t. II, p. 650).
O Papa Honório I (+638), por sua vez, foi, depois de morto, condenado como traidor da Igreja por um outro Papa, São Leão II (+683):
Anatematizamos Honório, que não ilustrou esta Igreja Apostólica com a doutrina da Tradição Apostólica, mas permitiu, por uma sacrílega traição, fosse maculada a Fé imaculada (...) e não extinguiu, como convinha à sua autoridade apostólica, a chama incipiente da heresia, mas a fomentou por sua negligência” (Denz. Sch. 563).
Na própria Ladainha de todos os Santos a Igreja reza: “Que Vos digneis conservar na Santa Religião o Sumo Pontífice e todas as Ordens da Hierarquia Eclesiástica, nós Vos rogamos, ouvi-nos, Senhor!” Logo é possível que o Papa venha a se afastar da Santa Religião.
Aqueles que defendem uma obediência irresponsável às autoridades religiosas talvez tivessem ficado do lado de Aarão quando ele comandou a adoração ao bezerro de ouro (cf. Ex XXXII, 1-6), ou do lado de Caifás e dos príncipes dos sacerdotes que condenaram Jesus à morte (cf. Mt XXVII, 20).
Preste-se atenção ao que disse o Cardeal Charles Journet:
Nem sempre é exato dizer de maneira um pouco simplista: ‘onde está o Papa está a Igreja’, ou ‘é necessário obedecer ao Papa sem restrições mesmo no âmbito em que ele não é infalível’. Esta solução é mais fácil e mais cômoda. De fato, quando o Papa aborda certos assuntos reformáveis, mesmo em união com um Concílio, ele não pode engajar, e de fato não engaja, a plenitude de sua Autoridade Suprema. Ele não é, portanto, Papa em toda a extensão do sentido em que entendemos a fórmula ‘onde está Pedro está a Igreja’. Em tempos tranqüilos e serenos, isto não suscita nenhum problema especial. Em tempos de crise, porém, a coisa já não é mais assim. É, portanto, perfeitamente concebível, em certos momentos difíceis, que um cristão que goze de especial clarividência, como Santo Atanásio no tempo do Arianismo, se separe das opções oficiais feitas pela Hierarquia em sua maioria (...). Isto não significa de modo algum que se separe da Igreja ou mesmo da comunhão com o Papado, no sentido mais misterioso e profundo da palavra, mesmo se, em tal caso particular, esse Papa decretasse o contrário e proferisse uma excomunhão” (citado em L’Obéissance dans l’Eglise, Lucien Méroz, Ed. Martin, conf. Le Chardonnet, jun/1990).
O Cardeal Journet cita o heróico bispo Santo Atanásio, hoje Doutor da Igreja, mas em vida excomungado (Denz. Sch. 138, 141 e 142) pelo Papa Libério (+366), papa que traíra a Igreja, passando a apoiar os hereges semi-arianos e a perseguir Santo Atanásio por não fazer o mesmo. O Santo, porém, resistiu e continuou o seu ministério, ordenando padres e, provavelmente, até bispos, contra a vontade do Papa.
E o Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, afirmou:
É possível e até necessário criticar os ensinamentos do Papa, se não estiverem suficientemente baseados na Escritura e no Credo, ou seja, na fé da Igreja Universal” (O Novo Povo de Deus, S. Paulo, Paulinas, 1974, pg. 140).
Aos que defendem uma obediência cega e irresponsável a tudo o que seja ordenado por um Papa, convém perguntar se a amante do Papa Alexandre VI (+1503) também devia obedecer-lhe quando este, por carta, a ameaçou de excomunhão caso ela não voltasse a pecar com ele... (cf. Iota Unum, Romano Amerio, t. I, n. 19).
Obediência ou cumplicidade?
Quando o pastor se transforma em lobo, compete primeiramente ao rebanho se defender” (D. Guéranger, L’Anneé Liturgique, na festa de S. Cirilo de Jerusalém).
Juramos fidelidade e obediência perfeita ao Santo Padre, o Papa, e aos Bispos em comunhão com ele, mas não nos é lícito aceitar novidades que contradigam, na teoria ou na prática, a doutrina de sempre. Novidades contra as quais lutaremos como nos for possível.
Não podemos confundir “a Igreja Católica, Romana, Eterna, com a Roma humana e susceptível de ser invadida por inimigos vestidos de púrpura” (D. Lefebvre).”
(Rodrigo Maria A. da Silva, Obediência ou Cumplicidade?)

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=papa&artigo=obediencia_cumplicidade&lang=bra