“As armas preferidas da conquista comunista não são máquinas de destruição em massa nas mãos de soldados de uniforme. Elas são, ao invés, a propaganda, a visão tendenciosa da história, a pregação de ódio para incitar a desordem civil, as táticas de subversão interna, a traição, a chantagem, a difamação, o assassinato político – tudo cometido por soldados que não trajam uniforme e afirmam ser cidadãos leais do país-alvo escolhido para ser conquistado a partir de dentro.”
(Deirdre Manifold, Fatima and the Great Conspiracy)
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
O sistema monetário mundial
“O Federal Reserve Bank U.S. é uma ditadura monetária possuidora de poderes discricionários absolutos sobre o povo americano e, por ricochete, sobre o resto do mundo. O paralelismo entre a instituição do sistema do Federal Reserve Bank e do Partido Comunista Soviético é mais do que evidente.
Na URSS a clique estreitamente ligada ao Partido Comunista tudo dirige, agindo no segredo mais absoluto e com total desprezo pelo povo e pela Constituição da União Soviética. Nesses dois países só um reduzidíssimo número de pessoas conhece e beneficia das decisões tomadas por essas súcias.
Nos Estados Unidos, a política monetária é dominada pelos sete membros do Federal Reserve Board, pelos doze presidentes e pelos cento e oito diretores dos doze bancos do Federal Reserve. Essas 127 personalidades, agindo no segredo mais absoluto, exercem um poder ilimitado sobre as decisões monetárias.
Na URSS, por seu turno, os 133 membros da Comissão Central do Partido Comunista dirigem totalmente o país.
Estes dois corpos contêm um escol – uma pequena supercomissão.
No sistema do Federal Reserve, essa pequena supercomissão, conhecida sob o nome de “Open Market Committee”, é composta por sete membros do Federal Board e por cinco dos doze presidentes dos Bancos da Federal Reserve – 12 pessoas ao todo – e a presença de outros sete presidentes.
No seio da Comissão Central da URSS existe uma comissão restrita chamada Politburo. Esta compreende onze membros em vez dos doze do “Open Market Committee”.
De três em três semanas, em Washington, o Open Market Committee reúne-se na sua sede, à porta fechada. (…) Respeitando o prazo de prescrição referente a qualquer transgressão que possa ter cometido, durante seis anos nada se sabe sobre os temas ventilados nessas reuniões. É evidente que nela são tomadas decisões em relação à moeda, aos juros a praticar e ao volume monetário. O próprio presidente dos Estados Unidos não pode estar presente nessas reuniões. Eis o estilo democrático em vigor na América do Norte.
Na URSS, o Politburo reúne-se em Moscou várias vezes por mês por ocasião das Sessões Secretas. Ninguém é autorizado a penetrar para além do cordão constituído por guardas armados. Como sucede em relação aos Estados Unidos, as decisões do Politburo são mantidas secretas até que seja decidida, superiormente, a sua divulgação.
Na Rússia Soviética, o Partido defende os seus amigos; nos Estados Unidos o Federal Reserve defende os seus associados bancários. Mas nos dois casos a grande massa do povo é mantida inteiramente alheia ao que se passa. Apenas um escol aproveita. Que 240 milhões de americanos supostamente “livres” possam suportar uma situação tão absurda parece pura e simplesmente inacreditável. Mas tudo deixa de ser inconcebível quando se toma conhecimento da profundidade abissal da sua ignorância quanto ao que se passa nas cúpulas. Esses milhões de pessoas são tratadas como atrasadas mentais e os seus tutores são os únicos a saber o que melhor lhes convém. Em 20 anos de negócio e cerca de 5 meses por ano, tive a oportunidade de, quase diariamente, freqüentar os meios americanos. Sem jamais perder, durante todo esse tempo, uma ocasião para proceder a uma sondagem sobre o seu grau de conhecimento referente à conspiração do poder dos que decidem a política monetária, apenas me foi dado deparar com uma só pessoa que sabia algo sobre quem governava as suas existências. Tratou-se de um funcionário do governo do Estado de Massachussets. Os designados por “Iniciados” apavoram-se com a perspectiva de serem expostos aos olhares públicos embora todo aquele que se lança nessa aventura saiba de antemão que o espera a difamação ou mesmo a morte.
O Banco Mundial, o Export-Import Bank, o Fundo Monetário Internacional são, hoje, outros tantos instrumentos criados, pelos “Iniciados”, para dominar a espécie humana.
O FMI foi instituído em Bretton Woods, em 1944. Harry Dexter White, bem conhecido espião comunista, foi o seu arquiteto. O Presidente Truman, informado pelo FBI das suas ligações com a URSS, em vez de o mandar prender nomeou-o para o FMI, acompanhado doutros numerosos espiões comunistas de alto coturno, tais como: Frank Poe, Laughlin Currie, William Ulmann, Nathan Silves Master e Alger Hiss. Eram todos detentores de elevados postos nos Departamentos do Estado americano e beneficiavam, em pleno, da proteção presidencial. E ocorre perguntar: qual a razão que leva um presidente dos Estados Unidos a proteger um espião comunista? Só uma resposta se apresenta legítima: tanto o presidente como o espião estão às ordens de alguém. Ambos sabem como o mundo é constituído. Em “Tragedy and Hope” (Tragédia e Esperança) o Professor Quigley conclui que fomos já longe demais no caminho da Ditadura Mundial para recuarmos. O “Saturday Evening Post”, de 18 de Outubro de 1944, acompanhou a reunião de Bretton Woods através de Peter Drucker, porta-voz dos “Iniciados”.
“Se o mundo adotar um sistema de economia dominada, o timoneiro desembocará na URSS. A Rússia Soviética deve representar o modelo para semelhante ditadura, dado que foi o primeiro país a desenvolver a técnica de fiscalização econômica internacional”.
O FMI reivindica soberanias, imunidades e privilégios que suplantam, em muito, os das nações que o compõem e no seio dos territórios dessas nações.
Assim, o artigo IX, parágrafo 2, prevê que o Fundo possuirá personalidade jurídica plena e inteira e, de modo muito particular, a capacidade de: 1.º contratar; 2º adquirir e fazer uso de todos os bens mobiliários e imobiliários; 3.º acionar.
Neste mesmo artigo, o Fundo atribui-se o poder de emitir juízos, estabelecer estatutos e executar as suas próprias decisões; remetendo e reduzindo os estados membros ao papel de simples polícias. O parágrafo 10 deste artigo obriga cada nação a fazer valer os princípios nele inscritos, nos termos da sua própria lei, e prestar contas ao Fundo das medidas tomadas.
O parágrafo 3 proíbe que o Fundo seja submetido ao poder judicial de qualquer país ou estado em que atue, salvo no caso em que renuncie, expressamente, à imunidade de que goza.
O parágrafo 4 determina: “Os bens e ativos do Fundo, quaisquer que eles sejam e em que mãos se encontrem, ficarão ao abrigo de qualquer execução, confisco, expropriação ou outra forma de arresto por ação legislativa ou executiva.”
O parágrafo 7 atribui ao Fundo a mesma imunidade diplomática que desfruta qualquer nação que mantenha representação consular, mas com esta diferença – que se possa exigir a partida aos representantes dos outros países.
O parágrafo 8 dispensa imunidades e privilégios aos quadros e empregados. E a segunda parte deste parágrafo estipula mesmo: “A todos os governadores, itinerantes, quadros ou empregados que não pertençam às nacionalidades locais serão asseguradas as mesmas isenções às restrições à emigração, nas condições do estatuto de estrangeiro e às obrigações do serviço nacional, e as mesmas facilidades quanto às restrições referentes a operações de câmbio que as dispensadas aos representantes oficiais e empregados da mesma categoria da parte de outros membros.”
Os parágrafos 1 e 9 facultam a isenção de impostos sobre todos os bens, rendimentos, operações e transações assim como sobre os salários e emolumentos pagos pelo Fundo que não sejam cidadãos locais, súditos locais ou outros nacionais locais. São também isentos de impostos todas as obrigações ou títulos emitidos pelo Fundo, juros e dividendos compreendidos.
Sempre que as grandes civilizações ruíram para jamais se reerguerem, testemunha a História, a riqueza dessas civilizações encontrava-se nas mãos de um punhado de homens.
John Adams escreveu a Thomas Jefferson:
“Todas as embaraçosas confusões e desgraças na América provêm não tanto dos defeitos da Constituição ou da Confederação como de uma falta de honra e de virtude, assim como da ignorância completa da natureza da moeda, do critério e da circulação monetária”.
E eis a resposta dada por Thomas Jefferson:
“Penso sinceramente, como vós, que as instituições bancárias são mais perigosas do que os exércitos em campanha e de que o princípio de gastar dinheiro que virá a ser desembolsado pela posteridade, sob o pretexto de consolidação, não é mais do que uma burla sobre o futuro, praticada em grande escala”. E até Mayer Amshel Rothschild afirmou: “Permiti-me emitir e fiscalizar a moeda de uma nação e troçarei de tudo o que as suas leis instituem”.
O ouro armazenado em Fort Knox não pertence ao povo americano, mas ao Federal Reserve, grupo privado. O nome dos que possuem semelhantes fundos jamais foi revelado.”
(Deirdre Manifold, Fátima e a Grande Conspiração)
Na URSS a clique estreitamente ligada ao Partido Comunista tudo dirige, agindo no segredo mais absoluto e com total desprezo pelo povo e pela Constituição da União Soviética. Nesses dois países só um reduzidíssimo número de pessoas conhece e beneficia das decisões tomadas por essas súcias.
Nos Estados Unidos, a política monetária é dominada pelos sete membros do Federal Reserve Board, pelos doze presidentes e pelos cento e oito diretores dos doze bancos do Federal Reserve. Essas 127 personalidades, agindo no segredo mais absoluto, exercem um poder ilimitado sobre as decisões monetárias.
Na URSS, por seu turno, os 133 membros da Comissão Central do Partido Comunista dirigem totalmente o país.
Estes dois corpos contêm um escol – uma pequena supercomissão.
No sistema do Federal Reserve, essa pequena supercomissão, conhecida sob o nome de “Open Market Committee”, é composta por sete membros do Federal Board e por cinco dos doze presidentes dos Bancos da Federal Reserve – 12 pessoas ao todo – e a presença de outros sete presidentes.
No seio da Comissão Central da URSS existe uma comissão restrita chamada Politburo. Esta compreende onze membros em vez dos doze do “Open Market Committee”.
De três em três semanas, em Washington, o Open Market Committee reúne-se na sua sede, à porta fechada. (…) Respeitando o prazo de prescrição referente a qualquer transgressão que possa ter cometido, durante seis anos nada se sabe sobre os temas ventilados nessas reuniões. É evidente que nela são tomadas decisões em relação à moeda, aos juros a praticar e ao volume monetário. O próprio presidente dos Estados Unidos não pode estar presente nessas reuniões. Eis o estilo democrático em vigor na América do Norte.
Na URSS, o Politburo reúne-se em Moscou várias vezes por mês por ocasião das Sessões Secretas. Ninguém é autorizado a penetrar para além do cordão constituído por guardas armados. Como sucede em relação aos Estados Unidos, as decisões do Politburo são mantidas secretas até que seja decidida, superiormente, a sua divulgação.
Na Rússia Soviética, o Partido defende os seus amigos; nos Estados Unidos o Federal Reserve defende os seus associados bancários. Mas nos dois casos a grande massa do povo é mantida inteiramente alheia ao que se passa. Apenas um escol aproveita. Que 240 milhões de americanos supostamente “livres” possam suportar uma situação tão absurda parece pura e simplesmente inacreditável. Mas tudo deixa de ser inconcebível quando se toma conhecimento da profundidade abissal da sua ignorância quanto ao que se passa nas cúpulas. Esses milhões de pessoas são tratadas como atrasadas mentais e os seus tutores são os únicos a saber o que melhor lhes convém. Em 20 anos de negócio e cerca de 5 meses por ano, tive a oportunidade de, quase diariamente, freqüentar os meios americanos. Sem jamais perder, durante todo esse tempo, uma ocasião para proceder a uma sondagem sobre o seu grau de conhecimento referente à conspiração do poder dos que decidem a política monetária, apenas me foi dado deparar com uma só pessoa que sabia algo sobre quem governava as suas existências. Tratou-se de um funcionário do governo do Estado de Massachussets. Os designados por “Iniciados” apavoram-se com a perspectiva de serem expostos aos olhares públicos embora todo aquele que se lança nessa aventura saiba de antemão que o espera a difamação ou mesmo a morte.
O Banco Mundial, o Export-Import Bank, o Fundo Monetário Internacional são, hoje, outros tantos instrumentos criados, pelos “Iniciados”, para dominar a espécie humana.
O FMI foi instituído em Bretton Woods, em 1944. Harry Dexter White, bem conhecido espião comunista, foi o seu arquiteto. O Presidente Truman, informado pelo FBI das suas ligações com a URSS, em vez de o mandar prender nomeou-o para o FMI, acompanhado doutros numerosos espiões comunistas de alto coturno, tais como: Frank Poe, Laughlin Currie, William Ulmann, Nathan Silves Master e Alger Hiss. Eram todos detentores de elevados postos nos Departamentos do Estado americano e beneficiavam, em pleno, da proteção presidencial. E ocorre perguntar: qual a razão que leva um presidente dos Estados Unidos a proteger um espião comunista? Só uma resposta se apresenta legítima: tanto o presidente como o espião estão às ordens de alguém. Ambos sabem como o mundo é constituído. Em “Tragedy and Hope” (Tragédia e Esperança) o Professor Quigley conclui que fomos já longe demais no caminho da Ditadura Mundial para recuarmos. O “Saturday Evening Post”, de 18 de Outubro de 1944, acompanhou a reunião de Bretton Woods através de Peter Drucker, porta-voz dos “Iniciados”.
“Se o mundo adotar um sistema de economia dominada, o timoneiro desembocará na URSS. A Rússia Soviética deve representar o modelo para semelhante ditadura, dado que foi o primeiro país a desenvolver a técnica de fiscalização econômica internacional”.
O FMI reivindica soberanias, imunidades e privilégios que suplantam, em muito, os das nações que o compõem e no seio dos territórios dessas nações.
Assim, o artigo IX, parágrafo 2, prevê que o Fundo possuirá personalidade jurídica plena e inteira e, de modo muito particular, a capacidade de: 1.º contratar; 2º adquirir e fazer uso de todos os bens mobiliários e imobiliários; 3.º acionar.
Neste mesmo artigo, o Fundo atribui-se o poder de emitir juízos, estabelecer estatutos e executar as suas próprias decisões; remetendo e reduzindo os estados membros ao papel de simples polícias. O parágrafo 10 deste artigo obriga cada nação a fazer valer os princípios nele inscritos, nos termos da sua própria lei, e prestar contas ao Fundo das medidas tomadas.
O parágrafo 3 proíbe que o Fundo seja submetido ao poder judicial de qualquer país ou estado em que atue, salvo no caso em que renuncie, expressamente, à imunidade de que goza.
O parágrafo 4 determina: “Os bens e ativos do Fundo, quaisquer que eles sejam e em que mãos se encontrem, ficarão ao abrigo de qualquer execução, confisco, expropriação ou outra forma de arresto por ação legislativa ou executiva.”
O parágrafo 7 atribui ao Fundo a mesma imunidade diplomática que desfruta qualquer nação que mantenha representação consular, mas com esta diferença – que se possa exigir a partida aos representantes dos outros países.
O parágrafo 8 dispensa imunidades e privilégios aos quadros e empregados. E a segunda parte deste parágrafo estipula mesmo: “A todos os governadores, itinerantes, quadros ou empregados que não pertençam às nacionalidades locais serão asseguradas as mesmas isenções às restrições à emigração, nas condições do estatuto de estrangeiro e às obrigações do serviço nacional, e as mesmas facilidades quanto às restrições referentes a operações de câmbio que as dispensadas aos representantes oficiais e empregados da mesma categoria da parte de outros membros.”
Os parágrafos 1 e 9 facultam a isenção de impostos sobre todos os bens, rendimentos, operações e transações assim como sobre os salários e emolumentos pagos pelo Fundo que não sejam cidadãos locais, súditos locais ou outros nacionais locais. São também isentos de impostos todas as obrigações ou títulos emitidos pelo Fundo, juros e dividendos compreendidos.
Sempre que as grandes civilizações ruíram para jamais se reerguerem, testemunha a História, a riqueza dessas civilizações encontrava-se nas mãos de um punhado de homens.
John Adams escreveu a Thomas Jefferson:
“Todas as embaraçosas confusões e desgraças na América provêm não tanto dos defeitos da Constituição ou da Confederação como de uma falta de honra e de virtude, assim como da ignorância completa da natureza da moeda, do critério e da circulação monetária”.
E eis a resposta dada por Thomas Jefferson:
“Penso sinceramente, como vós, que as instituições bancárias são mais perigosas do que os exércitos em campanha e de que o princípio de gastar dinheiro que virá a ser desembolsado pela posteridade, sob o pretexto de consolidação, não é mais do que uma burla sobre o futuro, praticada em grande escala”. E até Mayer Amshel Rothschild afirmou: “Permiti-me emitir e fiscalizar a moeda de uma nação e troçarei de tudo o que as suas leis instituem”.
O ouro armazenado em Fort Knox não pertence ao povo americano, mas ao Federal Reserve, grupo privado. O nome dos que possuem semelhantes fundos jamais foi revelado.”
(Deirdre Manifold, Fátima e a Grande Conspiração)
sábado, 15 de outubro de 2011
Karl Marx e o Manifesto Comunista
“A reputação de Karl Marx fica de pé ou desaba com seu Manifesto. Poucas pessoas chegaram a ler Das Kapital. Menos ainda o entenderam. Diz-se do Manifesto, contudo, que é o maior best-seller de todos os tempos, superando até mesmo a Bíblia.
O Manifesto não foi uma irrupção espontânea por parte de Marx após sua abaladora descoberta de que nada havia no mundo senão matéria em movimento. Karl Marx recebeu uma encomenda de um grupo autodenominado de “Liga dos Justos” para escrever o Manifesto. Foi trabalho dele mesmo e de Engels. Todas as idéias nele contidas já estavam em circulação há mais de setenta anos. Elas se originam de Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, na década de 1770. Foi ele que afirmou pela primeira vez, audaciosa e agressivamente, que os fins justificam os meios. A Liga dos Justos era gente de Weishaupt. Marx e Engels foram contratados para juntar todas aquelas idéias numa linguagem que inspirasse e sublevasse as massas. Nesse terreno Marx era um mestre.
O Manifesto compõe-se de dez passos, cada um destinado a conduzir a humanidade a um verdadeiro paraíso sobre a terra.
A família é a pedra fundamental da sociedade. Se não houvesse unidades familiares não haveria nada por que viver, mas Karl queria abolir a família e fazer das mulheres propriedade do estado a ser nacionalizado. Uma proposta estranha de quem sempre foi tão próximo de sua própria família.
A religião, dizia Marx, era o ópio do povo.
Não deveria ser necessário refutar uma afirmação tão extraordinária exceto para mencionar uma pequena fração das coisas que se produzem por inspiração religiosa. As grandes catedrais e monastérios da Europa foram construídos principalmente por meio de trabalho voluntário; estariam os voluntários sob o efeito do ópio? São Tomás Morus deitou a cabeça num bloco de pedra porque estava drogado? Santo Agostinho teria a dizer: “Eu absorvi o sumo de todo prazer, oh, vaidade das vaidades, tudo é vaidade,” e ainda, “Se jamais tive sucesso em alguma coisa, foi por ter-me posto sobre os ombros de gigantes.” Ele precisou de ópio para escrever suas Confissões e A Cidade de Deus?
São João Bosco, contemporâneo de Marx, nasceu em 1815 de pais pobres na Itália do norte. Enquanto Karl gastava seus dias planejando a revolução e o derramamento de rios de sangue humano, formulando suas leis socialistas, João Bosco estava mendigando e construindo, coletando as crianças de rua abandonadas pela sociedade. Primeiro elas vinham de uma em uma, depois aos pares, às dezenas, centenas e milhares. Para crianças de rua sem lar e sem pais, ele se tornou um pai. Ele as abrigava e alimentava, educava-as e ensinava-lhes ofícios para que pudessem depois sobreviver por si mesmas. Hoje em dia seus seguidores estão espalhados por todo o mundo livre e são totalmente dedicados ao mesmo ideal elevado.
Hoje em Bombay, por exemplo, apenas um dos filhos de Dom Bosco, Padre Maschio, em exílio voluntário de sua Itália nativa desde os 15 anos de idade, toma conta do seguinte: Em apenas um orfanato para rapazes, 1.500 jovens foram resgatados das ruas; em seu Lar de São José, crianças recém-nascidas, encontradas abandonadas sobre as calçadas, e até mesmo nos camburões de lixo da cidade, são recolhidas. No Lar de Santa Catarina, irmãs auxiliadas pelo Pe. Maschio salvaram a vida de 4.000 crianças. Os rapazes aprendem ofícios e são procurados por suas habilidades. Dos 200.000 leprosos de Bombay, o Pe. Maschio provê comida, remédios e outros cuidados para 8.000 deles. Esse é o trabalho de apenas uma casa religiosa de João Bosco em apenas uma cidade. O padrão se repete onde quer que haja necessidade mundo afora.
Madre Teresa de Calcutá, melhor conhecida por aqui, faz o mesmo trabalho. Quem a acusaria de estar fazendo isso sob o efeito de algum tipo de magia?
Um comentarista notou que na Índia encontrou missionários de todas as denominações tratando das feridas dos velhos e dos enfermos e de todos os párias da sociedade, mas em canto nenhum jamais encontrou um socialista tratando das feridas de alguém. Eles gostam de fazer leis cuja observância impõem aos outros, mas não tocam nos leprosos nem nos exércitos dos excluídos.
Marx recomendou a centralização do crédito nas mãos do estado por meio de um banco nacional com capital estatal, dando-lhe monopólio exclusivo. Monopólio significa poder, poder sobre o povo. O setor bancário é para especialistas. Isso daria aos especialistas um monopólio. Era o que queria a Liga dos Justos que contratou e pagou Karl para escrever o Manifesto. O poder que já detinham eles o queriam absoluto. Desde a fundação do Banco da Inglaterra em 1694, em seguida à Batalha do Boyne, as sociedades secretas sempre agiram para fazer dos governos seus títeres, pela imposição de altas taxas de juros. A centralização do crédito significaria um poder financeiro absoluto para essas sociedades secretas.
Em seguida Marx propôs um pesado imposto de renda progressivo ou gradual. Pergunta-se: para qual propósito? Ora, para ser usado nas dívidas enormes que os empregadores de Karl pretendiam criar e atar às costas dos trabalhadores.
Deve ser ressaltado que o sistema de produção é tão dinâmico, graças ao contínuo aperfeiçoamento de todo tipo de maquinaria, até a do chip de silicone, que todas nossas exigências podiam ser satisfeitas pela força de trabalho por dois ou três dias na semana. Não há necessidade de trabalhar à noite ou ter dois empregos, ou que as esposas e mães se afastem de suas famílias, somente para sua sobrevivência. Hoje em dia, pelo menos dois dias de trabalho por semana servem apenas para pagar impostos, pagar o pesado imposto de renda progressivo ou gradual de Karl. De algum modo o dinamismo da máquina tinha que ser combatido. Que seria melhor que um pesado imposto de renda progressivo ou gradual? Significa que todos trabalham para o estado, e todos têm sua própria ficha, que é uma versão sutil, mas ainda assim poderosa, do estado policial. E todo o trabalho serve apenas para pagar juro sobre dinheiro que custa originalmente apenas o papel e a tinta com que é escrito.
Marx queria que todo tipo de propriedade fosse do estado. Então para qual propósito, pode-se perguntar, deveria haver um pesado imposto de renda progressivo e gradual? Para onde isso iria? Quem se beneficiaria disso? Marx sabia, mas tinha prostituído seus talentos e escrevia o que lhe ordenavam.
Marx queria confiscar a propriedade de todos os emigrantes e rebeldes. Como era ele mesmo um emigrante e um rebelde, é de se imaginar como reagiria se uma parte de sua propriedade fosse confiscada em sua Alemanha natal, ou até a de seus muitos parentes sobre os quais ele mantinha vigilância constante para ver o que poderia herdar, pois tinha em seu coração muito apreço por heranças.
Karl colocaria os meios de transporte e de comunicação nas mãos do estado. Isso vem direto do programa dos Illuminati de Weishaupt. Imagine só todo jornal e revista, toda estação de rádio e de TV sob controle do estado. Isso não seria lavagem cerebral? Seria isso o que homens livres desejam? “Dê-me liberdade ou dê-me a morte” foi o grito do patriota americano Patrick Henry. Karl tomaria de todos a liberdade que lhe permitia dizer o que quisesse na Grã-Bretanha onde ele tinha liberdade ilimitada, e onde podia viver entre os dez por cento mais ricos da sociedade sem jamais ter trabalhado um dia sequer.
Karl propunha o dever igual de todos ao trabalho e o estabelecimento de exércitos industriais, especialmente para a agricultura. É de pasmar que alguém que intransigentemente se recusava a trabalhar um dia sequer para sustentar a própria família quisesse alistar o restante da humanidade, homens e mulheres, em um enorme exército industrial, que iriam para onde fossem enviados e fariam o que lhes fosse ordenado, sem que importasse quão desagradável ou inadequado fosse esse trabalho para o indivíduo em questão.
As sociedades secretas vinham planejando uma revolução sangrenta de um modo completamente organizado desde que Adam Weishaupt fundou os Illuminati. A tarefa de Karl era fornecer a justificação teórica para a conquista de um país após outro usando métodos de barbarismo inaudito, e o estabelecimento neles de regimes baseados na escravidão, no terror e no ateísmo. Ele falava das inevitáveis forças da história que ocasionavam certos resultados, mas em todo país onde os resultados que ele propunha se realizaram não foi assim que aconteceu. Eles aconteceram por meio da fraude e do terror levados a cabo por uma pequena facção de homens altamente treinados na arte da revolução, que tinham acesso a fundos ilimitados fornecidos pelos descendentes dos financiadores de Karl.
O Manifesto é uma extensão direta do esquema diabólico posto em movimento por Weishaupt em 1776. Examinando-se os documentos dos Illuminati que foram descobertos pelo governo da Baviera, Karl Marx aparece exatamente como o tipo de pessoa sugerida por Weishaupt para ser recebida e utilizada no círculo mais íntimo de sua grande conspiração. Isso causaria o que ele chamava de Nova Ordem Mundial, que nada mais era do que o controle completo sobre toda a raça humana. Para esse fim tanto a religião como a vida nacional deveriam deixar de existir para “fazer da raça humana uma família boa e feliz.”
Weishaupt tinha freqüentado uma escola de jesuítas. Reconhecendo a eficiência de seus métodos, ele decidiu imitá-los, enquanto propunha-se a si mesmo perspectivas diametralmente opostas. Disse: “O que esses homens têm feito por altares e impérios, por que não deveria eu fazer contra altares e impérios? Pela atração dos mistérios, das lendas, dos peritos, por que não deveria eu destruir no escuro o que eles ergueram à luz do dia?” Os peritos se iniciariam passo a passo nos mistérios mais elevados – e a maior cautela seria exercida para não revelar aos noviços doutrinas que pudessem revoltá-los... Nem seria admitido antagonismo a religião. Cristo seria, ao invés, representado como o primeiro autor do Iluminismo.
Quando o perito se iniciasse nos graus mais elevados ser-lhe-ia revelado o segredo completo da Ordem. Uma parte do discurso diz: “Eis nosso segredo... Se com a finalidade de destruir todo o Cristianismo, todas as religiões, nós fazíamos crer termos a única religião verdadeira, lembre-se de que os fins justificam os meios, e que os sábios devem usar de todos os meios para fazer o bem que os maus usam para fazer o mal.”
Os objetivos dos Illuminati podem ser resumidos como se segue:
1 – Abolição da monarquia e de todos os governos ordenados;
2 – Abolição da propriedade privada;
3 – Abolição da herança;
4 – Abolição do patriotismo;
5 – Abolição da família (casamento e toda moralidade) e a instituição da educação comunal das crianças;
6 – Abolição de qualquer religião.
Isso formava um programa inaudito em toda a história da civilização.
Do Manifesto o Prof. Hearnshaw tem a dizer:
“Ele propunha um cenário de vingança, destruição e devastação sanguinária – a derrubada e humilhação de tronos, aristocracias, e acima de tudo da odiada burguesia – que atraía irresistivelmente as paixões de inveja, ódio e malícia que excitavam Marx e seus colaboradores com fúria fanática e diabólica. A energia e o vigor do Manifesto Comunista são a energia demoníaca do louco possuído pelos espíritos malignos do ciúme, ganância e luxúria pelo poder, e a insana fome de vingança quanto a erros imaginários.”
O Manifesto de Marx e o de Weishaupt são tão idênticos que não pode haver nenhuma dúvida na mente de qualquer pessoa razoável de que Marx foi empregado pelos Illuminati para redigir o Manifesto.
As ligações de Marx com os Illuminati raramente são mencionadas porque o objetivo maior de uma sociedade secreta é permanecer secreta. Essas pessoas não querem aparecer nas manchetes. Essas trivialidades eles deixam para seus peões.
O Rev. Clarence Kelly diz, em “Conspiração contra Deus e o Homem”, que “Exceto por algumas modificações ditadas pelas condições mutáveis nas esferas política e econômica, pode-se afirmar sem erro que Weishaupt foi um comunista no significado moderno da palavra. Mas dada a seqüência de eventos, é mais certo e apropriado dizer que os comunistas são iluministas – como veremos quando compararmos o Iluminismo com o Comunismo em relação à natureza do governo em três pontos essenciais de doutrina que se encontram no coração dessas ideologias. Não obstante certos incidentes não essenciais, veremos que a identidade entre Iluminismo e Comunismo mostra-os como uma única ideologia.
Os três pontos de doutrina são:
1. Anarquismo, i.e a teoria de que o governo é por sua própria natureza intrinsicamente mal e não deveria existir.
2. Totalitarismo, i.e a teoria de que é essencial estabelecer uma ditadura universal a fim de acarretar as condições nas quais toda autoridade civil e eclesiástica será abolida.
3. O “desvanecimento” da ditadura, i.e a teoria, fabricada para fins de propaganda, de que a ditadura totalitária irá automaticamente se desvanecer tão logo todos os governos estejam sob controle, e todos os advogados da autoridade civil legítima, junto com os restos de sua influência, sejam exterminados.”
Na edição alemã de 1872 do Manifesto Comunista, Marx e Engels escreveram:
“A Liga Comunista ... que obviamente só poderia ser uma liga secreta sob as condições do momento, encomendou aos abaixo assinados (Marx e Engels), em congresso realizado em Londres em novembro de 1847 (quando ainda era uma sociedade secreta), a composição, para publicação, de um programa teórico e prático para o partido. Essa foi a origem do presente Manifesto, cujo manuscrito viajou para Londres, a fim de ser impresso poucas semanas antes da revolução de fevereiro.”
E na introdução ao Manifesto Comunista, citando Marx, lemos:
“O Manifesto foi publicado como plataforma da Liga Comunista ... (que era) antes de 1848 inevitavelmente uma sociedade secreta.”
Por que Marx é então considerado como o Pai do Comunismo, e louvado em toda a literatura comunista como sendo um grande pensador original?”
(Deirdre Manifold, Karl Marx: True or False Prophet?)
O Manifesto não foi uma irrupção espontânea por parte de Marx após sua abaladora descoberta de que nada havia no mundo senão matéria em movimento. Karl Marx recebeu uma encomenda de um grupo autodenominado de “Liga dos Justos” para escrever o Manifesto. Foi trabalho dele mesmo e de Engels. Todas as idéias nele contidas já estavam em circulação há mais de setenta anos. Elas se originam de Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, na década de 1770. Foi ele que afirmou pela primeira vez, audaciosa e agressivamente, que os fins justificam os meios. A Liga dos Justos era gente de Weishaupt. Marx e Engels foram contratados para juntar todas aquelas idéias numa linguagem que inspirasse e sublevasse as massas. Nesse terreno Marx era um mestre.
O Manifesto compõe-se de dez passos, cada um destinado a conduzir a humanidade a um verdadeiro paraíso sobre a terra.
A família é a pedra fundamental da sociedade. Se não houvesse unidades familiares não haveria nada por que viver, mas Karl queria abolir a família e fazer das mulheres propriedade do estado a ser nacionalizado. Uma proposta estranha de quem sempre foi tão próximo de sua própria família.
A religião, dizia Marx, era o ópio do povo.
Não deveria ser necessário refutar uma afirmação tão extraordinária exceto para mencionar uma pequena fração das coisas que se produzem por inspiração religiosa. As grandes catedrais e monastérios da Europa foram construídos principalmente por meio de trabalho voluntário; estariam os voluntários sob o efeito do ópio? São Tomás Morus deitou a cabeça num bloco de pedra porque estava drogado? Santo Agostinho teria a dizer: “Eu absorvi o sumo de todo prazer, oh, vaidade das vaidades, tudo é vaidade,” e ainda, “Se jamais tive sucesso em alguma coisa, foi por ter-me posto sobre os ombros de gigantes.” Ele precisou de ópio para escrever suas Confissões e A Cidade de Deus?
São João Bosco, contemporâneo de Marx, nasceu em 1815 de pais pobres na Itália do norte. Enquanto Karl gastava seus dias planejando a revolução e o derramamento de rios de sangue humano, formulando suas leis socialistas, João Bosco estava mendigando e construindo, coletando as crianças de rua abandonadas pela sociedade. Primeiro elas vinham de uma em uma, depois aos pares, às dezenas, centenas e milhares. Para crianças de rua sem lar e sem pais, ele se tornou um pai. Ele as abrigava e alimentava, educava-as e ensinava-lhes ofícios para que pudessem depois sobreviver por si mesmas. Hoje em dia seus seguidores estão espalhados por todo o mundo livre e são totalmente dedicados ao mesmo ideal elevado.
Hoje em Bombay, por exemplo, apenas um dos filhos de Dom Bosco, Padre Maschio, em exílio voluntário de sua Itália nativa desde os 15 anos de idade, toma conta do seguinte: Em apenas um orfanato para rapazes, 1.500 jovens foram resgatados das ruas; em seu Lar de São José, crianças recém-nascidas, encontradas abandonadas sobre as calçadas, e até mesmo nos camburões de lixo da cidade, são recolhidas. No Lar de Santa Catarina, irmãs auxiliadas pelo Pe. Maschio salvaram a vida de 4.000 crianças. Os rapazes aprendem ofícios e são procurados por suas habilidades. Dos 200.000 leprosos de Bombay, o Pe. Maschio provê comida, remédios e outros cuidados para 8.000 deles. Esse é o trabalho de apenas uma casa religiosa de João Bosco em apenas uma cidade. O padrão se repete onde quer que haja necessidade mundo afora.
Madre Teresa de Calcutá, melhor conhecida por aqui, faz o mesmo trabalho. Quem a acusaria de estar fazendo isso sob o efeito de algum tipo de magia?
Um comentarista notou que na Índia encontrou missionários de todas as denominações tratando das feridas dos velhos e dos enfermos e de todos os párias da sociedade, mas em canto nenhum jamais encontrou um socialista tratando das feridas de alguém. Eles gostam de fazer leis cuja observância impõem aos outros, mas não tocam nos leprosos nem nos exércitos dos excluídos.
Marx recomendou a centralização do crédito nas mãos do estado por meio de um banco nacional com capital estatal, dando-lhe monopólio exclusivo. Monopólio significa poder, poder sobre o povo. O setor bancário é para especialistas. Isso daria aos especialistas um monopólio. Era o que queria a Liga dos Justos que contratou e pagou Karl para escrever o Manifesto. O poder que já detinham eles o queriam absoluto. Desde a fundação do Banco da Inglaterra em 1694, em seguida à Batalha do Boyne, as sociedades secretas sempre agiram para fazer dos governos seus títeres, pela imposição de altas taxas de juros. A centralização do crédito significaria um poder financeiro absoluto para essas sociedades secretas.
Em seguida Marx propôs um pesado imposto de renda progressivo ou gradual. Pergunta-se: para qual propósito? Ora, para ser usado nas dívidas enormes que os empregadores de Karl pretendiam criar e atar às costas dos trabalhadores.
Deve ser ressaltado que o sistema de produção é tão dinâmico, graças ao contínuo aperfeiçoamento de todo tipo de maquinaria, até a do chip de silicone, que todas nossas exigências podiam ser satisfeitas pela força de trabalho por dois ou três dias na semana. Não há necessidade de trabalhar à noite ou ter dois empregos, ou que as esposas e mães se afastem de suas famílias, somente para sua sobrevivência. Hoje em dia, pelo menos dois dias de trabalho por semana servem apenas para pagar impostos, pagar o pesado imposto de renda progressivo ou gradual de Karl. De algum modo o dinamismo da máquina tinha que ser combatido. Que seria melhor que um pesado imposto de renda progressivo ou gradual? Significa que todos trabalham para o estado, e todos têm sua própria ficha, que é uma versão sutil, mas ainda assim poderosa, do estado policial. E todo o trabalho serve apenas para pagar juro sobre dinheiro que custa originalmente apenas o papel e a tinta com que é escrito.
Marx queria que todo tipo de propriedade fosse do estado. Então para qual propósito, pode-se perguntar, deveria haver um pesado imposto de renda progressivo e gradual? Para onde isso iria? Quem se beneficiaria disso? Marx sabia, mas tinha prostituído seus talentos e escrevia o que lhe ordenavam.
Marx queria confiscar a propriedade de todos os emigrantes e rebeldes. Como era ele mesmo um emigrante e um rebelde, é de se imaginar como reagiria se uma parte de sua propriedade fosse confiscada em sua Alemanha natal, ou até a de seus muitos parentes sobre os quais ele mantinha vigilância constante para ver o que poderia herdar, pois tinha em seu coração muito apreço por heranças.
Karl colocaria os meios de transporte e de comunicação nas mãos do estado. Isso vem direto do programa dos Illuminati de Weishaupt. Imagine só todo jornal e revista, toda estação de rádio e de TV sob controle do estado. Isso não seria lavagem cerebral? Seria isso o que homens livres desejam? “Dê-me liberdade ou dê-me a morte” foi o grito do patriota americano Patrick Henry. Karl tomaria de todos a liberdade que lhe permitia dizer o que quisesse na Grã-Bretanha onde ele tinha liberdade ilimitada, e onde podia viver entre os dez por cento mais ricos da sociedade sem jamais ter trabalhado um dia sequer.
Karl propunha o dever igual de todos ao trabalho e o estabelecimento de exércitos industriais, especialmente para a agricultura. É de pasmar que alguém que intransigentemente se recusava a trabalhar um dia sequer para sustentar a própria família quisesse alistar o restante da humanidade, homens e mulheres, em um enorme exército industrial, que iriam para onde fossem enviados e fariam o que lhes fosse ordenado, sem que importasse quão desagradável ou inadequado fosse esse trabalho para o indivíduo em questão.
As sociedades secretas vinham planejando uma revolução sangrenta de um modo completamente organizado desde que Adam Weishaupt fundou os Illuminati. A tarefa de Karl era fornecer a justificação teórica para a conquista de um país após outro usando métodos de barbarismo inaudito, e o estabelecimento neles de regimes baseados na escravidão, no terror e no ateísmo. Ele falava das inevitáveis forças da história que ocasionavam certos resultados, mas em todo país onde os resultados que ele propunha se realizaram não foi assim que aconteceu. Eles aconteceram por meio da fraude e do terror levados a cabo por uma pequena facção de homens altamente treinados na arte da revolução, que tinham acesso a fundos ilimitados fornecidos pelos descendentes dos financiadores de Karl.
O Manifesto é uma extensão direta do esquema diabólico posto em movimento por Weishaupt em 1776. Examinando-se os documentos dos Illuminati que foram descobertos pelo governo da Baviera, Karl Marx aparece exatamente como o tipo de pessoa sugerida por Weishaupt para ser recebida e utilizada no círculo mais íntimo de sua grande conspiração. Isso causaria o que ele chamava de Nova Ordem Mundial, que nada mais era do que o controle completo sobre toda a raça humana. Para esse fim tanto a religião como a vida nacional deveriam deixar de existir para “fazer da raça humana uma família boa e feliz.”
Weishaupt tinha freqüentado uma escola de jesuítas. Reconhecendo a eficiência de seus métodos, ele decidiu imitá-los, enquanto propunha-se a si mesmo perspectivas diametralmente opostas. Disse: “O que esses homens têm feito por altares e impérios, por que não deveria eu fazer contra altares e impérios? Pela atração dos mistérios, das lendas, dos peritos, por que não deveria eu destruir no escuro o que eles ergueram à luz do dia?” Os peritos se iniciariam passo a passo nos mistérios mais elevados – e a maior cautela seria exercida para não revelar aos noviços doutrinas que pudessem revoltá-los... Nem seria admitido antagonismo a religião. Cristo seria, ao invés, representado como o primeiro autor do Iluminismo.
Quando o perito se iniciasse nos graus mais elevados ser-lhe-ia revelado o segredo completo da Ordem. Uma parte do discurso diz: “Eis nosso segredo... Se com a finalidade de destruir todo o Cristianismo, todas as religiões, nós fazíamos crer termos a única religião verdadeira, lembre-se de que os fins justificam os meios, e que os sábios devem usar de todos os meios para fazer o bem que os maus usam para fazer o mal.”
Os objetivos dos Illuminati podem ser resumidos como se segue:
1 – Abolição da monarquia e de todos os governos ordenados;
2 – Abolição da propriedade privada;
3 – Abolição da herança;
4 – Abolição do patriotismo;
5 – Abolição da família (casamento e toda moralidade) e a instituição da educação comunal das crianças;
6 – Abolição de qualquer religião.
Isso formava um programa inaudito em toda a história da civilização.
Do Manifesto o Prof. Hearnshaw tem a dizer:
“Ele propunha um cenário de vingança, destruição e devastação sanguinária – a derrubada e humilhação de tronos, aristocracias, e acima de tudo da odiada burguesia – que atraía irresistivelmente as paixões de inveja, ódio e malícia que excitavam Marx e seus colaboradores com fúria fanática e diabólica. A energia e o vigor do Manifesto Comunista são a energia demoníaca do louco possuído pelos espíritos malignos do ciúme, ganância e luxúria pelo poder, e a insana fome de vingança quanto a erros imaginários.”
O Manifesto de Marx e o de Weishaupt são tão idênticos que não pode haver nenhuma dúvida na mente de qualquer pessoa razoável de que Marx foi empregado pelos Illuminati para redigir o Manifesto.
As ligações de Marx com os Illuminati raramente são mencionadas porque o objetivo maior de uma sociedade secreta é permanecer secreta. Essas pessoas não querem aparecer nas manchetes. Essas trivialidades eles deixam para seus peões.
O Rev. Clarence Kelly diz, em “Conspiração contra Deus e o Homem”, que “Exceto por algumas modificações ditadas pelas condições mutáveis nas esferas política e econômica, pode-se afirmar sem erro que Weishaupt foi um comunista no significado moderno da palavra. Mas dada a seqüência de eventos, é mais certo e apropriado dizer que os comunistas são iluministas – como veremos quando compararmos o Iluminismo com o Comunismo em relação à natureza do governo em três pontos essenciais de doutrina que se encontram no coração dessas ideologias. Não obstante certos incidentes não essenciais, veremos que a identidade entre Iluminismo e Comunismo mostra-os como uma única ideologia.
Os três pontos de doutrina são:
1. Anarquismo, i.e a teoria de que o governo é por sua própria natureza intrinsicamente mal e não deveria existir.
2. Totalitarismo, i.e a teoria de que é essencial estabelecer uma ditadura universal a fim de acarretar as condições nas quais toda autoridade civil e eclesiástica será abolida.
3. O “desvanecimento” da ditadura, i.e a teoria, fabricada para fins de propaganda, de que a ditadura totalitária irá automaticamente se desvanecer tão logo todos os governos estejam sob controle, e todos os advogados da autoridade civil legítima, junto com os restos de sua influência, sejam exterminados.”
Na edição alemã de 1872 do Manifesto Comunista, Marx e Engels escreveram:
“A Liga Comunista ... que obviamente só poderia ser uma liga secreta sob as condições do momento, encomendou aos abaixo assinados (Marx e Engels), em congresso realizado em Londres em novembro de 1847 (quando ainda era uma sociedade secreta), a composição, para publicação, de um programa teórico e prático para o partido. Essa foi a origem do presente Manifesto, cujo manuscrito viajou para Londres, a fim de ser impresso poucas semanas antes da revolução de fevereiro.”
E na introdução ao Manifesto Comunista, citando Marx, lemos:
“O Manifesto foi publicado como plataforma da Liga Comunista ... (que era) antes de 1848 inevitavelmente uma sociedade secreta.”
Por que Marx é então considerado como o Pai do Comunismo, e louvado em toda a literatura comunista como sendo um grande pensador original?”
(Deirdre Manifold, Karl Marx: True or False Prophet?)
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Karl Marx e o proletariado
“Marx tinha um sonho impossível. Ele e apenas ele podia mudar a natureza humana, porque somente para ele foi revelado o conhecimento cataclísmico do materialismo dialético. “Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos! Nada tendes a perder senão vossas cadeias!” Ele uniria o proletariado e os faria ditadores. Engorde os seres humanos como animais de raça; então tudo será um mar de rosas. Mas até mesmo o Prof. Larski admitiu que a história da raça humana não começou nem iria terminar na barriga.
Trotsky descreveu como funciona essa ditadura. Por sua natureza ela deve ser e é de um único homem, que divide uma parte de seu poder com um punhado de outros, como no Politburo da URSS.
Não há dúvida que Marx sabia que estava planejando a escravidão. Mas ele tinha suas suspeitas a respeito dos ingleses. Não podia confiar que eles se comportariam como esperado. Disse que os ingleses jamais fariam uma revolução, que estrangeiros teriam que fazer a revolução por eles. Se o fantasma de Marx pudesse ao menos fazer uma visita à atual Grã-Bretanha! Lá ele descobriria que o proletariado tornou-se uma vasta classe média, vivendo em suas casas plenas do tipo de conforto que mesmo os parentes ricos de sua época teriam invejado. Eles dirigem seus próprios carros e os agentes de viagem fazem grandes negócios, enviando-os como formigueiros ao ensolarado Mediterrâneo durante a maior parte do ano. Lá eles se esbaldam: bronzeiam-se, fumam charutos, têm suas refeições nos melhores hotéis. Os parentes ricos de Marx jamais experimentaram essas coisas.
Como foi possível tudo isso? Por meio da dedicação de homens talentosos que se sentaram e ainda se sentam às suas pranchetas de desenho, lutando para tirar a carga do trabalho manual das costas dos homens, deixando a máquina fazer todo o trabalho pelo aperto de um simples botão. As máquinas que eles inventaram e aperfeiçoaram trouxeram liberdade e lazer para muitos milhões, trazendo-lhes confortos impensáveis até mesmo para as classes altas de poucas gerações atrás. Isso tanto é válido para todas as nações ocidentais desenvolvidas como para a Grã-Bretanha. Os trabalhadores se desvencilharam das cadeias da necessidade sem qualquer ajuda de Karl Marx. É somente no paraíso marxista que os trabalhadores não têm nada a perder senão suas cadeias.
Se os trabalhadores ocidentais têm que trabalhar muitas horas quando podiam estar pescando, é porque devem pagar impostos cobrados deles como juros de empréstimos que custam apenas papel e tinta e os salários de escriturários, cobrados pelos mesmos financistas que pagaram a Marx para escrever o Manifesto. Essa manipulação é a farsa que torna insignificantes todas as farsas da história. Se não fossem tais impostos, os trabalhadores do Ocidente poderiam prover a todas suas necessidades trabalhando talvez somente dois dias por semana. O excedente serve para pagar impostos injustos. Assim é que o primeiro Rotschild pôde dizer: “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige suas leis.”
Agora que sua gangue cria e controla o dinheiro mundial, vemos os efeitos desastrosos de suas políticas sobre os povos do Terceiro Mundo, onde as exportações dessas pessoas pobres não são nem mesmo suficientes para cobrir os juros que têm de pagar sobre empréstimos que nada mais são que um lançamento no livro razão.
Não há mais um proletariado como tal no Ocidente desenvolvido, mas apenas uma vasta classe média que engloba trabalhadores, artesãos e profissionais; decerto ainda há diferenças de renda, mas um bom encanador pode ser, e freqüentemente é, mais próspero que um profissional. Ainda há também alguns que são muito pobres e outros muito ricos, mas nenhum deles é numericamente significativo. Os mais pobres contudo não morrem de fome, como o fazem em países comunistas como a Etiópia.
Em contraste, em todos os países comunistas uma pequena malta no topo dispõe de tudo, lojas exclusivas, resorts de férias reservados, todo privilégio conhecido do homem corrupto quando chega ao poder. Em todos os países comunistas, as demais pessoas não podem sequer dizer que dispõem da própria alma. Esqueça liberdade, igualdade, fraternidade. Lyons diz: “Enquanto os pobres mortais passam horas nas filas esperando obter algumas de suas necessidades diárias, os novos aristocratas divertem-se comprando em lojas exclusivas abarrotadas com o melhor que o país produz e produtos importados. Enquanto funcionários superiores e diretores ganham centenas de rublos por mês – além de um conjunto de mordomias, como carros com motoristas e apartamentos de luxo – milhões nos níveis inferiores da sociedade lutam para sobreviver com o mínimo permitido legalmente... Nas fábricas e instituições, os refeitórios são divididos socialmente: os melhores lugares para as pessoas importantes, os piores para os trabalhadores. Os trens possuem de três a quatro classes... Os melhores hospitais são exclusivos das “melhores pessoas”. As classes altas têm seus símbolos de status: casas suburbanas particulares construídas em terrenos públicos, apartamentos de cooperativa nas cidades, carros, geladeiras e outros produtos difíceis de conseguir, roupas feitas por alfaiates – tudo desesperadamente fora do alcance da maior parte da população. Eles gozam suas férias como um direito em resorts elegantes, aos quais um número simbólico de trabalhadores especializados tem acesso somente como recompensa por serviços extraordinários. Até mesmo a matrícula em instituições educacionais superiores é mais fácil para os filhos das famílias com influência política ou que usam de propinas para passar por cima dos critérios acadêmicos de admissão. Então existe o que se pode chamar de símbolo estatal de status coletivo... os metrôs são tão decorados como palácios... O trabalhador vai de uma luxuriante e marmórea estação subterrânea até seu apartamento sórdido de quarto único ou sua favela imunda. Para uma mente normal, uma sociedade sem classes significa igualdade política, econômica e social. Mas na URSS, o próprio princípio da igualdade é tabu: “um absurdo pequeno-burguês digno de uma seita primitiva de ascetas, mas não de uma sociedade organizada segundo princípios marxistas”. As palavras são de Stalin e ainda expressam a doutrina oficial.”
Após haver visitado a Rússia, o ministro do trabalho britânico, George Bevin, tinha o seguinte a dizer: “As desigualdades, a infelicidade e a opressão simplesmente não podem ser escondidas ou ignoradas... há uma minoria burocrática que vive, inquestionavelmente, de modo bastante confortável.” Lyons acrescenta que há restaurantes de luxo nas maiores cidades que estão repletos de homens e mulheres bem vestidos, com preços que afastam automaticamente o comum dos mortais... são oásis de abundância e vanglória em um soturno deserto de necessidades.
Christian Rakowsky, um seguidor de Trotsky e inimigo de Stalin, disse: “Por meio de métodos desmoralizantes que transformam comunistas inteligentes em máquinas, destruindo a vontade, o caráter e a dignidade humana, os círculos governantes tiveram sucesso em converter-se a si mesmos em uma irremovível e inviolável oligarquia que substitui a classe e o partido.”
Segundo Djilas, o desiludido comunista iugoslavo, para encontrar um sistema parecido ter-se-ia que voltar quinze séculos antes de Cristo, à época do Egito antigo: “Os comunistas não inventaram a propriedade coletiva, mas deram-lhe um caráter de total abrangência bem mais vasto que em épocas passadas, mais até que no Egito dos faraós.”
Lyons conclui: “Desde os ukase de Stalin contra a ‘podre igualdade liberal’... uma nova classe tão esnobe quanto arrogante manda no galinheiro, e abaixo dela há outras classes, esperando e fazendo intrigas para obter o mesmo conforto e vantagens que inspiram os homens desde o começo dos tempos. Somente nas mais baixas profundezas, nos campos de concentração e nas regiões de exílio, entre os trabalhadores de mais baixo posto dos colcozes e obreiros não especializados, existe uma certa igualdade, sobre a qual Dostoiévski comentou por meio de um dos seus personagens do romance Os Possessos: ‘Todos são escravos e iguais em sua escravidão... Os escravos devem ser miseravelmente iguais.’”
(Deirdre Manifold, Karl Marx: True or False Prophet?)
Trotsky descreveu como funciona essa ditadura. Por sua natureza ela deve ser e é de um único homem, que divide uma parte de seu poder com um punhado de outros, como no Politburo da URSS.
Não há dúvida que Marx sabia que estava planejando a escravidão. Mas ele tinha suas suspeitas a respeito dos ingleses. Não podia confiar que eles se comportariam como esperado. Disse que os ingleses jamais fariam uma revolução, que estrangeiros teriam que fazer a revolução por eles. Se o fantasma de Marx pudesse ao menos fazer uma visita à atual Grã-Bretanha! Lá ele descobriria que o proletariado tornou-se uma vasta classe média, vivendo em suas casas plenas do tipo de conforto que mesmo os parentes ricos de sua época teriam invejado. Eles dirigem seus próprios carros e os agentes de viagem fazem grandes negócios, enviando-os como formigueiros ao ensolarado Mediterrâneo durante a maior parte do ano. Lá eles se esbaldam: bronzeiam-se, fumam charutos, têm suas refeições nos melhores hotéis. Os parentes ricos de Marx jamais experimentaram essas coisas.
Como foi possível tudo isso? Por meio da dedicação de homens talentosos que se sentaram e ainda se sentam às suas pranchetas de desenho, lutando para tirar a carga do trabalho manual das costas dos homens, deixando a máquina fazer todo o trabalho pelo aperto de um simples botão. As máquinas que eles inventaram e aperfeiçoaram trouxeram liberdade e lazer para muitos milhões, trazendo-lhes confortos impensáveis até mesmo para as classes altas de poucas gerações atrás. Isso tanto é válido para todas as nações ocidentais desenvolvidas como para a Grã-Bretanha. Os trabalhadores se desvencilharam das cadeias da necessidade sem qualquer ajuda de Karl Marx. É somente no paraíso marxista que os trabalhadores não têm nada a perder senão suas cadeias.
Se os trabalhadores ocidentais têm que trabalhar muitas horas quando podiam estar pescando, é porque devem pagar impostos cobrados deles como juros de empréstimos que custam apenas papel e tinta e os salários de escriturários, cobrados pelos mesmos financistas que pagaram a Marx para escrever o Manifesto. Essa manipulação é a farsa que torna insignificantes todas as farsas da história. Se não fossem tais impostos, os trabalhadores do Ocidente poderiam prover a todas suas necessidades trabalhando talvez somente dois dias por semana. O excedente serve para pagar impostos injustos. Assim é que o primeiro Rotschild pôde dizer: “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige suas leis.”
Agora que sua gangue cria e controla o dinheiro mundial, vemos os efeitos desastrosos de suas políticas sobre os povos do Terceiro Mundo, onde as exportações dessas pessoas pobres não são nem mesmo suficientes para cobrir os juros que têm de pagar sobre empréstimos que nada mais são que um lançamento no livro razão.
Não há mais um proletariado como tal no Ocidente desenvolvido, mas apenas uma vasta classe média que engloba trabalhadores, artesãos e profissionais; decerto ainda há diferenças de renda, mas um bom encanador pode ser, e freqüentemente é, mais próspero que um profissional. Ainda há também alguns que são muito pobres e outros muito ricos, mas nenhum deles é numericamente significativo. Os mais pobres contudo não morrem de fome, como o fazem em países comunistas como a Etiópia.
Em contraste, em todos os países comunistas uma pequena malta no topo dispõe de tudo, lojas exclusivas, resorts de férias reservados, todo privilégio conhecido do homem corrupto quando chega ao poder. Em todos os países comunistas, as demais pessoas não podem sequer dizer que dispõem da própria alma. Esqueça liberdade, igualdade, fraternidade. Lyons diz: “Enquanto os pobres mortais passam horas nas filas esperando obter algumas de suas necessidades diárias, os novos aristocratas divertem-se comprando em lojas exclusivas abarrotadas com o melhor que o país produz e produtos importados. Enquanto funcionários superiores e diretores ganham centenas de rublos por mês – além de um conjunto de mordomias, como carros com motoristas e apartamentos de luxo – milhões nos níveis inferiores da sociedade lutam para sobreviver com o mínimo permitido legalmente... Nas fábricas e instituições, os refeitórios são divididos socialmente: os melhores lugares para as pessoas importantes, os piores para os trabalhadores. Os trens possuem de três a quatro classes... Os melhores hospitais são exclusivos das “melhores pessoas”. As classes altas têm seus símbolos de status: casas suburbanas particulares construídas em terrenos públicos, apartamentos de cooperativa nas cidades, carros, geladeiras e outros produtos difíceis de conseguir, roupas feitas por alfaiates – tudo desesperadamente fora do alcance da maior parte da população. Eles gozam suas férias como um direito em resorts elegantes, aos quais um número simbólico de trabalhadores especializados tem acesso somente como recompensa por serviços extraordinários. Até mesmo a matrícula em instituições educacionais superiores é mais fácil para os filhos das famílias com influência política ou que usam de propinas para passar por cima dos critérios acadêmicos de admissão. Então existe o que se pode chamar de símbolo estatal de status coletivo... os metrôs são tão decorados como palácios... O trabalhador vai de uma luxuriante e marmórea estação subterrânea até seu apartamento sórdido de quarto único ou sua favela imunda. Para uma mente normal, uma sociedade sem classes significa igualdade política, econômica e social. Mas na URSS, o próprio princípio da igualdade é tabu: “um absurdo pequeno-burguês digno de uma seita primitiva de ascetas, mas não de uma sociedade organizada segundo princípios marxistas”. As palavras são de Stalin e ainda expressam a doutrina oficial.”
Após haver visitado a Rússia, o ministro do trabalho britânico, George Bevin, tinha o seguinte a dizer: “As desigualdades, a infelicidade e a opressão simplesmente não podem ser escondidas ou ignoradas... há uma minoria burocrática que vive, inquestionavelmente, de modo bastante confortável.” Lyons acrescenta que há restaurantes de luxo nas maiores cidades que estão repletos de homens e mulheres bem vestidos, com preços que afastam automaticamente o comum dos mortais... são oásis de abundância e vanglória em um soturno deserto de necessidades.
Christian Rakowsky, um seguidor de Trotsky e inimigo de Stalin, disse: “Por meio de métodos desmoralizantes que transformam comunistas inteligentes em máquinas, destruindo a vontade, o caráter e a dignidade humana, os círculos governantes tiveram sucesso em converter-se a si mesmos em uma irremovível e inviolável oligarquia que substitui a classe e o partido.”
Segundo Djilas, o desiludido comunista iugoslavo, para encontrar um sistema parecido ter-se-ia que voltar quinze séculos antes de Cristo, à época do Egito antigo: “Os comunistas não inventaram a propriedade coletiva, mas deram-lhe um caráter de total abrangência bem mais vasto que em épocas passadas, mais até que no Egito dos faraós.”
Lyons conclui: “Desde os ukase de Stalin contra a ‘podre igualdade liberal’... uma nova classe tão esnobe quanto arrogante manda no galinheiro, e abaixo dela há outras classes, esperando e fazendo intrigas para obter o mesmo conforto e vantagens que inspiram os homens desde o começo dos tempos. Somente nas mais baixas profundezas, nos campos de concentração e nas regiões de exílio, entre os trabalhadores de mais baixo posto dos colcozes e obreiros não especializados, existe uma certa igualdade, sobre a qual Dostoiévski comentou por meio de um dos seus personagens do romance Os Possessos: ‘Todos são escravos e iguais em sua escravidão... Os escravos devem ser miseravelmente iguais.’”
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