“Da mesma forma, nós professamos que as legalidades do Velho Testamento, as cerimônias da Lei Mosaica, os rituais, sacrifícios e sacramentos cessaram com a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo; eles não podem ser observados sem pecado após a promulgação do Evangelho. A distinção entre alimentos limpos e imundos na velha Lei pertence às cerimônias que pereceram com o nascimento do Evangelho. A proibição dos Apóstolos com relação a alimentos oferecidos aos ídolos, sangue e carne de animais estrangulados, era apropriada na época para afastar uma causa de desentendimento entre Judeus e Gentios; mas como a razão de tal proibição deixou de existir, a própria proibição também chegou ao fim.”
(Bento XIV, Ex Quo)
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sábado, 26 de janeiro de 2013
quinta-feira, 18 de março de 2010
Ó morte, como é amarga tua lembrança
"O mors, quam amara est memoria tua
homini pacem habenti in substantiis suis,
viro quieto, et cuius viae directae sunt in omnibus,
et adhuc valenti accipere voluptatem!
O mors, bonum est iudicium tuum
homini indigenti, et qui minoratur viribus,
defecto aetate, et cui de omnibus cura est,
qui fiduciam amisit et perdidit patientiam!
Noli metuere iudicium mortis;
memento eorum, qui ante te fuerunt
et qui superventuri sunt tibi:
hoc iudicium a Domino omni carni;
et quid resistis beneplacito Altissimi?
Sive decem sive centum sive mille anni,
non est enim in inferno accusatio vitae."
(Eclesiástico, 41:1-7)
domingo, 26 de julho de 2009
Decálogo e Deuterosis

“Uma distinção interessante é feita entre as duas codificações da aliança. No primeiro caso o código consiste de uma lei, i.e., o decálogo, cujo conteúdo é primeiramente moral, e daqueles preceitos promulgados antes do culto ao bezerro. Tal código é simples e fácil de cumprir. Na medida em que ele menciona observâncias rituais, oblações ou sacrifícios, os mesmos são apresentados como observâncias discricionárias e prefigurações das coisas por vir. O segundo código, contudo, a deuterosis...é o código essencialmente ritual que Moisés recebeu durante sua segunda estada na montanha. É o código que o restante do Velho Testamento, e especialmente os códigos do Deuteronômio e do Levítico, preocupa-se em desenvolver e consumar, e que foi imposto aos judeus por causa de sua idolatria. Foi feito apenas para os judeus e era instrumento de punição divina...Foi anulado para sempre pela morte redentora de Cristo, porque Ele deu fim à maldição divina, até mesmo para os judeus. No entanto, a lei, a primeira lei, continua a existir como caminho de salvação aberto a todos os homens. Essa lei foi confirmada e tornada definitiva por Cristo.”
(Marcel Simon, Verus Israel, citado na dissertação de Scott Hahn, Kinship By Covenant: A Biblical Theological Study of Covenant Types and Texts in the Old and New Testaments)
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