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sábado, 11 de maio de 2019

Direito racial é racismo


“Acuado pelo discurso histérico dos racistas pretos, este país está levando a hipocrisia além do limite de segurança em que ela se transforma em auto-engano, e o auto-engano em demência.
Alegando os sofrimentos históricos de seus antepassados, os negros conquistaram o direito de fazer a apologia da própria raça sem poderem ser acusados de racismo, e de, em contrapartida, acusar de racismo quem critique um preto por qualquer razão que seja.
Mas todos os racismos começam como compensações de sofrimentos históricos. Os alemães só inventaram essa coisa de nazismo depois de serem discriminados pela Europa culta e rica, durante trezentos anos, como povo grosseiro e atrasado que falava um idioma de estrebaria. Fazer pouco dos alemães era moda até entre eles mesmos — uma espécie de autodiscriminação: Nietzsche morria de vergonha de não ser francês. Foram séculos de complexo de inferioridade. E quando no século XX os alemães ergueram a cabeça, o desejo neurótico de compensações deu no que deu.
O desejo de compensações é psicologicamente explicável, mas resulta em fazer da raça, como tal, um titular de direitos, e isto é, nem mais, nem menos, direito racial puro e simples. Ao mesmo tempo, a lei que consagra os direitos da raça não impõe sobre ela nenhuma obrigação decorrente do exercício desses direitos, o que faz dela um ser juridicamente privilegiado que pode cobrar mas não pode ser cobrado. Absoluto e incondicionado, o direito racial se sobrepõe, assim, aos direitos constitucionais do cidadão individual, que implicam obrigações. Para piorar as coisas, o direito racial viola flagrantemente um princípio constitucional: se ninguém pode ser discriminado por motivo de raça, é absurdo que, por igual motivo, desfrute de direitos especiais.
Quem introduz no corpo das leis o contra-senso e a absurdidade é, em essência, um inimigo da ordem jurídica, por mais edificantes que sejam os pretextos que alega.”
(Olavo de Carvalho, O Imbecil Coletivo)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Racismo antibranco nas universidades americanas


“O professor de biologia do Evergreen State College, Bret Weinstein, aprendeu as graves conseqüências da oposição aos esquerdistas do campus nesta semana.
Weinstein causou inicialmente um alvoroço em sua extremamente esquerdista universidade do estado de Washington quando se opôs sensatamente a um evento que exigiu que todos os brancos deixassem o campus por um dia. Ele chamou a idéia de "demonstração de força e ato de opressão".
Por expressar essa opinião e ser branco, Weinstein foi marcado como racista e perseguido por agitadores do campus que exigiram sua demissão. Na quinta-feira, o professor de biologia teve que dar sua aula fora do campus porque a polícia lhe disse que não era seguro para o pacífico acadêmico aparecer em seu local de trabalho.
Um estudante disse que esse tipo de comportamento ameaçador era "necessário" porque "é uma questão de vida ou morte para nós".
Este incidente não é, naturalmente, um caso isolado e campi em todo o país sofreram ataques semelhantes de agitação racial. Várias universidades têm testemunhado exigências de estudantes por habitação segregada para que os estudantes minoritários possam viver sem o terror das microagressões brancas. Algumas universidades, como a California State University em Los Angeles, cederam a essas exigências de exclusão.
Outros alunos foram mais ousados e exigiram matrícula gratuita para todos os alunos de cor – por causa da "supremacia branca".
E tem havido a bem conhecida exibição de violência e intimidação contra qualquer palestrante que conteste o dogma predominante da educação superior. Os ativistas freqüentemente citam o perigo de permitir que suposto "discurso de ódio" (um conceito nebuloso usado apenas para calar qualquer discurso do qual o acusador discorde) permaneça incontestado no campus e como ele vai de alguma forma prejudicar fisicamente as minorias. Esse argumento permite que violência e ameaças sejam usadas contra a oposição, como estamos vendo atualmente no Evergreen State.
Não admira que alguém tenha escrito um livro inteiro sobre esses desenvolvimentos intitulado "No Campus for White Men"...
O calvário do professor Weinstein exemplifica as perturbadoras tendências raciais na educação. Os estudantes queriam afastar todos os caucasianos durante um dia de ressentimento simbólico e o acadêmico corretamente pensou que era uma idéia estúpida para reforçar a opressão. Isso só o fez aparecer como um branco malvado e racista que merecia ser esmagado por expressar dissidência.
As bem estabelecidas credenciais progressistas de Weinstein foram descartadas em favor de vê-lo apenas pela cor de sua pele. Para os ativistas, sua brancura é seu principal atributo; tudo o mais sobre ele é secundário em importância.
O desprezo por todos os brancos mostrado por esses estudantes é simplesmente racismo, e essa visão parece ser a motivação predominante para as manifestações, em vez de um compromisso com os princípios tradicionais de esquerda.
Eventos como este só continuarão a acontecer enquanto a política de identidade minoritária continuar a dominar a vida no campus e a culpa branca for pregada por professores e administradores. Evergreen State é universidade pública e depende de contribuintes para sobreviver. Washington é um estado bastante liberal, mas tenho certeza que o eleitor médio – seja ele democrata ou republicano – não ficaria satisfeito pelo fato de que seu dinheiro está sendo usado para apoiar o cerceamento de expressão e para forçar estudantes e professores brancos para fora do campus.
Os estados que fornecem o dinheiro para este absurdo ocorrer também têm o poder de freá-lo. Com a palavra, o legislativo de Washington.”
(Scott Greer, No Campus for Professors Opposed to Anti-White Racism)