Mostrando postagens com marcador Escola de Frankfurt. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola de Frankfurt. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Povo e ralé


"Karl Marx podia ter todos os defeitos do mundo, desde a vigarice intelectual até as hemorróidas, mas ele sabia que a palavra “proletário” significa “gente que trabalha” e não qualquer Zé-Mané.
Ele combatia o capitalismo porque achava que os ricos enriqueciam tomando o dinheiro dos pobres, o que é talvez a maior extravagância matemática que já passou por um cérebro humano, mas, reconheça-se o mérito, ele nunca confundiu trabalhador com vagabundo, povo com ralé.
Alguns discípulos bastardos do autor de “O Capital”, uns riquinhos muito frescos e pedantes, fundaram um instituto em Frankfurt com o dinheiro de um milionário argentino e resolveram que valorizar antes o trabalho honesto do que os vícios e o crime era uma deplorável concessão de Marx ao espírito burguês.
Usando dos mais requintados instrumentos da dialética, começaram ponderando que o problema não era bem o capitalismo e sim a civilização, e terminaram tirando daí a conclusão lógica de que para destruir a civilização o negócio era dar força aos incivilizados contra os civilizados.
Os frankfurtianos não apostavam muito no paraíso socialista, mas acreditavam que a História era movida pela força do “negativo” (uma sugestão de Hegel que eles tomaram ao pé da letra), e que, portanto, o mais belo progresso consiste em destruir, destruir e depois destruir mais um pouco.
Tentar ser razoável era apenas “razão instrumental”, artifício ideológico burguês. Séria mesmo, só a “lógica negativa”.
A destruição era feita em dois planos.
Intelectualmente, consistia em pegar um a um todos os valores, símbolos, crenças e bens culturais milenares e dar um jeito de provar que no fundo era tudo trapaça e sacanagem, que só a Escola de Frankfurt era honesta, precisamente porque só acreditava em porcaria – coisa que seu presidente, Max Horkheimer, ilustrou didaticamente pagando salários de fome aos empregados que o ajudavam a denunciar a exploração burguesa dos pobres.
Isso levou o nome hegeliano de “trabalho do negativo”. A premissa subjacente era:
– Se alguma coisa sobrar depois que a gente destruir tudo, talvez seja até um pouco boa. Não temos a menor ideia do que será e não temos tempo para pensar em tamanha bobagem. Estamos ocupados fazendo cocô no mundo.
No plano da atividade militante, tudo o que é bom deveria ser substituído pelo ruim, porque nada no mundo presta, e só a ruindade é boa. A norma foi seguida à risca pela indústria de artes e espetáculos. A música não podia ser melodiosa e harmônica, tinha de ser no mínimo dissonante, mas de preferência fazer um barulho dos diabos.
No cinema, as cenas românticas foram substituídas pelo sexo explícito. Quando todo mundo enjoou de sexo, vieram doses mastodônticas de sangue, feridas supuradas, pernas arrancadas, olhos furados, deformidades físicas de toda sorte – fruição estética digna de uma platéia high brow.
Nos filmes para crianças, os bichinhos foram substituídos por monstrengos disformes, para protegê-las da idéia perigosa de que existem coisas belas e pessoas boas. Na indumentária, mais elegante que uma barba de três dias, só mesmo vestir um smoking com sandálias havaianas — com as unhas dos pés bem compridas e sujas, é claro.
A maquiagem das mulheres deveria sugerir que estavam mortas ou pelo menos com Aids. Quem, na nossa geração, não assistiu a essa radical inversão das aparências? Ela está por toda parte.
Logo esse princípio estético passou a ser também sociológico. O trabalhador honesto é uma fraude, só bandidos, drogados e doentes mentais têm dignidade. Abaixo o proletariado, viva a ralé. De todos os empreendimentos humanos, os mais dignos de respeito eram o sexo grupal e o consumo de drogas.
De Gyorgy Lukacs a Herbert Marcuse, a Escola de Frankfurt ilustrou seus próprios ensinamentos, descendo da mera revolta genérica contra a civilização à bajulação ostensiva da barbárie, da delinquência e da loucura.
Vocês podem imaginar o sucesso que essas idéias tiveram no meio universitário. Desde a revelação dos crimes de Stálin, em 1956, o marxismo ortodoxo estava em baixa, era considerado coisa de gente velha e careta.
A proposta de jogar às urtigas a disciplina proletária e fazer a revolução por meio da gostosa rendição aos instintos mais baixos, mesmo que para isso fosse preciso a imersão preliminar em algumas páginas indecifráveis de Theodor Adorno e Walter Benjamin, era praticamente irresistível às massas estudantis que assim podiam realizar a coincidentia oppositorum do sofisticado com o animalesco.
Com toda a certeza, a influência da Escola de Frankfurt, a partir dos anos 60 do século passado, foi muito maior sobre a esquerda nacional que a do marxismo-leninismo clássico.
Sem isso seria impossível entender o fenômeno de um partido governante que, acuado pela revolta de uma população inteira, e não tendo já o apoio senão da ralé lumpenproletária remunerada a pão com mortadela e 35 reais, ainda se fecha obstinadamente na ilusão de ser o heróico porta-voz do povão em luta contra a “elite”.
Dois anos atrás, já expliquei neste mesmo jornal que uma falha estrutural de percepção levava a esquerda nacional a confundir sistematicamente o povo com o lumpenproletariado, de tal modo que, favorecendo o banditismo e praticando-o ela própria em doses continentais, ela acreditava estar fazendo o bem às massas trabalhadoras, as quais, em justa retribuição de tamanha ofensa, hoje mostram detestá-la como à peste.
O Caderno de Teses do V Congresso do PT é um dos documentos mais reveladores que já li sobre o estado subgalináceo a que os ensinamentos de Frankfurt podem reduzir os cérebros humanos."

http://www.olavodecarvalho.org

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

As origens satânicas da cultura moderna

“Um símbolo de VENENO deveria ser colocado sobre as portas de nossas universidades, cinemas e galerias de arte. Deveria haver um aviso semelhante em nossa TV, música e vídeos.
Na década de 1920, líderes da Internacional Comunista decidiram que a sociedade ocidental era forte demais para ser conquistada. Era necessário enfraquecê-la com a subversão de suas instituições culturais – família, educação, religião, arte, meios de comunicação de massa e governo.
Eles tiveram um enorme sucesso. Mantendo essas instituições em seu formato familiar, eles mudaram sutilmente seu conteúdo. É como ornar um frasco de aspirina com arsênico. O objetivo é envenenar gradualmente, paralisar e eventualmente destruir.
Estamos percebendo que nossos líderes políticos e culturais são em geral uns covardes, patetas, traidores, trapaceiros, oportunistas e impostores premiados pela quantidade de dano que podem causar.
Nosso fracasso em combater o Comunismo se deve a um equívoco em relação a sua verdadeira natureza. O Comunismo é a criação de um culto satânico (Cabalistas) promovido pelos banqueiros judeus internacionais Illuminati. Foi planejado para colocar toda a riqueza do mundo em suas mãos e depois reduzir e escravizar a raça humana. A Estrela Vermelha de cinco pontas do Comunismo é também o símbolo do culto ao demônio. Vírus demoníaco, o Comunismo metamorfoseou-se em inúmeras formas (tais como o feminismo e os “direitos dos gays”), ludibriando cada vez mais pessoas.
A Civilização Ocidental foi erguida sobre o Cristianismo, a premissa de que Deus é real, a Realidade Definitiva, que é espiritual. Através da alma humana que Deus criou, o indivíduo comum pode discernir a Vontade Divina sem mediação de uma autoridade mundana. Essa é a razão por que os banqueiros odeiam o Cristianismo.
Deus é a Verdade, o Amor, a Beleza e a Bondade a que nós aspiramos. Essa ordem moral impede que um grupelho monopolize a riqueza do mundo. Assim, os banqueiros decidiram destruir nossa crença em uma Ordem Divina, por meio da promoção do Darwinismo, do Existencialismo etc. Eles criam a guerra, a depressão e o terror para que exijamos seu “antídoto”: a Nova Ordem Mundial.
Em seu brilhante ensaio “A Escola de Frankfurt e o Politicamente Correto”, Michael Minnichino descreve como a maioria dos movimentos intelectuais e artísticos mais apreciados do século XX, ainda em voga nos dias de hoje, foram na verdade inspirados por pensadores que eram agentes do Comintern (Internacional Comunista) financiados pelos banqueiros centrais. Alguns deles na verdade trabalharam para a Inteligência Soviética (NKVD) até os anos 60.
Ele escreve: “A tarefa [da Escola de Frankfurt] era primeiramente minar o legado judaico-cristão por meio de uma “abolição de cultura”... e depois, determinar novas formas culturais que aumentariam a alienação da população, criando assim uma “nova barbárie”... O propósito da arte, da literatura e da música moderna deve ser destruir o potencial inspirador da arte, da literatura e da música...”
Os recursos vieram de “várias universidades alemãs e americanas, a Fundação Rockefeller, o Comitê Judaico Americano, muitos serviços de inteligência americanos...”
Esse movimento subversivo “representa quase a totalidade da base teórica de todas as modas estéticas do politicamente correto que agora empestam nossas universidades.” Eles estão associados ao Pós-Modernismo, ao Feminismo, aos Estudos Culturais, ao Desconstrucionismo, à Semiótica etc.
Seu resultado final é divorciar-nos da verdade, da coesão social e de nossa herança cultural. Eles afirmam que a realidade é incognoscível e que os escritores e artistas estão apenas representando a si mesmos. Por exemplo, o pós-modernista Hayden White escreve que “as narrativas históricas são ficções verbais, cujos conteúdos são mais inventados que achados... verdade e realidade são essencialmente armas autoritárias dos nossos tempos.” Em outras palavras, não podemos saber o que aconteceu no passado (que é exatamente o que eles querem).
O Pós-Modernismo faz parte da agenda autoritária. Da mesma forma, a Escola de Frankfurt defendia a idéia de que o “autoritarismo” é causado por religião, liderança masculina, casamento e família, quando essas coisas na verdade preservam a sociedade.
Como resultado, as universidades são território inimigo e os professores geralmente são obstáculos ao magistério genuíno.
A Antiga Conspiração
O Comunismo é o produto de uma antiga conspiração contra Deus e o homem. Os judeus fariseus rejeitaram a Cristo porque ele ensinou que Deus é Amor e todos os homens são iguais perante Deus.
“O advento do Cristo foi uma catástrofe nacional para o povo judeu, principalmente para os líderes”, escreve Leon de Poncins. “Até então só eles tinham sido os Filhos da Aliança; eles tinham sido seus únicos sumos-sacerdotes e beneficiários...”
Ele continua: “O antagonismo irredutível com o qual o Judaísmo tem-se oposto ao Cristianismo por 2000 anos é a chave e a fonte da moderna subversão... [O judeu] defende a razão contra o mítico mundo do espírito... ele foi o doutor da descrença; todos os que mentalmente estavam em revolta vieram até ele seja em segredo, seja à plena luz do dia...” (Judaísmo e o Vaticano, pp. 111-113.)
Suspeito que o Messianismo judaico possa ser um instrumento dos banqueiros internacionais, uma forma de consolidarem seu poder. Esses banqueiros e seus aliados estão criando uma Nova Ordem Mundial que pouco se importa com princípios democráticos. Eles serão os deuses.
É famosa a citação de Nathan Rothschild (1777-1836): “Eu não me importo com que marionete ocupa o trono da Inglaterra para governar o Império. O homem que controla o suprimento de dinheiro da Grã-Bretanha controla o Império Britânico e eu controlo o suprimento de dinheiro britânico.”
Além do Messianismo judaico, a Franco-Maçonaria tem sido o instrumento dos banqueiros. Ela foi essencial na destruição das monarquias cristãs na Alemanha, Áustria e Rússia e no declínio da Igreja Católica. Isso também foi revelado na chamada “Sinfonia Vermelha” [N. do T: A transcrição de 50 páginas do interrogatório de Christian G. Rakovsky pela NKVD].
Na Encíclica Humanum Genus (1884) o Papa Leão XIII escreveu que o objetivo final da Franco-Maçonaria é “desenraizar completamente toda a ordem religiosa e moral do mundo, que veio à existência com o Cristianismo... Isso significará que a fundação e as leis da nova estrutura da sociedade serão baseadas no puro naturalismo.”
O Papa Leão XIII também disse: “A Franco-Maçonaria é a permanente personificação da Revolução; ela constitui uma espécie de sociedade ao inverso cujo objetivo é exercer um domínio oculto sobre a sociedade como a conhecemos, e cuja única razão de ser consiste em fazer guerra a Deus e Sua Igreja.” (De Poncins, Franco-Maçonaria e o Vaticano, p. 45)
Em Franco-Maçonaria e o Vaticano, Leon de Poncins usa fontes judaicas para afirmar que a Franco-Maçonaria está intimamente relacionada ao Judaísmo. Por exemplo, o Rabino Elle Benamozegh escreveu: “A teologia maçônica corresponde muito bem à da Cabala...” (Israel et L’Humanité, p. 73)
De Poncins cita um artigo que apareceu em 1861 em uma revista judaica parisiense, La Verité Israelite: “Mas o espírito da Franco-Maçonaria é o do Judaísmo em suas crenças mais fundamentais; suas idéias são judaicas, sua linguagem é judaica, sua própria organização é quase judaica...”
De Poncins escreve que a meta tanto da Franco-Maçonaria quanto do Judaísmo é a unificação do mundo sob a lei judaica. (Franco-Maçonaria e o Vaticano, p. 76)
Conclusão
Da mesma forma que precisamos de comida saudável e exercício, nossa mente e alma precisa de verdade e beleza. Precisamos ver a vida retratada honestamente, com as forças verdadeiras identificadas. Ao invés, somos deliberadamente enganados e degradados por uma pequena elite financeira com um plano diabólico. Garanhões brancos, nossas almas são alimentadas com uma dieta de serragem.
Seja na escola ou pelos meios de comunicação de massa, somos bombardeados com propaganda programada para produzir alienação e disfunção. Devemos nos proteger desse veneno antes que seja tarde demais.
A boa notícia é que a cultura moderna, baseada na premissa de que não há nenhum propósito inerente ou design positivo na vida humana, foi desmascarada como uma psy-op (operação psicológica) Illuminati de longa duração planejada para nos desmoralizar. Mas ela vai fracassar.”
(Henry Makow, The Satanic Origin of Modern Cult-ure)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

As raízes comunistas do politicamente correto

“O politicamente correto é uma AIDS intelectual. Tudo que ele toca adoece e eventualmente morre. Nos campi das universidades americanas ele diminuiu a liberdade de expressão, deformou os currículos, politizou as notas e substituiu a integridade intelectual por uma propaganda enfadonha. De uma sala de aula a outra, os professores oferecem diatribes ideológicas que os estudantes são obrigados a regurgitar para conseguir nota: o vômito retorna ao cachorro. Esses lugares – e são muitos – não são mais universidades, mas pequenas Coréias do Norte cobertas de hera.
Mas o que vem mesmo a ser o politicamente correto? As pessoas “politicamente corretas” no seu campus não gostariam de jeito nenhum que você soubesse a resposta a essa pergunta. Por quê? Porque o politicamente correto nada mais é que marxismo traduzido de termos econômicos a culturais.
Os paralelos são óbvios. Em primeiro lugar, tanto o marxismo econômico como o cultural, que é o politicamente correto, são ideologias totalitárias. Ambos insistem em “verdades” que são contrárias à experiência e à natureza humana. Ao contrário do que acredita o marxismo econômico, não existe isso de “sociedade sem classes”, e os incentivos econômicos são importantes. Ao contrário do que prega o politicamente correto, o homem e a mulher são diferentes, como o são seus papéis naturais na sociedade; as raças e os grupos étnicos têm características específicas; e o homossexualismo é anormal. Como a única maneira de as pessoas aceitarem as “verdades” dos ideólogos é por meio da força, elas serão forçadas – pelo poder total do estado, se marxistas de qualquer dos dois tipos puderem controlá-lo.
O segundo paralelo é que ambos os marxismos, o clássico e o cultural, têm explicações de fator único para a história. Enquanto o marxismo clássico defende que toda a história foi determinada pela propriedade dos meios de produção, os marxistas culturais do politicamente correto dizem que a história se explica segundo o poder que alguns grupos – definidos por sexo, raça e normalidade ou anormalidade sexual – exercem sobre outros.
O terceiro paralelo é que ambas as variedades de marxismo declaram certos grupos virtuosos e outros maus a priori, sem considerar o comportamento real dos indivíduos. Assim é que o marxismo econômico definiu trabalhadores e camponeses como bons e a classe média como má, enquanto o marxismo cultural define negros, hispânicos, mulheres feministas, homossexuais e algumas outras minorias como virtuosos e os homens brancos como maus. O politicamente correto não reconhece a existência de mulheres não-feministas e define negros que rejeitam sua ideologia como brancos.
O quarto paralelo está nos meios: a expropriação. Os marxistas econômicos expropriaram a propriedade das classes média e alta e deram-na ao estado. Os marxistas culturais, nos campi e no governo, apenam os homens brancos e privilegiam os grupos que favorecem. A ação afirmativa é um exemplo desse tipo de expropriação.
Por fim, ambos os tipos de marxismo empregam um método de análise que garante mostrar a justiça de sua ideologia em qualquer situação. Para os marxistas clássicos, o método é a economia marxista. Para os marxistas culturais, o método é lingüístico: a desconstrução. A desconstrução primeiro remove todo significado dos “textos” e então insere um novo: seja do jeito que for, o texto vai ilustrar a opressão de mulheres, negros, homossexuais etc pelo homem branco e pela cultura ocidental. O significado pretendido pelo autor é irrelevante.
Esses paralelos não são coincidências. Existem porque o marxismo cultural do politicamente correto deriva de fato do marxismo clássico e econômico, em grande parte através do trabalho da Escola de Frankfurt. Após a Segunda Guerra Mundial, os marxistas europeus enfrentaram uma questão difícil: por que o proletariado de toda a Europa não se sublevou em revolução e estabeleceu uma nova ordem marxista, como sua ideologia profetizava? Dois pensadores marxistas proeminentes, Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria, apareceram com a resposta: a cultura ocidental. A cultura ocidental tanto cegou os trabalhadores para seus verdadeiros interesses de classe que não puderam agir de acordo com eles. Assim, antes que o socialismo pudesse chegar ao poder, a cultura ocidental tinha que ser destruída. Em 1919, Lukacs colocou a questão, “Quem nos salvará da cultura ocidental?” Nesse mesmo ano, como subcomissário para a cultura no governo bolchevique húngaro de Bela Kun, a primeira coisa que fez foi introduzir a educação sexual nas escolas de seu país.
Em 1923, Lukacs e alguns intelectuais marxistas alemães fundaram um grupo de reflexão destinado a traduzir o marxismo de termos econômicos para culturais, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt. O instituto rapidamente se tornou conhecido como a Escola de Frankfurt. Em 1933, quando os nacional-socialistas chegaram ao poder na Alemanha, a Escola de Frankfurt mudou-se para a cidade de Nova York.
Ali, suas figuras principais – Theodor Adorno, Erich Fromm e Wilhelm Reich – desenvolveram a “teoria crítica”, uma mistura de Marx com Freud que rotulou os principais componentes da cultura ocidental como “preconceito”, i.e, doença psicológica. Os “teóricos críticos” defendem que para acabar com o “preconceito”, o cristianismo, o capitalismo e a família patriarcal tradicional devem todos ser destruídos.
A conexão entre a Escola de Frankfurt e a rebelião estudantil dos anos 60 foi feita principalmente por um de seus elementos mais destacados, Herbert Marcuse – o homem que nos anos 60 cunhou a frase “Faça amor, não faça guerra”. O livro de Marcuse “Eros e Civilização” defendia que as ferramentas com as quais se deveria destruir a civilização ocidental eram o sexo, as drogas e o rock'n roll. Ele popularizou as idéias da Escola de Frankfurt de um modo que os estudantes radicais dos anos 60 podiam entender e absorver, e hoje conhecemos seu trabalho como o politicamente correto.
Este é, portanto, o segredinho sujo do politicamente correto: é marxismo, marxismo traduzido da economia para a cultura. Sabemos o que o marxismo econômico fez na União Soviética. Vamos permitir que o marxismo cultural faça o mesmo nos Estados Unidos?”
(William Lind, PC Marxist Roots Unearthed)