quinta-feira, 7 de julho de 2011

Karl Marx e a maçonaria

“Um ramo dos Iluminados da Baviera que nessa época era conhecido pelo nome de “Liga dos Justos” (League of the Just) e que saiu de um dos grupos secretos revolucionários franceses com muito sucesso, a “Companhia das Quatro Estações”, recebeu dois novos membros, o judeu Moses Modechai Marx Levi (aliás Karl Marx) e seu amigo Friedrich Engels, filho de um industrial. Os dois escreveram mais tarde, para a Liga dos Justos, o “Manifesto do Partido Comunista”. Uma parte do manifesto era de sua lavra, a maior parte refletia, entretanto, a ideologia da “Liga dos Justos” e a de outras sociedades secretas francesas que se opunham à França com idéias revolucionárias.
Gary Allen escreveu a esse respeito:
De fato, o “Manifesto do Partido Comunista” estava já em circulação desde muitos anos, bem antes do nome de Karl Marx ser conhecido a ponto de poder ser utilizado para esse manual revolucionário. Tudo o que Marx realmente fez foi modernizar e codificar os projetos dos princípios revolucionários que tinham sido colocados por escrito 70 anos antes por Adam Weishaupt, o fundador dos Iluminados da Baviera. (Die Insider, p.32)
Nada mais se oporia agora ao “combate contra o capitalismo”. Marx conseguiu modificar com seu espírito brilhante a imagem da “Liga dos Justos” tão bem que ela mudou de nome e se tornou em 1847 a “Liga dos Comunistas”.
Aqui aparece claramente como os Iluminados da Baviera criaram na Inglaterra e na América os sistemas “capitalistas” tão bem como os “anti-capitalistas”, às vezes mesmo comunistas, o que lhes permitiu utilizar o conflito que disso resultou de forma maquiavélica; eles conseguiram manter a humanidade numa discórdia constante e numa perfeita confusão.”
(Jan van Helsing, Geheimgesellschaften und ihre Macht im 20. Jahrhundert)