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sábado, 12 de junho de 2021

Imigração à beira de destruir a Suécia


“O paraíso feminista, secularista, multicultural e anticristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.
Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).
Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.
No dia 18 de outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada à estação de polícia em Uppsala.
Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.
Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:
Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.
Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipes SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:
Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada. Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.
Claramente, a Suécia está a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia está a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.
***
Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objetivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.
Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e tranquilidade.
Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de fato funcionar e aumentar a tranquilidade dos europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção. Portanto, podemos prever que ou a Suécia se torna num estado policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.
Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.”

http://perigoislamico.blogspot.com.br

domingo, 11 de abril de 2021

Governo global

“A expressão "governo global" é uma figura de linguagem, uma metonímia. Designa um poder global informal pelo nome de uma instituição que não existe, que talvez não venha a existir nunca, mas de cujas funções ideais ele já exerce algumas na realidade.
Nenhum presidente do mundo ou parlamento global decretou oficialmente a agenda abortista, feminista, racialista ou gayzista, nem o controle politicamente correto da linguagem, nem o favorecimento legal aos criminosos, nem o desarmamentismo civil, nem o boicote geral ao cristianismo, nem a abertura das fronteiras à imigração em massa.
No entanto, todas essas medidas vêm sendo impostas em escala global com uma rapidez e uma eficiência avassaladoras, assim como a política de intimidação aos adversos e refratários, rotulados, com uniformidade mundial, de fascistas, neonazistas ou, na mais branda das hipóteses, de paranóicos e teóricos da conspiração.
Negar a existência de um poder global sob a alegação da dificuldade de constituir um governo mundial como entidade legalmente reconhecida é negar a existência de crimes sob a desculpa de que não são permitidos pelo Código Penal. É a apoteose do formalismo jurídico em oposição à realidade dos fatos.
O fato de que todas essas agendas estejam sendo impostas simultaneamente em toda parte, exceto no Islam e na Rússia, é a prova definitiva da concorrência entre os três esquemas globalistas, que mencionei no debate com o prof. Duguin.
Dizer que nenhuma dessas agendas foi imposta pela força, que os governos nacionais as aceitaram espontaneamente, só prova uma coisa: que em inúmeros países a classe governante já aderiu à ideologia globalista e a impõe a seu próprio povo por vontade própria. Isso é a prova cabal de que o globalismo já possui a HEGEMONIA, e uma hegemonia não se impõe sem o trabalho de inumeráveis agentes de influência, com muito planejamento e investimentos colossais. ISSO é o poder global.”
(Olavo de Carvalho, em postagens no Facebook)

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Globalismo viral


“A praga do coronavírus, cujas consequências mal começamos a saborear, nos oferece uma ocasião inigualável para mudarmos nossa enlouquecida forma de vida. Contudo, como nos ensina o Apocalipse, os homens se distinguem sempre, depois de sofrer uma calamidade, por voltar aos mesmos caminhos; e esta conduta irracional, tristemente repetida em todos os crepúsculos da História, se repetirá também agora.
A ninguém escapa que a praga do coronavírus teria um caráter estritamente doméstico se não vivêssemos em um mundo globalizado. O coronavírus teriam comido com batatas os chineses, cujos governantes tirânicos teriam que dar explicações a seus súditos, a quem continuam dizimando das formas mais selvagens há muito tempo. Uma praga circunscrita à China teria feito cambalear a horrenda tirania que ali governa, aberrante híbrido de capitalismo e comunismo; e talvez até servido para que o povo revoltado contra seus governantes tivesse descoberto a origem oculta da praga, que desconfio tenha sido escape de laboratório. No entanto, como vivemos em um mundo globalizado, os chineses espalharam no planeta inteiro o coronavírus, como fazem com todas as tralhas, quinquilharias, bugigangas e porcarias que fabricam. E, ao distribuir os estragos do vírus por todas as nações da terra, os chineses acolheram com resignação oriental (ou seja, com fatalismo) o que diz o provérbio: “Mal de muitos, consolo de tolos”.
Também em nossa aceitação da globalização, como na resignação oriental, há um componente aziago de fatalismo. Por fatalismo diante de um progresso ilimitado e inevitável (eis que não se podem colocar portas no campo!) impôs-se o globalismo como modelo indiscutido de organização social, econômica e política. Naturalmente, tal modelo de vida não era mais que o ‘marco’ que a nova mutação do capitalismo precisava para continuar concentrando a propriedade; mas as massas cretinizadas acabaram tomando gosto pelos novos hábitos que tal ‘marco’ lhes impunha, resumíveis em um consumo irrefreado de tralhas, quinquilharias, bugigangas e porcarias. O que inclui tanto a compra de produtos vindos das paragens mais remotas do atlas como o consumo mesmo do atlas, mediante a expansão mastodôntica do turismo. E assim o planeta inteiro se tornou um sabá de bulimia universal, que nos que estão no comando é bulimia de colecionadores e, nas massas cretinizadas, bulimia de criança que entra em loja de guloseimas e as quer comer todas, empanturrando-se como se não houvesse amanhã.
Chesterton afirmava que o capitalismo é uma heresia porque, em lugar de olhar as coisas criadas e ver que são boas (como fez Deus no Gênese), as olha e vê que são bens. Todas as flores, todos os pássaros, todos os pores do sol, todos os rochedos e cumes elevados, todas as estrelas colocadas à venda, cada uma com seu preço correspondente. E a praga do turismo globalista representa a estação última dessa heresia monstruosa, pondo o mundo inteiro em liquidação, para desfrute de consumidores insaciáveis. O mesmo globalista aproveita o fim de semana para ‘dar uma escapadinha’ (na realidade para abarrotar-se de tralhas, quinquilharias, bugigangas e porcarias) a Milão ou Nova York; e, se o fim de semana pode ser esticado alguns dias a mais, dá um pulo até Xangai (para fazer o mesmo). O lugar-comunismo ambiental pretende que ‘cada um faz com seu dinheiro o que quer’; mas o certo é que aqueles que gastam seu dinheiro em ‘dar escapadinhas’ de fim de semana a Milão ou Nova York, além de serem uns globocaipiras e uns consumidores compulsivos, são carcaças vazias, pessoas que precisam buscar fora de si o que não encontram em seu interior, talvez porque só encontrem esterco. E que, ademais, querem transformar o mundo inteiro no reflexo de sua alma. Trazendo o coronavírus para casa, conseguiram-no plenamente.
Se no mundo ainda restasse um pouco de sanidade, depois da hecatombe que o coronavírus vai causar, renegaríamos a loucura que nos levou a aceitar um modelo de organização social, econômica e política decididamente anti-humano. E, com a abolição do globalismo, nos obrigaríamos – antes de assinar um ‘Protocolo de Quioto’ - a ficarmos quietinhos em nossa aldeia, desfrutando de suas modestas belezas, muito melhores de qualquer maneira que as tralhas, quinquilharias, bugigangas e porcarias que trouxemos do outro extremo do atlas, empanadinhas com o coronavírus. Mas está escrito no Apocalipse que os homens, depois de sofrerem uma calamidade, voltam aos mesmos caminhos.”
(Juan Manuel de Prada, Globalismo Vírico)

https://www.xlsemanal.com

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

A destruição do homem pela globalização


"Os homens não se parecem uns com os outros. A natureza também é variadamente rica, porque Ele assim o ordenou. Nosso Pai pensou que seus filhos poderiam ser enriquecidos com suas diferenças. Hoje a globalização é contrária ao plano divino. Tende a tornar a humanidade uniforme. Globalização significa separar o homem de suas raízes, de sua religião, de sua cultura, história, costumes e ancestrais. Ele se torna apátrida, sem país, sem terra. Ele está em casa em qualquer lugar e em lugar nenhum."
(Cardeal Robert Sarah, The Day Is Now Far Spent)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

A reserva dos derrotados


“Claro que há muita burrice e rabugice no que tantos profissionais da comunicação vêm escrevendo e dizendo. Assim como o uso do cachimbo entorta a boca, o hábito de falar sozinho sem ser contestado desenvolve deformações políticas. E faz carreira nos totalitarismos.
Não podemos esquecer que em todas as eleições presidenciais havidas entre 1994 e 2014, completando 20 anos e seis pleitos consecutivos, a nação foi constrangida a escolher entre dois partidos de esquerda – PSDB e PT. Contados os períodos dos respectivos mandatos, tem-se quase um quarto de século durante o qual a sociedade foi submetida a uma dieta política servida por legendas que apreciavam o mesmo cardápio. Não se discutiam outros pratos, outras receitas e, na maioria dos casos, o tempero era o mesmo: conversa fiada populista.
Liberais e conservadores, ou a direita (como queiram), ficaram sem pai nem mãe todo esse tempo. Situação inusitada. Algo análogo só se encontrará em países comunistas, creio. Pessoas e partidos que poderiam falar pela direita de modo orgânico no Congresso Nacional estavam, geralmente, capturados, ora por um, ora por outro dos dois projetos de poder em curso. A retórica política tornou-se monótona. Governo e oposição, ambos “de esquerda”, usavam o mesmo vocabulário, o mesmo glossário, se alinhavam com o infame “politicamente correto”, com o globalismo, com intervencionismo estatal, com o populismo de esquerda e suas articulações, com a Escola de Frankfurt, com George Soros e a Open Society. Consequentemente, tinham e têm o mesmo compromisso com a degradação das estruturas que sustentam a civilização ocidental e com uma ordem econômica não capitalista.
O rolar do tempo e a falta de concorrência no mercado das ideias foram criando uma espécie de pseudoconsenso em que qualquer expressão de base conservadora ou liberal era automaticamente repelida e expelida. Por não encontrar eco, sumia. Foi assim que o Brasil, empurrado pela política conforme era jogada, mas também pelas entidades representativas da tal “sociedade civil organizada” – OAB, CNBB, ABI, sindicatos e suas centrais, conselhos – aprendeu a falar a mesma linguagem e fez sumir as mesmas palavras. Quais? Pois é, será bom lembrá-las. Entre outras: ordem, tradição, honra, família, virtudes, princípios, fé, autoridade, capitalismo, propriedade. E mais: liberdade/responsabilidade e direitos/deveres, como binômios não fracionáveis.
O papel destruidor do que descrevo não poupou sequer a nação e sua história. Veio para cima das mesas, nas salas de aula, como refinado produto do saber, o lixo dos acontecimentos. Qualquer modo de contar a história do Brasil servia, desde que lhe suprimisse toda nobreza, todo sentimento de amor à pátria e valorização dos seus elementos unitivos, suas esplêndidas raízes, seus fundadores, suas grandes figuras humanas. Cobranças com vencimento à vista de supostas dívidas ancestrais são úteis a essa máquina de moer cidadania. Nenhuma nação de “credores” deu certo, mas a ideia nunca foi fazer dar certo. A ideia sempre foi trabalhar com os sentimentos menos nobres porque é com eles que se elegem os piores. Se me faço entender. E assim, nossas crianças – pasmem! –, há anos, ouvem a história do Brasil como quem testemunha uma delação premiada na qual o vício é narrado até onde não existe. E na qual toda virtude, merecimento, bem, gratidão e reverência são castigadas com silêncio. Escaneiam a consciência dos mortos e esquecem a própria!
O prêmio por falar mal do Brasil, pela delação histórica, vai para jornalistas, professores e intelectuais militantes. Cabe a eles, nestes dias, como braços do mesmo corpo, a tarefa de substituir, temporariamente, os políticos vencidos pelo descrédito. Para quase todos os efeitos visíveis, são os protagonistas da oposição nesta alvorada de 2019. E eles estão, já se vê, cumprindo seu papel, ostentando as vestes alvas de uma superioridade moral que ninguém confirma.”

http://www.puggina.org

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O globalismo infiltrado no cristianismo


“Eu tenho que rir quando os líderes cristãos de hoje afirmam que “diversidade é força e divisão é fraqueza” quando o que ocorre é demonstrável e exatamente o oposto. Se em todas as aldeias e cidades européias existem medidas de proteção postas em prática para evitar que ataques terroristas terríveis ocorram nos mercados de Natal, como é que a diversidade é uma força? Nossos países não estão em perigo por causa daqueles “nazistas desagradáveis” que a mídia fica dizendo que causam “divisão”; nossas sociedades foram divididas pela imigração em massa e pela importação em massa de culturas hostis e pessoas que não têm interesse ou desejo em ver preservados nosso modo de vida e nossa cultura e muito menos nossa identidade étnica.
Não haverá cenário de cumbaiá com multiculturalismo e diversidade, só haverá conflitos, porque a natureza determina que diferentes grupos entram em conflito quando em proximidade. O ódio e o tribalismo são reações naturais a qualquer coisa que ameace o que você ama e o que você vê como sendo um perigo para a sobrevivência de si mesmo, sua família e seu grupo nacional/étnico.
O que eles chamam de "ódio" é essencialmente a percepção do que está sendo feito contra as nações ocidentais. Você deve permanecer dócil e apático. Atreva-se a sair do feitiço globalista lançado sobre você e será tachado como odiento, racista, intolerante etc.
O cristianismo não sobreviverá em uma sociedade assolada pela imigração em massa de não-cristãos, não sobreviverá em uma sociedade que está terminalmente doente com a doença do marxismo cultural. Líderes cristãos podem adotar o mantra do amor, da unidade e da irmandade dos homens o quanto quiserem; eles estão simplesmente facilitando a destruição de sua religião e cultura devido a um abjeto fracasso em entender as leis da natureza e o instinto tribalista humano.”
(Occidental Revival, em postagem no Facebook de 26.12.2018)