sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Anne Frank: uma fraude best-seller

“Quem poderá acreditar no Diário de Anne Frank -- símbolo do martírio do povo judeu na 2ª Guerra Mundial? Simon Wiesenthal, no seu livro "Os assassinos entre nós", nos informa à página 176 que Anne Frank teria morrido no campo de concentração de Bergen Belsen, em março de 1945, vítima de tifo. Aliás, um dos poucos fatos passíveis de serem considerados como verdadeiros em toda sua quilométrica bibliografia. Na mesma obra ele informa que o pai de Anne Frank teria voltado em 1946 para a casa onde residira, em Amsterdã, tendo encontrado o diário no mesmo local, no chão, onde o soldado "SS" o havia arremessado, por ocasião da prisão da família...
Contrariando a versão de Wiesenthal, a revista semanal Manchete, de 21 de março de 1992, em matéria especial sobre o novo "diário" de Anne Frank, informa que os manuscritos, intactos, ficaram em poder da senhora Miep Gies desde o início e só foram entregues ao Sr. Otto, pai de Anne, no momento em que ficou claro que a menina não fazia mais parte deste mundo... Aliás, neste ponto, seria interessante verificar por que a Sra Miep queria garantir que os manuscritos só fossem revelados após a certeza da morte da autora. Tem-se a impressão que desconfiava que o pai publicaria os diários à revelia, mesmo contra a vontade da filha...
Wiesenthal, em seu livro, informa que "diário" foi traduzido para 32 idiomas, convertido em peça teatral e também num filme, que comoveu os corações de milhões de pessoas -- especialmente adolescentes -- pelo mundo afora. Afirma que até hoje um grande número de jovens alemães se deslocam anualmente para o campo de Bergen Belsen, para rezar pela pobre Anne.
O Institute for Historical Review, da Califórnia, Estados Unidos, oferece um prêmio em dinheiro para quem provar a autenticidade dos "diários". A falsificação foi comprovada, mais contundentemente ainda, após exames científicos da tinta usada nos seus escritos: verificou-se que parte dos textos foram escritos com caneta esferográfica, uma invenção dos anos 50.
Somente devido às descobertas e denúncias do revisionismo histórico é que vêm caindo -- um a um -- os grandes mitos do "holocausto", dos quais o "diário" de Anne Frank era um dos sustentáculos mais importantes, principalmente por se dirigir aos corações e mentes dos jovens.
A verdade sobre o Diário de Anne Frank foi primeiro revelada pelo jornal sueco Fria Ord. Estabeleceu que o novelista judeu Meyer Levin havia escrito o diálogo do "diário" e estava pedindo pagamento por seu trabalho numa ação judicial contra Otto Frank. Uma condensação dos artigos suecos apareceu no American Economic Council Letter, de 15 de abril de 1959, como segue:
"A História tem muitos exemplos de mitos que vivem uma vida mais longa e mais rica que a verdade, e podem se tornar mais efetivos que a verdade."
"O mundo ocidental conheceu há alguns anos uma garota judia pelo que se representa como sua história escrita pessoalmente, o Diário de Anne Frank. Qualquer inspeção literária informada do livro teria mostrado que teria sido impossível ter sido trabalho de um adolescente."
"Uma decisão digna de nota da Suprema Corte de Nova York confirma este ponto de vista, no qual o bem conhecido escritor judeu-americano Meyer Levin ganhou um prêmio de US$ 50.000 pagos pelo pai de Anne Frank como honorário pelo trabalho de Levin no Diário de Anne Frank."
A revista Manchete, conforme citada anteriormente, depois de admitir que o pai de Anne teria sido o responsável por "descaracterizações", cortes, censuras, modificações, etc., conclui que isso teria deixado o diário muito "vulnerável", diminuindo, evidentemente, a credibilidade do mesmo...
O lançamento de um novo "diário" -- fato que por si só já evidencia uma impostura dentro da impostura -- vem demonstrar claramente que os eternos falsificadores da história tentam mais uma cartada para salvar esta inacreditável farsa, ao menos por mais algum tempo. Conforme a reportagem da revista, ficamos sabendo que a primeira versão vendeu mais de 16 milhões de exemplares. Provavelmente esperam repetir a dose com o novíssimo "diário", agora "modernizado" e mais ao gosto do público atual, com passagens picantes até sobre a sexualidade da menina... Fica-se a imaginar como será a terceira, a quarta e as dezenas de novas versões que poderão vir...
O toque final na manipulação, para encerrar com "chave de ouro" e demonstrar o descaso, a má fé e a própria arrogância destes veículos de comunicação onipotentes e acostumados a afirmarem o que lhes aprouver, sem contestação e apostando na ingenuidade da grande massa de leitores, fica por conta da legenda da foto desta matéria na revista Manchete, que afirma "... na foto, Anne em 1941, aos 22 anos"... Ora, se a lenda sempre nos afirmava que essa personagem teria morrido aos 13 ou 14 anos...
Depois que os falsificadores confessadamente admitiram que o famigerado "diário" nada mais é do que uma monumental impostura, alterada, deturpada e manipulada para transformar-se num dos grandes "best-sellers" mundiais, cabe aos nossos prefeitos, vereadores, deputados estaduais, federais e todos os responsáveis pelas áreas da educação, partirem para a ação, fazendo a única coisa cabível diante de tanta falsidade e infâmia: retirar o nome desta impostura da infinidade de praças, ruas, largos, teatros, colégios e outras instituições espalhadas por todo o país e pelo mundo.
Há mais de uma década o catedrático francês, professor da Universidade de Lyon, Robert Faurisson, dissecou e desmascarou, científica e impiedosamente, a impostura do chamado "diário" de Anne Frank. Usando a frieza da técnica investigativa, inerente a todo autêntico pesquisador histórico, Faurisson provou, através de infindáveis evidências, a manipulação na elaboração dos famosos "diários", além de desnudar o grande e fabulosamente rendoso negócio em que se transformou esta falsificação histórica. Um exemplo: só em direitos autorais, o pai da infeliz menina (que morreu de tifo, enquanto seu -- saudável e milionário -- pai foi hospitalizado em Auschwitz e sobreviveu) recebe somas em todas as escolas! A história desta publicação está repleta de brigas e demandas, entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o "escritor fantasma", etc, todos de olho no filão interminável que representa a posse de seus direitos autorais.
Faurisson fez uma análise dos locais, manteve entrevistas, dissecou o "diário", provando as impossibilidades psicológicas, culturais, sociais, históricas, temporais, de situação, de verossimilhança, de lógica, de espaço, etc. Vale a pena confirmar esta extraordinária pesquisa: Quem escreveu o Diário de Anne Frank? de Robert Faurisson, Revisão Editora, 85 páginas.
O livro é uma aula de pesquisa interrogativa, ideal para juristas, técnicos forenses, advogados, policiais, historiadores, estudantes, etc.
Recentemente as agências internacionais de notícias liberaram uma pequena nota, com os seguintes dizeres: O famoso Diário de Anne Frank, a adolescente judia de Amsterdã que morreu em 1945 num campo de concentração, foi censurado pelo próprio pai da moça. Ele retirou, do texto dos cadernos onde ela escrevia, tudo que considerou "escabroso" e decidiu fazer algumas modificações por conta própria, por motivos morais, ou de conveniência". Sem comentários.
Sem dúvida a garota Anne Frank não é uma imaginação, mas a história de seu diário com certeza é uma grande peça publicitária. Até para um leigo, não há qualquer problema em verificar que foram utilizadas duas caligrafias para escrever o diário. Uma delas é coerente a uma menina adolescente e a outra típica de um adulto.
Anne Frank foi vítima de tifo, epidemia que matou milhares de alemães e detentos dos campos de concentração durante o último conflito mundial. Isto nos deixa claro o motivo da existência de fornos crematórios e do pesticida Zyklon-B. Infelizmente a farsa do diário não é divulgada por meros motivos comerciais. Ninguém está interessado em matar a galinha dos ovos de ouro...”

http://verdade1945.blogspot.com.br

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

A mensagem de Fátima e a escravidão do mundo


“Na Mensagem de Fátima, a nação da Rússia é designada como o instrumento que Deus usará para castigar o mundo. Nossa Senhora de Fátima disse que se os Seus pedidos, em especial a Consagração da Rússia ao Seu Imaculado Coração, não fossem atendidos, a Rússia "espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados; o Santo Padre terá muito que sofrer; várias nações serão aniquiladas."
O fato de Deus usar uma nação como a Rússia para castigar o mundo não nos deve surpreender ou confundir. Deus usou muitas vezes nações como instrumentos de castigo. No Velho Testamento, por exemplo, Jeremias avisou os Judeus que Deus usaria o perverso reino da Babilônia para os castigar.
Os sacerdotes daquele tempo não deram atenção às palavras do profeta, por terem na idéia a promessa de Deus de estar com Jerusalém para sempre (cf. 2 Reis [2 Sam.] 7:10; 3 Reis [1 Reis] 9:5). Mas esqueceram o que o Senhor disse a Salomão imediatamente a seguir a esta promessa: "Mas se tu e os teus filhos se revoltarem e não Me continuarem a seguir e não cumprirem os Meus mandamentos e as Minhas cerimônias, que Eu pus ante vós, e fordes adorar deuses estrangeiros, e prestar-lhes culto: Eu tirarei Israel da face da terra que lhe dei; e o Templo que santifiquei ao Meu Nome" (3 Reis [1 Reis] 9:6-7). Porque os Israelitas foram perversos, e porque recusaram ouvir as profecias de Jeremias, veio a Babilônia e saqueou Jerusalém, destruiu o Templo, e levou os Israelitas para um cativeiro que durou 40 longos anos (cf. 4 Reis [2 Reis] 25; Jer. 52; 2 Par. 36:17-20).
Jeremias, que os tentou avisar, lamentou: "Os reis da terra, e todos os habitantes do mundo, não quiseram acreditar que o adversário e o inimigo entrariam pelas portas de Jerusalém." (Lam. 4:12). Da mesma maneira, a Irmã Lúcia disse ao Padre Fuentes numa entrevista dada em 1957 que "a Rússia será o instrumento do castigo escolhido pelo Céu para punir todo o mundo, se não conseguirmos antes a conversão daquela pobre nação."
A Consagração da Rússia, que levará à sua conversão, é portanto necessária para evitar os castigos, que não excluem a servidão, sobre os quais Nossa Senhora de Fátima nos avisou.
Foi prefigurado há 3.500 anos, quando Moisés levou os Israelitas às margens do Mar Vermelho. Os Israelitas tinham o Mar Vermelho na sua frente e o exército egípcio atrás deles, com as espadas desembainhadas, pronto a matá-los. O Povo de Deus do Velho Testamento estava desarmado e aparentemente sem meio de escapar. Deus disse a Moisés que se livrariam, se Moisés estendesse o seu braço por sobre o Mar Vermelho. Porque Moisés obedeceu a Deus e estendeu o braço por sobre o mar, o mar abriu-se, e os Israelitas conseguiram atravessá-lo e salvaram-se.
Deus deu ao Papa a mesma missão nos nossos dias. O Povo de Deus do Novo Testamento encontra-se desarmado perante um inimigo disposto a destruir a Igreja. Os princípios da Maçonaria e do Comunismo estão a ser-nos impostos cada vez mais pelas Nações Unidas, assim como pela União Européia e pelo Estados Unidos. Estas forças detêm um controle quase unilateral da política em todo o mundo. O Comunismo e a Maçonaria, ambos assentes nos mesmos fundamentos satânicos, são a antítese do Catolicismo autêntico.
Os seus princípios venenosos e destruidores foram denunciados e refutados numerosas vezes pela Igreja Católica.
Além disso, como o Comunismo e a Maçonaria são ambos inimigos do Catolicismo, só há três maneiras possíveis de os Católicos os enfrentarem: podem negociar, fugir ou lutar. É impossível fugir, porque tanto o Catolicismo como a Nova Ordem Mundial Maçônico/comunista são de âmbito mundial. Também é impossível negociar com eles, porque são diretamente opostos ao Catolicismo e estão empenhados na destruição do Catolicismo integral. O que quer dizer que lutar é a única maneira de enfrentar estes inimigos da Igreja.
Deus deu-nos os meios para os combater. Se o Santo Padre estender o seu braço de autoridade – como fez Moisés há 3.500 anos – sobre a Igreja e sobre a Rússia, consagrando a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e ordenando a todos os Bispos católicos que façam o mesmo, a Rússia converter-se-á, e Deus livrará miraculosamente o Seu Povo do que seria a sua devastação. Se o mundo conseguir evitar a escravatura comunista, será apenas porque o Papa obedeceu a Deus e estendeu o seu braço de autoridade sobre a Igreja e sobre a Rússia, ordenando e fazendo a Consagração da Rússia como Nossa Senhora de Fátima pediu.
Porque é que o Papa e os Bispos precisam de fazer a Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria? Deus não podia fazê-lo sem eles? É claro que podia, mas Ele indicou que não o faria. Assim como uma pessoa não pode escrever uma idéia sem algum tipo de instrumento (lápis, caneta, computador, etc.), assim Nosso Senhor disse que não concederá as graças decorrentes da Consagração através de qualquer outro meio, de qualquer outro instrumento. Ele disse que queria que se fizesse assim "porque quero que toda a Minha Igreja reconheça a Consagração como um triunfo do Imaculado Coração, para que, mais tarde, coloquem a devoção ao Seu Imaculado Coração ao lado da devoção ao Meu Sagrado Coração."”

http://www.fatima.org

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

O homem é o maior responsável pela decadência da mulher moderna


"Depois de expor a decadência da mulher moderna, não devemos esquecer que o homem é o maior responsável por tal decadência. Assim como as massas plebéias nunca teriam conseguido penetrar em todos os domínios da vida social e da civilização se verdadeiros reis e verdadeiros aristocratas estivessem no poder, numa sociedade dirigida por homens de verdade a mulher nunca teria desejado ou nem mesmo teria sido capaz de tomar o caminho que ela está seguindo hoje.
Os períodos em que as mulheres alcançaram autonomia e preeminência quase sempre coincidem com épocas marcadas pela decadência manifesta nas civilizações antigas. Assim, a melhor e mais autêntica reação contra o feminismo e contra qualquer outra aberração feminina não deve ser dirigida às mulheres como tais, mas aos homens. Não se deve esperar que as mulheres retornem ao que realmente são e, assim, restabelecer as condições internas e externas necessárias para a reinterpretação de uma raça superior, enquanto os homens retiverem apenas a aparência da verdadeira virilidade".
(Julius Evola, Rivolta contro il Mondo Moderno)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Arthur Moeller van den Bruck e a idéia de um Terceiro Reich

"Moeller van den Bruck foi um historiador cultural que se tornou politicamente ativo no final da Primeira Guerra Mundial. Foi um dos membros fundadores do conservador "Clube de Junho", do qual se tornou o líder ideológico. Em Der preussische Stil ("O Estilo Prussiano") descreveu o que acreditava ser o caráter prussiano, cuja principal característica era a "vontade de estado" e em Das Recht der jungen Volker ("O Direito dos Povos Jovens") apresentou a idéia de "povos jovens" (incluindo a Alemanha, a Rússia e a América) e de "povos velhos" (incluindo a Inglaterra e a França), defendendo uma aliança entre as nações "mais jovens" com maior vitalidade para derrotar a hegemonia da Inglaterra e da França.
Em 1922, ele contribuiu, junto com Heinrich von Gleichen e Max Hildebert Boehm, para o livro Die neue Front ("A Nova Frente"), um manifesto dos Jungkonservativen ("Jovens Conservadores"). Um ano depois, Moeller van den Bruck produziu seu trabalho mais famoso que continha uma completa exposição de sua visão de mundo, Das Dritte Reich, traduzido para o inglês como Germany's Third Empire (O Terceiro Império da Alemanha).
No Terceiro Império da Alemanha, Moeller fez uma divisão entre quatro posições políticas: Revolucionária, Liberal, Reacionária, e Conservadora. Os revolucionários, que incluíam especialmente os comunistas, eram irrealistas no sentido em que acreditavam poder rejeitar totalmente os valores e tradições do passado. O liberalismo foi criticado por seu radical individualismo, que essencialmente equivale a egoísmo e desintegra nações e tradições. Os reacionários, por outro lado, foram criticados por terem uma posição irrealista de desejarem um completo reavivamento das formas passadas, acreditando que tudo na sociedade passada era positivo. O conservador, Moeller afirmava, era superior aos outros três porque "o conservadorismo busca preservar os valores de uma nação, tanto ao conservar valores tradicionais, desde que estes ainda possuam o poder de crescimento, quanto ao assimilar todos os novos valores que aumentem a vitalidade de uma nação." O "conservador" de Moeller era essencialmente um conservador revolucionário.
Moeller rejeitou o Marxismo por causa de seu racionalismo e materialismo, que ele afirmava eram ideologias imperfeitas que fracassaram em entender o lado melhor das sociedades humanas e da vida. "O socialismo começa onde o Marxismo termina", declarou. Moeller defendia um socialismo corporativista alemão que reconhecia a importância da nacionalidade e rejeitava a luta de classes.
Em termos de política, Moeller rejeitou o republicanismo e afirmou que a verdadeira democracia tinha a ver com o povo tendo parte em determinar seu destino. Ele rejeitou a monarquia como ultrapassada e antecipou uma nova forma de governo na qual um líder forte e em conexão com o povo emergiria. "Precisamos de líderes que sintam-se em unidade com a nação, que identifiquem o destino da nação como seu próprio." Esse líder estabeleceria um "Terceiro Império, um novo e final império", que resolveria os problemas políticos da Alemanha (especialmente seu problema populacional)."
(Lucian Tudor, The German Conservative Revolution & Its Legacy)

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Breves considerações sobre o Arcebispo Viganò

"O Arcebispo Carlo Maria Viganò, em um texto enviado ao blog Chiesa e post concílio, disse coisas muito importantes e que devem ser objeto de profundas considerações. Ainda que pese nele algo de liberal quanto à sua formação política e filosófica e certa ingenuidade quanto a Bento XVI, o que nos interessa aqui são as verdades que ele disse de maneira corajosa especialmente nesse texto. Ele inicia citando o Bispo auxiliar de Astana, no Cazaquistão, D. Athanasius Schneider, que discorria em um artigo sobre os erros do documento da Fraternidade Universal firmado pelo Papa Francisco e um imã em Abu Dhabi, Emirados Árabes, ano passado. Nesse terrível documento, afirma-se que Deus quis, em sua infinita sabedoria, a pluralidade das religiões como quis as de raça e sexo, afirmação que o Papa Francisco atribuiu à vontade permissiva de Deus. D. Schneider, no referido artigo demonstrou o erro dessa afirmação e não apenas isso, atribuiu a ela uma relação de causa e efeito entre o Concílio Vaticano II e esse documento. 
Viganò inicia de forma elogiosa a refutação de D. Schneider ao documento de Abu Dhabi, sem deixar de lhe corrigir alguns pontos equivocados de sua argumentação quando, por exemplo, o Bispo de Astana afirma que o documento conciliar (Dignitatis Humanae), no qual se encontra em germe a ideia da fraternidade universal expressa em Abu Dhabi, poderá ser revisto por um outro papa no futuro, porque certos documentos de outros concílios também o foram ao longo da história, dando, como exemplo, certas disposições sobre judeus e muçulmanos. Ora, essas disposições não eram heréticas e visavam a salvaguardar a cidadela cristã, o que é bem diferente de Dignitatis Humanae, que contém elementos que levam à apostasia e à perda de fé. Após esse preâmbulo, Viganò passa, então, ao problema central da questão: o Concílio Vaticano II. Aqui ele destaca a afirmação dos defensores das novidades do Concílio em nome de um dito “espírito do Concílio”: “Nunca se falou de ‘espírito do Concílio de Nicéia’ ou de ‘espírito do Concílio de Ferrara-Florença’, muito menos do ‘espírito do Concílio de Trento’, assim como nunca tivemos uma era ‘pós-conciliar’ depois de Latrão IV ou Vaticano I. A razão é óbvia: esses Concílios eram todos, indiscriminadamente, a expressão em uníssono da voz da Santa Madre Igreja, e por essa mesma razão, a voz de Nosso Senhor Jesus Cristo. Significativamente, aqueles que mantêm a novidade do Vaticano II também aderem à doutrina herética que coloca o Deus do Antigo Testamento em oposição ao Deus do Novo Testamento, como se pudesse haver contradição entre as Pessoas divinas da Santíssima Trindade. Evidentemente essa posição, que é quase gnóstica ou cabalística, é funcional para a legitimação de um novo sujeito voluntariamente diferente e oposto à Igreja Católica”. Nessas breves palavras, Dom Viganò reconhece que há uma oposição entre o Vaticano II e a Igreja Católica, e que quem adere ao Concílio se opõe a Nosso Senhor Jesus Cristo, porque proclama uma voz que não é a de Cristo e sim a de um “espírito do Concílio”.
Dom Viganò, em outras ocasiões, já havia assinalado a conspiração maçônica que movera o Concílio pelos bastidores e pela infiltração. No entanto, agora, ele próprio, em um gesto de profunda humildade, admite que também errou, ou por ingenuidade ou por falta de senso da realidade. Ele prossegue: “Também cometemos o erro, entre outros, de considerar nossos interlocutores como pessoas que, apesar das diferenças de ideias e fé, ainda eram motivadas por boas intenções e que estariam dispostas a corrigir seus erros se pudessem abrir-se para a nossa fé. Juntamente com numerosos padres do Concílio, pensamos no ecumenismo como um processo, um convite que chama dissidentes à única Igreja de Cristo; idólatras e pagãos ao único Deus verdadeiro; e o povo judeu ao Messias prometido. Mas a partir do momento em que foi teorizado nas comissões conciliares, o ecumenismo se configurou de uma maneira que estava em oposição direta à doutrina anteriormente expressa pelo Magistério. Pensamos que certos excessos eram apenas exageros daqueles que se deixaram levar pelo entusiasmo, pela novidade: acreditamos sinceramente que ver João Paulo II cercado por encantadores-curandeiros, monges budistas, imãs, rabinos, pastores protestantes e outros hereges, comprovava a capacidade da Igreja de reunir pessoas para pedir paz a Deus. Esta ação como exemplo oficial, iniciou uma sucessão desviante de Panteões que eram mais ou menos oficiais, a ponto de ver Bispos carregando sobre seus ombros o ídolo imundo da Pachamama, escondido de forma sacrílega sob o pretexto de ser uma representação da maternidade sagrada”. 
Eis aí, nada poderia estar mais de acordo com D. Lefebvre, que não foi tão ingênuo naquela época do panteão de Assis e viu com clarividência profética o desastre que se desenrolava diante de todos. Dom Viganò, embora não cite Dom Lefebvre, ao menos tem a humildade de admitir que errou em não ser capaz de ver que isso era o que estava preparado desde o início pelos inimigos de Deus e que penetrou na Igreja pelo “espírito do Concílio”, como ele corajosamente agora reconhece: “Se a Pachamama pôde ser adorada em uma igreja, devemos isso à Dignitatis Humanae, se temos uma liturgia protestante e às vezes paganizada, devemos isso à ação revolucionária de Dom Bugnini e às reformas pós-conciliares. Se a Declaração de Abu Dhabi foi assinada, é graças à Nostra Aetate. Se chegamos ao ponto de delegar decisões às Conferências Episcopais, mesmo em grave violação da Concordata, como aconteceu na Itália, devemos isso à colegialidade. Graças à sinodalidade, encontramo-nos com Amoris Laetitia tendo de procurar uma maneira de impedir que aparecesse o óbvio para todos: que esse documento, preparado por uma impressionante máquina organizacional, visava a legitimar a comunhão para os divorciados e os concubinários, assim como Querida Amazônia será usada para legitimar mulheres sacerdotes (caso muito recente o de uma “vigária episcopal” em Freiburg) e a abolição do santo celibato”. 
Como se vê, Viganò não mitiga os danos do Concílio, porque, longe de ser 5% ruim, o Concílio, em bloco, é uma oposição à doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo, e como tal deve ser rejeitado até que a autoridade competente o condene juntamente com seus frutos envenenados. Mas continuemos com Viganò: “O Concílio foi usado para legitimar os desvios doutrinais mais aberrantes, as inovações litúrgicas mais ousadas e os abusos mais inescrupulosos, enquanto a autoridade permanecia calada. Esse Concílio foi tão exaltado que foi apresentado como a única referência legítima para católicos, clérigos e bispos, obscurecendo e conotando com um senso de desprezo a doutrina que a Igreja sempre ensinara com autoridade e proibindo a liturgia perene que, por milênios, nutriu a fé de uma linhagem ininterrupta de fiéis, mártires e santos”. E, finalmente, uma comovente confissão merecedora de todo nosso apoio: “Confesso com serenidade e sem controvérsia: fui uma das muitas pessoas que, apesar de muitas perplexidades e medos que hoje se revelam absolutamente legítimos, confiavam na autoridade da Hierarquia com obediência incondicional. Na realidade, penso que muitas pessoas, incluindo eu mesmo, não consideraram inicialmente a possibilidade de que pudesse haver um conflito entre obediência a uma ordem da Hierarquia e fidelidade à própria Igreja. O que tornou tangível essa separação antinatural, de fato, eu diria perversa, entre a hierarquia e a Igreja, entre a obediência e a fidelidade, foi certamente este mais recente pontificado”. 
Após diagnosticar o fracasso e engodo de uma tal hermenêutica da continuidade, ele acrescenta: “É inegável que a partir do Vaticano II foi constituída uma igreja paralela, sobreposta e diametralmente oposta à Igreja de Cristo. Essa igreja paralela obscureceu progressivamente a instituição divina fundada por Nosso Senhor, a fim de substituí-la por uma entidade espúria, correspondente à religião universal desejada, que foi primeiramente teorizada pela maçonaria”. 
Haveria muito mais para dizer sobre as palavras de Dom Viganò, mas deixamos que ele mesmo falasse com a propriedade de quem conhece profundamente bem as motivações reais dos que ocupam, desde mais de meio século, a hierarquia da Igreja. Ele conclui: “Assim como honesta e serenamente obedeci a ordens questionáveis sessenta anos atrás, acreditando que elas representavam a voz amorosa da Igreja, assim também hoje, com igual serenidade e honestidade, reconheço que fui enganado. Ser coerente hoje, mas perseverando no erro, representaria uma escolha miserável e me tornaria cúmplice dessa fraude (...). Todos sabíamos que o Concílio seria mais ou menos uma revolução, mas não poderíamos imaginar que isso seria tão devastador, mesmo para o trabalho daqueles que deveriam impedir isso (...). Domingo passado a Igreja celebrou a Santíssima Trindade, e o breviário nos oferece a recitação do Symbolum Athanasianum, agora proibido pela liturgia conciliar e já reduzido a apenas duas ocasiões na reforma litúrgica de 1962. As primeiras palavras desse Symbolum, agora desaparecido, permanecem inscritas em letras de ouro: “Quicumque vult salvus esse, ante omnia opus est ut teneat Catholicam fidem; quam nisi quisque integram inviolatamque servaverit, absque dubio in aeternum peribit.” – Todo aquele que quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica: porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade”. 
Que Deus o proteja, Excelência!" 
(Carlos Bezerra, Breves Considerações sobre o Arcebispo Carlo Maria Viganò)

sábado, 28 de novembro de 2020

A dor aceita voluntariamente é a medida de toda grandeza

“A dor aceita voluntariamente é a medida de toda grandeza; porque não há grandeza sem sacrifício e o sacrifício não é outra coisa que a dor voluntariamente aceita... Na dor há um não sei quê de fortalecedor e de viril e de profundo, que é origem de toda heroicidade e de toda grandeza... Pelo contrário, aquele que deixa as dores pelos prazeres logo começa a decair com um progresso ao mesmo tempo rápido e contínuo... com o hábito de ceder, perde até a memória do esforço. No prazer há um não sei quê de enervante, que leva a morte calada e escondida... O homem deixa ali como em despojos a pujança de sua vontade, a virilidade de seu entendimento, e perde o instinto das grandes coisas... Há, pois, algo de maléfico e de corrosivo no prazer, como há algo na dor de purificante e de divino... Aquele que aceita livremente a dor sente em si certo prazer espiritual que fortifica e levanta; do mesmo modo aquele que se deixa controlar pelos prazeres sente em si certa dor que em vez de fortalecer enerva e deprime. A dor é aquela pena universal a que pelo pecado ficamos todos sujeitos... pelo prazer vamos à dor, que é pena, e pela resignação e pelo sacrifício à dor, que é remédio. Pois que loucura é a dos filhos de Adão, que não podendo fugir da dor, fogem do que é remédio, para cair no que é pena? ... Como Deus é maravilhoso em todos seus desígnios, e quão admirável naquela arte divina que consiste em tirar o bem do mal, a ordem da desordem, e todas as harmonias de todas as dissonâncias.” 
(Juan Donoso Cortés, Carta ao diretor da “Revue des Deux Mondes” em Refutação a um artigo de M. Alberto de Broglie)

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Contra as “missas animadas”


“A intrínseca perversidade do neomodernismo se comprova por sua inclinação malsã a entender o Rito divino da Missa como o resultado de perspectivas histórico-culturais que o fariam indefinidamente modificável segundo as diferentes sensibilidades dos destinatários.
A banalização da Religião, a tendência a confiná-la dentro de uma experiência psicológica oscilante entre as falsas alternativas representadas por um estéril intimismo consolador e por manifestações efusivas da assembleia, denotam as raízes da crise que insidia a integridade doutrinal e institucional da Igreja, submergindo-a nas proclamações de um ecumenismo confuso e antidogmático.
Quem quer que não se deixe condicionar pelos sofismas e pelos preconceitos ateológicos do progressismo não tardará a dar-se conta dos efeitos espiritualmente nocivos que se originam da pretensão de adaptar a Religião ao homem moderno, pretensão considerada como o resultado de um processo evolutivo natural e benéfico.
As reformas pós-conciliares facilitaram a dessacralização da liturgia, esvaziando-a de sua essência de ato sacrificial e propiciatório, cumprido pelo Senhor em benefício das almas e de sua salvação eterna.
A divina Liturgia, submetida pela agressão profanadora da pseudoteologia neomodernista a perder sua originária finalidade sobrenatural em uma atmosfera caracterizada pela sucessão de cantos e danças completamente estranhos à sacralidade do Rito, denuncia a presunçosa centralidade de uma assembleia que se autoafirma como artífice de uma nova consciência ‘religiosa’ apta a acolher os limitados horizontes do espírito mundano.
Devido às ambíguas atualizações ditadas pela inatural busca de um entendimento com os invasivos ‘idola mundi’, faz-se cada vez mais árduo aproveitar a imensa riqueza dos tesouros espirituais libertados pela Paixão redentora de Jesus. A desconsagração dos altares, imediatamente substituídos por mesas sem adornos, adaptadas à reevocação simbólica e narrativa da Ceia do Senhor, é a mais desconcertante manifestação da crise que repercute tragicamente nos diversos contextos do mundo contemporâneo, condenado ao suicídio por um ceticismo deformado e pela pertinaz vontade de institucionalizar a desordem moral e civil.
A isso se une a desvalorização do sacerdócio, ordenado por Deus para a reatualização do Sacrifício do Calvário, mas degradado pelo reformismo conciliar à direção ‘pastoral’ de uma assembleia que afirma seu arbitrário protagonismo, reduzindo a celebração eucarística a alegre ocasião convivial e desposando (segundo o conselho e a imposição de seu ‘presidente’) o já quase universal costume profanador da ‘Comunhão na Mão’.
Se a aberrante concepção da Missa como espetáculo que pressupõe uma adequada animação exibicionista é o que trouxe a culpável aquiescência à venenosidade apostática do neomodernismo, o sacrossanto dever de minar o influxo corrosivo não pode não se fundar em uma confiante devoção aos Dois Corações de Jesus e Maria, que guiam e unem os que professam a verdadeira Fé no caminho à bem-aventurança celeste.”

http://adelantelafe.com/las-misas-animadas

sábado, 7 de novembro de 2020

A Termodinâmica contraria o Marxismo

"Em primeiro lugar há uma matéria macrofísica, que vai desde o objeto conhecido às estrelas e galáxias. Está formada por sistemas de moléculas, de átomos, de partículas, e é governada pelo princípio da degradação de energia (em virtude da segunda lei da Termodinâmica). Num sistema fechado, a energia degrada-se, ou seja, passa de formas mais complexas de organização para outras menos complexas e menos estruturadas. Aqui encontra o materialismo dialético a sua sentença de morte, já que a matéria que ele perspectiva não é passível de evolução, ou seja, de passar a níveis superiores de organização e heterogeneidade. O que sucede é precisamente o contrário e por isso mesmo, no seu tempo, Marx e Engels se recusaram, com inteira lógica, a aceitar como verdadeira a segunda lei da Termodinâmica." 
(António Marques Bessa, Ensaio sobre o Fim da Nossa Idade

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domingo, 1 de novembro de 2020

O feminismo não conseguiu conceber uma personalidade para as mulheres senão imitando a personalidade masculina

"O que realmente equivale a uma abdicação foi assim reivindicado como sendo um "passo à frente". Depois de séculos de "escravidão", a mulher queria ser "ela mesma" e fazer o que quisesse. Mas o assim chamado feminismo não conseguiu conceber uma personalidade para as mulheres senão imitando a personalidade masculina, de modo que as "reivindicações" da mulher escondem uma falta fundamental de confiança em si mesmas, assim como a sua incapacidade de ser e de funcionar como um mulher real e não como um homem.
Devido a tal incompreensão, a mulher moderna considerou seu papel tradicional como sendo humilhante e se ofendeu ao ser tratada "apenas como uma mulher". Este foi o começo de uma vocação errada. Por isso, ela queria vingar-se, recuperar sua "dignidade", provar seu "verdadeiro valor" e competir com os homens no mundo dos homens. Mas o homem que ela se propôs derrotar não é de todo um homem de verdade, apenas o fantoche de uma sociedade padronizada e racionalizada que não conhece mais nada que seja verdadeiramente diferenciado e qualitativo.
Nessa civilização, obviamente, não há espaço para privilégios legítimos e, portanto, mulheres que são incapazes e não querem reconhecer sua vocação tradicional natural nem defendê-la (mesmo no plano mais baixo possível, uma vez que nenhuma mulher sexualmente realizada sente a necessidade de imitar e invejar o homem) poderiam facilmente demonstrar que elas também possuem virtualmente as mesmas faculdades e talentos – tanto materiais como intelectuais – que se encontram no outro sexo e que, de modo geral, são exigidos e estimados numa sociedade do tipo moderno. O homem, por sua vez, deixou irresponsavelmente isso acontecer e até ajudou e empurrou mulheres para as ruas, escritórios, escolas e fábricas, em todos os pontos encruzilhados e "poluídos" da cultura e da sociedade modernas. Assim, o último impulso de nivelamento foi dado".
(Julius Evola, Rivolta contro il Mondo Moderno)

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Ludwig Klages e o biocentrismo

"Ludwig Klages foi um teórico menos influente, embora ainda digno de nota, do declínio que focou não nas Altas Culturas, mas no declínio da Vida (que se põe em contraste com a mera Existência). A teoria de Klages, chamada "Biocentrismo", assume uma dicotomia entre Seele ("Alma") e Geist ("Espírito"); duas forças na vida humana que estão em batalha psicológica uma contra a outra. A alma pode ser entendida como pura Vida, impulso vital, enquanto o Espírito pode ser entendido como intelecto abstrato, pensamento mecânico e conceitual, razão, e Vontade.
Segundo a teoria biocêntrica, em tempos pré-históricos primordiais, a Alma e o corpo do homem estavam unidos e assim os homens viviam extaticamente de acordo com o princípio da Vida. Com o passar do tempo, o Espírito interferiu na Vida humana, o que levou os homens a usarem o pensamento conceitual (em oposição ao simbólico) e o intelecto racional, e com isso começando a separação de corpo e alma. Nesta teoria, quanto mais a história humana progride, mais a Vida é limitada e arruinada pelo Espírito em um longo mas ultimamente indetível processo que termina em pessoas completamente mecanizadas, ultracivilizadas, e sem alma. "A máquina já se libertou do controle do homem", escreveu Klages, "ela não é mais a serva do homem: na verdade, o próprio homem está agora sendo escravizado pela máquina."
O último estágio é marcado por coisas tais como uma completa desconexão com a Natureza, a destruição do ambiente natural, a maciça mistura das raças, e uma falta de verdadeira Vida, que se prevê finalmente acabar na morte da humanidade devido ao estrago feito ao mundo natural. Klages declarou, "... a derradeira destruição de tudo parece ser uma conclusão garantida."
(Lucian Tudor, The German Conservative Revolution & Its Legacy)