"Como de costume, a tirania sempre vem disfarçada de "direitos civis".
A última manifestação desta regra geral é a diretriz do Presidente Obama que procura impor uma política de banheiro, vestiário e dormitório transgênero à nação inteira, começando com as crianças na escola. Muitos de nós ficamos pasmos com tal notícia, mas na verdade não deveríamos. A ordem é simplesmente a última encarnação de uma longa linha de engenharia social. A meta, como é sempre o caso com tais movimentos, é refazer a humanidade. O que as pessoas por trás desta última versão não contarão para você é que o projeto delas exige que todos e cada um de nós neguemos nossa própria humanidade.
Deixem-me explicar.
O movimento transgênero jamais teve a ver com "gênero". Ele só tem a ver com sexo. Sexo é o verdadeiro alvo. "Gênero" é simplesmente um veículo linguístico politizado que facilita um banimento legal de distinções sexuais. Não há muitos pontos a juntar para descobrir aonde logicamente se pretende chegar: se você abolir distinções sexuais na lei, poderá abolir o reconhecimento estatal de laços biológicos de família, e o estado poderá regular relacionamentos pessoais e consolidar poder como nunca antes.
Verifiquemos a Realidade
A realidade física existe independente da lei de "não-discriminação de identidade de gênero" – ou de qualquer lei humana. Leis não têm o poder de afastar a realidade, mas podem alterar a maneira como as pessoas se comportam em resposta à realidade. Elas podem impor o desprezo à realidade por meio de protocolos de discurso, pressões econômicas e sociais, invasões de privacidade, e policiamento do pensamento. E é somente disso que o decreto-lei de Obama se trata.
Ele servirá para criminalizar o discurso que identifique homens como homens e mulheres como mulheres. No momento pode não parecer assim, pois vemos pessoas esforçando-se para serem reconhecidos como um ou outro sexo específico. Mas, creiam-me, todos estamos sendo forçados à "transição" para a conformidade de pensamento. Em Nova York, você já pode ser multado se não reengenharizar seu discurso (e pensamentos) para se alinhar com os novos protocolos pronominais em constante mudança.
Estamos sendo forçados a "evoluir" rapidamente de leis que parecem permitir distinções entre homens e mulheres para leis que rejeitarão categoricamente tais distinções em um futuro não muito distante. Formulários federais já estão refletindo essas mudanças, excluindo termos como "mãe" e "pai". E a cada passo, estamos vendo o termo específico "sexo" ser substituído pelo termo "gênero", inexpressivo e ambíguo. Isso nos coloca a caminho de banir o reconhecimento da realidade de que cada ser humano existe devido à união de um homem e de uma mulher. Não há exceções a essa realidade. Você existe como a união de dois opostos por meio dos quais foi criado.
O ato da administração é portanto uma ordem que visa a uma modificação de comportamento de um tipo um tanto quanto suicida: tenta fazer-nos negar a realidade de nossa humanidade. Na prática, isso significa a negação de nossa própria existência. Todas as negações de realidade semelhantes exigem uma censura pesada. Já vimos os governos da Dakota do Sul e da Geórgia se dobrarem em face de ameaças de que recursos federais seriam suspensos e grandes empresas se retirariam desses estados se tentassem impor vestiários de mesmo sexo.
Sem Sexo, Não Há Famílias
Que acontecerá quando toda a sociedade for assexuada tanto na linguagem quanto na lei? Se a lei não reconhecer o corpo de alguém fisicamente como homem ou mulher, aplicando apenas a palavra "gênero" a sua autopercepção interna e autodeclarada, como é que sequer reconhecerá o corpo dessa pessoa? Cada uma de suas células tem escrito "homem" ou "mulher" em seu DNA, mas a lei recusa-se a reconhecer tais categorias. Tais leis reconhecerão somente um "espectro de gênero" infinito e imensurável, e o lugar nele de cada indivíduo será determinado apenas pelo seu pensamento. O que exatamente cada um de nós será depois que a lei nos dessexualizar? Em que sentido seu corpo será um ente legal?
E que acontecerá com suas relações familiares depois que a lei o dessexualizar? Serão legalmente reconhecidas? Não vejo como poderiam ser. Certamente não automaticamente, certamente não pelo reconhecimento de que cada criança vem de uma união de dois pais de sexos opostos.
Em uma sociedade dessexualizada por lei, o estado reconheceria o relacionamento de alguém como esposo ou esposa? Mãe ou pai? Filha ou filho? Esses são todos termos sexuados. Um sistema que não reconhece a existência de homem e mulher estaria livre para ignorar os pais de qualquer criança. Você poderia ser reconhecido como “guardião legal” de seu filho, mas apenas se o estado concordasse. Qualquer pessoa poderia ser guardião de seu filho se o estado decidisse que seria “para o maior bem” da criança. Nesta perspectiva, não há nada que evite que o estado quebre o vínculo entre mãe e filho à vontade.
Em tal cenário, o estado controla todas as relações pessoais diretamente na fonte: a família biológica. A abolição da autonomia familiar seria completa, porque a família biológica deixaria de existir como arranjo padrão. A "família" seria qualquer coisa que o estado assim definisse. Repita-se que, no mundo dessexualizado da políitca de gênero, todas as relações pessoais terminariam controladas e reguladas pelo estado.
Martha Fineman, uma teórica jurídica de gênero, tocou neste ponto em seu livro de 2004, O Mito da Autonomia. Nele, ela defende a abolição do casamento reconhecido pelo estado porque permite privacidade familiar, escrevendo que "assim que a proteção institucional for removida, o comportamento será julgado pelos padrões estabelecidos para regular interações entre todos os membros da sociedade" (ênfase adicionada).
A ideologia de gênero é uma ferramenta estatista eficaz. Marxistas culturais usam-na para corromper a linguagem e semear confusão, especialmente entre crianças. Ela abre caminho para a remoção das proteções institucionais a liberdade de associação e privacidade familiar que impedem "regular interações entre todos os membros da sociedade".
Como Poderia Uma Sociedade Rejeitar Sua Própria Liberdade?
Fazer com que pessoas livres rejeitem a liberdade pode parecer um pedido exagerado. Como seria possível convencer, você poderia perguntar, que as pessoas deixassem suas famílias e consentissem com uma tal estrutura distópica da sociedade? Como se faria com que a opinião pública apoiasse uma agenda que levasse à negação da realidade de sua própria humanidade?
Há muitas peças neste quebra-cabeças, inclusive a erosão da confiança social, a destruição da família, polarização social, e crescente ignorância de história. Mas os fundamentos foram colocados há muito tempo.
Em primeiro lugar, virtualmente todos os canais de comunicação tiveram que estar a bordo – Hollywood, academia, a mídia. Confere. Todo o quadro de pessoal médico, particularmente o de saúde mental, teve que ser "educado" a obedecer o programa transgênero ou arriscar-se a perder suas licenças. Confere. O sistema educacional teve que infundir a ideologia entre as crianças na escola. Confere. Grandes corporações tiveram que subir a bordo como partes interessadas e fiscais. Confere. E, naturalmente, o impulso para dessexualizar legalmente a sociedade teve que ser incorporado – estilo Cavalo de Tróia – a uma idéia um pouco menos estrangeira, com o pegajoso lema da "igualdade matrimonial". Confere. As igrejas tiveram que ser trazidas a bordo para que até a religião se tornasse conduto à antiverdade. Confere. Pressões sociais, emocionais e econômicas tiveram que ser estabelecidas para censurar qualquer um que ousasse questionar a sabedoria de todo o esquema. Confere. Tais pessoas tiveram que ser tachadas de fanáticas, odientas e não-pessoas. Cheque-mate.
Nesta altura, o mais primitivo e universal dos medos humanos entra em cena: o medo de ser socialmente rejeitado. A autocensura toma conta. As pessoas começam a falsificar aquilo em que acreditam, até que eventualmente nem sabem mais no que acreditam. Ninguém pode mais falar abertamente com o outro. No final, é como se estivéssemos sendo conduzidos para uma cela isolada de confinamento solitário. É o que acontece quando a livre associação é atingida, quando o estado quebra relações particulares em nome da união coletiva. Então, quando não podemos mais verificar a realidade uns com os outros – por termos tanto medo de sermos excluídos – acabamos vivendo em uma era de ilusão em massa.
A única saída é afirmar a realidade. Devemos recuperar nossa humanidade inteira. Comecemos reinjetando em nossa linguagem uma palavra muito boa que aponta a realidade: sexo. Sim, vamos reviver a palavra "sexo" e usá-la generosamente sempre que nos referirmos à realidade biológica de nossa natureza física. (E natureza espiritual também.) Ao mesmo tempo, vamos recusar – sempre – o uso da palavra "gênero" quando queiramos dizer sexo. É uma palavra envenenada e armamentizada que tem sido usada para legalmente dessexualizar e assim desumanizar a nós todos. Devemos trabalhar juntos para resistir a seus enganos."
(Stella Morabito, A De-Sexed Society is a De-Humanized Society)
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segunda-feira, 4 de junho de 2018
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
O poder financeiro está por trás da propagação da ideologia de gênero
“O primeiro a falar do assunto em termos de "revolução antropológica" foi Bento XVI, no discurso de Natal à Cúria Romana em 2012. Desde então, o nível de atenção dos homens da Igreja à ideologia do gênero e à revolução antropológica subjacente a ela aumentou na mesma proporção da expansão dessa ideologia. O papa Francisco tem repetidamente levantado a questão.
Neste dia 30 de setembro, a Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma, organiza um debate moderado por Toni Brandi, presidente da associação ProVita, sobre "Ideologia de gênero: uma revolução antropológica". Participam Filippo Savarese, da Manif Pour Tous Itália; a psiquiatra Dina Nerozzi, o padre dominicano especialista em Bioética Giorgio Maria Carbone e o economista Federico Iadicicco.
Iadicicco, membro do ProVita e coordenador do Departamento Vida e Família do partido Fratelli d’Italia, explicará as razões por trás da propaganda pró-indiferentismo sexual e contra a família, impulsionada por ambientes de poderosa influência financeira porque influencia as escolhas políticas de algumas das principais potências do mundo.
Entrevistado por Zenit, Iadicicco adiantou o que exporá no encontro.
ZENIT - O que testemunha o apoio do poder financeiro à ideologia de gênero?
Definitivamente e de forma inequívoca, o financiamento substancial que grandes multinacionais e ONGs mundiais dão periodicamente a associações LGBT: Apple, Coca-Cola, a Open Society de George Soros, a Fundação MacArthur, a Fundação Ford, a Fundação Goldman, a Fundação Rockefeller, a Kodak, a American Airlines, a Pepsi, a Nike, a Motorola, só para citar alguns. Também é suspeita a atenção especial dos organismos supranacionais à promoção da ideologia de gênero nas escolhas legislativas nacionais. Basta considerar que a Organização Mundial da Saúde arruma tempo para ditar aos países as diretrizes de educação sexual para crianças em vez de lidar com os problemas reais da saúde no mundo.
ZENIT - Mas como a ideologia de gênero e o reconhecimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo favoreceriam essas empresas?
A involução do sistema econômico mundial produziu a concentração do capital nas mãos de pouquíssimos, que preferem a especulação financeira e a exploração de mão de obra barata em vez de investirem para aumentar a riqueza comum. Esses poucos têm uma capacidade financeira tão grande que podem determinar e influenciar as escolhas políticas. O poder político é afetado por esses potentados econômico-financeiros e já perdeu a sua autonomia de decisão. Esses poderes visam hoje a desintegração de todos os organismos intermédios, destruindo laços comunitários e relacionais para ampliar o seu poder, tornando o homem cada vez mais sozinho e incapaz de relacionamentos. Destruir a família significa tornar o homem só, torná-lo um consumidor e súdito perfeito, que consome compulsivamente para tentar preencher sua solidão e que não é mais capaz de tecer relações sociais e comunitárias que possam ser um perigo para a gigantesca indústria que nos governa. A perspectiva mais perigosa, no entanto, o verdadeiro salto para esses poderes financeiros, acontece com a prática do útero de aluguel: quando o homem não souber mais quem é a sua mãe nem o seu pai, quando forem destruídos os laços parentais e, com eles, a nossa própria identidade, então o projeto estará realizado.
Todos os países do chamado Ocidente promoveram leis contra a família: uma lei contra a "homofobia" para amordaçar quem pensa diferente, uma lei sobre a propagação da teoria de gênero nas escolas para manipular as nossas crianças, uma intervenção para simplificar os divórcios, uma lei que implanta o casamento entre pessoas do mesmo sexo e as adoções homossexuais. Uma verdadeira agenda ditada por oligarquias financeiras supranacionais para desintegrar a comunidade que fundamenta a sociedade.
ZENIT - As leis contra a homofobia são então um instrumento jurídico nas mãos desses lobbies financeiros?
Certamente há uma estratégia para silenciar quem se opõe ao reconhecimento do chamado “casamento gay” e das adoções de crianças por casais gays, acusando-os de "homofobia" e introduzindo um crime absurdo de opinião com a clara intenção de eliminar a discordância. O fato, demonstrado por pesquisas estatísticas precisas, é que não há nenhuma emergência homofóbica generalizada.
ZENIT - Na sua opinião, existe diferença entre a esquerda e a direita "institucionais" sobre estas questões ou o apoio à ideologia de gênero já é transversal?
Há uma capacidade dos poderes financeiros e dos lobbies LGBT para influenciar no mundo independentemente de filiações políticas. Mas não se pode ignorar que a esquerda do século XXI aderiu ideologicamente às instâncias do laicismo e da cultura individualista. O genderismo está para a esquerda de hoje como o marxismo esteve para a de ontem.”
http://www.zenit.org
Neste dia 30 de setembro, a Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma, organiza um debate moderado por Toni Brandi, presidente da associação ProVita, sobre "Ideologia de gênero: uma revolução antropológica". Participam Filippo Savarese, da Manif Pour Tous Itália; a psiquiatra Dina Nerozzi, o padre dominicano especialista em Bioética Giorgio Maria Carbone e o economista Federico Iadicicco.
Iadicicco, membro do ProVita e coordenador do Departamento Vida e Família do partido Fratelli d’Italia, explicará as razões por trás da propaganda pró-indiferentismo sexual e contra a família, impulsionada por ambientes de poderosa influência financeira porque influencia as escolhas políticas de algumas das principais potências do mundo.
Entrevistado por Zenit, Iadicicco adiantou o que exporá no encontro.
ZENIT - O que testemunha o apoio do poder financeiro à ideologia de gênero?
Definitivamente e de forma inequívoca, o financiamento substancial que grandes multinacionais e ONGs mundiais dão periodicamente a associações LGBT: Apple, Coca-Cola, a Open Society de George Soros, a Fundação MacArthur, a Fundação Ford, a Fundação Goldman, a Fundação Rockefeller, a Kodak, a American Airlines, a Pepsi, a Nike, a Motorola, só para citar alguns. Também é suspeita a atenção especial dos organismos supranacionais à promoção da ideologia de gênero nas escolhas legislativas nacionais. Basta considerar que a Organização Mundial da Saúde arruma tempo para ditar aos países as diretrizes de educação sexual para crianças em vez de lidar com os problemas reais da saúde no mundo.
ZENIT - Mas como a ideologia de gênero e o reconhecimento dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo favoreceriam essas empresas?
A involução do sistema econômico mundial produziu a concentração do capital nas mãos de pouquíssimos, que preferem a especulação financeira e a exploração de mão de obra barata em vez de investirem para aumentar a riqueza comum. Esses poucos têm uma capacidade financeira tão grande que podem determinar e influenciar as escolhas políticas. O poder político é afetado por esses potentados econômico-financeiros e já perdeu a sua autonomia de decisão. Esses poderes visam hoje a desintegração de todos os organismos intermédios, destruindo laços comunitários e relacionais para ampliar o seu poder, tornando o homem cada vez mais sozinho e incapaz de relacionamentos. Destruir a família significa tornar o homem só, torná-lo um consumidor e súdito perfeito, que consome compulsivamente para tentar preencher sua solidão e que não é mais capaz de tecer relações sociais e comunitárias que possam ser um perigo para a gigantesca indústria que nos governa. A perspectiva mais perigosa, no entanto, o verdadeiro salto para esses poderes financeiros, acontece com a prática do útero de aluguel: quando o homem não souber mais quem é a sua mãe nem o seu pai, quando forem destruídos os laços parentais e, com eles, a nossa própria identidade, então o projeto estará realizado.
Todos os países do chamado Ocidente promoveram leis contra a família: uma lei contra a "homofobia" para amordaçar quem pensa diferente, uma lei sobre a propagação da teoria de gênero nas escolas para manipular as nossas crianças, uma intervenção para simplificar os divórcios, uma lei que implanta o casamento entre pessoas do mesmo sexo e as adoções homossexuais. Uma verdadeira agenda ditada por oligarquias financeiras supranacionais para desintegrar a comunidade que fundamenta a sociedade.
ZENIT - As leis contra a homofobia são então um instrumento jurídico nas mãos desses lobbies financeiros?
Certamente há uma estratégia para silenciar quem se opõe ao reconhecimento do chamado “casamento gay” e das adoções de crianças por casais gays, acusando-os de "homofobia" e introduzindo um crime absurdo de opinião com a clara intenção de eliminar a discordância. O fato, demonstrado por pesquisas estatísticas precisas, é que não há nenhuma emergência homofóbica generalizada.
ZENIT - Na sua opinião, existe diferença entre a esquerda e a direita "institucionais" sobre estas questões ou o apoio à ideologia de gênero já é transversal?
Há uma capacidade dos poderes financeiros e dos lobbies LGBT para influenciar no mundo independentemente de filiações políticas. Mas não se pode ignorar que a esquerda do século XXI aderiu ideologicamente às instâncias do laicismo e da cultura individualista. O genderismo está para a esquerda de hoje como o marxismo esteve para a de ontem.”
http://www.zenit.org
domingo, 21 de maio de 2017
A ideologia de gênero a serviço do mal e do dinheiro

“Muitos se perguntaram por que todos os grandes meios de comunicação e os principais partidos políticos do Ocidente promovem a ideologia de gênero, o chamado “matrimônio igualitário” entre gays, lésbicas, transexuais e as adoções de crianças por parte deles e a educação sexual nas escolas; em suma, a instituição da contranatureza.
Buscaram informação mas nem sempre encontraram a necessária para ter uma resposta objetiva e exata.
Para satisfazer dita necessidade, publicamos informação empírica veraz, assinalando que por trás da promoção e legalização da aberração abominável que objetivam ditas idéias há duas forças poderosas:
1) A ideologia de Gênero que busca atacar, modificar e substituir todos os parâmetros antropológicos nos quais se baseia a sociedade humana desde seus inícios; sustenta-se em idéias e práticas de intelectuais como Marcuse, Adorno e outros, integrantes da Escola de Frankfurt, o pansexualismo freudiano e a revolução sexual de Wilhelm Reich. Todos confessos destruidores da adoração à Santíssima Trindade.
2) Os grandes interesses econômico-financeiros que são beneficiados por:
a. Mecanismo de inseminação artificial. De acordo com os dados fornecidos pelo instituto líder em negócios, Research and Markets, esta indústria gerou aproximadamente 9,3 milhares de milhões de dólares em 2012 e, em 2020, poderá chegar a angariar 21,6 mil milhões.
b. Operações de mudança de sexo. Segundo a agência de notícias Reuters, pelo menos 25.000 pessoas mudam de sexo todo ano na Europa e o número está crescendo em todos os países do Ocidente.
Segundo diversas fontes, a intervenção cirúrgica de modificação de “sexo” faturaria anualmente no mundo um pouco mais de 557 milhões de dólares, sem contar o custo dos tratamentos hormonais e as drogas antes e depois da operação.
c. Anticoncepcionais: Research and Markets nos informou que as receitas da dita indústria foram de 15,5 mil milhões de dólares em 2010 e, mui provavelmente, em 2017 os ganhos chegariam a 19,2 mil milhões de dólares.
d. Pornografia: É difícil encontrar estatísticas precisas na indústria da pornografia por como e onde opera, mas segundo numerosas fontes, tais como a NBC, o negócio da pornografia no mundo havia faturado 97 mil milhões de dólares em 2006 e as estimativas para o ano de 2010 registraram 145 mil milhões de dólares. E os cálculos probabilísticos mais razoáveis dizem que no presente ano – 2015 – o capital gerado por dita indústria estaria próximo dos 200 mil milhões de dólares.
Então, tendo em vista tais números, pode-se compreender por que os diretórios de 379 empresas multinacionais escreveram à Corte Suprema dos Estados Unidos para que a mesma aprovasse a legalização da aberração intitulada “matrimônio homossexual”.
Também os dados empíricos demonstram a razão da desconstrução em geral da ordem natural em todo o Ocidente.”
https://veritasliberavitvos.wordpress.com
segunda-feira, 27 de março de 2017
Caindo no conto do gênero: entrevista com o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva

“Brasília, 04 de Abril de 2014 (ZENIT.org) Thácio Siqueira: O Brasil tem protagonizado nas últimas semanas a tentativa de implantação da ideologia do gênero por meio da Votação do Plano Nacional de Educação.
Nessa última quarta-feira houve a terceira tentativa de votação na câmara dos deputados, embora mais uma vez adiada, à causa, dessa vez, de bate-boca e provocação de deputados contra os manifestantes pró-vida e pró-família presentes na sala.
“Muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero”, disse à ZENIT o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, sacerdote da Diocese de Osasco - SP, pároco da Igreja São Domingos (Osasco), doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz e professor de Teologia Moral.
Acompanhe a entrevista abaixo:
***
ZENIT: Temos visto nas últimas semanas um crescente debate sobre a questão de “gênero” no contexto do Plano Nacional de Educação. Como o sr. avalia estas discussões?Pe. José Eduardo: Tenho acompanhado de perto os diferentes discursos e percebo que, embora a questão esteja cada dia mais clara, muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero, talvez até como um recurso para não enfrentarem um tema tão absurdo. Trata-se de um deslocamento para sabotar o discurso.
ZENIT: Em que consiste, então, a “ideologia de gênero”?
Pe. José Eduardo: Sintetizando em poucas palavras, a ideologia de gênero consiste no esvaziamento jurídico do conceito de homem e de mulher. A teoria é bastante complicada, e uma excelente explicação desta se encontra no documento “Agenda de gênero”. Contudo, a ideia é clara: eles afirmam que o sexo biológico é apenas um dado corporal de cuja ditadura nos devemos libertar pela composição arbitrária de um gênero.
ZENIT: Quais as consequências disso?
Pe. José Eduardo: As consequências são as piores possíveis! Conferindo status jurídico à chamada “identidade de gênero” não há mais sentido falar em “homem” e “mulher”; falar-se-ia apenas de “gênero”, ou seja, a identidade que cada um criaria para si.
Portanto, não haveria sentido em falar de casamento entre um “homem” e uma “mulher”, já que são variáveis totalmente indefinidas.
Mas, do mesmo modo, não haveria mais sentido falar em “homossexual”, pois a homossexualidade consiste, por exemplo, num “homem” relacionar-se sexualmente com outro “homem”. Todavia, para a ideologia de gênero o “homem 1” não é “homem”, nem tampouco o “homem 2” o seria.
ZENIT: Então aqueles que defendem a “ideologia de gênero” em nome dos direitos homossexuais estão equivocados?
Pe. José Eduardo: Exatamente! Eles não percebem que, uma vez aderindo à ideologia de gênero, não haverá sequer motivo em combater à discriminação. Nas leis contra a discriminação, eles querem discriminar alguns que consideram mais discriminados. Contudo, pela ideologia de gênero, não há mais sentido em diferenciar condições e papeis, tudo se vulnerabiliza! Literalmente, eles caíram no conto do gênero.
Para defender a identidade homossexual, estão usando uma ideologia que destrói qualquer identidade sexual e, por isso, também a família, ou qualquer tipo de família, como eles mesmos gostam de dizer.
Em poucas palavras, a ideologia de gênero está para além da heterossexualidade, da homossexualidade, da bissexualidade, da transexualidade, da intersexualidade, da pansexualidade ou de qualquer outra forma de sexualidade que existir. É a pura afirmação de que a pessoa humana é sexualmente indefinida e indefinível.
ZENIT: Então a situação é muito pior do que imaginamos...
Pe. José Eduardo: Sim. As pessoas estão pensando em “gênero” ainda nos termos de uma “identidade sexual”. Há outra lógica em jogo, e é por isso que ninguém se entende.
Para eles, a ideia de “identidade sexual” é apenas um dado físico, corporal. Não implica em nenhuma identidade. Conformar-se com ela seria “sexismo”, segundo a própria nomenclatura deles. A verdadeira identidade é o “gênero”, construído arbitrariamente.
Todavia, este “gênero” não se torna uma categoria coletiva. É totalmente individual e, portanto, indefinível em termos coletivos. Por exemplo, alguém poderia se declarar gay. Para os ideólogos de gênero isso já é uma imposição social, pois a definição de gay seria sempre relativa a uma condição masculina ou feminina mormente estabelecida. Portanto, uma definição relativa a outra, para eles, ditatorial.
Não existiria, tampouco, a transexualidade. Esta se define como a migração de um sexo para outro. Mas, dirão os ideólogos de gênero, quem disse que a pessoa saiu de um sexo, se aquela expressão corporal não exprime a sua identidade construída? Portanto, para eles, não há sequer transexualidade.
Gênero, ao contrário, é autorreferencial, totalmente arbitrário.
Alguém dirá que não há lógica isso. Realmente, a lógica aqui é “ser ilógico”. É o absurdo que ofusca nossa capacidade de entender.
ZENIT: O que dizer, então, de quem defende a ideologia de gênero no âmbito dos direitos feministas?
Pe. José Eduardo: Os ideólogos de gênero, às escondidas, devem rir às pencas das feministas. Como defender as mulheres, se elas não são mulheres?...
ZENIT: Qual seria o objetivo, portanto, da “agenda de gênero”?
Pe. José Eduardo: Como se demonstra no estudo que mencionei, o grande objetivo por trás de todo este absurdo – que, de tão absurdo, é absurdamente difícil de ser explicado – é a pulverização da família com a finalidade do estabelecimento de um caos no qual a pessoa se torne um indivíduo solto, facilmente manipulável. A ideologia de gênero é uma teoria que supõe uma visão totalitarista do mundo.
ZENIT: Como a população está reagindo diante disso?
Pe. José Eduardo: Graças a Deus, milhares de pessoas têm se manifestado, requerendo dos legisladores a extinção completa desta terminologia no Plano Nacional de Educação. Pessoalmente, tenho explicado a muitas pessoas a gravidade da situação nestes termos: 1) querem nos impor uma ideologia absurda pela via legislativa; 2) querem fazê-lo às custas do desconhecimento da população, o que é inadmissível num Estado democrático de direito; 3) e querem utilizar a escola como um laboratório, expondo nossas crianças à desconstrução de sua própria personalidade. E ainda querem que fiquemos calados com isso! Não! O povo não se calará!
ZENIT: Falando em “Estado democrático de direito” e vendo a manifestação de tantos cristãos, evangélicos e católicos, inclusive de bispos, alguns alegam a laicidade do Estado como desculpa para desprezar os seus argumentos. O que dizer sobre isso?
Pe. José Eduardo: Esta objeção é tão repetitiva que se torna cansativo respondê-la. Numa discussão democrática, não importa se o interlocutor é religioso ou não. O Estado é laico, não laicista, anti-religioso. Seria muito divertido, se não fosse puro preconceito – e às vezes, verdadeiro discurso de ódio anti-religioso –, a insistência com a qual alguns mencionam a Bíblia, os dogmas, os preceitos... como se nós estivéssemos o tempo todo alegando argumentos teológicos. Como se pode ver acima, nossos argumentos aqui são simplesmente filosóficos, racionais. Aliás, são tão racionais a ponto de mostrar o quanto a proposta deles é totalmente irracional, posto que contradizem as sua próprias bandeiras ideológicas.
No final das contas, a única coisa que lhes resta é a rotulação – na audiência de ontem, chamaram aos gritos um deputado de “machista”, em outra ocasião de “patriarcalista” –, mas a rotulação é a arma dos covardes, daqueles que não têm honestidade e liberdade intelectuais. Como digo sempre, nestas discussões, precisamos nos comportar como filósofos, e não como maus advogados, que estão dispostos a negar até as evidências.”
http://www.zenit.org
domingo, 5 de julho de 2015
A ideologia do gênero e a deusa democracia

“Há algo de desconcertante no debate que se tem travado nos últimos dias sobre a ideologia do gênero que os esquerdistas, aliados aos liberais, tentam impingir por todos os meios às nossas crianças da rede pública de ensino, após o Congresso Nacional ter recusado incluir no plano nacional de educação o vocabulário próprio desse discurso insano sobre o homem.
Com efeito, alguns articulistas parecem mais preocupados em denunciar a artimanha de que se valem os degenerados em sua empreitada de promover a revolução dos costumes e valores como uma violação das regras do jogo democrático do que em argumentar contra a tal ideologia do gênero como uma ameaça à sobrevivência da humanidade e uma gravíssima ofensa à ordem moral estabelecida pelo Criador. A impressão que se tem é que o valor supremo, que querem defender de qualquer ataque, de qualquer afronta é a democracia que se viu violada pela estratégia empregada pelo governo federal, ficando relegados a segundo plano a crítica e o combate à ideologia do gênero.
A esta lamentável insuficiência discursiva acresce outro problema: a patente incapacidade de alguns articulistas católicos de ver que há uma relação de causa e efeito entre o democratismo moderno e a rápida e crescente degenerescência da humanidade nos últimos anos desde quando a subcultura do democratismo, do “inclusivismo” e do discurso antidiscriminação passou a predominar em todos os âmbitos da sociedade.
Ora, é incontestável que a ideologia do gênero é apenas um fruto sazonado desse jardim do democratismo, no qual qualquer canalha atrevido, gozando da liberdade e da igualdade asseguradas pela constituição “cidadã”, sem sentir-se vinculado a nada e a ninguém a não ser à vontade própria, se julga soberano e a própria lei, acima de todo o resto da sociedade, que deve “respeitar” seu comportamento, porque cada um pode viver como quiser, com tal que não perturbe a “ordem democrática” ou o “Estado democrático de direito”.
É evidente que a democracia laica, fundada no dogma da soberania popular e inspirada pela nova religião cientificista, tem de aprovar a ideologia do gênero. Está na lógica dos seus princípios. A ideologia do gênero está em perfeita harmonia com a ideologia democratista moderna na medida em que ambas advogam em favor da soberania do indivíduo. É um grande equívoco pensar que a democracia é o regime da lei que organiza a sociedade em vista do bem comum, estabelecendo direitos e deveres dos homens segundo suas condições. A verdade é que não temos nenhuma garantia jurídica; basta ver que o Supremo Federal legisla, o Executivo atropela o Legislativo, e este último só negocia seus próprios interesses. O resultado é que não há autoridade política séria que governe a nação com prudência e conforme a lei.
Dentro dessa triste realidade é uma rematada tolice querer, na luta contra a implantação da ideologia do gênero, argumentar em defesa da legalidade democrática, não ousar afrontar os sentimentos democráticos do homem moderno e deixar de denunciar que a liberdade de “opção sexual”, o transexualismo, enfim a ideologia do gênero, é um dos sintomas de uma patologia moderna ainda maior chamada democratismo que fez do homem o Ser Supremo no lugar de Deus Nosso Senhor Rei das Nações.
Se Deus não existe, ou se cada um inventa o seu deus, se a sociedade não reconhece uma ordem moral objetiva, porque o poder emana do povo, se a liberdade individual não tem outro limite senão a própria conciliação dos arbítrios, é claro que tem de haver não só eutanásia, aborto, “casamento” homossexual, necrofilia, zoofilia, mas também mudança de “sexo”. Quem pode o mais pode o menos. Quem pode a eutanásia, por que não pode também a mudança de sexo? Se nas escolas se deve ensinar que a eutanásia é uma coisa normal diante do sofrimento físico, por que não se poderá ensinar a licença absoluta dos costumes?
Diante desse niilismo ético da democracia moderna, que deriva do dogma da soberania popular e da transmutação do dogma fora da Igreja não há salvação para o dogma fora da democracia não há salvação, só há um remédio: os católicos declararem um combate intrépido não só à ideologia do gênero, mas a sua causa natural, o democratismo. Um combate doutrinário que esclareça o verdadeiro sentido da política, como organização da cidade formada por um conjunto de famílias e não simples soma de indivíduos soltos, como a arte de promover o bem comum, a vida virtuosa em ordem ao fim último. É preciso também deslindar o erro que se formou em torno da noção de cultura e de sua relação com a natureza. Infelizmente, também neste ponto há vários jornalistas católicos que não têm sabido explicar essa questão ao tratar do erro da ideologia de gênero.
O fundamental, porém, é que se desmascare o erro da religião moderna: a tentativa que se verifica, desde o Vaticano II, de conciliar o inconciliável: a visão teocêntrica e a visão antropocêntrica do mundo, a concepção do mundo fundada na lei de Deus, na vontade de Deus, e a concepção do mundo em que o homem é soberano, “cidadão”, uma concepção de mundo em que só o homem é rei e Cristo, no máximo, será presidente por um mandato, sem direito à reeleição, de uma república universal, eclética, em que todas as religiões e indivíduos, sem nenhuma distinção, viverão como quiserem na nova Babilônia. Não haverá mais homens e mulheres procedentes de famílias e linhagens, mas só indivíduos. Só assim, não havendo mais homens nem mulheres, mas só indivíduos, em pé de igualdade, haverá liberdade absoluta. Sob a batuta do Anticristo, é claro.”
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Pe. João Batista Ferraz Costa
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