“Há dois tipos de conservadores nos campos do catolicismo: conservadores morais (mas liberais em dogma), e os simplesmente conservadores (ou católicos tradicionais).
Os conservadores morais (liberais em dogma) são aqueles católicos cujo catolicismo se resume a ser do movimento chamado pró-vida. Esses “conservadores” são perigosos, pois reduzem o catolicismo a ser pró-vida e ao mesmo tempo são liberais em assuntos dogmáticos. Por exemplo, o conservador moral ataca o aborto, mas opina que talvez o melhor seja que os sacerdotes se casem, modernizar a Igreja etc. O conservador moral luta contra a “cultura da morte”, mas crê que a presença de Cristo na Missa é questão de opinião. O conservador moral luta contra a pílula anticoncepcional, mas diz que a Virgem ter sido sempre virgem é apenas a opinião de teólogos. O conservador moral ataca o matrimônio gay, mas parece-lhe uma crueldade da Igreja que os divorciados não possam comungar. Por fim, o conservador moral é firme opositor da eutanásia, mas quer uma Igreja que modernize seus dogmas superados pela “ciência”.
O problema é que hoje em dia parece (para muitos) que ser pró-vida e inimigo do que chamam de “cultura da morte” é suficiente para ser um católico completo. Mas ser católico é imensamente mais e exige imensamente mais que o mero fato de estar filiado ao movimento pró-vida.
Então, cuidado! O catolicismo é antes de tudo uma fé, alguns postulados sobre Deus e suas relações com a humanidade. Desses postulados surge, em conseqüência, uma conduta, uma vida. Mas o ponto de partida é uma mensagem que fala à inteligência. Esse é um dos pontos negados pelo modernismo, que é a pior heresia de toda a história, pois busca destruir todo o edifício católico.
Não basta o conservadorismo moral para se ter uma verdadeira identidade católica; é necessária também a fidelidade dogmática.
Fidelidade ou conservadorismo dogmático é o que mantém com zelo a dogmática católica tal como foi definida ao longo dos séculos. Essa dogmática, o corpo de ensinamentos dogmáticos, configura uma visão da realidade, que não é “uma” visão a mais, mas “a” visão real, realíssima.
Em poucas palavras, o catolicismo, em primeiro lugar e antes de tudo, fala à inteligência do ser humano mostrando-lhe a realidade, e só depois o move...
Mas essa palavra que o catolicismo dirige ao homem em sua inteligência supõe nele a capacidade de “inteligir”, de receber essa voz.
Ora, filosoficamente falando, os pressupostos dessa inteligência são nada mais, nada menos que o realismo gnoseológico e metafísico.
Daí que a única filosofia compatível com a fé seja a filosofia realista, a que afirma a realidade extramental dos entes. Filosofia que não só afirma, sustenta e defende o realismo dos entes, mas a capacidade da inteligência para conhecer essa realidade.
Dessa estrutura conceitual surgem algumas conseqüências a nível de conduta, que formam o campo da moral. Mas não se trata de uma moral pensada como um conjunto de normas impostas caprichosamente ao homem, para limitar sua liberdade.
Trata-se, isto sim, de uma moral que é o correlato prático do reconhecimento teórico da natureza humana e suas exigências específicas.
Pelo já dito se compreende como fica mutilado e distorcido um catolicismo reduzido apenas ao movimento pró-vida.
A atitude pró-vida no católico é conseqüência de suas atitudes teóricas ou dogmáticas, e não sua certidão suficiente de catolicismo.
É por isso que o conservador unicamente moral é um católico que deixou de sê-lo, que reduziu seu catolicismo ao mínimo, a um catolicismo raquítico (que estrita e objetivamente já não o é).
Por outro lado, o simplesmente conservador (chamado aqui dessa forma não por ser uma corrente ou facção, mas porque conserva o dogma e a moral íntegros como o exige a Igreja), é simplesmente o católico completo, o católico consciente da estreita correlação entre o dogma e a moral (quer dizer o puramente católico, a quem deveríamos estritamente chamar somente assim: católico).
Se o simplesmente conservador é o católico completo, por que então inventar outro nome e chamá-lo de simplesmente conservador? A razão está na confusão (e no erro) que há hoje em dia em que se considera motivo suficiente do catolicismo ser um conservador moral.
Então, quando hoje alguém se autodenomina católico, faz-se quase necessário perguntar, católico pela metade ou a sério?
Em poucas palavras, o simplesmente conservador (ou simplesmente católico) aceita o pacote completo, enquanto o conservador moral escolhe do pacote a parte que mais lhe agrada.
Muitas vezes o conservador moral age dessa maneira porque quer agradar e sabe que o movimento pró-vida é comum com outras “confissões”.
No movimento pró-vida podem-se encontrar pessoas das mais diversas confissões religiosas, inclusive pessoas sem religião alguma.
De fato, é muito comum que os pró-vida repitam e repitam até a exaustão que sua luta é ciência e não religião, o que de certa forma é verdade.
Então o conservador moral sabe que na luta pró-vida está unido a muitos, e não isolado, que é o que faz o dogma, isola separando (a verdadeira religião das falsas seitas cristãs ou outras errôneas denominações).
Fé e moral íntegras: um binômio irrenunciável para o católico
Se vocês prestam bem atenção ao que vamos dizendo, poderão compreender o espírito que anima o mero conservadorismo moral...
O Papa São Pio X, último Papa santo, havia assinalado duas bases teóricas para o modernismo, que é um erro gravíssimo:
1) agnosticismo e
2) imanência vital.
Agnosticismo: Esta falsa tese sustenta que só conhecemos “fenômenos”, jamais conhecemos a realidade de nada em si mesma, só a “realidade” para nós, subjetivamente. Dizem erroneamente que é impossível saber por meio da inteligência se Deus existe, ou se existe a alma, ou se esta é imortal.
Imanência vital: Este erro sustenta que a religião e a fé são fruto da interioridade humana, criações humanas para remediar um pouco sua “indigência”. Na fé – dizem – o importante não são as teses, as “verdades”, os dogmas, mas os sentimentos e as emoções. O importante, para os que defendem esse erro, não é saber se Deus existe, mas senti-lo próximo de nós. A religião – supõem-no falsamente – é coisa de sentimento e não um conjunto de verdades sobre Deus. Crêem que a teologia e a filosofia não têm nada a ver com a religião, o que importa para eles é sentirmo-nos bem e abraçarmo-nos todos.
Nota: Naturalmente esses princípios estão condenados pela Igreja Católica.
Agora compreenderão vocês por que o conservador moral não valoriza a dogmática católica, mas a relega a um segundo ou terceiro lugar.
Em resumo: o conservador moral é um modernista e, portanto, sua postura está condenada pela suprema autoridade da Igreja.
Todos devemos ser pró-vida, mas não confundamos as coisas; ser católico é infinitamente mais que o mero fato de ser pró-vida.
E estejamos todos em guarda contra o agnosticismo e a doutrina da imanência vital, que são os dois erros que hoje mais obscurecem as inteligências.”
(Leonardo Rodríguez, Dos Tipos de Católicos. ¿Es Suficiente Ser Provida?)
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Uma crítica à filosofia vitalista
“Sabe-se que a chamada filosofia vitalista do princípio do século XX (Bergson e Blondel), apresentando-se como uma reação a erros filosóficos então predominantes, exerceu uma notável influência sobre o pensamento católico. Contra uma concepção mecanicista e racionalista própria do positivismo e do neokantismo que pretendia esquematizar toda a realidade, a filosofia da vida insurgiu-se fazendo ver como era superficial semelhante pensamento que se atinha apenas ao elemento exterior, ao espaço, à extensão, e, por isso mesmo, incapaz de compreender o mundo em toda sua riqueza de vida e dinamismo. O vitalismo apresentava-se como um pensamento espiritualista que valorizava a vida interior do homem, salvaguardava sua liberdade e afirmava a sua consciência capaz de inovação criadora. As belas reflexões de Bergson sobre o mistério do tempo marcaram profundamente a grande obra literária do século passado “À la recherche du temps perdu” de Marcel Proust (Cf. Edmund Wilson, O castelo de Axel, Cultrix, São Paulo).
Contudo, a filosofia vitalista tinha um grave erro: ao mesmo tempo que valorizava a vida não a explicava e tampouco esclarecia o seu verdadeiro sentido. Interpretava o ser como impulso vital e dizia que a vida não pode ser captada pela inteligência mas por uma suposta intuição. E o pior é que tal intuição é um conceito tão obscuro quanto a intuição da fenomenologia. A filosofia vitalista, pode-se dizer, limitava-se a dizer que a vida flui, que nela nada se perde, mas, ao contrário, nela agregam-se novas aquisições. De maneira que a inteligência só aprisiona a realidade em esquemas uniformes, fixos, mas não a conhece. Só os conceitos “fluidos” que acompanham o rio da vida são capazes de conhecê-la. Esses conceitos fluidos seriam as intuições. (Cf. Hirschberger, Historia de la filosofia, Barcelona, 1956)
Pois bem, a falta de precisão do conceito de vida (que não pode ser objeto do entendimento, ressalte-se) induziu os principais representantes do vitalismo a graves equívocos. Por exemplo, Bergson chegou a conceber Deus como um ser em devir. Blondel, por sua vez, em sua filosofia da ação, entende a ação como a vida do espírito em sua fonte e na totalidade do seu desenvolvimento. Diz que não há no mundo nenhum momento de pausa, porque nada no mundo é perfeito. O espírito nunca se adequa a uma realidade, mas sempre aspira a algo superior. Por conseguinte, cai por terra a noção de verdade elaborada pela metafísica tomista: adaequatio intellectus et rei.
Na primeira parte da Suma Teológica, Santo Tomás formula algumas questões importantes sobre a vida de Deus. As soluções do Santo Doutor refutam cabalmente os erros da filosofia vitalista. No artigo 1º da q. 18 pergunta se todas as coisas naturais vivem ou não vivem e assinala as diferenças entre os seres vivos e brutos. As razões aduzidas por Santo Tomás são muito úteis porque em nossos dias os modernistas gostam de relacionar os conceitos de vida e de tradição. O papa João Paulo II, no motu proprio Ecclesia Dei Afflicta, disse que o suposto gesto cismático de Mons. Marcel Lefèbvre (as consagrações episcopais sem mandato pontifício mas em virtude do estado de necessidade) se devia a uma incompleta noção de tradição que não leva em conta o caráter “vivo” da tradição.
É claro que João Paulo II aplicava à tradição a noção de vida em sentido analógico. Não entendia a tradição como animal ou vegetal, mas como um conjunto de verdades ou como um tesouro que se enriquece e cresce com o passar das gerações sob a custódia da Igreja. De qualquer modo, cumpre examinar, à luz da doutrina de Santo Tomás, como se dá o processo vital.
No referido artigo diz que a vida se manifesta quando o animal tem movimento ex se, mas, ao contrário, quando o animal já não tem movimento ex se, mas é movido por outro, então se diz que o animal está morto. Em seguida, no artigo 2º, pergunta se a vida é ação – essa questão é importantíssima para compreender e refutar o erro do modernista Maurice Blondel – e responde, com base em Aristóteles, dizendo que o viver é o ser dos vivos. E afirmando o valor do conhecimento intelectivo do homem que alcança a essência da coisa como seu objeto próprio a partir dos sentidos que apreendem as aparências exteriores, Santo Tomás explica que geralmente, a partir das aparências exteriores, se impõem às coisas nomes que expressam sua essência. Mas às vezes os nomes derivam das propriedades em função das quais se impõem. Assim, por exemplo, o nome corpo é imposto para designar um gênero de substâncias em que se encontram três dimensões. Quanto à vida, diz Santo Tomás, o nome é tomado das aparências exteriores em vista da própria coisa que se move a si mesma; entretanto, o nome não é imposto para significar o movimento e sim a substância à qual convém em sua natureza mover-se a si própria ou agir de algum modo. Portanto, ser vivo não é predicado acidental, mas substancial. Esclarece que com menos propriedade se toma o vocábulo vida a partir das operações vitais. E cita Aristóteles, para o qual a vida é principalmente intelligere.
Ora, a filosofia vitalista é uma filosofia que rebaixa a inteligência, despreza a razão, a qual considera uma força destruidora. De modo que é lícito realmente questionar se a tal filosofia convém o nome de filosofia da vida, uma vez que a vida é sobretudo intelligere. Que vida do espírito é a ação do sr. Blondel? Uma ação que é mais frustração do que plenitude, porquanto a realidade das coisas sempre lhe escapa.
Finalmente, quanto à relação estabelecida pelos modernistas entre os conceitos de tradição e vida, importa dizer que, à luz da sã teologia de Santo Tomás, resulta muito dificultoso para os sequazes da nova teologia provar que efetivamente os desdobramentos, acréscimos e “enriquecimentos” doutrinários verificados na Igreja sobretudo a partir do Vaticano II derivam de um processo vital de uma Igreja que se move a si mesma alicerçada em seus próprios fundamentos. Examinadas as raízes ideológicas de tais inovações pós-conciliares, percebe-se que se trata de um movimento de origem estranha à Igreja. Com efeito, a reforma litúrgica, o ecumenismo, a liberdade religiosa, a abertura ao mundo moderno são inovações que se impuseram de fora à Igreja. Isto é próprio de ser um morto. Na hipótese, porém, de se tratar de um processo vital, a imagem mais adequada para explicá-lo seria a do “mata-pau”.”
(Pe. João Batista Ferraz Costa, Tradição, Vida e Morte)
http://santamariadasvitorias.org/tradicao-vida-e-morte/
Contudo, a filosofia vitalista tinha um grave erro: ao mesmo tempo que valorizava a vida não a explicava e tampouco esclarecia o seu verdadeiro sentido. Interpretava o ser como impulso vital e dizia que a vida não pode ser captada pela inteligência mas por uma suposta intuição. E o pior é que tal intuição é um conceito tão obscuro quanto a intuição da fenomenologia. A filosofia vitalista, pode-se dizer, limitava-se a dizer que a vida flui, que nela nada se perde, mas, ao contrário, nela agregam-se novas aquisições. De maneira que a inteligência só aprisiona a realidade em esquemas uniformes, fixos, mas não a conhece. Só os conceitos “fluidos” que acompanham o rio da vida são capazes de conhecê-la. Esses conceitos fluidos seriam as intuições. (Cf. Hirschberger, Historia de la filosofia, Barcelona, 1956)
Pois bem, a falta de precisão do conceito de vida (que não pode ser objeto do entendimento, ressalte-se) induziu os principais representantes do vitalismo a graves equívocos. Por exemplo, Bergson chegou a conceber Deus como um ser em devir. Blondel, por sua vez, em sua filosofia da ação, entende a ação como a vida do espírito em sua fonte e na totalidade do seu desenvolvimento. Diz que não há no mundo nenhum momento de pausa, porque nada no mundo é perfeito. O espírito nunca se adequa a uma realidade, mas sempre aspira a algo superior. Por conseguinte, cai por terra a noção de verdade elaborada pela metafísica tomista: adaequatio intellectus et rei.
Na primeira parte da Suma Teológica, Santo Tomás formula algumas questões importantes sobre a vida de Deus. As soluções do Santo Doutor refutam cabalmente os erros da filosofia vitalista. No artigo 1º da q. 18 pergunta se todas as coisas naturais vivem ou não vivem e assinala as diferenças entre os seres vivos e brutos. As razões aduzidas por Santo Tomás são muito úteis porque em nossos dias os modernistas gostam de relacionar os conceitos de vida e de tradição. O papa João Paulo II, no motu proprio Ecclesia Dei Afflicta, disse que o suposto gesto cismático de Mons. Marcel Lefèbvre (as consagrações episcopais sem mandato pontifício mas em virtude do estado de necessidade) se devia a uma incompleta noção de tradição que não leva em conta o caráter “vivo” da tradição.
É claro que João Paulo II aplicava à tradição a noção de vida em sentido analógico. Não entendia a tradição como animal ou vegetal, mas como um conjunto de verdades ou como um tesouro que se enriquece e cresce com o passar das gerações sob a custódia da Igreja. De qualquer modo, cumpre examinar, à luz da doutrina de Santo Tomás, como se dá o processo vital.
No referido artigo diz que a vida se manifesta quando o animal tem movimento ex se, mas, ao contrário, quando o animal já não tem movimento ex se, mas é movido por outro, então se diz que o animal está morto. Em seguida, no artigo 2º, pergunta se a vida é ação – essa questão é importantíssima para compreender e refutar o erro do modernista Maurice Blondel – e responde, com base em Aristóteles, dizendo que o viver é o ser dos vivos. E afirmando o valor do conhecimento intelectivo do homem que alcança a essência da coisa como seu objeto próprio a partir dos sentidos que apreendem as aparências exteriores, Santo Tomás explica que geralmente, a partir das aparências exteriores, se impõem às coisas nomes que expressam sua essência. Mas às vezes os nomes derivam das propriedades em função das quais se impõem. Assim, por exemplo, o nome corpo é imposto para designar um gênero de substâncias em que se encontram três dimensões. Quanto à vida, diz Santo Tomás, o nome é tomado das aparências exteriores em vista da própria coisa que se move a si mesma; entretanto, o nome não é imposto para significar o movimento e sim a substância à qual convém em sua natureza mover-se a si própria ou agir de algum modo. Portanto, ser vivo não é predicado acidental, mas substancial. Esclarece que com menos propriedade se toma o vocábulo vida a partir das operações vitais. E cita Aristóteles, para o qual a vida é principalmente intelligere.
Ora, a filosofia vitalista é uma filosofia que rebaixa a inteligência, despreza a razão, a qual considera uma força destruidora. De modo que é lícito realmente questionar se a tal filosofia convém o nome de filosofia da vida, uma vez que a vida é sobretudo intelligere. Que vida do espírito é a ação do sr. Blondel? Uma ação que é mais frustração do que plenitude, porquanto a realidade das coisas sempre lhe escapa.
Finalmente, quanto à relação estabelecida pelos modernistas entre os conceitos de tradição e vida, importa dizer que, à luz da sã teologia de Santo Tomás, resulta muito dificultoso para os sequazes da nova teologia provar que efetivamente os desdobramentos, acréscimos e “enriquecimentos” doutrinários verificados na Igreja sobretudo a partir do Vaticano II derivam de um processo vital de uma Igreja que se move a si mesma alicerçada em seus próprios fundamentos. Examinadas as raízes ideológicas de tais inovações pós-conciliares, percebe-se que se trata de um movimento de origem estranha à Igreja. Com efeito, a reforma litúrgica, o ecumenismo, a liberdade religiosa, a abertura ao mundo moderno são inovações que se impuseram de fora à Igreja. Isto é próprio de ser um morto. Na hipótese, porém, de se tratar de um processo vital, a imagem mais adequada para explicá-lo seria a do “mata-pau”.”
(Pe. João Batista Ferraz Costa, Tradição, Vida e Morte)
http://santamariadasvitorias.org/tradicao-vida-e-morte/
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