quinta-feira, 30 de maio de 2019

A origem traumática da homossexualidade masculina


“Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana.
A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito.” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial.
Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina.
O comportamento homossexual é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento imperturbado da identidade de gênero.
O conflito básico na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experiencia o mesmo progenitor de maneira diferente).
A atividade homossexual pode ser um encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca.
Assim, a homossexualidade é inerentemente enraizada em conflito: conflito de aceitação do gênero natural de uma pessoa, conflito no relacionamento pai e filho, e geralmente, conflito em relação ao ostracismo por pares do mesmo sexo. Isso significa que observamos o surgimento de temas de submissão/dominação contaminando os relacionamentos homossexuais.
Para os homens de orientação homossexual, sexualidade é uma tentativa de incorporar, “acolher”, e “dominar” outro homem. Funciona como uma “possessão” simbólica da outra pessoa que é geralmente mais agressiva do que carinhosa. Um cliente descreveu sua sexualização de homens que provocam medo como “a vitória do orgasmo”. Outro, como “analgésico orgásmico”.
Existem algumas exceções para o modelo traumático do desenvolvimento homossexual. Temos encontrado em nossa clínica uma outra forma de homossexualidade que é caracterizada como apego mútuo, afetivo, normalmente observado mais comumente em nossos clientes adolescentes e adultos imaturos. Nesse tipo de atração homossexual não há características dependentes de hostilidade, mas de uma qualidade romântica adolescente – um entusiasmo que tem uma manifestação sexual. Tais ligações podem ocorrer por períodos de meses ou anos e então serem abandonadas, para nunca mais serem retomadas, por essa fase de atração passar.
Ainda assim, a regra geral permanece: Se uma criança é traumatizada de uma forma particular que afeta o gênero, ele se tornará homossexual, e se não se traumatiza essa criança dessa maneira particular, o processo natural de desenvolvimento heterossexual se manifesta.
Muitos homossexuais (homens) reportam abusos sexuais por parte de pessoas do mesmo sexo durante sua infância. Molestação sexual é abuso, porque acontece disfarçada de amor. Aqui está um relato de um cliente sobre um adolescente mais velho que o molestou:
“Eu queria amor e atenção, e isso se misturou com o sexo. Aconteceu em uma época em que eu realmente não tinha interesse sexual em outros meninos… Eu pensei que ele (o abusador) era descolado. Ele nunca me dava atenção a não ser que quisesse investir sexualmente. Quando se tornava sexual, parecia especial… Era excitante e intenso, alguma coisa entre a gente, um segredo compartilhado. Eu não tinha outros amigos e meu relacionamento com meu pai não ajudou. Eu estava procurando amizade…. [mas] a intensidade da memória… Eu a odiava. Toda a coisa é nojenta, perturbador… Essa é a raíz da minha atração pelo mesmo sexo.”
Esse cliente fez a seguinte associação: “Para receber o benefício: i.e. ‘amor’ e ‘atenção’, eu preciso aceitar a mim mesmo como vergonhoso e mau: engajar em uma atividade que é ‘assustadora’, ‘proibida’, ‘suja’ e ‘nojenta’”.
Em terapia, enquanto esse cliente prestava atenção nas sensações de seu corpo durante um momento não desejado de excitação homossexual, ele descobriu que antes de ter um sentimento homossexual, ele invariavelmente experimentava um sentimento como o de ter sido envergonhado por outro homem. Em uma reencenação de seu abuso na infância, o “eu envergonhado” provou-se um pré requisito necessário para sua excitação homossexual.
A relação entre o abuso passado deste cliente e sua atuação homossexual atual é um exemplo de uma compulsão de repetição. Em sua busca para encontrar amor e aceitação, ele se enreda em repetir um comportamento autodestrutivo e autopunitivo, através do qual ele busca inconscientemente obter a vitória final e resolver sua ferida central. Compulsão de repetição contém 3 elementos: (1) tentativa de auto domínio, (2) uma forma de autopunição, (3) evitar o conflito subjacente.
Para esses homens, a procura por realização através do eroticismo com o mesmo sexo é estimulado pela antecipação temerosa de que sua auto-afirmação masculina irá inevitavelmente falhar e resultar em humilhação. Eles optam por uma reencenação ritualizada com a esperança que, diferentemente de todas as ocasiões passadas, “Dessa vez, eu definitivamente vou conseguir o que eu quero; com esse homem, encontrarei poder masculino para mim,” e “dessa vez, o sentido cicatrizado de vazio interior irá finalmente desaparecer.” No entanto, ele acaba de dar a mais uma pessoa o poder de rejeitá-lo, envergonhá-lo, e fazê-lo se sentir sem valor. Quando o cenário produtor de humilhação é repetidamente realizado, isso somente reforça sua convicção de que ele realmente é uma vítima sem esperança e, finalmente, indigno de amor.
Homens gays frequentemente relatam um “tiro de adrenalina” acentuado pelo elemento do medo bruto. Existe entre gays uma subcultura de sexo público, que festeja na emoção de encenar em lugares como parques, banheiros públicos e paradas de caminhões, e é eroticamente dirigido pelo medo de ser descoberto e exposto.
O próprio ato de sodomia é intrinsecamente masoquista. Sexo anal, como uma violação do design corporal, é insalubre e anatomicamente destrutivo, prejudicando o reto e espalhando doença porque os tecidos retais são frágeis e porosos. Psicologicamente, o ato humilha e degrada a dignidade e masculinidade do homem.
Encenação sexual compulsiva – com seu super drama e a promessa de gratificação – mascara o caminho oculto, mais profundo e saudável de ganhar afeto autêntico.
A disfunção do mundo gay masculino é inegável. Estudos científicos nos oferecem evidências para as tristes comparações a seguir:
Compulsão sexual é mais de seis vezes maior entre homens gays.
Homens gays participam de violência interpessoal com o parceiro três vezes mais do que heterossexuais.
Homens gays participam das práticas sadistas em taxas muito maiores do que heterossexuais.
A incidência de transtornos de humor e transtornos de ansiedade é quase três vezes maior entre homens gays.
A síndrome do pânico é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais.
A bipolaridade é mais de cinco vezes maior do que em heterossexuais.
O transtorno de conduta é quase quatro vezes maior (3,8) do que em heterossexuais.
Agorafobia (medo de estar em lugares públicos) é mais de seis vezes maior do que entre homens heterossexuais.
Transtorno obsessivo-compulsivo é mais de 7 vezes maior (7,8) do que em heterossexuais.
Auto flagelo deliberado (suicídio) é de mais de 2 vezes (2.58) a mais de 10 vezes (10.23) maior do que entre homens heterossexuais.
Dependência em nicotina é cinco vezes maior do que em homens heterossexuais.
Dependência do álcool é perto de três vezes maior do que entre homens heterossexuais.
Dependência de outras drogas é mais de quatro vezes maior do que em homens heterossexuais.

A promiscuidade é bem ilustrada na pesquisa clássica de McWhirter e Mattison, dois homens gays que relataram em seu livro O Casal Masculino (The Male Couple – 1984), que de 165 relacionamentos estudados por eles, nem um único par foi capaz de manter fidelidade por mais de cinco anos. Os autores – eles mesmos um casal gay – ficaram surpresos ao descobrirem que casos extraconjugais não apenas não prejudicavam o relacionamento, quanto eram na verdade essenciais para sua própria sobrevivência.. Eles concluem: “O único e mais importante fator que mantém casais juntos além da marca de dez anos é a falta de possessividade que eles sentem” (p. 256).
Ao reconhecer a dimensão de amor-ódio nas atividades homoeróticas, podemos simpatizar com a tentativa reparativa do homossexual na resolução de seu trauma de infância. Isso nos oferece uma janela de entendimento acerca de por que continua a existir a profunda insatisfação na comunidade gay apesar de ganhos imprecedentes em sua aceitação social.
Homossexualidade não tem significância no mundo natural além de um mero sintoma, uma consequência de eventos trágicos. De outra maneira é transcendental, uma imaginação feita de fantasia e desejo. Mas através da ajuda das mídias sociais, Hollywood e forças políticas (mais recentemente a administração de Obama), uma nova definição da pessoa humana foi inventada. Este truque linguístico criou uma invenção da imaginação ; um ilusão erótica que sequestrou a realidade. A antropologia clássica teve sua mente transformada e um novo tipo de homem foi inventado. Quando uma pessoa se rotula “gay”, ele se move para fora da esfera natural e se desqualifica da completa participação no destino humano.
De pai para filho para neto para bisneto, a semente do homem é sua semente para as gerações. Através de seu DNA, ele vive em outras vidas. Quando implantado no útero da mulher, sua semente produz vida humada. Mas no sexo homossexual, a semente do homem só pode resultar em decadência e morte.
Na relação sexual natural, a raça humana é preservada, e o homem vive através de gerações futuras. Mas no sexo traumatizado que viola o propósito do nosso corpo, seu poder produtor gera morte e aniquilação. E então a sabedoria do corpo apresenta seu contraste: Nova vida vs. decadência e morte.
Não nos admira que vejamos tanta insatisfação no mundo homossexual; não somente por causa da desaprovação da sociedade, mas porque o homem que vive naquele mundo, sente a futilidade de uma identidade homossexual. Ela representa o término da longa linha de seus ancestrais que eram antes conectados, através do tempo, no casamento natural.
No mundo real, uma identidade gay não faz sentido. Unicamente como sintoma, como uma reparação erotizada da falta de afeto, a homossexualidade tem sentido.”
(Joseph Nicolosi, The Traumatic Foundation of Male Homosexuality)

http://www.midiasemmascara.org

segunda-feira, 27 de maio de 2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019

É lícito desejar um mal físico ou temporal sob o aspecto de um bem maior


“O homem, enquanto pecador e culpável, não é digno de amor, mas sim de ódio, já que, enquanto permaneça nesse estado, é aborrecível aos olhos de Deus. Mas enquanto criatura humana, capaz todavia da glória eterna pelo arrependimento de seus pecados, deve ser amado com amor de caridade. E precisamente o maior amor e serviço que lhe podemos prestar é ajudá-lo a sair de sua triste e miserável situação (...). Do mesmo modo, não é lícito jamais desejar ao pecador algum verdadeiro mal (e.g, o pecado da condenação eterna). Mas é lícito desejar-lhe algum mal físico ou temporal sob o aspecto de um bem maior, como seria, por exemplo, uma enfermidade ou adversidade para que se torne (...) o bem comum da sociedade (e.g, a morte de um escritor ímpio ou de um perseguidor da Igreja para que não continue fazendo mal aos demais).”
(Antonio Royo Marin, Teologia Moral para Seglares)

sábado, 18 de maio de 2019

Revelado que a farsa da colusão Trump-Rússia tem origem em grupo ativista ucraniano financiado por George Soros


"Acaba de emergir que o caso Russiagate começou com documentos divulgados por grupos financiados pelo bilionário ativista George Soros. Agora está claro que, sob Barack Obama, a Embaixada dos EUA em Kiev trabalhou em estreita colaboração com grupos ligados a Soros para compilar a pesquisa da oposição sobre a campanha de Trump.
Vários meios de comunicação dos EUA relataram as origens ucranianas do embuste do Russiagate, incluindo o Epoch Times, The Hill e Gateway Pundit. O Epoch Times noticiou em 10 de abril de 2019 que as acusações contra o ex-gerente de campanha de Trump, Paul Manafort, se originaram com o deputado ucraniano Serhiy Leshenko e Artem Sytnyk, diretor do Departamento Nacional Anticorrupção da Ucrânia (DNAU), que revelou documentos sobre propinas a Manafort durante a presidência do presidente pró-russo Victor Yanukovych.
Serhiy Leshenko (foto acima) apresentou esses documentos do "livro negro" ao público em 21 de março de 2017 no Centro de Mídia da Crise da Ucrânia financiado por Soros, ligando Manafort a propinas ilegais no total de US$ 12,7 milhões e até mesmo tentando culpá-lo pelas mortes de manifestantes na Praça Maidan em 2014. Os investigadores anticorrupção ucranianos chegaram ao ponto de hackear os telefones e mensagens de texto das filhas de Paul Manafort.
O Centro de Mídia da Crise da Ucrânia foi fundado em março de 2014 pelo governo da Ucrânia e pela Fundação Renascimento Internacional de George Soros para dar às reportagens sobre o conflito na Ucrânia a interpretação "correta". Soros fundou grupos de lobby de mídia em todo o mundo inspirados no Media Matters for America, que ele fundou com John Podesta depois que o escândalo de Lewinsky quase derrubou Bill Clinton.
De acordo com o Epoch Times, Leshenko forneceu esta informação à funcionária da campanha de Clinton, Alexandra Chalupa, que então passou essa informação para o repórter do Yahoo News, Michael Isikoff. Isikoff divulgou a história no Yahoo em 18 de agosto de 2016, uma das primeiras menções públicas do suposto "conluio com a Rússia" da equipe de Trump. Manafort teve que renunciar como gerente de campanha de Trump no dia seguinte.
Chalupa também passou as informações do "livro negro" para Glenn Simpson na Fusion GPS, que as passou para a funcionária Nellie Ohr. Ohr passou a informação para seu marido, Bruce Ohr, segundo o Epoch Times. Em 30 de maio de 2016, Nellie Ohr enviou um e-mail para Bruce Ohr e funcionários do Departamento de Justiça sob o assunto “Encontrada Documentação sobre 'Caixa Preta' do Partido das Regiões Ucraniano".
A documentação sobre o "livro negro" do Partido das Regiões “aparentemente chegou ao DNAU, o Departamento Nacional Anticorrupção da Ucrânia”, afirmou o e-mail, citando como fonte dos documentos do "livro negro" o ex-vice-chefe do Serviço de Segurança da Ucrânia, Viktor Trepak.
Bruce Ohr então usou esta informação derivada de Soros para iniciar a investigação da campanha de Trump pelo Departamento de Justiça, codinominada “Furacão Tiroteio”.
George Soros investiu bilhões na Ucrânia antes do início do conflito em 2014 e foi um dos principais atores do conflito com seu rival Vladimir Putin. “Com suas fundações da Sociedade Aberta, Soros não só foi fundamental para ajudar a derrubar o governo em Kiev, mas também obterá um lucro considerável a partir da Ucrânia, especialmente graças aos seus vínculos estreitos com o novo governo de Poroshenko. Em janeiro deste ano, ele se encontrou privadamente várias vezes com a liderança ucraniana”, escreveu a Neopresse em 2015.
Em 28 de abril de 2016, Chalupa e Isikoff participaram de um painel para discutir suas pesquisas sobre Manafort com 68 jornalistas ucranianos em um programa chamado Centro de Liderança do Mundo Aberto, patrocinado pela Biblioteca do Congresso, que está intimamente ligado às Fundações Soros.
O DNAU e o governo de Obama estavam trabalhando em estreita colaboração com o Centro de Ação Anticorrupção (AntAC) de Soros na Ucrânia, como John Solomon relatou em The Hill. Quando os promotores ucranianos investigaram o AntAC sobre a ausência de US$ 4,4 milhões em financiamento dos EUA, foi-lhes ordenado que renunciassem por funcionários de Obama.
Quando o novo Procurador-Geral Yuri Lutsenko foi ao encontro da embaixatriz de Obama na Ucrânia, Marie Yovanovitch, disse ter ficado pasmo quando a embaixatriz "me deu uma lista de pessoas que não deveríamos processar".
“Descobriu-se que o AntAC havia sido co-financiado pelo governo Obama e pelo megadoador esquerdista George Soros. E estava colaborando com os agentes do FBI que investigavam as atividades comerciais do então gerente de campanha de Trump, Paul Manafort, com figuras pró-russas na Ucrânia”, escreve Solomon.
"A mensagem implícita aos promotores da Ucrânia era clara: não focar no AntAC em meio a uma eleição presidencial americana, na qual Soros estava apoiando Hillary Clinton para suceder a outro favorito de Soros, Barack Obama, disseram autoridades ucranianas."
De acordo com registros de doações, o AntAC recebeu 59% de seu orçamento de quase US $1,7 milhão desde 2012 dos orçamentos norte-americanos vinculados a Estado e Justiça, relata Solomon, ou US$ 1 milhão, e quase US$ 290.000 da Fundação Renascimento Internacional de Soros.
As autoridades policiais ucranianas têm tentado compartilhar com o Departamento de Justiça suas informações sobre o conluio entre funcionários de Obama, a campanha de Clinton, as ONG de Soros e o governo ucraniano, até agora sem sucesso, escreve Solomon. O Chefe Adjunto do Departamento de Cooperação Jurídica Internacional da Procuradoria-Geral, Kostiantyn Kulyk, disse a Solomon: “Planejávamos compartilhar essas informações durante uma viagem de trabalho aos Estados Unidos… No entanto, a embaixatriz [dos EUA] nos impediu de obter um visto. Ela não negou explicitamente nosso visto, mas também não o deu para nós."
"As autoridades ucranianas dizem que não querem entregar as provas aos agentes do FBI que trabalham na Ucrânia porque acreditam que o departamento tem uma relação próxima com o DNAU e a Embaixada dos EUA", escreve Solomon. "Não é nenhum segredo nos círculos políticos ucranianos que o DNAU foi criado com ajuda americana e tentou exercer influência durante a eleição presidencial dos EUA", disse Kulyk.
A corrupção e o conluio EUA-Ucrânia sobem até a Casa Branca de Obama, como relata Solomon. “Registros financeiros mostram que uma companhia ucraniana de gás natural direcionou mais de US$ 3 milhões para contas americanas ligadas a Hunter Biden, filho mais novo do então vice-presidente, Joe Biden [Nota do Blog: Biden é um dos atuais pretendentes a candidato democrata para as eleições presidenciais de 2020], que gerenciava as relações EUA-Ucrânia para o governo Obama. O filho de Biden participou da diretoria de uma empresa ucraniana de gás natural, Burisma Holdings.” Documentos mostram que o vice-presidente Biden pressionou autoridades ucranianas em março de 2016 a demitirem o promotor que supervisionou uma investigação na Burisma Holdings e que planejava entrevistar Hunter Biden sobre as transferências financeiras, segundo Peter Schweizer em “Impérios Secretos: Como a Classe Política Americana Esconde Corrupção e Enriquece Família e Amigos”."

https://www.thegatewaypundit.com

terça-feira, 14 de maio de 2019

"O cisma mais terrível que o mundo já conheceu"

“No dia 04 de fevereiro, em Abu Dabi, o Papa Francisco e o Grande Imã de Al-Azhar, Ahamad Al-Tayyeb, subscreveram o Documento sobre a fraternidade humana em prol da paz mundial e da convivência comum. A declaração inicia com o nome de um deus que, para ser comum, não deve ser outro que o Alá dos muçulmanos.
Na realidade, o Deus cristão é um em sua natureza, mas trino em suas pessoas, iguais e diversas, que são o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Desde os tempos de Ário, a Igreja combateu os antitrinitários e os deístas, que negavam tal mistério – o maior do Cristianismo – ou prescindiam dele. O islã, ao contrário, o recusava horrorizado, como proclama a sura A fé pura: “Ele é Alá, uno! Deus, o Eterno. Não engendrou, não foi engendrado. Não tem par!” (Corão 112, 2, 4).
O certo é que na Declaração de Abu Dabi não se rende culto ao Deus dos cristãos nem ao do islã, mas a uma divindade laica, a fraternidade humana, “que abraça todos os homens, une-os e torna-os iguais”. Não nos encontramos diante do espírito de Assis, que em seu sincretismo não deixa de reconhecer a primazia da dimensão religiosa sobre a secularista, e sim diante de uma afirmação indiferentista.
Na verdade, em nenhum momento se faz alusão a um fundamento metafísico dos valores da paz e da fraternidade aos quais constantemente se alude. Quando o documento afirma que “o pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos”, não professa o ecumenismo que Pio X condenou em Mortalium animos (1928), mas o indiferentismo religioso condenado por Leão XIII, na sua Encíclica Libertas (20 de junho de 1988), definido como sistema doutrinal “fundado na tese de que cada um pode professar a religião que preferir ou não professar nenhuma”.
Na Declaração de Abu Dabi, cristãos e muçulmanos se submetem ao princípio fundamental da Maçonaria, segundo o qual os valores da liberdade e igualdade da Revolução Francesa têm que ser sintetizados e cumpridos na fraternidade universal. Ahamad Al-Tayyeb, que redigiu o texto juntamente com o Papa Francisco, é o xeique hereditário da Irmandade de Sufis do Alto Egito. Al Azhar, a Universidade da qual é reitor, é caracterizada por sua proposta de esoterismo sufi como ponte iniciática entre a Maçonaria do Oriente e do Ocidente (cf. Gabriel Mandel, Federico II, el sufismo y la Masonería, Tipheret, Arcireale 2013).
O documento exorta com grande insistência “aos líderes do mundo inteiro, aos artífices da política internacional e da economia mundial”, “aos intelectuais, aos filósofos, aos homens de religião, aos artistas, aos operadores dos mass-media e aos homens de cultura”, que se comprometam em difundir “a cultura da tolerância, da aceitação do outro e da convivência”, e expressa “a forte convicção de que os verdadeiros ensinamentos das religiões convidam a permanecer ancorados aos valores da paz; apoiar os valores do conhecimento mútuo, da fraternidade humana e da convivência comum”.
Destaca-se que tais valores são “âncora de salvação para todos”. Por esse motivo, “Al Azhar e Igreja Católica pedem que este Documento se torne objeto de pesquisa e reflexão em todas as escolas, nas universidades e nos institutos de educação e formação, a fim de contribuir para criar novas gerações que levem o bem e a paz e defendam por todo o lado o direito dos oprimidos e dos marginalizados”.
No dia 11 de abril, em Santa Marta, o Documento de Abu Dabi foi selado com um gesto simbólico: Francisco se prostrou diante de três dirigentes políticos sudaneses, beijando os seus pés e implorando a paz. Esse gesto expressa a submissão à autoridade política e a recusa da Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que representa Cristo, Nome diante do qual se dobra todo joelho no Céu e na Terra (Filipenses 2, 20), deve receber a homenagem dos homens e das nações, e não render homenagem a ninguém.
Ressoam as palavras de Pio XI, na Encíclica Quas primas: “Oh! Que felicidade poderíamos gozar, se os indivíduos, as famílias e as sociedades se deixassem governar por Cristo! Então, verdadeiramente – diremos com as mesmas palavras que nosso predecessor Leão XIII dirigiu há vinte e cinco anos a todos os Bispos do orbe católico -, será possível curar tantas feridas, todo direito recobrará o seu vigor antigo, voltarão os bens da paz, cairão das mãos as espadas e as armas, quando todos aceitarem de boa vontade o império de Cristo, quando o obedecerem, quando toda língua proclamar que Nosso Senhor Jesus Cristo está na glória de Deus Pai”.
Por outra parte, o gesto realizado pelo Papa Francisco em Santa Marta nega um sublime mistério cristão: a Encarnação, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, único Salvador e Redentor da humanidade. Ao negar esse mistério, nega-se a missão salvífica da Igreja, que é chamada a evangelizar e civilizar o mundo. O Sínodo da Amazônia, que será realizado no próximo mês de outubro, constituirá uma nova etapa nesta recusa da missão da Igreja, e que supõe também a recusa da missão do Vigário de Cristo? O Papa Francisco irá se ajoelhar diante dos representantes dos povos indígenas? Pedirá a eles que transmitam à Igreja a sabedoria tribal da qual são portadores?
O certo é que três dias depois, em 15 de abril, a catedral de Notre Dame, imagem plástica da Igreja, pegou fogo e as chamas consumiram a torre, deixando intacta a base. Por acaso isso não significa que, apesar do desmoronamento do topo da Igreja, sua divina estrutura resiste e nada poderá derrubá-la? Uma semana mais tarde, outro acontecimento fez tremer a opinião pública católica: uma série de atentados, cometidos por seguidores da mesma religião à qual se submete o Papa Bergoglio, transformaram a Páscoa da Ressurreição em um dia de Paixão para a Igreja universal, com 300 mortos e mais de 500 feridos.
Antes mesmo dos seus corpos, o fogo consumiu as ilusões dos católicos que, com aplausos e violões, entoavam aleluias, enquanto a Igreja vive sua Sexta e seu Sábado Santo. Pode-se objetar que aqueles que perpetraram os atentados do Sri Lanka, apesar de serem muçulmanos, não representam o islã. Nem mesmo o imã de Al Azhar, que assinou o documento de paz e fraternidade, representa todo o islã. Mas certamente o Papa Francisco representa a Igreja Católica. Até quando?
Não há verdadeira fraternidade se se prescinde do sobrenatural, que não nasce de vínculos com os homens, mas com Deus (1 Tessalonicenses 1, 4). Do mesmo modo, a paz não é possível prescindindo da paz cristã, porque a fonte da verdadeira paz é Cristo, Sabedoria encarnada, que “veio para anunciar a paz a vós que estáveis longe, e a paz também àqueles que estavam perto” (Efésios 2, 17). A paz é uma graça de Deus, trazida à humanidade por Jesus Cristo, Filho de Deus e soberano dos Céus e da Terra.
A Igreja Católica que Ele fundou é a suprema depositária da paz, porque é guardiã da verdade, e a paz se funda na verdade e na justiça. O neomodernismo, implantado na cúpula da Igreja Católica, prega uma falsa paz e uma falsa fraternidade. Porém, a falsa paz traz a guerra ao mundo, assim como a falsa fraternidade conduz ao cisma, que é uma guerra civil na Igreja.
São Luís Orione tragicamente predisse em 26 de junho de 1913: “O modernismo e o semi-modernismo não têm remédio; cedo ou tarde se chega ao protestantismo ou a um cisma na Igreja que será o mais terrível que o mundo já conheceu” (Escritos, vol. 43, p. 53).”
(Roberto de Mattei, “Il Più Terribile Scisma Che Il Mondo Abbia Mai Visto”)

https://www.obramissionaria.com.br

sábado, 11 de maio de 2019

Direito racial é racismo


“Acuado pelo discurso histérico dos racistas pretos, este país está levando a hipocrisia além do limite de segurança em que ela se transforma em auto-engano, e o auto-engano em demência.
Alegando os sofrimentos históricos de seus antepassados, os negros conquistaram o direito de fazer a apologia da própria raça sem poderem ser acusados de racismo, e de, em contrapartida, acusar de racismo quem critique um preto por qualquer razão que seja.
Mas todos os racismos começam como compensações de sofrimentos históricos. Os alemães só inventaram essa coisa de nazismo depois de serem discriminados pela Europa culta e rica, durante trezentos anos, como povo grosseiro e atrasado que falava um idioma de estrebaria. Fazer pouco dos alemães era moda até entre eles mesmos — uma espécie de autodiscriminação: Nietzsche morria de vergonha de não ser francês. Foram séculos de complexo de inferioridade. E quando no século XX os alemães ergueram a cabeça, o desejo neurótico de compensações deu no que deu.
O desejo de compensações é psicologicamente explicável, mas resulta em fazer da raça, como tal, um titular de direitos, e isto é, nem mais, nem menos, direito racial puro e simples. Ao mesmo tempo, a lei que consagra os direitos da raça não impõe sobre ela nenhuma obrigação decorrente do exercício desses direitos, o que faz dela um ser juridicamente privilegiado que pode cobrar mas não pode ser cobrado. Absoluto e incondicionado, o direito racial se sobrepõe, assim, aos direitos constitucionais do cidadão individual, que implicam obrigações. Para piorar as coisas, o direito racial viola flagrantemente um princípio constitucional: se ninguém pode ser discriminado por motivo de raça, é absurdo que, por igual motivo, desfrute de direitos especiais.
Quem introduz no corpo das leis o contra-senso e a absurdidade é, em essência, um inimigo da ordem jurídica, por mais edificantes que sejam os pretextos que alega.”
(Olavo de Carvalho, O Imbecil Coletivo)

terça-feira, 7 de maio de 2019

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Benjamin Mouton, Inspetor-Geral para Monumentos Históricos da França, acredita que o incêndio de Notre Dame não foi acidental


"Quando Benjamin Mouton, o Inspetor-Geral para Monumentos Históricos da França e ex-Arquiteto Principal de Notre Dame, foi entrevistado ao vivo na noite de segunda-feira passada enquanto o fogo continuava a queimar o símbolo de 850 anos da cultura e da história francesa, ele explicou por que a explicação "oficial" de um "incêndio de causa elétrica" era impossível, dizendo:
"Não entendo isso de jeito nenhum. A propagação do fogo foi bastante curiosa. Com este tipo de carvalho bastante antigo é super difícil, você precisaria atear fogo a pequenos pedaços de madeira para esquentar os feixes de carvalho até que estes começasssem a queimar.
Em 2010 substituímos toda a fiação elétrica, portanto não tem jeito disso ter sido provocado por um curto-circuito. Colocamos novos fios no lugar de acordo com padrões modernos. E fomos além, instalamos sistemas de proteção e detecção de incêndio de última geração na catedral.
A todo momento, havia sempre dois homens de plantão na catedral, dia e noite, para investigarem qualquer coisa no instante que soasse o alarme, e então se necessário chamarem os serviços emergenciais contra incêndio.
Estou realmente pasmo de que este incêndio tenha acontecido. É incompreensível."

E isso não é tudo. Mouton disse à revista de construção BatiActu o seguinte:
"Em 40 anos de experiência, jamais vi um incêndio como este.
Seria preciso uma carga bastante inflamável no começo de um incêndio assim para que rapidamente se desenvolvesse no desastre que vimos. Além disso, o carvalho é uma madeira particularmente resistente ao fogo.
O sistema de proteção e detecção de incêndio instalado na catedral era de altíssimo nível. Foi um empreendimento extremamente caro, mas nos permitia constatar rapidamente se um incêndio começasse em algum lugar. Ademais, trocamos muitas portas antigas de madeira por portas corta-fogo.
Também reduzimos drasticamente o número de equipamentos elétricos no edifício, e os proibimos completamente no sótão."

Acreditar que Notre Dame queimou daquela maneira por causa de um simples "curto-circuito" é absurdo, e tão improvável quanto 19 árabes armados com estiletes terem sequestrado e jogado 4 aviões comerciais contra arranha-céus e o Pentágono, mas ninguém jamais ficou pobre subestimando a credulidade do público viciado em televisão. Quando "especialistas" na TV estão lhe dizendo exatamente o que aconteceu enquanto o evento ainda está ocorrendo, antes de qualquer investigação séria, você pode ter certeza de que alguém com algum objetivo inconfesso está mentindo para você."

https://www.rightoftheright.com

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Christopher Fleming: A fortaleza abandonada


"Pouco antes de sua execução por Henrique VIII, o rei da Inglaterra de infausta memória, o bispo São João Fisher pronunciou estas dramáticas palavras: A fortaleza foi abandonada pelos que a tinham que defender.
Não se referia a uma invasão de seu país por uma nação estrangeira ou uma horda de bárbaros; nem sequer se lamentava do cisma provocado por uma luxúria de seu rei. Seu pesar foi sobretudo pela TRAIÇÃO de seus irmãos bispos, que um após outro abençoaram o falso matrimônio entre Henrique VIII e Ana Bolena. Não só pisotearam o sacramento original, ao permitirem o divórcio do matrimônio válido e consumado com Catarina de Aragão, tia carnal do imperador Carlos I da Espanha, como também traíram a mesma Igreja a que Jesus Cristo fundou ao separarem-se de Roma, sob uma nova "Igreja da Inglaterra", cuja cabeça era o rei. Muitos hoje em dia se assombram que todo o episcopado inglês pudesse apostatar desta maneira, com a única exceção do mártir Fisher. Parece inverossímil que os bispos vendessem sua alma para manterem seus postos (e suas cabeças), sabendo perfeitamente o que estava em jogo. No entanto, não deveria nos surpreender o ocorrido na Inglaterra no século XVI, porque está ocorrendo outra vez hoje, diante de nossos próprios narizes.
No domingo passado tive que assistir à Missa do primeiro aniversário do falecimento de um familiar, com o infortúnio de que foi no templo dos jesuítas. Dado que os conheço e que procuro cuidar de minha alma, não costumo pisar em igreja jesuíta, mas me propus isolar-me mentalmente com meu Rosário, como cada vez que tenho que assistir a uma Missa moderna. Ia bem até a metade da homilia. Era uma homilia tipicamente modernista: o importante era a experiência de seguir Jesus. A religião católica se reduzia a uma emoção, a um subjetivismo absoluto, como se a revelação divina não tivesse conteúdo claro e imutável. Tudo era um caminho, uma vivência. Havia ouvido mil vezes a mesma estupidez e continuei rezando sem alterar-me. Logo o sacerdote disse algo que me deixou gelado, algo que não esperava, nem sequer de um jesuíta modernista, neomarxista. Entre uma heresia e outra, pôs-se a falar dos chamados "refugiados", que não são tal coisa, mas isso deixamos para outro artigo. O homem teve a ousadia de dizer, DO PÚLPITO, que quem quisesse fechar as fronteiras aos "refugiados" era porque não cria em Deus. Nesse momento me levantei e saí da igreja.
Dizia que conhecia os jesuítas. Em aula de catequese de confirmação escutei um jesuíta (não o da Missa de domingo passado, mas dá no mesmo, porque seguem o mesmo padrão) negar o dogma da Imaculada Conceição. Eu era muito mais jovem e bem mais ignorante que agora, mas ainda assim sabia que o que ele dizia estava errado. Quando tentava rebater seus argumentos, se enfurecia. Uma vez, por afirmar que era possível estar a favor da pena de morte e ser pró-vida, chegou a insultar-me aos gritos e me expulsou de sua aula. Agora me parece incrível que um jesuíta, com uns 12 anos de formação teológica, pudesse perder a calma pelas objeções de um jovem catecúmeno, que só defendia o que está em qualquer catecismo. Ao final, para poder crismar-me, tive que aprender a morder-me a língua e fingir. A experiência com os jesuítas me ensinou que a Igreja Católica estava seriamente enferma. Os que antes foram os mais ferozes e leais guardiães da fé haviam-se tornado uma quinta coluna. Em vez de lutar pela glória de Deus, como pregava seu fundador, Santo Inácio de Loyola, lutavam, com um ódio realmente diabólico, por destruir o que restava da ordem social cristã.
Nesse momento não entendia as razões desta traição da Companhia de Jesus. Doía-me enormemente comprovar como uma ordem que havia dado tão bons frutos para Deus havia-se apodrecido por completo. Vem-me à cabeça a máxima: "corruptio optima pessima" (a corrupção do melhor é o pior). À época, com o Papa João Paulo II, os jesuítas ultramodernistas, que desde pelo menos a metade do século XX haviam sido a ponta de lança da infiltração modernista na Igreja, ainda eram mal vistos na maioria dos círculos eclesiais. No entanto, desde a eleição do jesuíta Jorge Bergoglio como Papa, viraram a mesa. Já gozam de liberdade absoluta para difundir seu veneno por toda a Igreja, porque a máxima autoridade é um dos seus. Pode-se dizer sem medo de errar que a Companhia de Jesus traiu a fortaleza que tinha que defender, mas a maior traição comete quem está no comando. Vejamos as traições de Francisco.
A primeira visita do Papa Francisco fora de Roma em 2013 foi à ilha siciliana de Lampedusa, onde celebrou uma Missa para os imigrantes que haviam morrido tentando cruzar o Mediterrâneo. Teve o detalhe de felicitar o Ramadã aos muçulmanos presentes. Denunciou a dureza de coração da Europa frente ao sofrimento dos países em guerra e apelou à solidariedade para com os "refugiados". Durante a campanha presidencial estadunidense, disse que o candidato republicano Donald Trump não era cristão, por querer construir um muro na fronteira com o México, em vez de estender pontes. Não perdeu a oportunidade de atacar qualquer grupo político que pleiteia defender suas fronteiras da imigração massiva e descontrolada. Quanto ao maior perigo que ameaça o Ocidente, o Islã, que fez este Papa para proteger a civilização cristã? Não só não a protege, como tem insistido repetidas vezes na grande mentira de que o Islã é uma religião de paz, e nos insta a abrir-lhe as portas da Europa. Em lugar de pregar o Evangelho, prega o indiferentismo religioso. Toda vez que se reúne com seus amigos rabinos e muftis para plantar uma oliveira da paz, poucos dias depois se comete uma nova atrocidade em nome de Alá. Não sai uma só palavra de denúncia de sua boca contra o terrorismo islâmico, porque o alvo de suas invectivas sempre somos os poucos católicos que ainda cremos nos dogmas de fé: os rígidos e intolerantes tradicionalistas. É um homem contagiado com o vírus liberal: o ódio a si mesmo.
Enquanto Francisco se lamenta pelo sistema econômico desumano que existe no mundo, alia-se com os mesmos globalistas que o construíram. Repreende os católicos por "obcecarem-se" com o tema do aborto, enquanto recebe com sorrisos e adulações a marxista e abortista Emma Bonino. Dói-lhe terrivelmente a morte de Fidel Castro, e distribui abraços a todo tipo de indesejáveis no Vaticano. No entanto, nega-se a receber a família de Asia Bibi, uma pobre mulher paquistanesa, sentenciada à morte por ser católica. Permite que se questione a indissolubilidade do matrimônio, e insulta os poucos bispos que lhe formulam perguntas respeitosas a respeito. Frente à ofensiva do lobby gay para legalizar o sodomônio em todo o Ocidente, sua única resposta é "quem sou eu para julgar?" Diante do inverno demográfico da Europa, ocorre-lhe insultar os católicos que querem receber a todos os filhos que Deus lhes queira dar, como sempre se fez, dizendo que "não faz falta parir como coelhos". Ri-se dos católicos que preferem a Missa tradicional, enquanto aplaude vergonhosos espetáculos de tango na liturgia ou lava os pés de uma muçulmana no rito da quinta-feira santa. Quer que todo mundo o veja como um homem humilde, por viajar de ônibus e viver em um apartamento simples, mas se nega redondamente a ajoelhar-se ante o Senhor na Eucaristia.
Até teve a desfaçatez de comparar a evangelização católica das Américas com a expansão sangrenta do Islã. Quem quer que tenha um mínimo conhecimento histórico sabe que o Islã sempre expandiu suas fronteiras com a espada, tal como o fez em seu tempo Maomé. A religião católica também se expandiu com sangue, mas com o sangue de seus mártires. Como jesuíta, Francisco deve conhecer a história de Santo Isaac Jogues, o evangelizador dos índios iroqueses do Canadá. Esse mártir foi torturado tão cruelmente pelos iroqueses que apenas o reconheceram quando conseguiu voltar à civilização e foi proclamado um "mártir em vida" pelo Papa Urbano VIII. Apesar dos evidentes perigos, o santo quis retornar ao Canadá, onde finalmente foi assassinado pelos Mohawks. Se esse mártir tivesse seguido os conselhos do Papa Francisco, que considera o proselitismo "uma solene bobagem", nunca se teria movido de sua França natal. As palavras de Francisco são um insulto à memória de todos os missionários que arriscaram (e em muitas ocasiões perderam) sua vida para trazer almas à Igreja. Equiparar o Islã e outras falsas religiões à religião católica é pior que um insulto: é uma blasfêmia.
Por acaso é melhor esse Papa que os bispos desertores da Inglaterra no século XVI? NÃO, É PIOR. Muito pior. Porque há um agravante importante no caso de Francisco. Ele não corre o perigo de ser torturado e decapitado por agir e falar como deveria. Se dissesse a verdade sobre o Islã, se pregasse a favor da civilização cristã, se defendesse a família e o direito à vida, não lhe aconteceria nada. Simplesmente não gozaria do status de superestrela midiática que tem atualmente. Deixaria de ser um ídolo de todos os progressistas, de todos os inimigos do Ocidente. Os meios de comunicação de massas já não o adulariam como fazem agora. Os futebolistas e diversas celebridades liberais deixariam de visitá-lo no Vaticano. Vê-se que isso é mais importante para ele que seu destino eterno. Deus queira que se arrependa enquanto ainda há tempo."

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