domingo, 25 de novembro de 2018

Religião revelada ou “religião dialogada”?


"O demolidor plano lucidamente projetado pelo neomodernismo desde os inícios do concílio Vaticano II chegou à sua completa maturação: sua decisiva instalação nos vértices da Catolicidade reforçou seu devastador influxo, concorrendo a desqualificar como intolerável desobediência à Hierarquia e a seus decretos a devida negação a uma “pastoral” fundada em falsos princípios ideológicos, que implicam a inatural redução das verdades do Depositum Fidei às variadas inclinações psicológicas de alguns fiéis cada vez mais desorientados pela desenvolta práxis inovadora difundida na suposta “igreja conciliar”.
Cremos inoportuno insistir na necessidade de desentranhar as insídias implícitas nas reiteradas referências neomodernistas à tranquilizadora predisposição conciliadora do diálogo, que contribui a enraizar os interlocutores na persuasão injustificada da impossibilidade de deduzir valorações e crenças de fontes superiores ao pretendido e indiscutido valor do conhecimento individual.
A arma psicológica empregada com altiva falta de escrúpulos pelos fautores do falso pressuposto da relatividade de toda afirmação e da conseguinte proibição de violar sua afirmada respeitabilidade é dada pela envilecedora repetição do sofisma agnóstico que considera a aspiração ao conhecimento e à posse da verdade como resíduo de um dogmatismo contrário à razão; a este respeito, não se pode deixar de perceber o curioso paradoxo pelo qual o pensamento laicista, por um lado, reivindica a presunçosa autossuficiência da razão, e por outro se apressa a libertá-la do dever de reconhecer a lei natural e a Verdade revelada em Cristo e em Sua Igreja.
* * *
No "diálogo" celebrado por quem afirma o “aggiornamento” conciliar, a verdade religiosa sofre distorções que derivam da forçada relativização à qual a racionalidade moderna submete toda proposição de tipo dogmático; se a philosophia perennis reconhecia no diálogo uma possível aproximação à busca de um conhecimento mais elevado e mais livre de preocupações subjetivistas, a cultura negadora da noção mesma de verdade ambicionou criar por sua vez um cômodo sucedâneo oportunamente predisposto para afirmar a tão trombeteada tolerância que se materializa na mais ampla abertura ao erro e no mais rigoroso ostracismo da Verdade.
A confrontação, concebida com base nos termos acima descritos, determina a regressão da razão a mero instrumento capaz de convalidar as turvas paixões que alimentam a opinião pública, persuadida de substituir a culpável deserção da Fé pelas pequenas ou grandes mentiras sancionadas pelo aplauso democrático da maioria.
Estas considerações permitem entender a direção fundamental do pontificado bergogliano, que, não obstante os juízos que tendem a situá-lo no prosaico marco dos tons modestos e improvisados de numerosas intervenções papais, revela-se caracterizado por uma decidida e precisa vontade de superar as barreiras e as incompreensões entre as religiões, facilitando assim a constituição daquela "superigreja" firmemente desejada pelos seculares inimigos do catolicismo.
Em conversa que remonta a junho passado, o Papa, comentando a passagem bíblica relativa ao mandamento dado por Deus aos pais de abster-se de comer o fruto da árvore do conhecimento no Paraíso terreno, afirmou que a Palavra divina não tem nenhuma conotação autoritária, que a salvaria do risco de cair na armadilha de uma perspectiva agradável a quem persevera desonesta e contraditoriamente no apontar o relativismo como a única verdade incontroversa.
Torna-se claro que, cedendo aos condicionamentos da perdurante mentalidade iluminista, as instâncias vinculantes e inderrogáveis da Fé e do Decálogo se desvanecem nas interpretações relativizantes de um renovado e infrutífero exercício hermenêutico.
A preparada e humilhante subjacência do Dogma e da moral aos ditames do saber profano obriga a falar de um cumprimento dos auspícios prévios à convocação e aos desenvolvimentos do concílio Vaticano II.
Durante uma alocução, ao final daquela histórica reunião e dirigida a expor um global reconhecimento de seu desenvolvimento e de seus resultados, o papa Paulo VI delineava o apavorante cumprimento da desejada convergência entre a religião do Deus que se fez homem e a contrarreligião do homem que se faz Deus; ao citado e funesto acordo são reconduzíveis as desconsideradas "aberturas" e as desoladoras capitulações que prepararam a catastrófica situação em ato na Igreja.
Igualmente distante da congelante avidez de maus humores pessimistas e das pueris aventadas euforias, o realismo cristão nos exorta a viver os presentes e dolorosos acontecimentos na certeza de que – como admoestavam inclusive os grandes pensadores anteriores à Revelação Divina – a verdade, enquanto eterna e absoluta, não pode adequar-se ao variar dos tempos."

https://adelantelafe.com

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Breve Quod aliquantum do Papa Pio VI contra a liberdade religiosa

“O efeito necessário da Constituição decretada pela Assembléia é aniquilar a religião católica e, com ela, a obediência devida aos reis.
Com este propósito ela estabelece como um direito humano na sociedade essa liberdade absoluta, que não só assegura o direito de permanecer indiferente às opiniões religiosas, como também concede plena autorização para livremente pensar, falar e escrever, e até mesmo imprimir tudo o que qualquer um queira em matéria religiosa, inclusive as mais desordenadas idéias.
Não obstante, é um direito monstruoso, o que a Assembléia reivindica como resultado da igualdade e da liberdade natural do homem.
Mas o que poderia ser mais insensato, do que estabelecer entre os homens essa igualdade e essa liberdade sem limites, que reprime a razão – o mais precioso dom natural dado ao homem e que o distingue dos animais?
Depois de haver criado o homem em um lugar provido com coisas deleitáveis, Deus não o ameaçou com a morte se comesse a fruta da árvore do bem e do mal? E com essa primeira proibição Ele não estabeleceu limites para a sua liberdade? Depois que o homem desobedeceu a ordem, incorrendo por meio disso em culpa, Deus não lhe impôs novas obrigações, por meio de Moisés? E apesar de deixar ao homem o livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal, Deus não lhe forneceu os preceitos e mandamentos, que poderiam salvá-lo "se ele os observasse"?
De onde, então, é a liberdade de pensamento e ação, que a Assembléia outorgou ao homem na sociedade, como um indiscutível direito natural? A invenção desse direito não é contrária ao direito do Supremo Criador, a quem nós devemos nossa existência e tudo o que temos? Podemos ignorar o fato de que o homem não foi criado apenas para si próprio, mas para ser útil ao seu próximo?...
O homem deve usar sua razão antes de tudo para mostrar-se agradecido ao seu Soberano Criador, para honrá-lo e admirá-lo, e para submeter toda a sua pessoa a Ele. Para isso, desde a sua infância, deve ser submisso àqueles que são superiores a ele em idade; deve ser educado e instruído por suas lições; deve ordenar sua vida de acordo com as leis da razão, da sociedade e da religião.
Essa exageração da igualdade e da liberdade, portanto, são para ele, desde o momento em que nasce, não mais do que sonhos imaginários e palavras sem sentido.”

http://www.sacralidade.com

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Marx e a esperança na história

"Marx foi um pensador burguês. Mal economista no sentido rigoroso e até científico do termo, não foi o melhor filósofo, mas teve o gênio de dar ao sentido exclusivamente econômico da vida um sopro de demência religiosa que desatou a esperança de uma mudança total provocada pela passagem dos meios de produção das mãos do capitalista às do povo organizado. Esta idéia foi semeada sobre uma consciência da qual não havia desaparecido a esperança escatológica no Reino de Deus e de uma transformação do homem provocada pelo fermento da graça divina e a conversão religiosa da vontade, mas em cujas convicções mais profundas havia entrado para sempre o culto do trabalho humano e a confiança em uma redenção puramente antropocêntrica.
Marx não examinou a atividade econômica em seu sentido lato, à luz da eficácia produtiva. Nessa ordem de reflexões o capitalismo tem sobre suas idéias todas as vantagens da eficiência e a seu favor o peso esmagador das estatísticas e o melhor standard de vida. Pensou a atividade econômica em termos de uma força transformadora da natureza e a dotou de um ímpeto soteriológico capaz de provocar o advento de um "homem novo", o produto de um salto qualitativo na evolução da espécie. Era uma idéia au jour, nascida de uma hipótese biológica e de um tremendo desejo de que fosse verdadeira para terminar com o dogma da criação a partir do nada. Marx nunca soube bem que coisa seria esse homem socialista, mas o sonho se harmonizava com suas ambições titânicas e coroava o esforço dialético de Hegel com um porvir. Naquele momento e até então a realização do socialismo não provocara a passagem da pré-história presente à verdadeira história, a visão deste fim último brotado do abraço da economia e do evolucionismo biológico iniciava a esperança na história.
Ter esperança na história é fundar o sentido da vida na fugidia mobilidade do tempo. Pessoalmente essa esperança é insustentável, porque supõe passar por cima da inevitável morte individual. Posso esperar para além da morte e se poderá discutir a sensatez de semelhante esperança. Mas esperar com o convencimento de que a morte tem a última palavra é indubitavelmente uma esperança desesperada, ou mais simplesmente uma forma bastante complicada de desesperação.
O marxismo não fala de esperanças pessoais e trata de fundar uma espécie de esperança coletiva. Eu espero por outros, mas não por outros que esperam pessoalmente isso que eu espero por eles, mas por outros que todavia não são e dos quais com certeza não sei o que esperarão, caso esperem algo. Minha esperança se adere a um especismo que permitirá às gerações sucessivas irem se sacrificando uma depois da outra atrás de uma ilusão que a morte de cada um apaga de um só golpe."
(Rubén Calderón Bouchet, Esperanza, Historia y Utopía)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

William Shakespeare: Soneto LXV

Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar - meditação atroz -
O ouro que o Tempo quer em sua arca?
Que mão pode deter seu pé veloz,
Ou que beleza o Tempo não demarca?
Nenhuma! A menos que este meu amor
Em negra tinta guarde o seu fulgor.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

A cultura pós-moderna é uma cultura sem amor

“A forma humana é sagrada para nós porque tem a marca da nossa corporalidade. A profanação intencional da forma humana tornou-se, para muitas pessoas, uma espécie de compulsão. E essa profanação é também uma negação do amor. É uma tentativa de refazer o mundo como se o amor não fizesse mais parte dele. E isso, certamente, é a característica mais importante da cultura pós-moderna: é uma cultura sem amor, que tem medo da beleza porque se perturba com o amor.”
(Roger Scruton, Beauty)

domingo, 4 de novembro de 2018

Depois de 2 mil anos, Israel conseguiu produzir azeite puro para o Terceiro Templo


“Judeus que promovem a construção do Terceiro Templo em Jerusalém conseguiram, pela primeira vez em 2 mil anos, produzir azeite de oliva puro para ser usado nas instalações do futuro templo.
Já se fizeram muitos progressos na criação dos utensílios sagrados para o Terceiro Templo, o véu do lugar santíssimo, as vestimentas que utilizarão os sacerdotes levitas, contudo as leis de pureza bíblicas falam do azeite que se usa para acender a menorá de ouro de sete braços que é conhecido como o candelabro, informa a organização The Temple Institute em sua página do Facebook.
Na semana passada, o Instituto do Templo deu outro grande passo com a produção de azeite de oliva puro, de acordo com os padrões bíblicos de pureza que se deve cumprir para a menorá.
Vários rabinos e funcionários do Instituto do Templo, inclusive o rabino Chaim Richman, viajaram a Moshav Ramot nas Colinas de Golã e ali, com o grupo Einat Ziv (Mulheres para o Templo Sagrado) e o professor Hillel Weiss, da Universidade Bar Ilan, colheram cerca de 150 quilos de azeitonas orgânicas de árvores que não haviam sido tratadas com fertilizantes, de acordo com as leis de pureza da Torá.
Eles transportaram as azeitonas à cidade de Katzrin, onde, no centro de prensagem de oliva, o rabino Azarias e o pessoal do Instituto do Templo fizeram todos os preparativos e arranjos especiais necessários à fabricação do azeite e a produção cumpriu as normas bíblicas.
Estas regras de pureza são uma área complexa e requerem um estudo altamente especializado que muito poucos dominaram em nossos tempos. Alguns inclusive pensaram que o conceito de pureza bíblica era muito difícil de voltar a introduzir em nossos tempos, razão pela qual o fato foi considerado um “milagre”.
Agora, realizou-se a produção de azeite de oliva puro pela primeira vez em 2.000 anos, destinado especificamente à menorá do futuro Templo Sagrado, o que aumenta a esperança dos rabinos de conseguir a construção do templo.”

http://cronicadelfindelostiempos.blogspot.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Cardeais bandidos


"O Cardeal Ouellet respondeu ao Arcebispo Viganò e sua resposta é, embora destituída de fatos contra o bom Arcebispo, ainda mais maliciosa do que se poderia esperar.
O principal ponto é que Ouellet não nega a veracidade da principal acusação de Viganò: McCarrick recebeu de Bento a ordem para se aposentar, e isso foi relaxado por Francisco. Contudo, ele diz não ter encontrado nenhum documento oficial prescrevendo tal comportamento (algo, por sinal, que Viganò jamais afirmou), o que então tornaria OK a permissão de Francisco para que McCarrick viajasse ao redor do mundo.
O cardeal também dispara uma série de insultos contra Viganò, culpável somente de ter ouvido o que o Papa disse e de tê-lo fielmente relatado, tirando as consequências dos eventos e pedindo a um tal patife sem-vergonha que fizesse a única coisa decente e abdicasse.
O Cardeal e o Papa, assim, estão nus diante do homem justo que acusam e insultam.
Note-se que Viganò relatou claramente que o próprio Papa deu início ao assunto, perguntando-lhe o que pensava de McCarrick, ao que Viganò respondeu com uma clareza e energia que jamais poderiam justificar a inação. Portanto, o argumento de Ouellet de que não havia nenhum documento oficial ordenando restrições na vida e na movimentação de McCarrick é nada menos que uma admissão desta inação voluntária após o claro alerta do Arcebispo.
O Cardeal Ouellet é um homem apodrecido; um homem que, como tantos outros, fingiu ser de certo modo conservador quando lhe foi conveniente, para depois se vender e tornar-se parte da máquina herética de Francisco quando os hereges chegaram ao poder. O próprio fato de que Ouellet abertamente insulta Viganò sem ser capaz de refutar qualquer de seus argumentos bastante razoáveis, e na verdade apresentando prova da inação escandalosa de Francisco, é uma indicação clara da medida em que esse homem vendeu sua alma à Francigreja; mas considerando que também defendeu Amoris Laetitia e outras acrobacias heréticas, isso já era previsível.
O único argumento que o Cardeal Ouellet pode tentar fazer é este: Viganò é um total mentiroso; alguém que inventaria toda uma mentira do nada pelo prazer de derrubar um Papa. Alguém que relataria informações que jamais aconteceram por razões que ninguém realmente entenderia. Alguém, basicamente, não melhor do que qualquer feminista de chapéu-vagina inventando acusações falsas contra Brett Kavanaugh.
No entanto, este não é um feminista de chapéu-vagina, mas um homem de Deus extremamente respeitado. Ele não alega que fatos aconteceram sabe-se lá quando e onde, mas certamente décadas atrás. Ele diz a data, o lugar e o exato conteúdo de sua conversa com Francisco. Seus relatos da severa confrontação com McCarrick pelo Núncio anterior são substanciados pelo Monsenhor que estava nela presente. Seu relato é recente, detalhado, corroborado e bastante verossímil.
Que tem o Cardeal Ouellet a opor a isto? Algo parecido com "você é um mentiroso e um inimigo do Papa." Na verdade, esta é a única maneira que alguém poderia acreditar em Ouellet: persuadindo-se a si mesmo de que Viganò é uma clerical harpia feminista de chapéu-vagina, que subitamente começou a guinchar contra Francisco com acusações falsas.
Um homem bom de um lado, um bandido sem-vergonha do outro.
Rezem pelo fim deste pontificado, e de pessoas como Ouellet que infestam o Vaticano."

https://mundabor.wordpress.com

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Religião na Europa

1) Religiões tradicionais, por país

Azul = Católico, violeta = Protestante, vermelho = Ortodoxo, e verde = Islã
2) Crença em Deus, por país

3) Pessoas que acreditam que exista uma "força espiritual ou de vida" (excluindo a crença em Deus), por país

4) Pessoas que acreditam "não existir nenhum Deus, força espiritual ou de vida", por país

5) Islã por percentual da população, por país

Verde escuro = >95%, branco = <1%
6) Número de judeus, por país

7) Catolicismo por percentual da população, por país

https://churchpop.com

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

A carta de Viganò


“Um leitor escreveu-nos algumas perguntas sobre a carta de onze páginas do ex-Núncio Apostólico dos Estados Unidos, o arcebispo Viganò, que declarou, com muitos detalhes e citação de nomes, que há imensa corrupção moral apodrecendo o clero católico naquele país, e que a responsabilidade pelos crimes implicados chega até mesmo ao topo da Igreja. No momento em que escrevo estes “Comentários”, o escândalo causado pela carta é imenso, e tem repercussão generalizada. Ninguém pode dizer neste momento quais serão as consequências finais. Aqui estão as quatro perguntas do leitor com respostas breves.
1. Que se deve pensar da carta de Viganò? É tão séria quanto parece?
Sim, pois Dom Viganò dá todos os sinais de ser um homem honesto. Em 2011 ele foi exilado de Roma e enviado aos Estados Unidos porque estava tentando, com sucesso, limpar as finanças do Vaticano. No momento em que escrevo, está escondido porque teme por sua vida. Ele tem inimigos sérios.
2. A carta será uma bomba na Igreja ou mero fogo de palha, sem mais consequências?
O tempo dirá. Certamente a corrupção no alto escalão da Igreja acompanha a corrupção no alto escalão dos poderes que estão no mundo, políticos, banqueiros, meios de comunicação e assim sucessivamente. Satã governa, porque os satanistas estão vinculados entre si em todos os domínios, e não permitirão, se puderem, que um simples Arcebispo perturbe seu cartel. Mas na verdade é Deus quem segura o chicote. As pessoas estão se voltando para Ele ou não? Se não, Ele permitirá que os servos de Satanás continuem açoitando a Igreja e o mundo na Nova Ordem Mundial. Se elas se voltam para Ele, em breve poderemos ter a Consagração da Rússia.
3. O escândalo fará Menzingen repensar a busca por reconhecimento da parte do Papa e de Roma?
Certamente deveria, mas temo que não. Desde muitos anos o quartel-general da Fraternidade em Menzingen está nas nuvens, e os liberais não mudam sua doutrina. Para os liberais, é a realidade que está errada. A todo custo o reconhecimento oficial para a Fraternidade deve ser obtido junto a Roma, por isso o Papa Francisco ainda deve ser tratado como um amigo por seus líderes. Talvez Menzingen possa admitir que eles estiveram errados por vinte anos, mas não será fácil para eles mudarem de curso. Dom Lefebvre, ao contrário, decidiu há trinta anos deixar que os Papas conciliares seguissem seu caminho. A carta de Viganò com certeza não o teria surpreendido.
4. O que fez o Arcebispo tão clarividente?
Doutrina. Se se raspa muitos ocidentais materialistas de hoje, se encontrará herdeiros do protestantismo, que tendem a filtrar mosquitos e a engolir camelos (Mt. 23, 24), o que significa que são mais severos com os pecados da carne do que com os do espírito, como o erro doutrinal ou a heresia. Atualmente os pecados da carne são suficientemente graves para contribuir para a danação eterna de grande número de almas que caem no Inferno – assim disse Nossa Senhora às crianças de Fátima. Mas é a heresia que abre passagem para este tipo de pecado. Veja Romanos 1, 21 a 31. Infringir o primeiro mandamento leva à impureza em geral (21-24), ao homossexualismo em particular (26-27), e a todo tipo de pecados em geral (28-32). Em outras palavras, é o primeiro mandamento que é primeiro, não o sexto.
Assim, o verdadeiro escândalo denunciado por Dom Viganò é mais implícito do que explícito. São menos os pecados perversos da carne que se amotinam nos homens da Igreja do alto escalão do que a idolatria oficial cometida pelo Vaticano II em seus documentos que fizeram mais do que qualquer outra coisa para tirar os freios católicos contra a imoralidade. Se nenhum Estado deve coagir em público religiões doutrinariamente falsas (Dignitatis Humanae), por que eu deveria observar a moral católica que especialmente põe limites à minha liberdade? Se o Inferno é mera “doutrina” da Igreja, por que isto deveria impedir-me de pecar como eu queira? O Vaticano II (“Nostra Aetate, Unitatis Redintegratio”) declarou que várias religiões além do catolicismo têm seus pontos bons. Acaso não é a própria Igreja Católica que me ensina que eu realmente não preciso ser católico?”
(Mons. Richard Williamson, Viganò Letter)

http://borboletasaoluar.blogspot.com

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O General Patton revelou a verdade sobre a Segunda Guerra Mundial, e foi assassinado por isso

“Descendente de pioneiros americanos, o general George Patton considerava o nazismo como um mal satânico. Pelo menos isso era o que havia ouvido dizerem propagandistas, periodistas e homens de estado.
Chegou à Alemanha odiando-a. Acreditava que os nazistas deviam ser castigados. Foi então que uma agricultora alemã que vivia na vizinhança de seu quartel general deu de cruzar seu caminho e durante uma conversa casual lhe contou as coisas que aconteciam por trás da “vila do comandante”, ou seja a casa do general.
A agricultora descreveu como o leite destinado às cidades era esvaziado nas ruas pela polícia militar por ordem dos rapazes de Henri Morgenthau; como, já não os nazistas mas os soldados alemães comuns eram detidos em campos de internação lotados simplesmente porque cumpriam seu dever; como os trabalhadores haviam sido expulsos de suas casas por causa dos sentimentos negativos dos antigos hóspedes dos campos de concentração, e como os médicos judeus nos hospitais recomendavam que cada quarto bebê recém-nascido fosse morto com uma injeção porque não havia suficiente leite.
O general Patton se dirigiu então como cavaleiro andante medieval, para comprovar com seus próprios olhos se a história da camponesa alemã era verdadeira ou não. Sem manifestar sua patente, com uniforme de soldado raso, percorreu grande parte desse inferno: as prisões, os campos de internação e o das prisões, onde comprovou por si mesmo que aqueles que torturavam os alemães e que ensinavam a teoria da culpa coletiva e pregavam o castigo coletivo não eram exatamente rapazes americanos.
A partir desse momento os oficiais do exército dos Estados Unidos receberam ordens estritas de dar suficiente alimento aos prisioneiros de guerra, já meio mortos de inanição, e se proibiu derramar nas ruas o leite destinado aos bebês.
O general Patton não estava preparado para levar a cabo o plano Morgenthau, embora houvesse lutado pelos Estados Unidos... e sem suspeitá-lo, por outros. Mas havia outro general disposto e desejoso de cumprir com tal plano: seu nome era Dwight Eisenhower.
Na Tchecoslováquia, em 1945, os tanques do general Patton haviam penetrado até Pilzen, a 50 quilômetros de Praga, mas Eisenhower lhes ordenou que se retirassem. Todo o país foi abandonado para que o ocupassem as tropas comunistas. O general Sergei Bunyachenko, russo anticomunista, encabeçava 23.000 soldados russos que não queriam regressar à URSS, e ao saberem da retirada de Patton seguiram-no. Mas Eisenhower ordenou que fossem entregues à URSS. Muitos se suicidaram.
O militar russo Andrei Vlasov, ex-comandante do 2º exército soviético, havia combatido um ano contra os alemães. Depois foi derrotado e capturado. Na Alemanha formou unidades russas de voluntários e ao terminar a guerra se apresentou ao quartel do general Patton, comandante do terceiro exército americano, a pedir asilo. O general Patton negociava para que os russos anticomunistas não fossem obrigados a regressar à URSS. Então Eisenhower lhe disse que enviasse o general Vlasov a seu quartel general, mas no caminho foi entregue à NKVD. Pouco depois o degolaram na URSS e passearam sua cabeça enfiada numa vara.
No território alemão não ocupado pelos soviéticos havia cinco milhões de russos que não queriam regressar à URSS. Não eram somente prisioneiros, mas famílias inteiras, mães e crianças. Eisenhower ordenou que o general Patch, comandante do 7º exército, entregasse todos esses russos ao Exército Vermelho.
O general Patch achou aquilo tão cruel que pediu a Eisenhower que lhe desse dita ordem por escrito. E Eisenhower lhe ordenou a 20 de dezembro de 1945: “Todos os cidadãos soviéticos devem ser repatriados sem perguntar se o desejam, e usando da força caso necessário.”
Em muitos casos, efetivamente foi necessário usar tanques contra aqueles infelizes que se negavam a regressar ao paraíso comunista.
O general Patton era um dos militares mais distintos dos Estados Unidos. Interpretando o sentir de muitos companheiros seus, reprovou essa estranha cumplicidade com o marxismo, e disse:
“Imagino o que diriam os mortos quando soubessem que pela primeira vez em séculos abrimos a Europa central às forças de Gêngis Khan. Pergunto-me como se sentiriam eles agora ao saberem que não haverá paz em nossos tempos e que os americanos, até os ainda não nascidos, terão que lutar com os soviéticos amanhã, ou dez, quinze ou vinte anos a partir de amanhã.”
O general Patton se opôs aos abusos cometidos em nome de sua pátria, e ameaçou publicamente mudar-se para a América e fazer que o verdadeiro povo americano ouvisse sua voz, informando-lhe as infâmias cometidas à sombra da bandeira americana.
Não era possível condenar o “cavaleiro das divisões blindadas” em Nuremberg, e portanto se condenou a Patton por trás dos panos, e sentenciaram-no à morte. Mas as pessoas que o julgaram eram as mesmas que haviam condenado os líderes alemães em Nuremberg.
Apesar do fato ter sido abafado, hoje é bem sabido que, por ordem dos agentes da C.I.C (Counter Intelligence Corps), um automóvel “americano” chocou-se com o do general Patton. Como resultado desse “acidente”, o general Patton ficou ferido. O general foi trasladado rapidamente para uma ambulância, mas com tanto azar, que a caminho do hospital a ambulância foi “acidentalmente” abalroada por um pesado caminhão “americano”, e desta vez morreu o general. Nesse momento algo desapareceu de seu bolso: algo que os “vencedores da guerra” temiam, e com muita razão:
“Tenho um pequeno livro negro! - havia dito o general -, “e quando voltar aos Estados Unidos farei explodir a bomba.””

http://wwwmileschristi.blogspot.com.br