“Pode-se dizer, sem medo de exagerar nem de equivocar-se, que a “corrupção” é gerada pelo próprio “Sistema democrático” e que ela opera como uma espécie de “óleo” que lubrifica e mantém em funcionamento as peças do Sistema. Em sua própria essência se encontra a origem ou germe dessa enfermidade moral, particularmente em tudo que se relaciona com o “dinheiro” ou com o “poder do dinheiro”, conforme o seguinte raciocínio:
- Na sociedade política moderna o Poder Político se fundamenta na vontade geral do povo, que resulta da soma indiferenciada das vontades individuais (maioria) e cujas decisões se caracterizam por serem ilimitadas, inapeláveis e infalíveis (onipotência do número). Somente o número, a quantidade anônima e impessoal, decide – como suposto soberano – sobre o bem e o mal, o justo e o injusto etc, além de eleger os que o representam e governarão. Dessa forma se consagra a primazia da quantidade sobre a qualidade.
- Em termos práticos, a expressão da vontade geral requer – para os políticos que querem ser eleitos – contar com a opinião favorável das multidões. A formação de uma opinião favorável, na sociedade moderna, se realiza através dos meios de comunicação (rádio, TV, internet, jornais e revistas, livros, propaganda das ruas etc). O elemento indispensável para poder ter acesso aos meios de comunicação é o dinheiro. Sem dinheiro não há meios de comunicação nem propaganda. Por sua vez, sem meios de comunicação nem propaganda não há opinião. Sem opinião não há eleitores ou votos favoráveis.
- Por outro lado, incentiva-se a opinião favorável, mui freqüentemente, mediante a demagogia e a adulação à multidão, a qual se transforma – e se comprova em todas as civilizações e épocas históricas – em matéria pronta para ser conduzida por aquele que mais a corrompa e prometa.
- Em conseqüência, o dinheiro é o gerador “nas sombras” de todo poder eleito na sociedade moderna, de todo poder baseado na vontade geral e de todo poder mantido na dependência da opinião.
Conforme o raciocínio exposto, deduz-se por simples lógica que os políticos e a partidocracia têm uma necessidade vital em relação ao “dinheiro”, primeiro para serem eleitos e depois para manterem-se no poder mediante uma nova reeleição. E essa “necessidade vital de dinheiro” ou “caixa” foi-se incrementando com o avanço da modernidade e dos desenvolvimentos tecnológicos e o aumento da complexidade social, só podendo ser satisfeita se o “dinheiro” é obtido por alguma destas três fontes:
- De sua riqueza pessoal, conseguida previamente a ser eleito.
- De alguém (empresa, amigo, agiota etc) que o doa, presenteia ou empresta sob determinadas “condições” que deverão ser cumpridas desde o posto alcançado na função pública.
- Do roubo no exercício da função pública (malversações, propinas, comissões, participação na propriedade etc através dos processos licitatórios ou de concessões etc); ou do roubo ou assalto usando a violência física (carros-fortes, bancos, comércios, particulares etc).
Além dessas três alternativas e alguma eventual variante, os políticos e a partidocracia não têm outras opções para obterem o que é a “matéria prima” para a obtenção de um cargo ou posto eletivo, em qualquer dos níveis do Estado.
Em conseqüência, se nos perguntamos qual é a relação entre o Poder Político e o Poder do Dinheiro, conclui-se o seguinte: enquanto o Poder Político predomina em termos ideais e teóricos sobre o Poder do Dinheiro, na prática e da observação da realidade histórica surge que o Poder Político é servil e subordinado ao Poder do Dinheiro, porque é influenciado por este último. (…)
Ora, essa situação de servidão e subordinação do Poder Político em relação ao Poder do Dinheiro continua no exercício do poder. A razão é simples e responde à ambição humana: os que estão no poder querem manter-se nele durante todo o tempo que possam, para o qual devem ser reeleitos. Chegados a este ponto, vêem-se novamente obrigados a reiniciarem o ciclo perverso descrito anteriormente. Dessa maneira, necessariamente, estarão subordinados ao “Poder do Dinheiro” durante o exercício de seu mandato – porque aquele é a fonte de seu poder e tem capacidade para confirmá-los em cada eleição – e, portanto, deverão ser dóceis a suas ingerências ou ordens. (…)
Os que amam e morrem pela “democracia” inexoravelmente devem se acostumar a conviver com a “corrupção”. Basta de simulação e hipocrisia barata.”
(Santiago Roque Alonso, Dinero, Democracia, Control y Corrupción)
sexta-feira, 28 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Progresso e decadência
“O preço do progresso é a morte do espírito. Nietzsche revelou este mistério do apocalipse ocidental quando proclamou que Deus estava morto, que havia sido assassinado. Este assassinato gnóstico se comete constantemente pelos homens que sacrificam Deus nas aras da civilização. Quanto mais apaixonadamente a totalidade das energias humanas se dedica à grande empresa da salvação mediante a ação imanente no mundo, mais se afastam da vida do espírito os seres humanos que se dedicam a esta empresa. E como a vida do espírito é a fonte da ordem no homem e na sociedade, o próprio êxito da civilização gnóstica é o motivo de sua decadência.
Uma civilização pode na verdade progredir e decair ao mesmo tempo, mas não eternamente. Há um limite até o qual se dirige este processo ambíguo. Este limite se alcança quando uma seita ativista que representa a verdade gnóstica organiza a civilização como um Império sob seu comando. O totalitarismo, entendido como a norma existencial dos ativistas gnósticos, é a forma final da civilização progressista.”
(Eric Voegelin, The New Science of Politics)
Uma civilização pode na verdade progredir e decair ao mesmo tempo, mas não eternamente. Há um limite até o qual se dirige este processo ambíguo. Este limite se alcança quando uma seita ativista que representa a verdade gnóstica organiza a civilização como um Império sob seu comando. O totalitarismo, entendido como a norma existencial dos ativistas gnósticos, é a forma final da civilização progressista.”
(Eric Voegelin, The New Science of Politics)
sábado, 22 de março de 2014
A Tradição católica
“Quando falamos de tradição católica não nos estamos referindo somente a uma tradição intelectual, nem sequer a uma completa visão do mundo, mas a uma civilização. (…) Ou seja, a tradição católica implicava costumes, instituições e idéias. Igualmente, as transformações ideológicas revolucionárias conduziram primeiro à fratura das instituições, que por sua vez levou generalizadamente à dos costumes. E a resistência à revolução progressivamente foi ficando no âmbito dos costumes, que, ao não contarem com o apoio institucional, foram também se quebrando, resistindo somente o reduto das idéias. Idéias progressivamente mais depuradas quanto mais se isolavam no cenáculo dos “militantes” ou dos “tradicionalistas conscientes”. Esse é o processo de transformação (desnaturalização) de um tradicionalismo pleno em algo semelhante a uma société de pensée ou, no melhor dos casos, em um gueto de famílias em meio às ruínas.
Contudo, está claro que uma tal situação vem marcada pelo equilíbrio instável. Pois o restante das famílias vai resistindo com dificuldade à pressão exterior, enquanto o agregado ideológico, isolado, tende a fragmentar-se, perdendo o sinal de unidade de toda tradição, de toda civilização. Hoje é muito comum encontrar defesas da moral sexual e familiar mais tradicional pelos mesmos grupos que contribuem para manter uma política que progressivamente torna impossível a manutenção dessa moral. Outros defendem a tradição litúrgica despreocupados com a tradição política. Alguns por fim reivindicam pedaços da cosmovisão tradicional de modo “ideológico”, às vezes “conservador”, outras “revolucionário”. A conseqüência é desoladora para os que querem continuar recebendo a “boa notícia” no seio da civilização que ela gerou para nós. Porque é impossível inculturar o cristianismo na civilização moderna e suas versões atuais, tanto a “forte”, tecnocrática e prometéica (que caberia chamar de hipermoderna), como a “fraca”, desconstrutiva e niilista (que podemos chamar propriamente de pós-moderna). (…)
Nessa situação, a conjuntura impele muitos a salvarem o que se puder de um velho navio naufragado. Enquanto outros se esforçam por lembrar que os despojos à deriva pertenceram a um navio cujas dimensões, características etc são possíveis de conhecer. E tudo se deve fazer. Mas o que não se pode esquecer é que, sem o acolhimento de uma civilização coerente, todos os restos que se salvam, por um lado, estão mutilados, desnaturalizados, e - por outro - dificilmente podem subsistir muito tempo em sua separação. Assim, a solução não pode ser encontrada senão na incessante restauração-instauração (como não recordar o memorável texto de São Pio X?) da civilização cristã, que ademais não poderá ser alheia – exigências da pietas – à Cristandade.”
(Miguel Ayuso Torres, La Constitución Cristiana de los Estados)
Contudo, está claro que uma tal situação vem marcada pelo equilíbrio instável. Pois o restante das famílias vai resistindo com dificuldade à pressão exterior, enquanto o agregado ideológico, isolado, tende a fragmentar-se, perdendo o sinal de unidade de toda tradição, de toda civilização. Hoje é muito comum encontrar defesas da moral sexual e familiar mais tradicional pelos mesmos grupos que contribuem para manter uma política que progressivamente torna impossível a manutenção dessa moral. Outros defendem a tradição litúrgica despreocupados com a tradição política. Alguns por fim reivindicam pedaços da cosmovisão tradicional de modo “ideológico”, às vezes “conservador”, outras “revolucionário”. A conseqüência é desoladora para os que querem continuar recebendo a “boa notícia” no seio da civilização que ela gerou para nós. Porque é impossível inculturar o cristianismo na civilização moderna e suas versões atuais, tanto a “forte”, tecnocrática e prometéica (que caberia chamar de hipermoderna), como a “fraca”, desconstrutiva e niilista (que podemos chamar propriamente de pós-moderna). (…)
Nessa situação, a conjuntura impele muitos a salvarem o que se puder de um velho navio naufragado. Enquanto outros se esforçam por lembrar que os despojos à deriva pertenceram a um navio cujas dimensões, características etc são possíveis de conhecer. E tudo se deve fazer. Mas o que não se pode esquecer é que, sem o acolhimento de uma civilização coerente, todos os restos que se salvam, por um lado, estão mutilados, desnaturalizados, e - por outro - dificilmente podem subsistir muito tempo em sua separação. Assim, a solução não pode ser encontrada senão na incessante restauração-instauração (como não recordar o memorável texto de São Pio X?) da civilização cristã, que ademais não poderá ser alheia – exigências da pietas – à Cristandade.”
(Miguel Ayuso Torres, La Constitución Cristiana de los Estados)
quarta-feira, 19 de março de 2014
São José
"Rogamos a Vós, Senhor, que nos ajudem os méritos do esposo de Vossa Mãe Santíssima, para que alcancemos por sua intercessão o que não podemos conseguir com nossos méritos." (Coleta da Missa de São José)
terça-feira, 18 de março de 2014
Água benta e as almas do Purgatório
“As almas sofredoras também experimentam um grande alívio quando os túmulos são incensados e borrifados com água benta. A água benta na verdade apenas materialmente umedece a terra, mas em sua virtude beneficente ela refresca as almas do Purgatório, assim como as águas do Batismo caindo sobre a cabeça da criança têm o poder de limpar sua alma. Portanto, cuidai de borrifar com freqüência o lugar de último repouso de vossos amigos com água benta, pois assim suavizareis as chamas que os torturam.”
(Pe. Martin von Cochem, O.S.F.C, The Incredible Catholic Mass)
(Pe. Martin von Cochem, O.S.F.C, The Incredible Catholic Mass)
sábado, 15 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
Como os Rockefellers reengenharizaram as mulheres
“O Feminismo é um excelente exemplo de como o megacartel dos Rockefellers usa o incrível poder da mídia de massa (i.e propaganda) para o controle da sociedade.
No curto intervalo de 40 anos, muitas mulheres perderam contato com seus instintos naturais para o amor. Conseqüentemente, a família está à deriva, a depravação sexual está fora de controle e as taxas de natalidade despencaram.
Vou discorrer sobre o papel dos Rockefellers, mas antes precisamos lembrar que para uma mulher o amor é um ato instintivo de auto-sacrifício.
Ela se dá a seu marido e filhos e se satisfaz vendo-os prosperarem e recebendo seu amor, respeito e gratidão.
Uma mulher faz esse supremo sacrifício a um único homem que a tratará com carinho e sustentará sua família. Os homens querem instintivamente preencher essa responsabilidade.
Esta é a essência do contrato heterossexual (i.e casamento): poder feminino em troca de poder masculino expresso em amor. O sexo é o símbolo dessa ligação exclusiva. O casamento e a família podem não ser para todos, mas são o caminho natural para a maioria.
O Feminismo ensinou as mulheres a rejeitarem esse modelo como um "estereótipo ultrapassado e opressor" mesmo que ele reflita seus instintos naturais.
Na quinta-feira um escritor britânico contou ter ouvido duas jovens conversando:
"Todos os homens são inúteis hoje em dia", disse uma delas. "Sim", disse a outra. "O problema é que eles não ficaram à altura do desafio feminista. Não entendem que precisamos deles mais masculinos e ao invés disso eles simplesmente caíram fora."
Então essa é sua lógica? Se as mulheres são menos femininas, os homens serão mais masculinos? Homens não foram criados para combater mulheres. Eles precisam ser confirmados pelo consentimento e pela fé de uma mulher. Quando as mulheres constantemente os desafiam, os homens "caem fora" de casamento e família.
Agora que amor e casamento foram "desacreditados", as mulheres não têm mais nada a trocar por amor que não seja sexo. Assim, muitas estão anormalmente obcecadas com a aparência e pateticamente dão seus corpos para todo mundo.
O amor permanente não se baseia no encanto sexual de uma mulher, sua personalidade ou conquistas. No fim das contas, é baseado em auto-sacrifício. Amamos as pessoas que nos amam.
O panorama geral: os banqueiros centrais
As pessoas não percebem que Feminismo é doutrinação em massa porque não conseguem identificar o culpado, os meios ou o motivo.
Recentemente, Aaron Russo, produtor dos filmes de Bette Middler e de "América: da Liberdade ao Fascismo", identificou todos os três, confirmando o que venho dizendo.
Quando tentava recrutar Russo para o CFR, Nicholas Rockefeller disse-lhe que a fundação de sua família criara o movimento pela liberação das mulheres usando o controle da mídia de massa como parte de um plano de longo prazo para escravizar a humanidade. Ele admitiu que planeja inserir microchips em nós. Procure no Google "Rockefeller Foundation" e "Women’s Studies" e conseguirá meio milhão de citações.
O objetivo secreto do Feminismo é destruir a família, que interfere com a lavagem cerebral das crianças pelo Estado. Benefícios correlatos incluem despovoamento e alargamento da base tributária. Afastar dos homens seu papel de provedores também desestabiliza a família.
Uma drástica mudança de paradigma é necessária para entender o mundo. Os Rockefellers são parte de um cartel de bancos centrais privados que também controlam cartéis da mídia, militares, farmacêuticos e outros. Para protegerem seu monopólio de crédito e riqueza, eles estão instituindo um estado policial mundial ("governo mundial") usando o falso ataque de 11/9 e guerras sem fim como pretexto. Rockefeller falou desse plano a Russo um ano antes de 11/9.
O poeta Charles Peguy disse, "Tudo começa em fé e termina em política." O cartel dos bancos precisa de uma filosofia que justifique acorrentar a humanidade. Essa filosofia é o Satanismo. O cartel controla o mundo através de uma rede de sociedades ocultistas ligadas à Maçonaria, ao Comunismo, ao Vaticano e à Judiaria organizada (Bnai Brith, ADL, AJC, Sionismo). O grupo ocultista mais elevado é conhecido como os Illuminati.
A cultura ocidental moderna baseia-se na Maçonaria, que ensina que o homem, e não Deus, determina a realidade. (Naturalmente, eles precisam rejeitar leis naturais e espirituais para afirmar seu próprio controle.) Eles perceberam que as pessoas são criaturas hesitantes e maleáveis que preferem acreditar no que lhes contam a confiar em sua própria percepção. Assim, a mídia promove com sucesso os valores homossexuais em conflito com nossos instintos naturais.
A mídia erradica o amor
Toda faceta da mídia de massa (filmes, TV, revistas, música, comerciais, notícias) é usada para controle social com o objetivo final da escravidão. Há uma conexão direta entre o que aconteceu na Rússia comunista e o que está acontecendo na América de hoje. Em ambos os casos o cartel dos bancos centrais está asseverando seu controle totalitário.
A função da mídia de massa é nos distrair disso, da iminente guerra com o Irã e da União Norte Americana. Atualmente, a distração é a balbúrdia do aquecimento global.
Para destruir a família, a mídia convenceu as mulheres de que elas não podiam confiar no contrato heterossexual.
Myrna Blyth foi editora chefe do "Ladies Home Journal" de 1981 a 2002. Em seu livro "Spin Sisters" (2004) ela diz que a mídia vendeu às mulheres "uma carreira exatamente do mesmo modo insistente com que a Dona-de-Casa Feliz havia sido vendida às suas mães".
Os Illuminati minaram os instintos naturais de amor das mulheres usando os seguintes mantras:
1. *Não se pode mais confiar nos homens.* Usando a "Lifetime Network" como exemplo, Blyth concluiu que "todos os homens são 1) ratos infiéis, 2) monstros abusivos, 3) desonestos e imprestáveis, ou 4) todos os acima. As mulheres, por sua vez, eram.... empreendedoras sem coração que triunfavam apesar dos homens das cavernas que... querem mantê-las em seu lugar."
2. *As mulheres são vítimas por causa de seu sexo.* Blyth diz que a mídia passa “uma mensagem em alto e bom som. Porque somos mulheres, permanecemos vítimas em nossas vidas privadas, no trabalho, na sociedade como um todo.” Assim, as mulheres devem ter um sentimento de queixa, direito e rebelião. A mesma tática foi usada para manipular judeus, negros, trabalhadores e homossexuais. (...)
3. *As mulheres devem ser egoístas.* “Libertação e narcisismo se uniram”. Blyth diz que divertimento passou a significar “tempo para você mesma, ou talvez com uma das amigas, mas definitivamente sem o marido e os filhos... Inúmeros artigos pregaram o novo evangelho feminista, de que satisfazer a si mesma é uma parte importante de ser uma mulher saudável e bem resolvida.”
4.*O sexo não está reservado para o amor e o casamento.* Revistas como Glamour e Cosmopolitan instigam as mulheres a “transarem no primeiro encontro”, “flertarem abertamente com os homens” e serem atletas na cama. Não há discussão sobre casamento ou família. Tais mulheres não serão capazes de confiar em homem nenhum para se renderem ao amor.
5.*A auto-satisfação reside no sucesso profissional e não em marido e família.* “As recompensas sociais de manter-se no emprego são essenciais para o sentido da própria dignidade e da auto-estima”, pontificou Betty Friedan. De fato, “a maioria dos trabalhos é profundamente comum”, observa Blyth. (Não estou dizendo que as mulheres não possam ter empregos, apenas elas não deveriam ser induzidas a não terem famílias, se as quisessem ter.)
Assim, muitas mulheres são esquizofrênicas quando tentam reconciliar seus instintos naturais com uma constante exortação a fazer o oposto. Os destroços – famílias desestruturadas e pessoas disfuncionais – espalham-se por todo lado.
Enquanto isso, a revista Playboy etc enviou uma mensagem semelhante para os homens. Você não precisa estar casado para ter sexo. Casamento e filhos são um aborrecimento.
Conclusão
Essa insistência consistente da mídia é lavagem cerebral organizada. A sociedade foi totalmente subvertida pelo cartel central dos bancos usando um culto satânico, a Maçonaria, para selecionar seus lacaios. A maioria dos maçons não sabe dessa verdade, mas os donos da mídia de massa sabem de primeira mão.
Costumávamos dizer, “tão americano quanto maternidade e torta de maçã.” Só os satanistas atacariam a maternidade. Longe de dar poder às mulheres, o Feminismo dessexualizou muitas. Despojou-as de um papel seguro e honrado e reduziu-as a objetos sexuais e trabalhadoras substituíveis.
Os luciferianos promovem rebelião porque estão desafiando o que é natural e saudável. Como seu símbolo, Lúcifer, eles desejam brincar de Deus.
O amor de Deus pode ser visto na dedicação de uma mulher a seu marido e filhos. É por isso que os banqueiros precisam destruí-la.”
(Henry Makow, How The Rockefellers Re-Engineered Women)
No curto intervalo de 40 anos, muitas mulheres perderam contato com seus instintos naturais para o amor. Conseqüentemente, a família está à deriva, a depravação sexual está fora de controle e as taxas de natalidade despencaram.
Vou discorrer sobre o papel dos Rockefellers, mas antes precisamos lembrar que para uma mulher o amor é um ato instintivo de auto-sacrifício.
Ela se dá a seu marido e filhos e se satisfaz vendo-os prosperarem e recebendo seu amor, respeito e gratidão.
Uma mulher faz esse supremo sacrifício a um único homem que a tratará com carinho e sustentará sua família. Os homens querem instintivamente preencher essa responsabilidade.
Esta é a essência do contrato heterossexual (i.e casamento): poder feminino em troca de poder masculino expresso em amor. O sexo é o símbolo dessa ligação exclusiva. O casamento e a família podem não ser para todos, mas são o caminho natural para a maioria.
O Feminismo ensinou as mulheres a rejeitarem esse modelo como um "estereótipo ultrapassado e opressor" mesmo que ele reflita seus instintos naturais.
Na quinta-feira um escritor britânico contou ter ouvido duas jovens conversando:
"Todos os homens são inúteis hoje em dia", disse uma delas. "Sim", disse a outra. "O problema é que eles não ficaram à altura do desafio feminista. Não entendem que precisamos deles mais masculinos e ao invés disso eles simplesmente caíram fora."
Então essa é sua lógica? Se as mulheres são menos femininas, os homens serão mais masculinos? Homens não foram criados para combater mulheres. Eles precisam ser confirmados pelo consentimento e pela fé de uma mulher. Quando as mulheres constantemente os desafiam, os homens "caem fora" de casamento e família.
Agora que amor e casamento foram "desacreditados", as mulheres não têm mais nada a trocar por amor que não seja sexo. Assim, muitas estão anormalmente obcecadas com a aparência e pateticamente dão seus corpos para todo mundo.
O amor permanente não se baseia no encanto sexual de uma mulher, sua personalidade ou conquistas. No fim das contas, é baseado em auto-sacrifício. Amamos as pessoas que nos amam.
O panorama geral: os banqueiros centrais
As pessoas não percebem que Feminismo é doutrinação em massa porque não conseguem identificar o culpado, os meios ou o motivo.
Recentemente, Aaron Russo, produtor dos filmes de Bette Middler e de "América: da Liberdade ao Fascismo", identificou todos os três, confirmando o que venho dizendo.
Quando tentava recrutar Russo para o CFR, Nicholas Rockefeller disse-lhe que a fundação de sua família criara o movimento pela liberação das mulheres usando o controle da mídia de massa como parte de um plano de longo prazo para escravizar a humanidade. Ele admitiu que planeja inserir microchips em nós. Procure no Google "Rockefeller Foundation" e "Women’s Studies" e conseguirá meio milhão de citações.
O objetivo secreto do Feminismo é destruir a família, que interfere com a lavagem cerebral das crianças pelo Estado. Benefícios correlatos incluem despovoamento e alargamento da base tributária. Afastar dos homens seu papel de provedores também desestabiliza a família.
Uma drástica mudança de paradigma é necessária para entender o mundo. Os Rockefellers são parte de um cartel de bancos centrais privados que também controlam cartéis da mídia, militares, farmacêuticos e outros. Para protegerem seu monopólio de crédito e riqueza, eles estão instituindo um estado policial mundial ("governo mundial") usando o falso ataque de 11/9 e guerras sem fim como pretexto. Rockefeller falou desse plano a Russo um ano antes de 11/9.
O poeta Charles Peguy disse, "Tudo começa em fé e termina em política." O cartel dos bancos precisa de uma filosofia que justifique acorrentar a humanidade. Essa filosofia é o Satanismo. O cartel controla o mundo através de uma rede de sociedades ocultistas ligadas à Maçonaria, ao Comunismo, ao Vaticano e à Judiaria organizada (Bnai Brith, ADL, AJC, Sionismo). O grupo ocultista mais elevado é conhecido como os Illuminati.
A cultura ocidental moderna baseia-se na Maçonaria, que ensina que o homem, e não Deus, determina a realidade. (Naturalmente, eles precisam rejeitar leis naturais e espirituais para afirmar seu próprio controle.) Eles perceberam que as pessoas são criaturas hesitantes e maleáveis que preferem acreditar no que lhes contam a confiar em sua própria percepção. Assim, a mídia promove com sucesso os valores homossexuais em conflito com nossos instintos naturais.
A mídia erradica o amor
Toda faceta da mídia de massa (filmes, TV, revistas, música, comerciais, notícias) é usada para controle social com o objetivo final da escravidão. Há uma conexão direta entre o que aconteceu na Rússia comunista e o que está acontecendo na América de hoje. Em ambos os casos o cartel dos bancos centrais está asseverando seu controle totalitário.
A função da mídia de massa é nos distrair disso, da iminente guerra com o Irã e da União Norte Americana. Atualmente, a distração é a balbúrdia do aquecimento global.
Para destruir a família, a mídia convenceu as mulheres de que elas não podiam confiar no contrato heterossexual.
Myrna Blyth foi editora chefe do "Ladies Home Journal" de 1981 a 2002. Em seu livro "Spin Sisters" (2004) ela diz que a mídia vendeu às mulheres "uma carreira exatamente do mesmo modo insistente com que a Dona-de-Casa Feliz havia sido vendida às suas mães".
Os Illuminati minaram os instintos naturais de amor das mulheres usando os seguintes mantras:
1. *Não se pode mais confiar nos homens.* Usando a "Lifetime Network" como exemplo, Blyth concluiu que "todos os homens são 1) ratos infiéis, 2) monstros abusivos, 3) desonestos e imprestáveis, ou 4) todos os acima. As mulheres, por sua vez, eram.... empreendedoras sem coração que triunfavam apesar dos homens das cavernas que... querem mantê-las em seu lugar."
2. *As mulheres são vítimas por causa de seu sexo.* Blyth diz que a mídia passa “uma mensagem em alto e bom som. Porque somos mulheres, permanecemos vítimas em nossas vidas privadas, no trabalho, na sociedade como um todo.” Assim, as mulheres devem ter um sentimento de queixa, direito e rebelião. A mesma tática foi usada para manipular judeus, negros, trabalhadores e homossexuais. (...)
3. *As mulheres devem ser egoístas.* “Libertação e narcisismo se uniram”. Blyth diz que divertimento passou a significar “tempo para você mesma, ou talvez com uma das amigas, mas definitivamente sem o marido e os filhos... Inúmeros artigos pregaram o novo evangelho feminista, de que satisfazer a si mesma é uma parte importante de ser uma mulher saudável e bem resolvida.”
4.*O sexo não está reservado para o amor e o casamento.* Revistas como Glamour e Cosmopolitan instigam as mulheres a “transarem no primeiro encontro”, “flertarem abertamente com os homens” e serem atletas na cama. Não há discussão sobre casamento ou família. Tais mulheres não serão capazes de confiar em homem nenhum para se renderem ao amor.
5.*A auto-satisfação reside no sucesso profissional e não em marido e família.* “As recompensas sociais de manter-se no emprego são essenciais para o sentido da própria dignidade e da auto-estima”, pontificou Betty Friedan. De fato, “a maioria dos trabalhos é profundamente comum”, observa Blyth. (Não estou dizendo que as mulheres não possam ter empregos, apenas elas não deveriam ser induzidas a não terem famílias, se as quisessem ter.)
Assim, muitas mulheres são esquizofrênicas quando tentam reconciliar seus instintos naturais com uma constante exortação a fazer o oposto. Os destroços – famílias desestruturadas e pessoas disfuncionais – espalham-se por todo lado.
Enquanto isso, a revista Playboy etc enviou uma mensagem semelhante para os homens. Você não precisa estar casado para ter sexo. Casamento e filhos são um aborrecimento.
Conclusão
Essa insistência consistente da mídia é lavagem cerebral organizada. A sociedade foi totalmente subvertida pelo cartel central dos bancos usando um culto satânico, a Maçonaria, para selecionar seus lacaios. A maioria dos maçons não sabe dessa verdade, mas os donos da mídia de massa sabem de primeira mão.
Costumávamos dizer, “tão americano quanto maternidade e torta de maçã.” Só os satanistas atacariam a maternidade. Longe de dar poder às mulheres, o Feminismo dessexualizou muitas. Despojou-as de um papel seguro e honrado e reduziu-as a objetos sexuais e trabalhadoras substituíveis.
Os luciferianos promovem rebelião porque estão desafiando o que é natural e saudável. Como seu símbolo, Lúcifer, eles desejam brincar de Deus.
O amor de Deus pode ser visto na dedicação de uma mulher a seu marido e filhos. É por isso que os banqueiros precisam destruí-la.”
(Henry Makow, How The Rockefellers Re-Engineered Women)
quarta-feira, 5 de março de 2014
A nova missa é obra de um maçom
“Em 1975 o Papa Paulo VI tomou medidas para remover o Arcebispo Bugnini de sua poderosa posição como Secretário da Congregação para o Culto Divino: o Santo Padre dissolveu a Congregação e transferiu o Arcebispo para o Irã. Evidências mostram que o Papa assim o fez porque acreditava que o Arcebispo Bugnini era maçom. O Arcebispo Bugnini morreu em Teerã em 1982.
O mais influente dos jovens lobos, o grande arquiteto da revolução litúrgica do Vaticano II, foi o Padre Annibale Bugnini. O Padre Bonneterre relata uma visita desse liturgista italiano a uma convenção litúrgica que se realizou em Thieulin, próximo a Chartres, no final dos anos 40, à qual quarenta superiores religiosos e reitores de seminário estiveram presentes, deixando claro o nível de influência dos bolcheviques litúrgicos na estrutura da Igreja na França. Ele cita um certo Padre Duploye, que disse:
Alguns dias antes da reunião em Thieulin, fui visitado por um lazarista italiano, o Pe. Bugnini, que me pediu para lhe obter um convite. O Padre ouviu com bastante atenção, sem dizer uma palavra, por quatro dias. Durante nossa viagem de retorno a Paris, enquanto o trem passava ao longo do Lago Suíço em Versalhes, ele me disse: “Admiro o que você está fazendo, mas o maior serviço que posso lhe prestar é jamais dizer uma palavra em Roma sobre tudo que acabei de ouvir.” [Boneterre, p; 52.]
O Pe. Bonneterre comenta: “Esse texto revelador nos mostra uma das primeiras aparições do ‘coveiro da Missa’, um revolucionário mais esperto que os outros, o que matou a liturgia católica antes de sair da cena oficial.” [Ibid.]”
(Michael Davies, The Destruction of Catholic Faith Through Changes in Catholic Worship)
O mais influente dos jovens lobos, o grande arquiteto da revolução litúrgica do Vaticano II, foi o Padre Annibale Bugnini. O Padre Bonneterre relata uma visita desse liturgista italiano a uma convenção litúrgica que se realizou em Thieulin, próximo a Chartres, no final dos anos 40, à qual quarenta superiores religiosos e reitores de seminário estiveram presentes, deixando claro o nível de influência dos bolcheviques litúrgicos na estrutura da Igreja na França. Ele cita um certo Padre Duploye, que disse:
Alguns dias antes da reunião em Thieulin, fui visitado por um lazarista italiano, o Pe. Bugnini, que me pediu para lhe obter um convite. O Padre ouviu com bastante atenção, sem dizer uma palavra, por quatro dias. Durante nossa viagem de retorno a Paris, enquanto o trem passava ao longo do Lago Suíço em Versalhes, ele me disse: “Admiro o que você está fazendo, mas o maior serviço que posso lhe prestar é jamais dizer uma palavra em Roma sobre tudo que acabei de ouvir.” [Boneterre, p; 52.]
O Pe. Bonneterre comenta: “Esse texto revelador nos mostra uma das primeiras aparições do ‘coveiro da Missa’, um revolucionário mais esperto que os outros, o que matou a liturgia católica antes de sair da cena oficial.” [Ibid.]”
(Michael Davies, The Destruction of Catholic Faith Through Changes in Catholic Worship)
domingo, 2 de março de 2014
O Cristianismo é contrário à democracia
“Se em matéria política há algo claro na Sagrada Escritura e na doutrina do Magistério eclesiástico é a verdade de que o cristianismo é contrário à democracia. Nada na história do povo de Deus nem na história da Igreja leva a crer que na vida pública deve-se fazer a vontade do povo – o democrático -; e, pelo contrário, tudo leva a crer que na vida pública deve-se fazer a vontade de Deus. Está claro que se, na mente de Deus, o melhor regime fosse a democracia, Deus teria proposto a Moisés e Jesus Cristo teria proposto à sua Igreja o regime democrático. E no que concerne ao regime das ordens religiosas, no qual alguns quiseram ver o início da democracia moderna, como se vê em “Le principe de la majorité” de C. Leclerq, inicialmente, nas ordens religiosas e nos mosteiros decidia a “sanior pars” - a parte mais sã ou seleta -, não a “maior pars” - a maioria -. Só se chegou na organização religiosa à democracia “monacal”, como diria Menéndez Pelayo, quando “a parte mais sã” coincidiu com “a maioria”: pois a maioria numa comunidade religiosa é boa, e o mal numa comunidade religiosa é a minoria; ou seja, quando a vontade da maioria de uma coletividade – religiosa ou civil – coincide de fato com a vontade de Deus, não é inconveniente, mas conveniente o regime democrático. Pelo contrário, quando a vontade da maioria dos cidadãos é distinta e contrária à vontade de Deus, desconforme à Lei de Deus, é má a democracia, não é conveniente a democracia, na medida em que contraria a Lei natural, o direito natural. Por isso, o regime democrático é bom para uma coletividade de verdadeiros cristãos, de católicos que pensam e querem e agem conforme a vontade de Deus, na mesma medida que é um regime mal numa sociedade pluralista, numa sociedade onde os cidadãos fazem caso omisso do saber e do querer de Deus.
Há outro discurso perfeitamente claro e conclusivo: a democracia liberal, o que vulgar e comumente se chama democracia, se baseia no liberalismo filosófico, quer dizer, no racionalismo – a crença de que nada há válido se não for racional – e no naturalismo – a crença de que se deve rejeitar tudo aquilo que se apresente com pretensões de sobrenatural. De fato, a democracia espanhola atual, tal como a francesa, a britânica, a sueca, a estadunidense, a italiana etc, está baseada em princípios puramente racionalistas e naturalistas, ateus ou, o que equivale na prática, laicistas, laicos. É assim que o liberalismo filosófico (como se vê na encíclica “Libertas”, de Leão XIII, e no “Syllabus”, de Pio IX) é contrário à fé e à filosofia e teologia políticas do catolicismo; logo, a democracia liberal é contrária e incompatível com o catolicismo, com o cristianismo autêntico. Isto quer dizer que quem deseja ser substantivamente católico só pode ser democrata adjetivamente, secundariamente, acessoriamente, ou seja, falsamente. E vice-versa. Vemo-lo já na Lei mosaica: “Não te deixes arrastar ao mal pela multidão” (Ex. 23,2); o fiel a Deus não pode aceitar a lei que lhe imponha democraticamente a multidão, se for contrária à Lei de Deus. E na mesma Lei mosaica se considera a possibilidade de “a assembléia toda do povo” fazer “algo que os mandamentos de Javé proíbem”, dado que na Bíblia “a voz do povo não é a voz de Deus”. Ali se diz qual deve ser o sacrifício que o povo deve oferecer “pelo pecado da assembléia” (Lev. 4, 13-21). Daí que o filho de Deus deve ser um resistente e objetor de consciência constante na democracia laica. E, por isso, Pio XII, em sua rádio-mensagem de Natal em 1944, aceita somente a “democracia sã”, a que respeita a Lei de Deus. Luís M. Ansón, diretor geral da agência de notícias EFE, publicou no ABC de Madrid (13/10/59) um belo artigo intitulado “Pio XII e a democracia” com textos de vários papas demonstrando que o cristianismo é contrário à democracia.
Por isso, os que se declaram pró-democratas, “ipso facto” se colocam em contradição com a doutrina católica ensinada pela Tradição, as Escrituras e os Papas.”
(Rafael Gambra, Cristianismo contra Democracia)
Há outro discurso perfeitamente claro e conclusivo: a democracia liberal, o que vulgar e comumente se chama democracia, se baseia no liberalismo filosófico, quer dizer, no racionalismo – a crença de que nada há válido se não for racional – e no naturalismo – a crença de que se deve rejeitar tudo aquilo que se apresente com pretensões de sobrenatural. De fato, a democracia espanhola atual, tal como a francesa, a britânica, a sueca, a estadunidense, a italiana etc, está baseada em princípios puramente racionalistas e naturalistas, ateus ou, o que equivale na prática, laicistas, laicos. É assim que o liberalismo filosófico (como se vê na encíclica “Libertas”, de Leão XIII, e no “Syllabus”, de Pio IX) é contrário à fé e à filosofia e teologia políticas do catolicismo; logo, a democracia liberal é contrária e incompatível com o catolicismo, com o cristianismo autêntico. Isto quer dizer que quem deseja ser substantivamente católico só pode ser democrata adjetivamente, secundariamente, acessoriamente, ou seja, falsamente. E vice-versa. Vemo-lo já na Lei mosaica: “Não te deixes arrastar ao mal pela multidão” (Ex. 23,2); o fiel a Deus não pode aceitar a lei que lhe imponha democraticamente a multidão, se for contrária à Lei de Deus. E na mesma Lei mosaica se considera a possibilidade de “a assembléia toda do povo” fazer “algo que os mandamentos de Javé proíbem”, dado que na Bíblia “a voz do povo não é a voz de Deus”. Ali se diz qual deve ser o sacrifício que o povo deve oferecer “pelo pecado da assembléia” (Lev. 4, 13-21). Daí que o filho de Deus deve ser um resistente e objetor de consciência constante na democracia laica. E, por isso, Pio XII, em sua rádio-mensagem de Natal em 1944, aceita somente a “democracia sã”, a que respeita a Lei de Deus. Luís M. Ansón, diretor geral da agência de notícias EFE, publicou no ABC de Madrid (13/10/59) um belo artigo intitulado “Pio XII e a democracia” com textos de vários papas demonstrando que o cristianismo é contrário à democracia.
Por isso, os que se declaram pró-democratas, “ipso facto” se colocam em contradição com a doutrina católica ensinada pela Tradição, as Escrituras e os Papas.”
(Rafael Gambra, Cristianismo contra Democracia)
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